Quais são os seus critérios na hora das compras?

Eu estou sempre escrevendo aqui e comentando lá no instagram sobre como meus critérios para uma roupa merecer ir pro meu armário, e como eles mudaram ao longo dos anos.

Antes eu olhava sempre o preço, aliado a uma peça muito diferente. Sempre curti os modelitos que fugissem do lugar comum das vitrines, mas o preço teria que vir em primeiro lugar. Não que eu tenha ficado rica, hahaha, mas de nada adiantava me guiar pela promoção e ser uma peça com problema de modelagem, de origem escusa ou que não tivesse relação com o que eu já tinha: seria dinheiro gasto da mesma forma se ela ficasse parada no armário ou se durasse pouco.

Aí lancei essa pergunta nas redes sociais – primeiro no twitter, depois no nosso grupo Moda Pé no Chão do facebook, e hoje vou comentar nos stories e instagram. E tem sido muito legal ler e entender o que ainda faz a diferença pra quem me acompanha, para entender as necessidades e como o mercado ainda está engatinhando em vários quesitos, que não nos atendem.

Colei algumas respostas para vermos juntas os critérios que a galera prioriza, e eu também quero saber de vocês: quais são os seus?

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Comentários pelo blog

4 comentários

  1. Adriana Sahara comentou:

    Conforto é muito importante para mim. Tenho dermatite e só compro se o tecido for legal. Depois vejo preço e custo benefício, se aquela peça vai “render” o suficiente pelo que vou pagar por ela.

  2. Marina comentou:

    Considerando que só olho em lojas que tenham meu tamanho e preços que de alguma forma eu possa pagar (hahaha), a primeira coisa que eu penso é no quanto vou usar e se “conversa” com as minhas outras peças, com meus acessórios… De uns tempos pra cá eu só considero comprar roupa que eu me veja usando muito e usando por alguns anos.

    Uma coisa que eu sempe faço se estou na dúvida é me perguntar: “eu quero usar essa peça amanhã?”. Li isso há uns 20 anos num livro (acho que da Glória Kalil), e até hoje faço isso. Pra comprar (e cada vez compro menos), eu tenho que ter amar a peça. Se não me apaixonei quando estou ali prestes a pagar, vai ser difícil me apaixonar à segunda vista!

    Quanto a tecido, nem faço consideração nenhuma porque pra mim isso já é automático há uns anos: eu não compro mais (na verdade eu nem olho muito) roupa sintética. Acho desconfortável e pobre (“pobre” no sentido de pobreza de informação. Sem querer parecer preconceituosa e um tanto rigorosa, mas pra mim roupa sintética meio que denuncia uma falta de conhecimento e discernimento do que é uma roupa boa, um tecido bom, e isso pra mim não tem necessariamente um viés socioeconômico não – talvez por ter 500 costureiras na família e ter crescido escolhendo tecido e cercada de gente simples porém de roupa escolhida com carinho). Prefiro mil vezes uma blusa simples de tecido de algodão com uma calça jeans e uma bolsa de couro velha repetidas 500 mil vezes do que uma roupa toda nova, atual e “cheia de informação de moda” que seja sintética. Não dá.

    Não que tecidos naturais sejam sempre de ótima qualidade (canso de ver viscose furando em poucas lavagens, tanto de roupas compradas numa C&A da vida quando em lojas de tecido), mas o toque é outro, o caimento é outro e o respiro da pele é outro.

  3. Bruna Costa Placides comentou:

    No momento, que não seja de poliéster, que seja da minha cartela de cores e que eu ame a peça… ou seja, está difícil.

  4. Rebecca comentou:

    Ana, tento aliar preço e qualidade. Por ex, comprei um cinto da Renner ha 4 anos atras: lindo, cheio de tachas, R$40,00. Eu usava-p de vez em quando. Hoje esse cinto esta todo descascado e com as tachas oxidadas. Agora, quando vou comprar cinto (apenas na promoção), procuro comprar de couro. Pago mais de R$100,00 (infelizmente!), tenho menod do que tinha,.porem estao.INTACTOS! Obrigada, Ana por me ajudar a consumir de forma inteligente.