25 mar 2015

Lembram do post de ontem, em que comento do meu atual momento super preguiça? Acredito que deve melhorar agora com a chegada do outono (graçassssssssssss!!!!!!), porque já estava irritadíssima com o armário reduzido a short e blusa leve. Um saco. Queria botar uma calça = começa a suadeira. Queria me maquiar = cara derretida. Não estava mais aguentando essa limitação e espero melhorar meu humor com a brisa mais fresca que está vindo agora da janela :)

Na semana passada minha amiga me convidou para a abertura de uma exposição na Casa Daros (um lugar incrível aqui no Rio! Recomendo!) e eu tentei me vestir cosplay de crítica de arte HAHAHAHA! Brincadeiras à parte, fui confortável de silhueta larguinho + larguinho e um colar statement ou, em bom português, colarzão chamativo que eu amo! Ele foi o ponto de partida da produção e de novo ela, a blusa mais amor e maravilhosa dos últimos tempos dá as caras por aqui! :)

blusa de mangas curtas branca com bolas azuis marinho, calça pantalona curta preta, sandália de amarrar dourada e solado de corda, colar gigante geométrico preto, rosa e azul

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Blusa Sardina que ganhei de aniversário
Colar Patachou – 180,00
Sandália Maria Filó – armário da mãe
Pantacourt Verkko
Bolsa Adô – 240,00

fotos: mãe

E de sandália rasteira para mostrar que não precisamos ser vítimas do salto alto com as pantalonas curtas ;)

O mais legal é que reencontrei uma amiga querida dos tempos de faculdade porque a blusa chamou a atenção dela e quando viu melhor…me reconheceu! =) Uma das muitas alegrias que a moda pode trazer pra gente, para muito além de aparência <3

Aliás, fotografei essa obra do Waltercio Caldas e postei brincando sobre a interpretação com arte contemporânea e eu adorei a repercussão no instagram! Todo mundo com um sentimento sobre a obra – que na hora não me rendeu nenhuma luz sobre o assunto mas remeteu coisas boas a um monte de gente! :)

tubos de vidro sobre livros do pequeno príncipe

  • 11 Amaram
25 mar 2015

Pra quem não segue meu instagram (@hojevouassimoff) eu vivo postando foto dos botecos que eu frequento e ainda tem a hashtag #blogueiradeboteco. Sim, boteco. Não, não tenho grana pra restaurante phyno HAHAHAHAAH! E quer saber? Sou team baixa gastronomia! Comida farta, gostosa, criativa e por um preço muitas vezes possível.

Não estou me referindo a botecos pé-limpos (em Minas é copo-limpo), desses super arrumadinhos, com decoração impecável, que só servem batata-frita e custam pequenas fortunas, não, não! Minha onda é frequentar preferencialmente botecos da zona norte do Rio de Janeiro, onde moro e sempre morei, com zero afetação, fazendo amizade na mesa ao lado, bom atendimento, tomando minha Serramalte no copo lagoinha e degustando um bom tira-gosto!

Sim, vocês acompanham uma blogueira que para num quiosque que serve torre de hamburguer, pra jantar podrão de 6 reais hahahaha

podrao

Aí finalmente uma leitora escreveu na foto: Ana, cadê tag no blog exclusivamente para indicação de botecos? SIM, CADÊ, botecos também são OFF! Vamos resolver isso a-go-ra:

(Não vai rolar um roteiro super descritivo de início porque essa semana estou bem enrolada com minha ida a São Paulo e o material do workshop, masssssssss vamos fazer uma graça pra começar, né?)

Provando a eleita melhor coxinha do RJ:

Ontem fui provar a tão falada coxinha eleita a melhor do Rio pela Veja Rio, no Bar da Gema, aqui na Tijuca. Eu conheço boa parte do cardápio deles (recomendo o pastel de feijão gordo, as polentas com rabada, humm) mas deixei de frequentar o estabelecimento há alguns anos porque o serviço era vagaroso, a comida, que custa mais caro do que estamos acostumados, chegava horas depois – e com o pedido errado! – e na última e derradeira vez nos estressamos feio para ter a conta. Bom, ouvi rumores que as coisas haviam mudado e fui lá dar mais uma chance. O atendimento realmente melhorou, mas as duas coxinhas que pedimos levaram meia hora pra chegar. O único dia que servem é às terças-feiras, não faz sentido não terem um esquema mais ágil que esse!

O veredito: cada coxinha custou 5 reais. A massa é crocante e sequinha e vem temperada, achei gostosa! Isso é bom, não tem gosto de farinha, não é massuda, mas quando cheguei no recheio…foi triste. Tipo, não tinha um molho, um catupiry, um gostinho diferente, só galinha desfiada. Senti falta de algo mais suculento, estava seca por dentro!

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Pesquisando, descobri que realmente ela não é mais a mesma que fez a fama do lugar. O bar estava cheio e é pelo menos uma boa opção para a área. Mas a minha dica, é: não vá com fome, a cozinha continua com a mesma demora de sempre.

coxinha-da-gema-2

Eu já provei coxinhas que pegam essa e colocam no bolso. As melhores pra mim estão no Frangó e Veloso em São Paulo (gente, paulistano é tipo obcecado por essa iguaria, né? hahaha) e na da Fábrica de Doces Brasil em Juiz de Fora/MG! Várias leitoras sugeriram outras em JF, como a da Pipita, e da Villamore, em Vila Isabel, aqui no Rio. Prometo que a busca pela coxinha perfeita terá continuidade! hahaha!

Quem quiser pode dar outras dicas aqui nos comentários ;) O próximo post será sobre os meus botecos do coração! Quem gosta da ideia? Quem não quer ver isso aqui? haha

Bar da Gema
Endereço: Rua Barão de Mesquita, 615 – lojas C e D, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ. Clique aqui para ver no Google Maps.
Telefone: (21) 2208-9414.
Site: www.facebook.com/bardagema/
Horário de Funcionamento: Ter a qui, das 17h à meia-noite. Sex, das 17h à 2h. Sáb, das 13h às 2h. Dom, das 13h às 19h.
Cartões: Todos.
Não tem estacionamento.

  • 28 Amaram
24 mar 2015

Diminuí muito a frequência com que eu ficava no instagram, estava com a sensação de perder tempo demais olhando mil fotos sobre mil coisas, ficando muito confusa com aquele bombardeio de informações. Mas aí, numa dessas passadas de feed, vi a postagem de uma amiga falando que estava promovendo uma limpeza de quem ela segue, tirando mais de 200. Na foto, ela explicava o motivo: estava se tornando excessivamente consumista. Com essa redução está ficando menos tempo no celular e parou de desejar tudo o que vê.

E sua nova meta é reduzir mais.

Ela não se referia só a roupa, mas a todo tipo de tranqueira: livros, canetas, maquiagem, caixas de produtos, artigos de decoração, tudo, tudo muito. Li um post que me inspirou e outro dia uma conhecida fez uma súplica “Alguém me ajude a parar de comprar demais”.

Eu estou passando por um pensamento muito semelhante sobre redução de infos e consumo, o que poderia ser uma dicotomia já que tenho um blog que mostra achados, novidades e coleções, mas que apesar do tema nunca, nunquinha mesmo, teve post com frases loucas como “Tem que ter, gente! Must have! Alerta tendência, vamos usar muito nessa estação, preparem seus cartões de crédito, tá tudo lindo nessa coleção especial (quando na verdade tá tudo costurado cagado)” assim como os parcos blogs que acompanho. Tem publicidade, tem dica, mas tem conteúdo, mostra possibilidades, tem empoderamento, tem gente vida real repetindo roupa e não se montando para uma festa diariamente.

buy_less_choose_well
compre menos, escolha melhor.

E nem estou falando tudo isso para mostrar o quanto eu sou legal ou o super exemplo da internet, mas porque eu sempre acreditei em passar as informações de uma maneira que torne quem me acompanha apto a escolher se quer aquilo ou não. Se cabe na sua vida e no seu armário.

Tivemos poucos looks nos últimos tempos porque entrei numa fase meio preguiçosa. Preguiça de calor, de ter que abrir o armário e me deparar com muitas opções, quando o que eu quero mesmo é meu jeans, camiseta e alpargatas e pronto, bora sair pra dar conta de tudo. Gosto de me arrumar? Adoro! Continuo over com minhas peças de paetês? Sempre! Mas também tenho minhas fases introspectivas. Aquelas que me dou ao luxo de não passar base no rosto só pra ir ali. Ou pensar em super produções a cada saída de casa. Não é sobre ficar básica, mas ter tanta coisa pra pensar que o básico não tão básico cairia bem para desanuviar a mente.

Aprender a comprar e a ponderar a necessidade do consumo não é tarefa das mais fáceis. Já escorreguei em compras erradas, já deixei de ter muita coisa porque não tinha como comprar naquele momento, já fui chamada de chata por mostrar a saga do short jeans. É chato, sim, ter que entrar em mil lojas, fotografar para avaliar depois, ponderar sobre custo x benefício, procurar por peças que estejam dentro do limite orçamentário, não se levar pelo impulso. Parece que é mais legal ter dinheiro e poder entrar na loja que quiser, né? Mas na prática não funciona assim.

É preciso muita disciplina para já chegar no shopping sabendo exatamente o que você quer. Também uma boa dose de paciência e perseverança para procurar e não se render à primeira opção ou esperar entrar na remarcação. Olhar seu armário antes para saber o que realmente você precisa – e não aquela falsa necessidade, a da recompensa diária pelos mil estresses para justificar o vigésimo scarpin de salto agulha da sua coleção. Separar uma tarde para tirar o que não tem uso do armário e pensar as muitas possibilidades de looks com o que se tem antes de se desesperar com a festa que está chegando e correr no shopping pra providenciar mais uma roupa nova, é tudo mais trabalhoso e ocupa um tempinho, claro.

Mas quem aí não está meio tenso com a crescente banalização dos 100 reais? Ou com as muitas roupas sem uso no armário, te desafiando diariamente? O que fazer quando até o básico nosso de cada dia se encontra na moda e tá custando caro pra caramba?

loja-havaianas
Essa blusa que fotografei na loja das Havaianas custa 115,00, será que to canguinha ou muito pobre? Digo isso porque achei bem caro, mas peraí: Havaianas não era o basicão mais acessível?

Menos é a nova palavra de ordem: menos roupas, mas mais qualidade.

Certamente isso não vai impedir de receberemos sempre muita informação, de todos os cantos, de todas as redes sociais. Cabe a gente avaliar com que proporção deixamos isso afetar as nossas vidas. Pode ser cortando da rede social, filtrando com sabedoria as opções, acompanhando mais quem ajuda a diversificar as ideias ou apresenta soluções factíveis com a nossa vida, escolhendo as marcas que respeitam seu estilo de vida, que contemplam todos os tamanhos do PP ao GG, que deixam claro a mão de obra e materiais utilizados. Não tem problema desejar algo, mas mais importante é construir uma nova forma de pensar o consumo.

Mas antes eu preciso alertá-las que ficaremos mais ~chatinhas. Vamos virar chatas de carteirinha, mas garanto que com um armário mais proporcional à vida que levamos e com mais dinheirinho no bolso. =)

  • 85 Amaram
23 mar 2015

Pessoal! Post só pra dizer que não sumi. Estou com a semana bem apertada de alguns prazos, precisando me concentrar em projetos, mas eu juro que amanhã já tem post. :) Fazer tudo sozinha nem sempre é fácil :)

Beijos!

 

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