Semana 10 anos: a série Comprei e nunca usei

O Comprei e nunca usei é a tag mais antiga deste blog – tirando a do look do dia – e começou bebem lá do comecinho dele mesmo, já com esse nome, já com essa questão de ter roupas paradas, sem uso, com etiqueta dentro do armário, e daí o movimento de tentar usá-las de alguma forma para saber se eu ficava ou não com a peça.

É tão antigo, que é bem antes de existir Facebook, então eu lançava sempre a seguinte pergunta para vocês, com o look vestindo a peça em questão: dedão pra cima ou pra baixo? =)

Fazemos muito isso quando compramos por impulso, porque estava baratinho: não analisamos a quantidade de vezes que ela será usada, se coordena com o que já temos no armário, se tem a ver com nosso estilo e estilo de vida. Mesmo barato, parado no armário é prejuízo. É esforço e espaço ocupados em vão. A ideia também era incentivar a usarmos o que temos de um ponto de partida, sem receio, mas experimentando!

Era divertido observar as reações divergentes, vocês metendo o malho sem piedade quando não gostavam, HAHAHAH, mas também foi assim que recebi MUITA dica para repensar sobre as roupas, tentar novas combinações, experimentar sair do meu lugar comum. Vocês engrandeceram tanto o meu olhar, é muita gratidão o que sinto. <3

A galeria do Comprei e nunca usei é extensa, por isso separei meus favoritos e linkei os posts para relembrarmos!

Em 2011 eu arrasei muito com esse look, já evidenciando meu olhar para meu estilo atual, brincando com texturas e com prioridade pro arquitetônico/dramático.

Sério, eu usaria esse look inteirinho, da cabeça aos pés, agora mesmo! Essa pantalona da Renner eu tenho até hoje, o blazer rendeu muitos looks aqui – de brechó, por R$50 –, a blusa telada (outra que está super atual!), foi de um Top Fashion Bazar e custou R$30. Sinceramente, não sei qual foi a minha dúvida aí, hahahah! Deve ter sido charme, só pode!

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Esse, também de 2011, foi bem sucesso com a minha saia do site chinês. Lembram que estava na moda saias longas de tule? O mais triste foi reler o quanto eu era noiada com meu corpo. :/

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Já em 2012, eu comprei, no afã da liquidação, essa pantalona e eu TINHA DÚVIDA, hahahaha! Como assim! Tenho essa bichinha até hoje e é uma das minhas peças preferidas, que doida que eu era, rs! Calça chique, com ótimo caimento, atemporal.

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Ainda em 2012, quando eu comecei a tirar foto sozinha na rua, com um tripé ou escorando no muro, haha, com a calça encerada que tinha começado a virar moda naquela época. Esse tipo de look era bem meu uniforme, era viciadinha num blazer.

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2013, pleno calor de verão carioca e carnaval, montei um look com esse short de paetês micro, que me pinicava horrores. Eu achei a produção ótima, e ela foi recordista de comentários por conta de uma leitora que criticou minhas pernas de fora “com essa idade”.

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No mesmo ano, com esse blazer de paetês que eu rodei o Rio de Janeiro inteiro atrás dele, faltei o trabalho só pra poder ir pra longe arrematá-lo. Um fogo, um desespero, tempo, dinheiro e energia gastos…pra usar só três vezes. Michael, eles não ligam pra genteeeeeee!

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GENTE! Eu ainda tenho esse casaco, e ele deve ter, sem brincadeira, uns 12 anos de existência. Arrematei também num Top Fashion Bazar, peça diferentona da Osklen por 50 reais. Usei, mas usei bem pouco, e acredito que seja por conta da cor…mas mesmo assim não me desfiz, acho ele um bapho mesmo assim, hahaha!

Rendeu 100 comentários com dicas, que depois eu coloquei em prática. 🙂

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Meu vestido de cobras do Ronaldo Fraga <3. Esse eu me arrependi de ter vendido. 🙁

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Esse da calça pijama é dos meus preferidos da vida. <3 Pena que o tecido da calça era do pior poliéster e eu me desfiz em dois tempos, hahaha!

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Eu acho esse look de 2014 o máximo. Ganhei esse macacão no início do blog e nunca soube muito bem como variá-lo – pois bem, eu digo que arrasei com essa proposta. Tenho tudo, menos o sapato, mas tô afim de repetir por esses dias essa ideia, haha!

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Ou então no dia, ainda em 2014, que eu tive a ideia estapafúrdia de me equilibrar num sapato com esse salto altíssimo só porque estava baratinho na liqui. 🙁 Quem tirava essas fotos na época era a minha prima, e a gente não entendia nada de fotografia, hahahaha!

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Esse look é puro amor também, todo coloridinho, com esse cardigan Marc Jacobs arrematado por pechincha num brechó! Minha questão era com ele próprio, eu achava uma vibe casaquinho de vovô, HAHAHAHA!

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Já mais recente, em 2016 – cismada com a calça principalmente por causa da cor. Cada vez mais ao longo dos anos eu fui diminuindo a oferta de looks pra essa tag, já que eu fui aprendendo mais sobre escolhas melhores, menos afobação, menos necessidade de ter o baratinho de qualquer maneira. E, sim, me desfiz da calça, hehehe!

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Agenda Workshop Conheça suas Cores atualizada

Link atualizado da agenda do segundo semestre do Workshop Conheça suas Cores – sujeito a alterações.

Já temos o link de inscrições para quem quiser garantir antecipadamente sua vaga – temos limite por turma, mas dependendo da demanda abriremos mais outras! 🙂

Os valores se mantém os mesmos: R$500 para fora do RJ e R$480 no RJ! São 4h30 de duração – se alguma turma extrapolar, abriremos turma extra. Máximo de 10 participantes por turma.

Atenção! Mães de bebês pequenos e crianças, que não têm com quem deixar os filhos, são bem-vindas!

Agenda Workshop Conheça suas Cores 2018 –  Segundo semestre

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26 de maio – Goiânia/GO

Local: Coletivo Centopeia/Setor Sul
Horário: das 10h às 14h30, com intervalo pro café
Valor: R$500
Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

 

09 de junho – Salvador/BA

Local: Rio Vermelho
Horário: das 9h30 às 13h30, com intervalo pro café
Valor: R$500

ENCERRADO
Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

 

16 de junho – São Paulo/SP

Local: Lapa
Horário: das 10h às 14h30, com intervalo pro café
Valor: R$500

ESGOTADO
Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

 

23 de junho – Porto Alegre/RS

Local: bairro Moinhos de Vento
Horário: das 9h30 às 14h, com intervalo pro café
Valor: R$500

inscreva-se aqui!
Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

 

07 de julho – Vitória/ES

Local: a definir
Horário: das 14h às 18h30, com intervalo pro café
Valor: R$500

inscreva-se aqui!
Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

14 de julho – Rio de Janeiro/RJ

Local: Flamengo
Horário: das 10h às 14h30, com intervalo pro café
Valor: R$480

ESGOTADO
Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

Para quem é o workshop?

É direcionado para quem ainda não “encontrou” seu estilo pessoal e se perde na quantidade de informações que recebe todos os dias, para quem tem dúvidas na hora de se vestir ou fazer compras e não sabe por onde começar ao montar um guarda- roupa versátil, consciente e atemporal.

Entender sobre suas melhores cores ajuda nesse filtro na hora das compras, a perceber como podemos ser nossa versão mais incrível em várias ocasiões, abre um leque de possibilidades no seu guarda-roupa, estimula a criatividade e ajuda a sairmos da mesmice! ?

Ajuda também na decisão de desentulharmos o armário, tirando aquela roupa da dúvida, essa que você nunca consegue usar e que, talvez, a culpa seja da cor, hehe.

Atenção: não é um curso para consultoras de estilo e nem para ensinar sobre análise cromática.

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Conteúdo:

– Cada participante vai passar por uma análise cromática e descobrir a cartela de cores que mais te favorece, e como ela nos liberta para escolhas melhores e para abrirmos um mundo de possibilidades no nosso vestir, ó que beleza! ?

– Vamos conversar sobre círculo cromático, coordenações de cores dentro das cartelas, contraste pessoal, coordenações de neutros, misturar estampas;

– As mensagens das cores <3

– Vamos falar sobre processo criativo na hora de montar os looks e colocarmos algumas ideias em prática com acessórios;

– Se você só usa preto, branco e cinza, eu juro que não vou querer te jogar um balde de arco-íris, mas certamente vamos abrir seu leque de possibilidades para sair um pouquinho da zona de conforto e explorarmos outras cores em potencial – mesmo que sejam variações dos próprios neutros, só que mais…coloridos! hehe!

– Se você usa todas as cores possíveis, também vamos ajudá-los a entender mais sobre as cores da sua cartela, os seus tons mais específicos;

– Como aumentar o número de combinações com o que se tem no armário e trazendo mais impacto nas produções só com coordenações cromáticas, em truques de estilo atemporais;

– Teste dos batons e maquiagem de acordo com cada cartela de cores;

– Tentar dar uma força pra perder o medo de combiná-las, até porque, roupa não morde ;P

– Vamos aprender principalmente a quebrar regras, porque essa é a graça toda do negócio, usar o que te faz bem <3

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E ainda, bônussssss:

– Cartela digital para cada participante

– Material em PDF sobre sua cartela e como usar suas cores

INSCRIÇÃO E PAGAMENTO

Para fazer inscrição você pode clicar no botão do PagSeguro referente ao curso que você quer fazer. O pagamento é em ambiente seguro e você pode pagar através de transferência eletrônica ou de cartão de crédito (com opção de parcelamento). Depois, basta enviar email para [email protected] avisando.

O email é respondido em até 24 horas com a confirmação da inscrição. O PagSeguro avisa quando o pagamento foi feito e se está tudo ok. Não há garantia de vaga sem o pagamento efetuado.

POLÍTICA DE CANCELAMENTO

Atenção! Se houver necessidade de cancelamento de até 7 dias antes da data do workshop, o valor total do curso é reembolsado. A partir daí, nenhuma solicitação de cancelamento será reembolsada — mas é possível indicar outra pessoa para ir no seu lugar aproveitando a mesma inscrição. Desistências de última hora dificultam novas ofertas para participantes com interesse, por isso não dá pra efetuar devolução.

Se a turma não atingir o número mínimo de 6 pessoas, o valor pago pelos outros inscritos será devolvido.

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Semana 10 anos: meus sapatos icônicos

Outro aspecto muito relevante nessa década me exibindo pela internet, haha, são os meus sapatos, sem dúvida. Nunca curti muito os modelos convencionais; para vir comigo, meus pisantes precisam ter detalhes, cores, texturas, formas divertidas.

Se eu fui muquirana algum dia com roupas, não posso dizer o mesmo dos meus sapatos – não que eu gastasse fortunas com eles, mas nunca tive dó de distender um pouquinho mais de recursos para eles.

Eu usava muito salto também para as fotos – não pro dia a dia, confesso – e, com o advento de uma moda mais minimalista, descomplicada e priorizando o conforto ao longo dos anos, atualmente sou adepta e militante dos pés livres de sofrimento!

Já fui obcecada por oxfords – cheguei a ter mais de 10 pares, entre comprados e ganhados! –, hoje posso dizer, com orgulho, que só levo pra casa se for pra substituir algum que eu use muito ou algum bem diferente (que ainda amo colecionar). Esse pensamento mudou minha forma de consumo e rendeu o post Sapatos demais, espaço de menos.

O lendário scarpin bronze

Eu não sei nem mensurar a quantidade de looks que esse scarpin protagonizou. Certamente o recordista desta retrospectiva, nenhum sapato barrou o número de vezes que esse cara resolveu a minha vida, seja apenas para as fotos (ja que andar com ele é missão impossível, pela altura do salto e como ele projeta o pé pra frente), seja para eventos e palestras.

Comprado em 2012, filho único de uma liquidação, por R$99, ele quem provou pra esse mundo que sapatos metalizados são os maiores curingas; foi esse brilho esfuziante que permeou os sonhos de tantas leitoras (hahaha), ávidas por um similar pra chamarem de seus!

Podem falar mal do meu cabelo, criticar minhas roupas, mas dele, NUNCA, JAMAIS, ouvi uma palavra contrária. Aliás, recentemente, sim: da pessoa incomodada com a durabilidade e atemporalidade desse sapato magnífico. Como pode, como pode!

O cara é o highlander das sapateiras, porque nem eu sei como ele ainda está de pé (sem trocadilhos)! Recentemente, começou a descascar por dentro, ele resistiu também a algumas mordidas de cachorro, mas o cara ainda está pra jogo, FIRME, e eu já sofro com a proximidade da chegada da sua aposentadoria.

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Deus em forma de sapato!

O indefectível sapato de fusca!

Outro clássico deste espaço virtual: meu sapato boneca com referências de fusca, do desfile do estilista Ronaldo Fraga inspirado em Nara Leão. Lembro que fui na loja dele quando estava em Belo Horizonte, vi o danado na super liquidação, e arrematei. Tenho ele até hoje, só não uso mais: a ideia é colocá-lo numa redoma, qualquer coisa que destaque essa obra de arte pra sempre. <3

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O inesquecível sapato peixe

Outro que marcou a memória de vocês, meu scarpin em formato de peixe, executado pela Mr Cat para o desfile da Neon, de Rita Comparato e Dudu Bertholini, de 2012! Tinha um laranja maravilhoso, masssssss, como eu só podia comprar as promoções, soube que tinha desse pretinho aí por R$99 num shopping do subúrbio carioca, migrei pra lá em busca do danado e consegui! 🙂

Outro que tenho até hoje, acreditam? hahahaha!

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Em 2011 os oxfords ficaram em alta, e esse foi outro arrematado na loja do estilista mineiro, peça de desfile, por um preço show. Só tinha essa cor no meu número, então foi ele mesmo! hahaha! E, adivinhem? SIM, tenho até HOJE!

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Os próximos compõem a curiosa fauna calçadística (sic) que é a minha sapateira: certos pares ainda possuo, outros já se foram, alguns eu só lembrei que tinha graças à pesquisa pra este post! Eita, seria memória de pisciana, ou sapatos demais? Ops!

Genteeeeeee, essa sapatilha de paetês da Santa Lolla foi outra bichinha imortal! EU TENHO AINDA! hahahaha! Só não uso mais e não consigo me desfazer! Ela está intacta, quase não sofreu avarias, o que é algo a ser estudado pela ciência, porque eu usei até dizer chega essa criatura! CHOCADA!

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E quem aí não se recorda da minha inseparável espadrille dourada, da Sonho dos Pés? Como ela foi curinga, como ela resolveu minha vida! #Gratidão #Gratiluz. Fiquei tão órfã, que rendeu um post em que eu buscava uma substituta, mas até hoje essa lacuna não foi preenchida. 🙁

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Scarpin com ponteira neon que arrematei em loja popular por R$69 e até pouco tempo estava vivo #RIP

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Esse amarelo neon, da falecida maria bonita extra, também foi xodó, mas manchou com o passar dos anos 🙁

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Essa rasteira de folhas eu até hoje não sei por que a comprei, rs!

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Ai, como eu amo os metalizados <3 Esse verdinho brilhante foi arrematado por R$40 no enjoei e eu ainda o tenho e uso!

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Minha sapatilha de bico fino também metalizada, da Vizzano: confortável, ia com tudo, estilosa. Durou muito e também permeou os sonhos de quem a viu!

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Essa sapatilha, também um achado, da Luiza Barcelos, tá viva até hoje e eu acho um dos meus sapatos mais elegantes! Usei DEMAIS!

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Meu scarpin diretamente do bazar da Osklen: morro por ele! =D

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Lembram que eu estava atrás de um sapato mais bruto, flatform? Esse da Inbox Shoes é meu amorzinho <3

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Adorava esse, de tecido, da maria bonita extra. Já se foi 🙁

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Outro defunto, mas devidamente bem usado, da Santa Lolla, com cabeça de pantera na ponta e veludo. Pena que apertava meus joanetes! 🙁

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Já esse, fofo demais pra Ana de hoje em dia! Foi embora há séculos, hahaha! Eu só curtia a cor 🙂

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Minha bota de mosca da Louloux <3

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Essa rasteira da Maria Filó é ordinária, mas eu a amo mesmo assim.

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Esse custou um rim, da marca Marcela B, mas já vive acoplado nos meus pés, uso pra TUDO! Essa alpargata é uma delícia de macia e ainda tem uma concha em cima <3

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Meu flatform mais atual, robusto, grosseiro, amo, adoro, mesmo sabendo que vocês o odeiam hahahaha!

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To viciadinha nesses slip ons cravejados, vocês sabem, né?

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Todo meu amor aos sapatos feitos à mão da incrível Laiá Shoes <3

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Esse da NUU Shoes, de BH, também é conceitual, tenso pra andar, machuca…mas me faz sentir muito estilosa! hahaha!

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Minha sandália-declaração-de-amor-ao-Rio do Jailson Marques

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A rasteira que eu usei num casamento: tem cobras nela, eu adoro cobras e insetos! Hehehe!

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E, pra encerrar, meu amado e agora já encardido, tênis branco! Graças a ele, da Adidas, eu nunca mais quis saber de outros tipos de sapatos com salto na vida! Minha ruptura de estilo, uso com tudo, amo todos meus looks de tênis, sou viciada em tênis branco por conta desse carinha aí, adquirido em 2016, acho!

UFA! Morri com essa seleção toda!

Me contem, quem aí já foi digitalmente influenciada pelos meus sapatos? hahaha! Qual vocês mais amam e qual vocês mais odeiam? hahaha! E mais: esqueci algum?

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Semana 10 anos: meu cabelo curto camaleão

Meu cabelo sempre foi um dos protagonistas, se não o maior de todos os aspectos aqui quando falamos de estilo. Eu tive cabelo comprido até os 21 anos, mas era algo meio lambido, sem muita graça, não valorizava meu rosto.

Um belo dia pedi ao cabeleireiro que eu tinha acabado de conhecer pra dar um jeito naquela juba. Na mesma hora ele sugeriu “Posso cortar curto?” “Manda ver”, afirmei, categórica.

Ele cortou, e, quando me olhei no espelho, eu finalmente tinha me encontrado. 🙂 Meu cabelo sempre foi a estrela do meu estilo, não me imagino com nenhum outro corte que não esse.

Desde então eu não deixei mais o cabelo sair do comprimento curto, mas criei algumas variações ao longo dos anos. Até pouco tempo eu era bem largada com algumas coisas, confesso, como pintar o cabelo com qualquer tinta que eu comprava na farmácia. Depois vi o valor de ter um bom profissional colorista por trás (dá-lhe especialização com técnicas que aliam consultoria de estilo à análise facial).

Em 2009, já grisalha, eu fui nessa onda errada de fazer luzes para disfarçar os brancos. Isso é a maior falácia que existe, além de não ser prático, ainda colocaram esses tons dourados/quentes, que não têm nada a ver com meu tom de pele frio. O resultado foi uma aparência mais pesada. Mas, me concentrando no corte e nessa Aninha neném da foto, hahaha, ele era mais compridinho atrás, bem fofo! 🙂

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Em 2009, neném demais hahahaha

Em 2011 eu já estava com o cabelo escuro (ufa), retomando meu contraste alto, parte de trás desfiada e num estilo mais próximo do de hoje.

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O polêmico assimétrico

Em 2012, se não me engano, eu cortei meu cabelo assimétrico, também por sugestão do cabeleireiro. Eu fiquei três anos com esse corte, mais comprido do lado direito e mais curto do esquerdo. Esse corte foi SUPER polêmico, porque durante anos eu li comentários criticando veementemente a ponta mais comprida. Também muita gente se inspirou e fez um corte parecido. 🙂

Ele já teve diversos momentos nesse triênio, com a costeleta maior, com a parte da nuca maior só de um lado, com ambos mais compridos, mais cheios. Já tive momentos de amor e de ódio com isso, confesso!

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Eu gostava MUITO desse corte, porque ele transmitia essa coisa meio transgressora que eu curtia passar na imagem, um leve desajuste, para mostrar que não rolava essa coisa do certinho e previsível comigo.

Durante um tempo eu cheguei a ir pra São Paulo só pra cortar lá, de tão difícil que foi encontrar alguém para executar com algum arrojo esse sidecut.

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Esse, definitivamente, eu odiei, hahahaha

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A volta pro simples

Depois de cansar dessa coisa de desequilíbrio, a falta de praticidade de arrumar e ajeitar a ponta direitinho, eu cortei tudo igual. Queria simplificar minha vida.

Não só pararam de me atazanar com o cabelo (hahahahahaha), como ouvi muito mais elogios e pedidos de referências de cortes. 🙂 De uma certa maneira, penso que eu estava em desajuste interno, um ato de rebeldia que se prolongou, e eu queria chamar atenção de uma forma meio errada por um tempo. Que bom que cabelo é só cortar! 😉

O que varia hoje é o tamanho e o desenho das costeletas, mas tenho deixado a parte de trás, da nuca, mais batidinha.

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Em 2016 eu fiz minhas tão sonhadas mechas azuis. 🙂 Eu queria algo já com as cores da minha cartela, e como azul é minha best color, fui nela! Mas durou um ano, cansei de maltratar tanto o cabelo descolorindo ele, depois ficou difícil alcançar o tom de azul ideal, e abandonei a ideia.

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Aí finalmente chegamos ao cabelo dos dias atuais! 🙂 Um trabalho de luz e sombra, com o topo iluminado em mechas abrindo a partir do meio da cabeça, com luzes em tons neutros, mais adequados à minha pele, de subtom frio.

Também tenho deixado a franja mais curta, já que antes ela caía bem mais pesada e comprida pro lado direito. Também ajeito melhor o cabelo para deixar o topo sempre mais volumoso, valorizando também as camadas. 🙂

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Eu acho que estou na melhor fase do meu cabelo, feliz em entender finalmente o que é melhor pra ele e pra valorizar meus traços faciais. Que momento, meus amigos. Que momento!

Aqui vocês acompanham mais posts sobre meu cabelo, onde corto, como foi a mudança:

Onde corto meu cabelo curto

O cabelo mudou, a cabeça mudou

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