Workshop Conheça suas cores em SP!

Está um pouco em cima, mas vamos lá que vai dar certo, Sampaaaaa!

Fechei alguns trabalhos na cidade da garoa e pensei: por que não tentar abrir uma turma do workshop Conheça suas cores por lá?

Parti então pra ação, consegui um espaço super bacana perto de um monte de meio de transporte, então vambora!

Além do curso de cores, estou abrindo também minha agenda de consultoria de estilo e análise de cores individual, quem quiser saber mais, me escreva: [email protected]

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Se você tem medo de usar cores, se você não tem receio algum, se você sempre quis saber quais te favorecem, como deixar seus looks neutros mais interessantes, como aproveitar mais seu guarda-roupa, e se sempre quis entender como coordenar melhor cores, estampas e acessórios, chega junto que eu vou pegar na tua mão e te ajudar <3

Eu atendo individualmente e passo o conteúdo para as clientes, mas pensei numa forma de trazer MAIS ideias, juntar todo mundo num espaço só de trocas pra acrescentar e enriquecer mais o debate, com alguns exercícios práticos!

Cor é o elemento que mais chama atenção numa produção. Repara só: lembramos do vestido vermelho da amiga, e não exatamente todos os detalhes dele. Se cor é um negócio tão impactante assim, acho que esse assunto carece então de um tempinho só sobre ele, né não? 🙂

Quando: sábado, dia 08.04.2017
Horário: das 10h até as 14h com pausa para o coffee break
Onde: Pipoca Café, Lapa
Valor: R$ 460,00
Máximo de 8 inscritos

Para quem é o workshop?

É direcionado para quem ainda não “encontrou” seu estilo pessoal e se perde na quantidade de informações que recebe todos os dias, para quem tem dúvidas na hora de se vestir ou fazer compras e não sabe por onde começar ao montar um guarda- roupa versátil, consciente e atemporal.

Entender sobre suas melhores cores ajuda nesse filtro na hora das compras, a perceber como podemos ser nossa versão mais incrível em várias ocasiões, abre um leque de possibilidades no seu guarda-roupa, estimula a criatividade e ajuda a sairmos da mesmice! 🙂

Ajuda também na decisão de desentulharmos o armário, tirando aquela roupa da dúvida, essa que você nunca consegue usar e que, talvez, a culpa seja da cor, hehe.

Conteúdo:

– Cada participante vai passar por uma análise cromática e descobrir a cartela de cores que mais te favorece, que te deixa mais bonitona, ó que beleza! 🙂

– Vamos conversar sobre círculo cromático, coordenações de cores dentro das cartelas, contraste pessoal, coordenações de neutros, misturar estampas;

– As mensagens das cores <3

– Vamos falar sobre processo criativo na hora de montar os looks e colocarmos algumas ideias em prática com acessórios;

– Se você só usa preto, branco e cinza, eu juro que não vou querer te jogar um balde de arco-íris, mas certamente vamos abrir seu leque de possibilidades para sair um pouquinho da zona de conforto e explorarmos outras cores em potencial – mesmo que sejam variações dos próprios neutros, só que mais…coloridos! hehe!

– Se você usa todas as cores possíveis, também vamos ajudá-los a entender mais sobre as cores da sua cartela, os seus tons mais específicos;

– Como aumentar o número de combinações com o que se tem no armário e trazendo mais impacto nas produções só com coordenações cromáticas, em truques de estilo atemporais;

– Tentar dar uma força pra perder o medo de combiná-las, até porque, roupa não morde ;P

– Vamos aprender principalmente a quebrar regras, porque essa é a graça toda do negócio, usar o que te faz bem <3

E ainda, bônussssss:

– Cartela digital para cada participante

– Material em PDF sobre sua cartela e como usar suas cores

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Inscrições:

Como é um curso que exige uma atenção maior para cada participante, o número será bem enxuto, máximo de 8 inscritos. 🙂

As inscrições podem ser feitas de duas maneiras:

Pelo Pagseguro , que dá para parcelar no cartão de crédito

OU pra quem quiser depositar/transferir, só pedir os dados bancários pelo [email protected]

Obs: Este não é um curso para quem quer aprender análise cromática. 😉

 

POLÍTICA DE CANCELAMENTO

Atenção! Se houver necessidade de cancelamento de até 7 dias antes da data do workshop, o valor total do curso é reembolsado. A partir daí, nenhuma solicitação de cancelamento será reembolsada — mas é possível indicar outra pessoa para ir no seu lugar aproveitando a mesma inscrição. Desistências de última hora dificultam novas ofertas para participantes com interesse, por isso não dá pra efetuar devolução.

Se a turma não atingir o número mínimo de 4 pessoas, o valor pago pelos outros inscritos será devolvido.

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O que te deixa frustrada?: repetição e tudo jovem demais

Eu li todas, todas as respostas do post que lancei a pergunta do o que te deixa frustrada, e preciso dizer o quanto vocês foram maravilhosas! Obrigada por contribuírem trocando bola e dando ideias aqui pro blog, que eu vou comentar aos poucos, em uma série de postagens. 🙂

Muitas ali descreveram a mesma situação: como tudo está parecendo repetitivo nas lojas, aquela sensação de dejavú, de inspired do inspired, do inspired, e isso tem sido chato e limitador na hora das compras.

Também foi muito comentado como esse padrão de repetição e falta de originalidade tem deixado tudo muito com uma cara jovem demais, vibe adolescente anos 90. Olha, não acho que temos que limitar o que cada uma usa, principalmente por conta de faixa etária. Eu adoro mistura, desconstrução de padrões e estereótipos, tenho 38 anos e adoro desfilar short curtinho, usar tudo muito colorido, amei a moda do tênis que traz muito conforto com estilo, MAS vamos combinar que muitas coisas já não fazem mais sentido pro meu estilo de vida hoje, rs.

Fui ao shopping fazer uma pesquisa e saí transtornada com a quantidade de patches, roupas com rombos – de tão largos são os rasgos, hahahaha –, estampas fofuchinhas, tudo meio hippie-hipster-sereismo-glitter. Eu só queria uns vestidinho bonitinho pra sair, trabalhar e ainda que colorido, adequado pra atender cliente, por exemplo, mas a coisa toda estava tão psicodélica que senti como se todos estivessem passando uma mensagem subliminar para que eu largasse tudo e vivesse de subsistência numa ilha good vibes.

jaqueta-bomber-cea
Eu gosto de jaqueta bomber! Mas não de cropped, rs! Essas são da C&A!

E eram lojas que eu conseguia há um tempo atrás entrar e montar produções tanto pra quem fosse bicho-grilo, como pra quem adora originalidade no trabalho, mas CADÊ!

Só vi cópia do que eu vejo no Pinterest das gringas. E acho ótimo vestirmos tudo o que quisermos, mas pra que limitar tanto e não trazer boas opções não quer botar a barriga de fora e nem ostentar um rasgo no bumbum?

oxfords-criativos
Adoro sapato conceitual, mas só eles de opção eu não curto.

O estilo lembrou minha época de adolescência, quando eu fuçava promoção no Mercado Mundo Mix. Mas foi simplesmente impossível separar algo para uma cliente que quer passar uma mensagem mais madura, profissional.

Eu saí pensando que a missão de encontrar peças básicas, de qualidade, com um tecido e acabamento bacanas, seria na real uma missão impossível. Eu só queria formas simples e tudo tinha um rasgo, um grafite, um flamingo, ou, pior ainda: cropped.

Outro exemplo que está me levando ao surto psicótico: quem aí ainda aguenta oxford prateado? hahahaha Eu mesma acho que enterrei o meu!

Segundo uma amiga, daqui a milhares de anos vão desenterrar toneladas de oxfords prateados e se perguntarão o que aconteceu, rs.

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Um mar de oxfords prateados esperando que alguém os resgate da liquidação

Vejam bem, eu amo oxfords e uso muito desde 2011. Amo também sapatos metalizados. Mas confesso que a overdose foi além do esperado. Será que tem tanta gente querendo se vestir exatamente igual? Que medo é esse do “errar”, do “não pertencimento”, que nos leva a comprarmos algo que não tem nada a ver conosco e copiar pessoas com estilos de vida tão diferentes dos nossos?

Outono/inverno já decretou que os oxfords de solados grossos continuam – opa, garanti o meu. Entra também mule na jogada, confesso que gosto mas acho bem polêmico. E mais oxfords metalizados, dessa vez numa versão coloridona.

Mas…e sapatilha preta…alguém avistou um par perdido por aí ou entraram em extinção?

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Guarda roupa compartilhado: eu testei!

Sabe quando surge aquele evento ou entrevista de emprego, aí abrimos o nosso armário e percebemos que não temos nada de acordo?

Muitas vezes o que acontece é aquela correria pro shopping pra compramos algo que nem sempre é aquilo que nos agrada e aí aquela roupa termina o resto dos seus dias parada, mofando no guarda-roupa.

Pensando nessa nova forma de repensarmos nosso consumo e o que realmente precisamos ter, foi que surgiu o conceito de guarda-roupa compartilhado, que funciona como uma biblioteca de roupas, em que você paga um valor e tem direito a um número de peças emprestadas. Sim, é uma espécie de aluguel de roupas, só que o mais comum aqui é o de roupas de festas.

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“Ah, mas quando eu gosto de algo, eu tenho que ter, Ana, não gosto da ideia de devolver”.

Olha, eu também. Mas a questão, é: temos que ter TUDO, absolutamente tudo que desejamos? Vamos usar horrores pra fazer valer aquele investimento? Por experiência própria, eu te digo que não.

Além disso, outro ponto positivo é a oportunidade de testarmos algo por um valor infinitamente menor das lojas, algo que estamos afim mas não sabemos se vamos gostar ou se vai funcionar na nossa vida. Aí você sente mais segurança de fazer um investimento numa peça com uma modelagem diferente do que você costuma usar, por exemplo!

Ou então ter a oportunidade de usar uma peça de uma marca que você ama, mas não teria condições de comprar. 🙂

E é transformador pensar em consumo e posse de uma maneira menos egoísta. Compartilhar soa tão mais generoso, inclusive com o mundo em que vivemos, em que a cadeia produtiva da moda é extremamente cruel, além de sabermos que a indústria da moda é a segunda mais poluente, ficando atrás apenas da indústria do petróleo.

Fora que os brechós estão abarrotados de roupas, não tem mais pra onde escoar tanta roupa comprada há pouco tempo e que já está na pilha do descarte.

Bem, e como funciona esse lance?

Os guarda-roupas compartilhados possuem um acervo que vai desde roupas de festa a peças do dia a dia, incluindo camisetas.

Você paga um valor por peça ou por período e tem o direito a um número de peças. Eu testei dois serviços que existem aqui em terras cariocas: a Lucid Bag, precursora do conceito no país, e a Compartilhe Roupas, projeto das minhas ex-alunas que está saindo do forno, ó que beleza!

Na Lucid Bag, da Luciana, funciona assim: ela têm 3 opções de planos, de acordo com a possibilidade de quem vai pegar emprestado.

  • Aluguel pontual – 1 peça, R$15 a diária, com promoção de final de semana de 2 peças por R$30, sendo que a pessoa pode pegar na quinta ou sexta e devolver na segunda-feira.
  • Assinatura – você tem direito a retirar 10 peças por R$150 e ficar 10 dias com as peças, podendo retirar todas no mesmo dia ou de acordo com a sua demanda.

A Compartilhe Roupas, da Adriana e da Flávia, estão revendo valores e planos. O novo lançamento está previsto para abril, mas adiantam que farão encontros quinzenalmente para as pessoas pegarem e devolverem peças do acervo.

Eu testei os serviços por 10 dias e vou mostrar pra vocês os looks que montei com as peças e o que achei!

Da Lucid eu peguei esse vestido DEUSO do Reinaldo Lourenço! Vestido de grife que dá pra usar num evento pela diária que não custa nem o valor de uma calcinha da C&A, hahaha!

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Ainda da Lucid, eu matei a minha frustração de não ter comprado esse macacão da coleção da Andrea Marques para C&A! Essas cores em mim <3

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Do Compartilhe Roupas, eu peguei essa blusa bapho! Adoro estampas contrastantes e eu to doida pra pegar essa blusa de novo para usar em algum dia de semana de moda, achei lindo esse look!

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Para quem fica com receio de usar maxi colete, peguei esse da Lucidez pra testar, também do Compartilhe! Ele ainda deu margem para eu brincar com a minha criatividade por conta das cores e eu usei esse lenço como uma blusa frente única. 🙂

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O que eu achei da experiência

ADOREI mesmo essa alternativa, inclusive para aquela vontade que às vezes me dá de comprar roupa mas também tô enjoada de tudo que está nas lojas, hehe!

Mesmo com armário cheio, às vezes to sem ideia ou de saco cheio mesmo (kkkkk) e a chance de recorrer a um catálogo de roupas sem precisar ter que ter, gastar uma grana comprando algo novo. Imaginei super essas peças numa semana de moda ou um evento, por exemplo!

As meninas são umas queridas, mesmo, e acreditam em moda pra todos, em representatividade, enfim. Tanto que esse post está sendo feito com um super carinho, porque eu queria saber qual é do serviço, passar pra vocês e muito em parte pelo empenho dessas meninas com a proposta e por saber que o atendimento é nota mil.

Benefícios

Ao participar de um guarda roupa coletivo você usufrui de vários benefícios, além de não contribuir com o consumo desenfreado:

  • ter acesso a marcas que queira conhecer, testar ou não tem condições de comprar;
  • ampliar as possibilidades do seu próprio guarda roupa;
  • experimentar estilos diversos;
  • ter uma roupa ou acessório para aquela festa, evento, balada ou entrevista de emprego que aparecer, sem precisar comprar;
  • Ajuda a economizar um dinheirinho para aquele seu sonho de viagem, curso, e assim por diante.
Vou usar algo que alguém usou antes?

Roupas usadas não são sinônimos de velhas, desgastadas ou destruídas.

As meninas do Compartilhe contaram que, antes de colocarem uma peça no acervo, fazem uma curadoria precisa, garantindo que a mesma estará em perfeitas condições. Atentam para a manutenção, executando a lavagem na lavanderia ou a mão, dependendo do tipo de peça, dessa forma o cliente recebe a roupa limpa. Além disso, renovam o acervo e retiram as peças que, por excesso de uso, não possam mais ser compartilhadas.

Elas planejam propor parcerias para marcas, estilistas independentes e blogueiras; já a Lucid já têm parcerias conhecidas, como a Insecta Shoes, que doou peças para o acervo.

E se eu estragar a roupa?

Por se tratar de um guarda roupa compartilhado, é um bem de uso coletivo, portanto as pessoas têm que ter cuidado, inclusive para que outros possam usufruir da mesma peça. Acho que é o mesmo cuidado que temos com as nossas peças que amamos muito, né não? 🙂 Afinal, roupa não é algo pra cuidar de qualquer jeito e descartar na primeira oportunidade.

No Compartilhe, a partir do momento que você danifique, tem que ser responsável. Então, para um dano reversível cobramos o valor de 25% da peça e, para perda ou danos irreversíveis, 100%. Além disso, os valores das peças serão depreciados com o tempo de uso.

Na Lucid eu não perguntei.

Posso doar roupas pra elas?

Pode, sim! Entre em contato com elas para ver como cada uma funciona e obter descontos nos alugueis. 🙂 Inclusive, alô meninas e marcas de tamanhos maiores, tragam roupas pra também abrirmos esse leque pra mais mulheres!

Onde encontro esse serviço?

A Lucid Bag atende no Rio de Janeiro, SP e Goiânia.

No Rio, fica na Malha, R. Gen. Bruce, 274 – São Cristóvão. Para os outros endereços, mande email pra [email protected] ou mensagem pro instagram da Lu!

Além disso esse ano começaram a atender de forma itinerante em outros bairros, pra saber basta segui-la nas redes!

Compartilhe Roupas atende no Rio de Janeiro, mandem mensagem pra elas pra saber do lançamento! Tanto no facebook delas, quanto no instagram!

Em São Paulo ainda existe a Roupateca, que tem também um acervo incrível e atende na Rua Lisboa, 445, Pinheiros – SP :).

UFA! O que vocês acharam? Vamos promover um encontro sobre o tema? =D

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Comprei e nunca usei: blusa decotada

Tenho essa blusa há muito tempo, mas nunca dei o devido valor a ela. Ganhei na época de uma marca junto com outras peças, mas essa ficou esquecida, mais naquela intenção de ser passada pra frente do que usá-la.

Eu digo a vocês que hoje em dia é raro eu deixar roupas paradas no meu armário e comprar errado, tanto que a antiga tag do blog, a “Comprei e nunca usei” meio que perdeu o sentido, até porque acho que nem cabe mais aquele esquema. Mas ainda gosto de testar algumas peças que se mantém na pilha da dúvida, para dar uma chance e ver se é o caso de desapegar logo ou de olhar com outros olhos e dar uma chance. 🙂

Eu estava numa onda de blusinhas mais arrumadas pra trabalhar, não queria nada muito decotado, por isso ignorei a pobre. Só que aí o verão chegou. E adivinhem quem foi uma das salvadoras do meu guarda-roupa?

Ela mesma, a renegada. E eu me pergunto: por queeeeee eu demorei tanto para usá-la?

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Eu a-do-ro alças bem fininhas, como tenho pouco ombro, elas dão uma impressão de que não são tão diminutos. Outro ponto positivo é o decote generoso nas costas, um ponto forte do meu corpo, eu amo amo amo as minhas costas! não uso para trabalhar, mas para eventos ou saída com os amigos é uma ótima nesse bafo do capeta, rs!

O único porém é a peça de metal, essa mesma que segura as alças. Esqueci essa blusa por tanto tempo que essa peça deu uma oxidada e eu não sei o que fazer. 🙁 Estou usando mesmo assim, hahahahaha, mas juro que queria tentar resolver essa questão.

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Blusa Espaço Fashion
Saia Sardina que também tem um tempão, custou uns 150,00
Espadrille Felipa no enjoei – 100,00
Pulseiras Luiza Dias 111
Bolsa Adô Atelier velha de guerra
Óculos Livo e batom Cruela, da Nars

fotos: Denise Ricardo

Daí que, nessa de dar uma chance pra ela, eu bati o olho nessa saia, que tem um tom de vermelho próximo da estampa da blusa e pensei nessa união perfeita. A blusa é mais compridinha, o que me deixa mais à vontade também, mesmo com esse super decote costas nuas.

Eu amei NUM GRAU esse look, cês não fazem ideia. Achei descolado, moderno, tudo a ver com meu estilo e eu to doida pra repeti-lo mais umas mil vezes! E, detalhe: usei somente peças que eu tenho há tempos e uso direto, não precisei comprar nada novo pra criar essa produção. 🙂

Me contem, que outras opções essa blusa renderia, heim? Quero ideias! E quero também dicas do que fazer com esse metal oxidado 🙁

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