Semana 10 anos: análise dos looks 2008-2011

Não tinha como não começar a série de postagens sem escrever da principal mudança ao longo dessa década: meu estilo. Aliás, não gosto de dizer mudança, porque parece que eu transformei completamente meu vestir. Prefiro dizer que aperfeiçoei, que identifiquei o que realmente fazia parte da minha personalidade e características físicas, além do estilo de vida, para replicar essas informações em forma de cores, estampas e formas, na minha identidade visual. 🙂

São quase mil looks (!!!!!), então não deu pra catar todos, nem lembro de todos, na real, haha! Mas tentei ao máximo pontuar alguns para mostrar essa evolução e como podemos pescar mais de quem nós somos, essencialmente. 🙂

Contextualizando a época:

A Ana de 28/29 anos não tinha, definitivamente, o olhar estético da Ana de 39 – e aí viva a maturidade, o autoconhecimento e a evolução das referências – hoje temos muito mais variedade de mulheres mostrando seus estilos nas redes e mais canais de inspiração.

Eu já identificava muita coisa boa em moda, sempre fui bem abusada e entrava nas lojas de roupas bacanas atrás da parte OFF, observando qualidade e acabamento. Foi nessa época que fui morar sozinha, pegava muitos freelas de design e, assim, comecei a gastar mais meu dinheiro com roupas.

O que eu ainda não compreendia bem é que eu não precisava ter tanto e nem mais do mesmo. Também era viciadinha em comprar coisas baratinhas para mostrar no blog e também pra achar que estava me dando bem: ficava ainda muito presa ao conceito do achadinho do que do custo x benefício. Era um momento em que a moda também andava bebem fofucha, estilinho romântico e vintage, com cores pastel, rendas, manguinhas bufantes, vestidinhos godê, saia rodada, estampas miudinhas, oxfords com detalhes ultra femininos…nada a ver comigo, mas né, a gente via, queria usar também.

Eu também fazia umas poses doidas e era bem caricata, pintava o cabelo com casting da farmácia e cada hora ele estava com uma cor, hahaha!

E como recordar é viver – e também é morrer de rir, hahaha – vamos a alguns looks retrôs!

Esse vestido no look de 2011 nem era dos piores porque pelo menos o fundo dele era escuro, menos fofinho – mas eu não tinha nada a ver com essa estampa liberty e esses acessórios delicados.

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Em 2009, quando eu ainda fotografava da minha casa antiga, haha, bem no improviso, e eu nem usava maquiagem. A saia tinha uma estrutura e eu usaria de novo, mas obviamente não com esse conjunto de salto vermelho e regata.

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Essa saia também ganhei, isso em 2010, e, mais uma vez, nada a ver comigo essa estampa miúda de inspiração romântica. Ainda tentei uma mistura de estampas, mas a blusa também tinha esse franzido nas mangas, mais romantismo + colar fofo. A sapatilha salvava com seu bico mais afinada e tachas, mais na pegada do meu estilo mesmo.

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Também adorava algo diferentão, queria impactar mas não entendia ainda como. Aí inventava umas misturas loucas, hahaha, comprava peças até interessantes, mas que, na real, ficavam soltas no meu armário, porque a base do guarda roupa ainda estava muito distante do que eu precisava mesmo.

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Menina demais, cores lavadas demais

Usava MUITO o que me davam, tentava adaptar ao meu estilo, mas não rolava. Também pegava muita roupa doada da família, o que deixava o armário lotado, mas lotado de peças meio nada a ver, como vestidos de malha longos com estampas aleatórias, rs.

Looks mais próximos do meu estilo atual

As próximas fotos já mostram mais o estilo que tenta equilibrar essas fofices com algum peso, seja num tecido mais estruturado, seja numa outra peça menos levinha ou de cores mais fortes, coordenada com o restante do look, sem tantas firulas.

Em 2010, com um short da coleção da maria bonita extra para a C&A e eu já misturava as cores de forma bacana, viva o olhar de designer! hahaha!

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Em 2011, com peças já mais próximas do meu estilo, mais dramáticas/arquitetônicas/geométricas. Só que eu evito malha porque é um tecido mais “desabadinho”, o que me deixa meio desmilinguida, sem ombros, hahaha!

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Esse é outro look que não desgosto, usei muito esse vestido que, apesar de ter renda, era mais diferentão. Eu adorava também esse blazer curtinho da coleção da maria bonita extra para C&A, mas gente, ainda tô muito romântica nos detalhes, como no colar, ombros bufantes, sapatilha rosê e de bico redondo.

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Olhem aí mais exemplos com o mesmo vestido, só que com uma jaqueta metalizada, mais atitude! O mesmo blazerzito tentando salvar a saia que comprei numa promoção e não conseguia usar de jeito nenhum, hahaha! Essas fotos são de 2011 e eu tirava no trabalho, por isso essas tinham esse paredão de concreto, bem no prédio da Prefeitura do Rio, o famoso Piranhão. 🙂

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Nesses looks com o mesmo short, da Isabela Capeto, comprado num bazar. Nessas, eu gosto muito dos das blusas cinza e amarelo – com este eu fui num dos meus primeiros Fashion Rio, aliás! Só trocaria as bolsas e os acessórios. As fotos são de 2011.

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Esses também são de 2011 e eu usaria todos  os dois exatamente assim hoje em dia! Ainda tenho a camisa branca, a bota e o trench coat da coleção da Stella McCartney para C&A. Em ambos o contraste alto do preto e branco valoriza o meu contraste pessoal, além de serem cores da minha cartela.

Também já trazem mais desse peso e estrutura que eu tanto busco nas peças que eu amo e uso agora.

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Esse é de 2009 e, sinceramente, não acho tão ruim. Não usaria de novo, mas gosto da pegada mais roqueirinha, com atitude mais forte, cores que me favorecem e mix de texturas.

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Ainda em 2009, OLHEM ESSA ANA BEBÊ HAHAHAHAHAHAHAHAH

Além de magricelinha (prefiro bem mais meu manequim hoje), eu estava com essas luzes douradas e equivocadas no cabelo, me deixando apagada, rs! Mas vamos focar no look: eu gosto, heim? Usaria, acho que só trocaria essa meia calça e sapatilha por um tênis. Adoro as cores, o grafismo da saia, a proposta com a camiseta. 🙂

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Look de 2008, minha gente, logo após o nascimento do blog!

Eu adorava esse vestido de elanca, se não me engano era da Sandpiper. Já bem mais no estilo minimalista, formas limpas e mais armadas! Só trocaria todos os acessórios, deixando sem cinto, acrescentaria um brincão e qualquer outro sapato e bolsa menos caretas, hehe!

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Look de 2010 e 2011, respectivamente: mais uma vez, estrutura com acessórios mais contemporâneos – olha meu scarpin de peixe ali! Ainda tenho os sapatos, a calça e a blusa, acreditam? hahaha!

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Looks de 2011, com o mesmo conceito. Usaria ambos da mesma forma, ainda tenho as sapatilhas (!!!!!!), a camisa e a calça! E eu AMAVA essa jaqueta, pena que ela já se desfez :,(

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Nos próximos posts eu vou falar dessa percepção de 2012-2015!

Posts em que falo sobre a minha evolução do estilo pessoal

Nesses posts eu relato mais como foi chegar até o estilo que abracei hoje, de como me identifico muito mais com meu guarda roupa, cessando, assim, a necessidade de comprar e de lotar o armário com peças nada a ver. Tem mais fotos neles e análises bem bacanas!

Ideias para descobrir nosso estilo pessoal

Limpezas nas ideias, no armário e no estilo de vida

A estética minimalista me salvou do consumismo

Ainda na estética minimalista

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Semana 10 anos: declaração inicial.

10 anos.

Ou, em bom carioquês, DÉIX ANOX.

Uau.

Nunca estive tanto tempo agarrada em algo. Nada, absolutamente nada, me manteve apaixonada assim por uma década.

O Hoje Vou Assim OFF não é apenas um projeto. Não é somente um blog. Não é um domínio nesse mundo www. Não é um palco para exibicionismos.

Sou eu aqui. Sou eu nesse mundo. São minhas ideias, meus pensamentos, meus desejos mais profundos, meu corpo, minha alma.

Um espaço virtual que me revelou pra eu mesma. Que trouxe reflexões tão profundas para mim. Que me permitiu melhorar como pessoa, aprendendo a ser mais paciente, tolerante, ouvinte.

Não foi apenas uma evolução de estilo, de roupas mais interessantes ou bem cortadas, saindo do baratinho, do achadinho, para uma projeção de conceitos mais elaborados sobre o que é moda e consumo. Sobre a importância dela para a vida da gente, essa vida mundana mesmo, não a dos eventos, apenas; a da mulher que virou mãe e não se reconhece mais ao ver suas roupas; da que emagreceu ou engordou e precisa enfrentar tantos estereótipos e julgamentos; da que trabalha muito, estuda demais, pega trem lotado, cuida de quem precisa, e, quando vê, não se viu mais.

Eu não sou eu, somente. Eu sou vocês. Vocês moram em mim. Residem minhas ideias, numa poética ocupação, uma desordem organizada.

Acordo vocês. Penso vocês. Crio vocês. Visto vocês.

Não conheço (todxs) vocês. Sei fragmentos que vocês escrevem. Que me contam ao pé do ouvido no abraço fraterno do encontro casual. Mas eu sei de vocês.

Após uma década, nosso diálogo é afinado. Sei perfeitamente o que agrada e desagrada a quem me acompanha. Sei o que gostam, o que esperam, o que buscam. Eu sei. É um relacionamento longo, profundo, bonito, verdadeiro. Sincero.

O blog sou eu, que são vocês, que somos nós. Não tem personagem, nem jogada de marketing, aqui é carne, osso, alma. Fibra.

O blog surgiu de brincadeira, mas que brincadeira avassaladora, viu. Que mudou minha vida ali, naquele 23 de abril de 2008. Que me fez entender, finalmente, meu papel no mundo. Minha missão de vida. Ressignificou meus valores e propósitos. Amadureceu minhas ideias. Me pôs em eterno conflito pessoal. Me fez questionar muita coisa, inclusive, também duvidar muitas vezes de mim mesma. Já deixei de dormir, de preocupação, descrente do que estava fazendo.

Nem tudo foram flores: já tive meus momentos com esse cantinho virtual. Já amei escrever pra cá, já odiei na mesma intensidade. Já me senti obrigada a escrever, já me senti leve. Já achei que estivesse fazendo tudo errado, paniquei. Já respirei, mais calma, ajustei aqui e ali, segui os rumos. Segui aqui dentro o que poderia ser mais importante para esse trabalho. Já olhei pro lado e me senti uma bosta, a pior blogueira, a que nunca era chamada pra nada. Já fui cortada de listas e mailings, já me senti estranha em eventos, deslocada de tudo, já me disseram que eu jamais prosperaria sendo tão crítica, já fui excluída, chamada de cópia, ja fui usada e ridicularizada.

Em contrapartida, fui em frente, não esmoreci. Toquei na ferida, disse verdades, fui leal com minha essência e com minha audiência. Enquanto todo mundo me falava pra virar blogueira, eu não só mantive o blog como criei, a partir dele, uma carreira, um nome acima do nome dele, Ana Soares. Formulei cursos por conta própria, fiz eventos sozinha, fotografava com a ajuda de um tripé, escrevia na madrugada, dei perdido em chefe, fotografava no meio da rua na hora do almoço entre um emprego e outro, trocava de roupa também no meio da rua, levava sacolas de roupas dentro do ônibus pra outra zona só para ter mais qualidade nas fotos, sacrificava finais de semana para produzir postagens, chegava de viagens e corria para a C&A para resenhar coleções, diagramava as postagens do celular para subir o assunto com rapidez, mobilizava amigos, marido, mãe, para conseguir fazer mais, atendia cliente de consultoria mas voltava correndo pra diagramar revistas de clientes, escrever conteúdo pago, me maquiar, fotografar sorrindo.

Fiz amigos pelo Brasil todo, fechei trabalhos importantes com marcas grandes, tive o privilégio de apoiar marcas menores, de ajudar, de apontar caminhos, de contribuir pra vida de tanta gente que nem sei, de me colocar nessa situação privilegiada de poder mudar de carreira e viver do que acredito, de ter turmas cheias dos meus cursos, de estar escrevendo um livro.

Não tinha como não ter alma aqui. Não é apenas um corpo sendo cabide de roupas: o sorriso escancarado, que estampa 99% dos looks daqui, denuncia o quanto eu amo tudo isso. Mesmo cansada, doente, não é sacrifício algum fazer o que faço. Eu me considero uma criatura privilegiadíssima. Não fiquei rica com o blog, não comprei casa, pelo contrário, hoje eu tenho 8 pessoas trabalhando comigo e cada curso gera capital para melhorarmos mais e mais a entrega das nossas ideias. Mas como eu sou grata por tudo que me tornei a partir dele.

Aí me liguei que não somos um canto. Somos uma grande comunidade de trocas de ideias e impressões não apenas sobre moda, mas sobre a vida da gente. Aqui é a minha sala de estar mais colorida, o meu boteco mais amado. Onde eu puxo a cadeira e convido vocês a sentarem comigo. Onde eu encho o copinho de cerveja pra gente brindar, enquanto a coxinha está fritando na cozinha. Onde eu pego na mão e digo “vem”. Onde vocês puxam meu braço e me asseguram “Vai, Ana, estamos com vocês”. E a gente se abraça.

Desculpa o palavrão: puta merda, que lindo. Não teve um dia, nesses 3.650 dias blogando e atuando nas redes sociais, que eu não acorde e não ache foda demais tudo isso que construímos, JUNTXS.

Vocês acompanharam uma brincadeira entre amigos, que virou um registro solitário na minha casa. Viram eu dar adeus aos meus entes mais amados. Acompanharam minha transição de carreira. Minhas vitórias. Minhas derrotas.

Com vocês eu não me sinto só. É clichê, mas é real: eu olho pra tela do computador e escrevo, solitária, há muito tempo. Cada comentário é um afago, cada encontro na rua é um combustível. Eu estou aqui, só, mas não me sinto só quando escrevo, porque eu sei que milhares de olhos vão me acompanhar e marejar comigo. Cada comentário relatando algo me ajuda a crescer. A reformular. A estudar. A me aperfeiçoar. A buscar mais excelência. A ampliar o horizonte. Olho no olho.

Gente como a gente.

Essa é a definição que eu mais ouço quanto blogueira, que sou essa mulher que se preocupa, se mantém firme no seu propósito, propósito este que norteou todo esse conteúdo há tanto tempo, os quase 1.000 looks postados.

Mas, sabem, não tem como não ser diferente disso. Essa gente como gente que vocês gostam tanto de me chamar. Não tem, sabem por que? Porque nós conseguimos, de alguma maneira muito linda e inspiradora, estarmos juntos, se apoiando, acreditando e sendo, nesse período todo.

Eu olho pra tela e vejo vocês. Me reconheço em vocês. Resisto e existo pra esse propósito.

Aos nossos 10 anos: meu mais profundo e emocionado, obrigada. Meu coração exposto pulsante. Minhas ideias mais loucas e acertadas. Obrigada! A comemoração é inteira NOSSA!

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Preparem-se para uma semana abarrotada de conteúdo comemorativo, com revival de looks antigos, curiosidades, equipe, agradecimentos, pensamentos, e muito mais. SIMBORA!

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Inscrições Conheça suas Cores Porto Alegre e Vitória!

Vocês pediram taaaaanto e cumprimos! Chega mais para o Conheça suas Cores, Porto Alegre/RS e Vitória/ES! Aliás, que alegria de estrear o curso em terras capixabas, uhuuuuuu! 😀

Lembrando que mães de bebês e filhos pequenos que não tenham com quem deixar serão sempre bem vindas em todos os meus workshops!

E como trabalhamos com datas antecipadas, quem não puder deixar pra última hora e já se inscrever, estará ajudando a garantirmos tudo que for necessário pro curso com antecedência! 🙂

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23 DE JUNHO/Sábado – Porto Alegre/RS

Local: Moinhos de Vento
Horário: das 10h às 14h30, com intervalo pro café
Valor: R$500

inscreva-se aqui!
Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

07 DE JULHO/Sábado – Vitória/ES

Local: definindo em breve
Horário: das 14h às 18h30, com intervalo pro café
Valor: R$500

inscreva-se aqui!
Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

Escopo e informações sobre conteúdo

Leia aqui tudo sobre o conteúdo do curso!

INSCRIÇÃO E PAGAMENTO

Para fazer inscrição você pode clicar no botão do PagSeguro referente ao curso que você quer fazer. O pagamento é em ambiente seguro e você pode pagar através de transferência eletrônica ou de cartão de crédito (com opção de parcelamento). Depois, basta enviar email para [email protected]

O email é respondido em até 24 horas com a confirmação da inscrição. O PagSeguro avisa quando o pagamento foi feito e se está tudo ok. Não há garantia de vaga sem o pagamento efetuado.

POLÍTICA DE CANCELAMENTO

Atenção! Se houver necessidade de cancelamento de até 7 dias antes da data do workshop, o valor total do curso é reembolsado. A partir daí, nenhuma solicitação de cancelamento será reembolsada — mas é possível indicar outra pessoa para ir no seu lugar aproveitando a mesma inscrição. Desistências de última hora dificultam novas ofertas para participantes com interesse, por isso não dá pra efetuar devolução.

Se a turma não atingir o número mínimo de 6 pessoas, o valor pago pelos outros inscritos será devolvido.

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Bate papo sobre mercado de moda e cores na Tijuca!

Para quem não sabe, o carioca é bairrista. Seu local de morada é motivo de orgulho, pertencimento, suas origens – infelizmente, também mostra o quanto essa cidade é partida, segregando e ignorando quase sempre o lado de cá do Túnel Rebouças. O Rio de Janeiro não se resume às praias e às vistas da zona sul: o norte da cidade abriga o que mais de efervescente existe em cultura, tradição e alegria.

E como moradora e carioca orgulhosamente ZN, é com muita alegria que conto pra vocês que o Shopping Tijuca, no meu bairro querido, me contratou para fazer parte da programação de Dia das Mães, com três participações minhas em diferentes eventos, ó!

A TIJUCA VAI TREMER!

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10 de maio, 19h – Bate papo Mulheres no mercado de moda

Bate papo comigo e com Catia Preto // coordenadora de Visual Merchandising do Clube Melissa e Flavia Werdan // coordenadora de marketing da Maria Filó. O tema é Mulheres Inspiradoras, e queremos entrar nessa roda de conversa sobre ser mulher, mãe, ativa no mercado de moda no Rio de Janeiro.

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11 de maio, 19h – O poder das cores no seu guarda roupa, com Ana Soares

Vou falar sobre meu trabalho com análise cromática, como podemos perceber as nossas melhores cores, como criar coordenações a partir do que se tem para perder o medo de experimentar, além de muitas outras dicas!

12 de maio às 17h – comentários meus sobre moda no Tijuca Fashion Day

Todos os eventos são gratuitos, basta chegar! Vão rolar na área de eventos do shopping, no subsolo. Espero vocês lá!

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