20 abr 2015

No último episódio botequeiro (hehe) eu relatei minha experiência provando a eleita melhor coxinha do Rio, no Bar da Gema. Gostosa de primeira, mas com recheio meio seco, não finalizou com uma nota incrível. Aí eu levei tão à sério essa história de saber qual que é a boa das coxinhas desse mundão que instituí uma nova saga em busca da coxinha perfeita! hahahahaha Um assunto de MUITA relevância, pois.

Pois de primeira eu dei muita sorte: acho que encontrei uma das melhores dessa cidade! Fui com Tayra e Laila, que trabalham no comercial do blog e são duas queridas botequeiras, que nem eu! Sugeri conhecermos um pub que abriu há pouco tempo aqui na Tijuca e meu sexto sentido estava certo: Yeasteria Ponto Cervejeiro é uma delícia!

Resumidamente, o local oferece um ambiente muito gostoso, prateleiras com vários tipos de cervejas nacionais e importadas (e todas que estão expostas têm pelo menos um rótulo gelado), atendentes que sacam tudo do assunto e super solícitos (infelizmente raridade aqui) e todos os dias eles mudam os rótulos dos 3 barris das torneiras de chopp. Ainda é possível experimentá-los com a régua de chopp, uma belezinha.

Eu tinha visto no instagram o povo elogiando a coxinha deles, pedimos uma porção: elas são porções menores, mas não achei pequenininho. Quando provei…QUE DELICIA! Crocante mais perfeito do mundo, massa saborosa e sequinha, recheio úmido e bem temperado na medida e ainda vem com um molhinho de mostarda e curry pra acompanhar dos deuses! Não nos contivemos e pedimos simplesmente TRÊS porções hahahahahahahaha

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Depois dessa maravilhosidade julguei ser difícil encontrar outra tão boa quanto, mas sigo com a saga. Dessa vez estava em Botafogo a caminho de um encontro com minhas amigas e passei por uma das lanchonetes do antigo Fornalha, agora Catarina. O Fornalha sempre foi conhecido das noitadas cariocas, sendo ponto de encontro pós-night para matar a larica com seus deliciosos salgados. Há anos eu não comia a coxinha deles e parei pra pedir uma, por R$5,20.

Taí. Casquinha crocante, medida da massa perfeita (nem massuda demais nem muito fina), sequinha, ótimo tempero e uma quantidade boa de catupiry. Ela me surpreendeu e ficou sem segundo no meu ranking!

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Tenho mais alguns locais para visitar, inclusive no Grajaú disseram haver a melhor de todos os tempos! Sempre citam também a do Lecadô, mas sinto informá-las que ela me dá uma azia horrível, acho gordurosa, não curto =(

Quem sugere mais alguma pro tour? hahahaha Me contem no instagram (@hojevouassimoff) ou com a #blogueiradeboteco e #tourdacoxinha!

Serviço:

Yeasteria | Ponto Cervejeiro
Rua Pereira Nunes, 266 – Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, 20541-024
(21) 3579-3003

Catarina (ex-Fornalha)
Rua Voluntários da Pátria, 236 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ, 22270-010
(21) 2527-1531
(aberto 24h)

  • 14 Amaram
20 abr 2015

Os achados estão meio paradinhos, né? Eu não consegui atualizar a tag como gostaria por pura falta de tempo, mal dava pra meter a cabeça pra fora do escritório, imagina percorrer lojas, hehe. Dessa vez não reuni tantas dicas, por isso quem lembrar de um achado recente ou uma dica, pode mandar! =D Os envios podem ser tanto por email no contato@hojevouassimoff.com.br ou marcando no instagram #achadoshvaoff e @hojevouassimoff ;)

Com a proximidade do inverno as lojas estão cheias de moletons e tricôs suuuper fofos e isso me deixa tão feliz…hahaha! Na verdade esses são bem levinhos, bons pras cariocas, esses que a gente precisa colocar uma regatinha por baixo. Eu adorei essas duas opções da Leader em Botafogo, já me imaginei usando com saias ou por cima de vestidos, mas não levei nenhum. Cada um custava 79,90.

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Também gostei dessas saias longas listradas – eu estou num momento LISTRAS PFVR, me arrependi amargamente de não ter levado uma blusa perfeita da Renner, aquela saia lápis da Maria Filó, ai! Dessas duas eu amei a meio laranja com listras transpassadas, cria uma outra ilusão sobre a silhueta ;) Cada uma custava 79,90 na Leader!

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A Camila fez um achado muito bacana no outlet da Luiza Barcelos, no BH Outlet (anexo da Leroy Merlin no Belvedere) em Belo Horizonte: essa bolsa tiracolo estruturada tem um tamanho ótimo, meio furta cor vermelho+dourado, é de couro e saiu a 200,00, um bom valor se considerarmos que a marca é mais carinha!

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E a Karene e a Mari, pelo instagram, me mandaram seus super achados: uma bolsa saco amarelona LINDA na C&A por 59,90 e uma regatinha listrada de viscose (LISTRASSSSSSSS) na Marisa por 39,90. Adorei! =D

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A Camila Vaz também me marcou num achado dela na Luigi Bertolli em SP ;)

“A loja #luigibertolli está com promoção de acessórios: comprei estes brincos de aranha por R$ 9,90 – mais barato que 25 de Março! Tinha pulseiras de couro com spikes por R$ 6,90″

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  • 7 Amaram
16 abr 2015

Antes de qualquer linhazinha a ser escrita aqui: obrigada, obrigada, obrigada! Vocês são INCRÍVEIS e falaram tanta coisa legal nos comentários, por email, nas mensagens, que eu chorei lendo, mas chorei de emoção e isso me motivou demais. =) Vocês são boas nisso, heim? Dá pra todas nós montarmos um blog de ajuda mútua, hahaha!

Eu ainda estou bem cansadinha, fiz uma pequena pausa mas é impressionante como só nesse meio tempo e nesse exercício de ser mais gentil comigo (olha vocês aí de novo tendo grande participação!), eu tive uma ideia que achei bem interessante. Lembram do post sobre uniformes, que a Matilda usa a mesma combinação de roupas há três anos pra trabalhar e assim parou de se frustrar e de perder tempo pensando em roupas? Eu coloquei o meu ponto de vista sobre roupas pra trabalhar e quais eram as fórmulas que simplificavam as minhas escolhas diárias, mas fiquei com a ideia da americana martelando na cabeça: uma proposta de vida simplificada, de minimalismo, anti consumo extremo.

Então me propus a me colocar no lugar da Matilda e experimentar sob a sua ótica como seria se eu aderisse ao seu estilo. Ela usa o mesmo modelo de camisas e calças com blazer e um lacinho. Não vou usar peças iguais, a proposta é contruir looks pensando em como seria sair pra trabalhar todos os dias duarante uma semana nesse estilo PB prático?

A ideia é variar nesse tema e pensar inclusive como ela faria se virando só com roupas off e se morasse no Rio de Janeiro em pleno verão de 50 graus– como ela executaria o seu uniforme de trabalho nessa época? Achei o exercício tão interessante que não aguentei e já saí assim pro registro. :)

camisa transparente offwhite de mangas bufantes, calça preta resinada skinny, jaqueta preta de couro fake, slip on pontudo colorido em verde, azul, vermelho e bolsa saco preta de couro e batom vermelho

No lugar do blazer que ela usa hoje fui de jaqueta preta e uma calça resinada que também tem um brilho no tecido – fiquei com duas peças mais chamativas nesse quesito e isso é bem o meu estilo! No lugar da gravatinha eu escolhi brincos como acessório do look e pensei que ela me daria alguma licença poética para variar pelo menos os sapatos, vai! Hehe ; ) Ah, e uma cor na boca que não sou de ferro!

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Uma das camisas brancas que tenho é essa de mangas bufantes e mais uma vez é um item que tem mais personalidade em relação ao corte clássico da camisaria que conhecemos. A bolsa foge também do ponto de vista muito minimal porque ela segue a tendência das bolsas saco, mas é preta e assim não precisei pensar muito pra combiná-la com o restante do look.

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Jaqueta Mixed para C&A – 150,00
Camisa Carina Duek para C&A – 89,90
Calça Isabella Giobbi para C&A – 59,90
Slip on Arezzo – 90,00
Bolsa Mr Cat emprestada da mãe
Brincos Lita Raies

Eu ADOREI entrar na brincadeira e a mente está fervilhando de ideias para os próximos dias! O mais legal foi que realmente eu me arrumei mais rápido, hehe, mas levei só um pouco menos de tempo do que nos outros dias, já que não tenho um uniforme como ela. Preciso ainda assim pensar nas peças pretas e brancas que eu tenho e montar um look entre elas.

Apesar de entrar no esquema da Matilda eu ainda consegui imprimir minha personalidade à produção, sem ficar óbvia mesmo com restrição de cores e de acessórios!

Vocês curtiram a ideia? Vamos experimentar todas juntas o #projetomatilda? =D

  • 50 Amaram
15 abr 2015

Aqui estou eu, concluindo mecanicamente um trabalho que executo à mesma maneira há 7 anos. Para dar um respiro da tarefa, fui ver como está o dia pela mesma janela que costumo olhar há 7 anos também. Olhei pro blog, o mesmo layout há 4 anos e uma tentativa frustrada de mudá-lo recentemente, uma contratação que não deu certo. Mudei de carreira, um grande feito, mas ainda assim me sinto parada em muitas ideias.

De repente, um gosto amargo. Tudo igual. Tudo repetido. Nada mudou radicalmente, apesar de ter movido um mundo para isso. Recebi tantas esperanças que se tornaram infundadas. Tantas promessas que não se cumpriram. Uma nova internet se formando à minha frente e me pergunto se não permaneci oldschool demais por conta dessa minha relutância em novidades o tempo todo.

Não sou uma pessoa de mudanças, confesso. O que está funcionando, está bom pra mim, mas desde que coloquei alguns projetos à frente para que caminhassem finalmente por sua conta e vontade com muita alegria, parece que empacaram. Que fincaram os pés ardentemente em solo e viraram apenas o pescoço pra me olharem atrás deles, estarrecida, com as mãos na cabeça. E continuam olhando, sorriso de canto de boca, um risinho dissimulado, como se não quisessem me contar se voltariam a caminhar mesmo que a passos miúdos ou se resignariam para uma marcha ré de volta ao comecinho.

Em pouco tempo levei duas puxadas de tapete, vi contas não fecharem e uma falta de tempo louca para executar tudo que eu gostaria. Dias que se resumem em tentar fazer e acontecer e puf! Acabou, vamos deitar, amanhã é um novo dia, faz amanhã, não deu tempo de novo, vira noite, vai. Muita coisa boa rolou, é verdade. Mas continuará assim? E até onde pretendo ir?

Ontem o marido parou na frente da porta do quarto que trabalho e perguntou: “E os projetos?”. Respondi nervosa. Desabafei em tons mais altos, levei às mãos ao rosto, mas não chorei. O choro está vindo agora, sentada em frente ao computador de todos os dias, pensando onde eu poderia melhorar. Como eu poderia sacolejar tudo, enxergar melhor um caminho mesmo em águas turvas, abraçar com mais firmeza por tudo que tenha batalhado.

Eu, que não sou de olhar pro jardim do outro, olhei, vi a grama verde, não observei meu caminho com atenção e tropecei. Caí e fiquei dolorida.E me perguntei se era por ali que eu deveria continuar a andar, se era uma estrada com mais pedras do que terra batida.

Parei um projeto que precisa de máxima atenção antes de mandar pra gráfica e vim desabafar. Me permitir. Tentar entender de onde retomar. Tem dias que fazer tudo sozinha é mais cansativo. Inclusive um layout novo de blog por conta própria. Ou escolher roupas pro look – que agora já penso se são mesmo as escolhas certas.

Enquanto isso volto ao projeto, hoje é o último dia, amanhã penso finalmente no novo workshop que virá, é coisa boa, fica feliz, Ana. Amanhã vou poder sair e ver o dia longe da janela quebrada do meu apartamento. Vou finalmente ensaiar novas ideias pro meu futuro. Repensar o caminho. Acalmar o coração, talvez.

Preciso me encontrar. É só mais um dia, amanhã melhora.

  • 118 Amaram
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