Moda praia pra chamar de minha

Durante muitos e muitos anos eu me senti deslocada com moda praia. Acredito que faz muito sentido você querer levar a sua identidade visual e como você quer se apresentar pro mundo e pra si mesma em todos os ambientes.

Eu, por exemplo, gosto da montação ao me vestir, e na moda praia nunca encontrei o estilo alternativo que eu prezo, pelo contrário: sempre achei os modelos disponíveis no mercado muito parecidos, sem graça, com cores que não me chamavam muita atenção, principalmente as estampas, sempre de motivos tropicais ou florais, ou aquelas abstratas bem esquisitas.

Os modelos também pareciam não “encaixar” no meu corpo, com babadinhos, lacinhos, bojo (ODEIO), penduricalhos de motivos praianos. Os maiôs também não traziam nada de interessante, pareciam mais voltados apenas para quem quer esconder seu corpo dos raios solares – ou, melhor dizendo, dos olhares julgadores alheios.

Enfim, nada, nada, nada, traduzia o meu estilo no dia a dia para as areias e piscinas e, quando eu encontrava algumas, eram inacessíveis, papo de um maiô ou cada parte de um biquini custarem mais de 300 reais. 🙁

Há muitos anos eu comprei um biquini numa multimarcas incrível, a Novamente (descanse em paz, saudades), e até hoje sonho em encontrar um parecido: ele tinha a calcinha tipo um sunguete, azul claro e uma lagosta saindo do meio dela, bem gráfica. Eu amava o modelo e a estampa, bem fora do comum. Com isso na cabeça, decidi me empenhar em ir atrás de elementos que me deixassem mais eu quando tivesse que dar um alô pro sol!

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Meu estilo em Ipanema, há duas semanas 🙂

Maiô Pipa
Óculos Livo
Brincos Karamello
Chapéu UVLine

Já adianto: com bom preço e com estilo alinhado ao meu, foram poucos. Mas vamos lá!

O estilo: maiô ou biquini?

Ano passado começou uma tendência de maiôs e bodys com decotes laterais, a cava super baixa que deixava à mostra as laterais dos seios – e eu achei essa moda linda demais! Eu tenho peitinho e acho lindo quando uso um decote, porque ficam bem discretos e com um toque sensual nada óbvio.

Ou seja, saiu do óbvio, eu tô dentro! Tratei de ir atrás de algum modelito que tivesse essa cava profunda, mas tudo caro pra caramba. Aí, fuçando o instagram, achei esse modelito cinza chumbo meio prata e, acreditem, que estava na liquidação por inacreditáveis 69 reais!!

Arrematei? Arrematei, óbvio! hahaha!

Acho maiôs mais estilosos e ainda trazem essa estrutura que eu gosto de ter no meu vestir, além da preferência por poucas cores, mais lisas, recortes geométricos ou fora do padrão.

Passei um bom tempo tentando esconder meu corpo, agora to numa desse jogo esconde-mostra que os decotes proporcionam. Por isso tenho curtido muito os maiôs, porque enquanto uma parte mostra de forma inusitada partes do meu corpo que eu curto pra caramba – no caso as costas e os seios – as outras ficam mais comportadas, guardadinhas, rs.

Masssss tô querendo muito encontrar biquinis que sigam essa linguagem, estou fazendo essa pesquisa e pretendo transformar em post em breve! 🙂 Até porque, no verão do Rio, eu confesso que prefiro menos tecido no corpo. E, de preferência, de marcas pequenas!

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Maiô Salga Beach, comprado em 2015

Gosto dessas fendas laterais e das costas de fora, mas nada muito evidente. Outra coisa que tenho amado é a proposta de usar o maiô como body, combinado com pantacourt, short ou saia, e sair com ele pela cidade. 🙂

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Mesma pose da foto de cima, hahahahah

Esse de baixo está bemmm sexy, foto tosca de banheiro, mas tudo em nome do post! Hahahah!

Thaissa Becho é o novo nome da moda praia alternativa no Rio de Janeiro. Seus maiôs com arco íris e ultra cavados na virilha – bem referência anos 80! – fizeram um mega sucesso no carnaval carioca, com colaborações para marcas como FARM e Cantão.

Eu pirei quando vi esse maiô super gráfico, só no PB, com um recorte inusitado e deixando a virilha bem pra jogo! Custou 189 reais e achei o preço justo porque não estamos falando de marcas consolidadas no mercado, mas de novos estilistas, com produção mais reduzida.

Também já usei ele como body para sair à noite, com minha pantalona preta e uma jaqueta jeans. 🙂

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Maiô Thaissa Becho

Reparem que vou muito pro preto e cinzas, mas ainda hei de achar um maiô/biquini coloridos que eu me identifique, talvez mais pros azuis e verdes.

Os looks

Outra questão, já que aqui no Rio nós vamos pra praia de short velho, camiseta e havaianas, hahaha! Eu tento, quando viajo, ir com roupas nesse esquema, confortáveis, mas um pouco mais estilosinhas do que nosso padrão carioca mendiguismo, rs.

Ah, não uso batas e nem saídas de praia. Não curto mesmo.

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Camisa Osklen comprada em bazar
Short Leader

Nessas fotos eu estava na praia de Carneiros, em Pernambuco, e eu gosto demais desse look de cima, com uma camisa de linho, tecido fresco, short molenguinho e um mix de estampas para dar uma graça na parada.

Reparem que estou de biquini, dos poucos que gosto e uso. Esse é da Salinas, comprei na parte Outlet do site e paguei 50 reais nele. O problema é que é pequeno e sempre acho que me aperta. 🙁 Massss, gosto das cores e da estampa.

Comprei essa camisa com fendas laterais, mas não sei se amo, porque me lembra pijama, hahahah! Mas o que gosto nessa foto é a ideia de usar mais faixinhas de tecido na cabeça. 🙂

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Os acessórios

Outra parte fundamental da minha identidade visual praiana. Como falei lá em cima, eu gosto de montação, então me sentia meio largada nas idas à praia. Entendi que gosto de me arrumar minimamente para me sentir interessante também durante os mergulhos (ALOKA), hahahaha!

Uso sem dó meus brincões, mais aqueles de resina, acrílico ou madeira, materiais alternativos para que não deem ruim quando em contato com o sal ou cloro.

Também aderi a uma maquiagem com batom vermelho matte, corretivo e máscara de cílios à prova d’água. Pode ser exagero e, não, não sou a favor de usar maquiagem todos os dias, pelo contrário. Massssss eu me sinto uma lagartixa anêmica na praia/piscina, hahahaha, então quando adiciono esses detalhes, eu curto, me sinto bonita, mais eu – que é o real intuito de maquiar-se. 🙂

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Óculos escuros é a mesma coisa: sempre usei qualquer um, mas faz muita diferença quando uso um bacanão, mais modernete, como esse de lente espelhada fosca e reta.

Só que meu único porém é estragá-lo – isso dá um medinho – mas tô tentando ser cuidadosa enquanto não encontro um substituto, talvez aqueles com hastes de madeira, sabem? 🙂

Para completar, o mais importante: chapéu! Eu me odeio de chapéu, rs! Sério, não acho que combina comigo, mas uso por conta de proteção solar, sou muito branquinha e não consigo me bronzear.

Esse que uso é o que mais acho que tem a ver comigo, com abas médias, todo preto e com proteção UV.

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Próximas ideias

Acho que tenho seguido um estilinho mais retrô, mais vintage, do que propriamente o esportivo, mas preciso dizer que tô bem, mas beeeem mais feliz com o resultado e como tenho me sentido nesses locais! 🙂

Mas me contem: vocês também passam por isso na hora de ir à praia? De não conseguirem escolher nenhum maiô ou biquini que gostem, que sirva nos seus corpos ou que se identifiquem? 🙁

Vamos montar pro próximo post opções de lojas que tenham uma moda praiana mais diferente e que funcione para todos os tipos físicos, o que vocês acham da ideia? 🙂

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Minha sapateira sob medida!

Acho que vocês devem lembrar do post  que fiz no início do ano onde escrevi sobre a angústia de ter muitos sapatos e pouco espaço, além da minha saga atrás de uma sapateira que pudesse organizá-los de uma maneira eficiente.

De lá pra cá eu tirei MUITO sapato que estava parado, principalmente os que apresentavam desgastes que não possibilitassem conserto, os pares sem uso, os desconfortáveis e os que não tinham mais nada a ver com meu estilo. Vários encaminhei para doação, outros para uma empresa de descarte ecológico.

Não foi fácil fazer a seleção, ainda espero reduzir mais, mas deu alívio ver que não preciso mesmo de tanto. Mas eu ainda fiquei com a questão da sapateira para finalizar a decoração do quarto e, claro, resolver meus problemas com organização do espaço.

De lá pra cá eu bati na trave: eu queria um móvel bonito e inteligente, mas só encontrava as mesmas opções de duas portes estreitas, com prateleiras que eram um convite para a desordem, caros e muito mal feitos. Além de brancos. Brancos, gente! Que coisa mais sem graça, rs.

Até que, um dia, rolando o feed do instagram, vi essa postagem de uma amiga que está começando a sua empresa de móveis e fiquei animada com o vídeo de um produto deles chamado sapateira inteligente:

O móvel tem pinos para colocarmos os pares e não deixá-los todos amontoados ou um atrás do outro! Achei tão incrível e prática essa solução que desejei fortemente pra mim, hahaha!

Conversei então com a Leilah Accioly, que está à frente da Movendo, que é um estúdio de design e marcenaria digital que fabrica móveis sob demanda e que sejam multifuncionais, leves, adaptáveis e personalizados, com bom design e funcionalidade. A marca possui linha própria de mobiliário e objetos, transforma o desenho dos clientes em móvel e oferece consultoria de décor.

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Ó a Leilah aqui em casa 🙂

Eu fiquei MUITO animada com a possibilidade de alguém que conheço e que sei do apuro estético estar à frente do projeto da sapateira! Sem contar a alegria de poder escolher algo mais a minha cara, sem essa de engolir a seco as opções padronizadas e nem tão baratas do mercado.

Meu quarto é espaçoso e colocamos como local reservado ao móvel o canto dele, ao lado do meu armário, que me acompanha desde o apartamento antigo. Minha preocupação e da Carol, designer de interiores que fez o projeto do quarto (em breve vocês verão ele pronto!), era os móveis não terem um link entre si.

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O canto reservado à sapateira

Na mesma hora ela e o Daniel, seu sócio, me apresentaram ideias e soluções para linkarmos ambos: como minha casa tem vários tons de azul, uma sugestão é mandar fazer uma linha adesiva nos tons para colocar no guarda-roupa, ou adesivá-lo com artes nesses tons. Eu adorei a proposta! 🙂

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Leilah rascunhando algumas ideias

A marcenaria digital é uma nova maneira de fabricar móveis, a partir de máquinas de corte digitais que possuem um computador integrado. Como o desenho é transformado em um código de programação, a máquina consegue reproduzi-lo com fidelidade e precisão totais.

Os produtos da Movendo são vendidos por e-commerce sob demanda, com total possibilidade de customização de acordo com o ambiente do cliente, das medidas aos acabamentos. A marca possui móveis nas linhas infantil, escritório, quarto e estar, além de objetos funcionais e de decoração. Por videocall, a empresa acompanha o cliente, entendendo suas necessidades e ajudando-o a medir o espaço que receberá o móvel encomendado.

Contamos então os pares que tenho, quantos tênis (que ocupam mais espaço) e lá foram eles planejar algo dentro das minhas possibilidades! 🙂

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Eu recebi o primeiro rascunho semana passada e adorei! 😀 Como o quarto é mais “limpo” visualmente que o restante da casa, pedi algo que também não destoasse muito e as prateleiras retráteis economizam muito em espaço! Adoro padrões geométricos, também presentes em toda a casa, bem nessa pegada meio Bauhaus (escola de design construtivista alemã)!

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Ainda devem rolar alguns ajustes, mas, assim que o móvel ficar pronto, vamos postar como ficou e na prática! To bem animada com essa parceria e acho que vocês também vão curtir essa opção. 🙂

Movendo | estúdio de design & marcenaria digital

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A importância dos bazares de moda Plus Size

Para mulheres que vestem manequins acima do 48, principalmente, tentativas de idas ao shopping para comprar roupas podem ser completamente frustrantes. Na maioria das vezes, temos que nos conformar com “o que cabe”, e não com um corte ou modelagem feitos para quem tem braços mais gordos, barriga e quadril largo. Isso sem mencionar a falta de tato das vendedoras dessas lojas, que muitas vezes não estão preparadas para lidar com pessoas gordas.

No último final de semana, o Pop Plus recebeu mais de 10 mil pessoas em um clube em São Paulo. A feira, que acontece quatro vezes por ano-  reúne expositores de diversos estilos do país inteiro e é hoje o maior evento de moda Plus Size do Brasil.  O sucesso do Pop Plus motivou a organização de eventos em outros estados, e hoje temos no Brasil cerca de 10 feiras e bazares destinados exclusivamente à moda Plus Size, acreditam?

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Hashtag Bazar

No Rio temos o Big Moda Plus, o HashTag Bazar e também o Bazar Tijucano. Na capital de São Paulo, além do Pop Plus tem o Bazar do Blog Mulherão, e, em São José dos Campos rola o Vale Plus. O BH Estilo Plus é a feira representante de Minas Gerais, e, em Curitiba acontece o Plus Festival. Já em Porto Alegre, rola a BPSPOA.
A agenda da moda Plus Size é bombante, tá?

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O movimento do Big Moda Plus

Há quem tenha a cara de pau de dizer que isso é “segregação”, já que na maioria destes eventos só participam marcas que tenham peças a partir do manequim 44. Longe de mim incitar uma treta de moda, mas, honestamente, para quem é magra existe um mundo de possibilidades. Além dos shoppings, onde a maioria esmagadora das lojas só veste até o 44, existem diversos mercados com novos estilistas que muitas vezes só fabricam os tamanhos chamados regulares. Segregação é o que a moda faz continuamente com os corpos gordos.

Muitas marcas Plus Size ainda não dispõem de grana para bancar loja em grandes shoppings, e graças a esses eventos elas conseguem prosperar e se profissionalizar cada vez mais. Boa parte das mulheres gordas sentem insegurança para comprar online (mesmo quando as marcas especificam todas as medidas), já que as experiências em provadores de lojas regulares podem ser bem cruéis.

Além disso, quem frequenta essas feiras sabe que é muito mais que só um ambiente para compras. A maioria dos eventos conta com outras atividades como desfiles, rodas de conversa, apresentações diversas e mais! Para quem é gordo, é um ambiente completamente acolhedor. Para quem é magro, é uma chance de ver que ser gordo não é impeditivo para nada.

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Yoga no Pop Plus
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Pole dance no Big Bazar

E você, conhece algum outro evento do segmento Plus Size? Já visitou algum para conhecer quem tá fazendo a diferença na moda?

mari-rodrigues-hoje-vou-assim-offMariana Rodrigues
Carioca, 30 anos, gorda. Tagarela de carteirinha, fã de chá gelado e viciada em bons debates na internet. Apaixonada por moda e televisão, escreve sobre esses e outros assuntos também em seu blog aquelamari.com
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Histórias de liberdade

Reencontrei semana passada uma amiga que não via há muito tempo. Ela estava vestida apenas com uma jardineira jeans, camiseta sem mangas e tênis, sem maquiagem, poucos acessórios. Veio na minha direção com um sorriso largo, não resisti e comentei: “Você está linda! Essa roupa é a sua cara!”

Ela concordou comigo e disse que nunca esteve tão bem consigo mesma.

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foto daqui

Há alguns anos a encontrei numa feira de arte, ela trabalhava na linha de frente de todo o evento. Era dia de abertura e minha amiga não se fez de rogada, trajava uma produção maravilhosa, uma pantalona plissada esvoaçante, blusa de seda e salto alto. Chiquérrima, super elegante, valorizando demais a sua cintura fininha.

Pouco tempo depois, desiludida com o mercado e numa crise existencial, ela resolveu se desapegar de tudo. Abriu sua casa e chamou amigas e conhecidas para fazerem uma limpa no seu armário.

Contou que possuía mais de 50 pares de sapato de salto alto. Quando precisava de uma roupa mais descontraída, não tinha: nos cabides, apenas blusas e mais blusas de seda.

Doou e vendeu tudo, ficando apenas com uma mala de roupas, aquelas mais básicas e confortáveis. Viajou um bocado pelo mundo até descobrir que tudo que ela precisava era estar aqui, e que o mundo lá fora trazia mais semelhanças com sua terra do que ela imaginava.

Ela não quer mais outra vida. Me contou que não cogita mais acumular coisas, o que não significa abrir mão de ter seus bens, mas percebeu que se vestia de alguém que o mundo esperava da sua posição profissional, e não de quem ela realmente se percebia.

Não é sobre ser básica e sem graça, só que a roupa que ela veste não a ofusca mais; a aura da minha amiga brilha mais que uma blusa de seda.

Paralelamente à história acima, vem a de Ana Laura, leitora do blog que passou a vida se vestindo mais normativa, dentro das expectativas da sua família e da sociedade.

Ana se mudou recentemente pra Londres, mas antes pediu minha ajuda profissional com seu estilo. Estava finalmente indo pra uma cidade que permitiria apropriar-se da sua essência colorida, com excessos no vestir, sem padronização de estilo e silhueta, mantendo apenas o essencial no armário.

Identifiquei sua prioridade de alma no vestir e trabalhamos sua identidade visual com o que tinha no armário, para que pudesse ir treinando esse novo e poderoso olhar sobre sua imagem. Muitos geométricos, acessórios grandes, cores fortes e uma despreocupação com silhueta marcada, exageros ou o que poderia ser considerado fora dos padrões aqui.

Resumindo: liberdade para ser quem se é.

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Ana Laura se descobrindo nos looks que montei <3

Ambas as histórias – duas mulheres querendo simplificar, só que seguindo estilos diferentes – contam muito sobre o que pode significar liberdade pra cada uma de nós.

O que te aprisiona na sua vida? O que te impede de se apropriar do que te deixa mais feliz ao se ver no espelho?

Quais são as cores, as formas e o estilo que desenham a sua liberdade? 🙂

Em tempo: alinhada a essa urgente necessidade, a Galileu traz uma matéria muito boa sobre o assunto: Tudo que você precisa é menos

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