16 ago 2016

Eu estou com uma lista enorme de pautas para o blog, mas que dependem de outros fatores, então enquanto não consigo andar com essas pautas (que vocês vão adorar, juro!), resolvi mostrar um pouco de como tem sido esse período de Olimpíadas e de realização de outros projetos muito importantes pra mim, como a decoração da minha casinha e a organização dela!

Possuo um grande defeito: dificilmente planejo as coisas. Normalmente gosto de apreciar a passagem do tempo e esqueço de pensar nas ferias ou de lembrar as coisas que quero ver. Para o Rio2016 foi assim, tudo mais de sopetão. Antes eu achava que precisava ocupar mais meu tempo trabalhando, e na real isso me atrapalhou em vários momentos e eu percebi a bobagem há poucos anos.

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Mas, acreditem, melhorei muito em 2016. Não consigo mais trabalhar na frequência de antes e cada amigo que manda whatsapp chamando até pra tomar chopp na esquina de casa, eu topo! E um desses passeios foram as Olimpíadas; me empolguei na reta final e já fui assistir natação, vôlei, levantamento de peso (é o máximo!!), handball e nessa terça será atletismo! #anaPhelps #anaBolt #anaBiles

Nessas fotos eu estava saindo da Arena Aquática com minha mãe e piramos na instalação da obra da artista Adriana Varejão, Celacanto provoca maremoto. Achamos a analogia com a natação muito genial! Eu fui nadadora por mais de uma década, consegui alguns resultados bem expressivos, a minha adolescência foi toda na rotina de atleta e por isso eu fiquei felicíssima de acompanhar meu esporte preferido ao vivo <3

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Minha mãe reclamou do comprimento do short, alegando que não tenho mais idade para usar. Mãe, desculpa ae, mas ainda estou na idade pra tanta coisa…inclusive para exibir as pernocas 😉

No primeiro dia de Complexo Olímpico eu quase desmaiei de tanto calor e de tanta fila pra comprar uma água, por isso nesse dia eu fui praticamente pelada. Para não ficar sem graça, brinquei um pouco com as estampas. 🙂 E é claro que o tempo virou, ficou a maior friaca e eu me dei mal de novo HAHAHAHAHA FUÉN

Como não podemos deixar a chama do espírito olímpico se apagar nem nas adversidades (que profundo, isso), e sendo brasileira e não desistindo nunca, me precavi no jogo de vôlei com mamãe, aqui do ladinho de casa, no Maracanazinho, e fui de jaqueta de couro, haha!

Continuando com a programação olímpica, dia de vôlei feminino com mamãe no quintal de casa: Brasil X Japão 💚💛 #rio2016olympics #Rio2016

Uma foto publicada por Hoje vou assim OFF Ana Soares (@hojevouassimoff) em

Nesse final de semana fui com minha família e amiga assistir às finais do Levantamento de peso masculino e feminino! Vocês já assistiram? É muito maneiro, um esporte que mistura força, equilíbrio, estratégia e uma trilha musical maravilhosa, ao som de muito rock’n roll!

Dia de assistir às finais do melhor esporte: levantamento de peso! 🏋🏽🏋🏽🏋🏽🏋🏽🏋🏽🏆 Hahahaha maravilhoso! #Rio2016

Um vídeo publicado por Hoje vou assim OFF Ana Soares (@hojevouassimoff) em

Organização e decoração OFF

Agora voltemos à minha casinha, que tem tomado boa parte do meu tempo! Sério, que orgulho de, mais uma vez, não ficar apenas pensando em trabalho e colocar em ordem a casa, além de vê-la ganhando mais cores e formas com um projeto de design de interiores!

Ainda vou falar da organização do guarda-roupa, por enquanto estamos alinhando uns detalhes e eu estou testando tudo. Enquanto isso, vamos do simples, a organização das minhas maquiagens na penteadeira!

Finalmente tenho espaço pra poder me maquiar (antes era no improviso total) e por isso mesmo eu não sabia onde enfiar tanta tralha, hahaha! Nessa bagunça eu não encontrava nada, perdia tempo e deixei cair o vidro de um corretivo caro. Ou seja, precisava de organização urgente! (a cadeira ainda é provisória, relevem, e ainda falta o tapete também, aliás, falta muita coisa hahaha!)

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Primeiro a Carol Dias, designer à frente do projeto, indicou esse gaveteiro para ser o espaço de organização e armazenamento das maquiagens, já que a penteadeira não tem.

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Aí a Rafaela, que é a organizadora profissional que está me salvando, entrou em ação e separou no chão forrado todas as minhas maquiagens para categorizar, tirar as vencidas e as repetidas para doação.

Para minha felicidade, eu deixei de comprar tanta maquiagem há um tempo, depois de constatar que eu não precisava de tanto. Percebi que seria mais bacana usar o que tenho e me bastar com isso, do que entupir as gavetas com make vencido.

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Nas primeiras gavetas, ela colocou juntos os itens de uso diário: batons, pós, blush, corretivo e balms.

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Na segunda gaveta ainda entraram outros que uso demais, como hidratante facial, protetores solares, BB Creams. Ainda não chegamos na organização perfeita, acho que ainda posso adicionar outras cestinhas para acondicionar melhor alguns itens, mas a Rafa disse que é assim mesmo, um processo. 🙂

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Nas subsequentes, sombras e parte de olhos numa gaveta, cabelo na outra, etc, que são os que acesso menos.

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Nem todos os batons couberam nessa divisória de acrílico, por isso colocamos os que uso mais nela, e com os nomes ou cores pra cima. Exceto os da Mac, os diferentões.

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O resultado: uma penteadeira livre, com espaço, sem confusão, com tudo que preciso à mão. O ganho de tempo tem sido inacreditável e meu objetivo é reduzir mais as gavetas para ter um gaveteiro menor e esse ir pro escritório.

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Aí outra coisa muito legal que aconteceu na última semana foi a ida com a Carol Dias, a designer que comentei que está fazendo o projeto lá pra casa, à Rua dos Lustres!

Para quem não conhece, é uma rua em Benfica com dezenas de lojas especializadas em iluminação com variedade e preços fantásticos! Acho que é o equivalente à rua da Consolação, em São Paulo.

Fomos escolher as luminárias para adornar a penteadeira e o cantinho dela, batizado de cantinho viada! Ainda vou falar também do trabalho da Carol, mostrar as ideias pra vocês, mas de cara já estou indicando uma ida a essa rua, que eu não visitava há anos!

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Vi tantas luminárias e pendentes tão lindos e tãooo baratos que eu surtei! Vários na casa dos R$40, R$50 e R$60 reais, como esses das fotos. O atendimento foi lindo e pra vocês terem ideia: na loja que comprei, eles vão pintar as minhas arandelas – que custaram módicos R$25 cada – na cor que eu escolhi, colocar fiação, entregar as minhas compras e buscar também a planta gigante que comprei na CADEG para vir junto, tipo, Papai Noel está vivo!

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Espero que tenham gostado das dicas de Roteiro OFF de decoração, hahaha, ainda vou organizar um post só disso, aguardem! E tomara que tenham gostado de algumas dicas e de acompanhar um pouco da minha rotina na minha cidade em clima esportivo. 🙂

  • 33 Amaram
12 ago 2016

No último mês eu fiz umas comprinhas de achados que me deixaram muito feliz, não apenas pelo fato de terem sido boas pechinchas, mas mais por serem resultado de um planejamento e um novo hábito de compras.

Não quero encher meu armário de novo, mas continuo gostando de ter novidades nele. A diferença é que agora penso mais antes de sair comprando e percebo melhor de onde estou comprando. Também tenho aguardado mais as boas oportunidades, como viagens a SP, que tem lojas que eu gosto, ou época de bazares de marcas que eu amo de paixão e que têm qualidade – assim continuo tendo acesso a itens legais sem gastar muito. Acho que esse movimento foi natural, uma forma de me blindar de gastar dinheiro como eu gastava antes, comprando sem critério de qualquer lugar.

Eu ainda possuía algum apego por peças sem uso no meu armário, aquelas mais fantasiosas que não tinham mais a ver com minha atual rotina de trabalhar em casa e sair pra bar. No processo de organização, que em breve eu vou detalhar, interiorizei que elas poderiam continuar sendo parte de um acervo que só ocupa espaço e demanda mais do meu tempo, ou poderiam ganhar novos lares e, com o dindin das vendas, reinvestir em itens que substituiriam outros e fariam a diferença no meu estilo.

Uma das substituições foi a mais doída: eu amava essa jaqueta de PU da Mixed para C&A, aquisição de 2012, mas o material dela não dura muitos anos. Já está descascando e deixando um rastro por onde eu ando, hehe, e isso não tem como ser evitado.

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No detalhe, onde começou a descascar. Se você tem peças como essa no armário, aproveite para usar bastante!

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Na época ela custou 189 reais e eu não queria mais comprar peças desse material e nem de couro, para não gerar demanda. Dei adeus a vários blazers e casacos que eu não usava para juntar uma graninha e comprar uma jaqueta de brechó!

Acredito que comprar de brechós seja uma das melhores alternativas, porque além de usar o que já existe, a economia é infinitamente superior. É compra esperta, sem deixar de comprar ou de ter novidade se for permuta ou troca entre amigas!

Eu sabia que em SP encontraria uma jaqueta e, bingo, não deu outra! Naquela lista que indiquei no Roteiro de brechós paulistanos, o primeiro rendeu esse belo achado, uma jaqueta de couro em excelente estado, por 300 reais.

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Já usei em SP mesmo – como boa carioca, eu não tinha roupa pro frio da capital paulista – e está fazendo valer a grana investida aqui no Rio também. A cor é versátil (eu queria muito uma preta, mas adorei essa alternativa) e gostei principalmente por ela ser acinturada.

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O que mais me deu alegria foi ter usado pra valer a anterior e só partir pra uma “nova” quando ela estivesse se acabando. 🙂

Eu já contei dessa compra, mas ela merecia entrar nessa lista também! Blusa de seda roxa/fúcsia que super me valoriza e que custou ótimos 39 reais também no brechó Toco Sol em Sampa. Não estava no topo das necessidades, mas não sou de ferro e eu queria há tempos uma parte de cima nessa cor (eu tinha outra de poliéster que eu despachei). Super rola usá-la em qualquer estação do ano 🙂

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A saia jeans da MIG Jeans entrou para substituir uma da Zara que eu tenho e eu não queria mais usar. Custou 79 reais e vem de um projeto muito bacana de reaproveitamento do jeans existente, o que me dá um mega orgulho de vesti-la. Ainda quero colar uns patches nela para deixá-la mais divertida 🙂

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Não sou muito de fazer post de comprinhas aqui, mas acho que esse tem um formato diferente: tenho sentido prazer em descobrir alternativas às lojas de sempre.

É difícil indicar peças que provavelmente sejam filhas únicas, mas esse exclusivo não me faz melhor, pelo contrário: mostra como podemos construir mais a nossa identidade no vestir de maneira realmente autêntica.

  • 23 Amaram
10 ago 2016

Eu AMO jeans. Sempre gostei da versatilidade, atemporalidade e despojamento da peça, e por isso estava animada para conhecer de pertinho as idealizadoras da MIG Jeans, um projeto inovador das amigas Isa, Luana e Mayra que surgiu na sala de aula do curso técnico de Produção de Moda (e depois eu soube que foram alunas da Simone, minha ex-professora também!).

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O lance é o seguinte: somos iludidas pela indústria e pelo sistema que precisamos ter todas as calças jeans do mundo. E todas as jaquetas. E as camisas. E os shorts. E as saias. Nessa onda, sem perceber, ficamos com dezenas de peças bem parecidas no armário e que consomem, cada uma, mais de 11 mil litros de água para serem produzidas. Se você tem 20 calças jeans, faça as contas da quantidade de água dispensada para tudo que está ali dentro do seu armário. :/

A MIG surgiu como uma proposta de reaproveitamento das peças em jeans que são descartadas ou dispensadas pela gente, uma maneira de nos botar para pensar sobre ciclo de produção, consumo consciente e upcycling. Mas engana-se que só vai encontrar um monte de coisa estranha ou feiosa: as minas mandam muito bem na customização e o resultado é incrível!

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Posando com as minas da MIG Jeans na montanha de jeans do seu contêiner e que ilustra bem a necessidade de repensarmos a quantidade de roupa que compramos.

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Elas garimpam em brechós ou recebem doações de peças no final da vida útil e fazem o re-design delas: dão novos tingimentos, recortes, rasgos, desenhos; jovializam e mostram o valor de termos um novo olhar e sermos mais responsáveis sobre o que consumimos.

Chegando na Malha, onde as três estão incubadas num dos conteiners do espaço, fui direto conversar com elas. Eu estava num dia daqueles bem cansativos, sem muita energia. Nem 5 minutos de conversa e eu já fiquei mais animada e sorridente! Que astral, que energia boa a dessa moçada, que sabe ser articulada, inteligente e demonstra muita consciência no trabalho que faz.

As amigas são moradoras da zona Norte do Rio e só nessa me ganharam, hahah! Tão bom mostrar que o Rio de Janeiro não se resume a núcleos da zona Sul; que o subúrbio carrega uma história e lições importantes consigo, que mostram outras vertentes e formas criativas de se trabalhar com moda.

“A realidade de quem cresceu na zona norte é bem diferente. Estamos acostumadas a nos vestirmos com as peças de roupa doadas pelas primas mais velhas; o que não cabia mais nelas, vinha pra gente. Com isso, a gente só está mostrando uma prática que é costumeira, o de aproveitarmos o que já existe, de não gerar desperdício, que com pouco dá pra se inventar novas formas de uso” – a realidade contada pela Mayra é minha também, e acredito que de mais gente que está lendo esse post.

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A Mayra mostrou inclusive como se faz um TURBANTE com CALÇA JEANS. Genial, apenas. Sabe aquela calça que não entra há anos? Amarra ela na cabeça e vai divar por aí, hahaha!

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Gravamos todo o passo a passo no meu snapgram (o snap do instagram) e eu pedi licença a ela para botar na cabeça só para testar se era pesado e tals. E, ó: tranquilo, viu? Só não usaria no verão, hahaha!

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Jeans são tão clássicos que ultrapassam idade, classe social, estilos e até gênero, contam histórias e duram uma eternidade, o que os tornam peças fáceis de enjoar e até datadas (se tiver muitos detalhes de moda da época). Por isso a proposta da marca não é apenas vender o estoque, mas aceitar encomendas de customizações e doações para garantir descontos dos bons na compra de uma peça repaginada. Sabe aquele monte de calça que não serve mais ou que está com manchinha, escondida no fundo do armário? Olha aí a oportunidade!

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Os preços são super mega hiper possíveis – minha amiga levou uma saia jeans a 69 reais e a minha custou 80 reais, e na tag vem a assinatura e o nome de quem fez aquela peça. 🙂 Aliás, o processo todo é feito pelas três, o que facilita o controle pelos métodos produtivos. Elas reaproveitam cabides, embalagens e até a água das lavagens para a limpeza do atelier (que fica em Vaz Lobo e sugiro que todo mundo vá conhecer – para conhecer mais a nossa cidade, inclusive), numa política impressionante de descarte zero.

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fotos na Malha: Jota

Elas também contaram que, no início, inscreveram a MIG em tudo que foi projeto e concurso, o que contribuiu para começarem a desenhar o que queriam pra marca. Com isso, foram percebendo o potencial da ideia e ganharam até prêmios de inovação, vencendo projetos de químicos e físicos. E assim, metendo as caras, esbanjando amor pelo que fazem e muita dedicação, estão conquistando voos altos e destaque na mídia.

Para quem quer comprar melhor e diretamente de quem faz, a preços justos, financiar pequenos empreendedores e, o mais importante, garantir peças únicas, estilosas e diferentes, se liga então na dica e vá atrás da moda transformadora dessas meninas. 🙂

A MIG fica com outras marcas muito bacanas na Malha: Rua General Bruce, 247, São Cristóvão, RJ.

  • 36 Amaram
08 ago 2016

Eu não sou fã de generalizações, principalmente em moda. Durante muitos anos, convencionou-se que certos clássicos deveriam estar presentes em todos os armários, como se fossem um padrão para estilos, corpos e cotidianos diferentes.

Cada pessoa deve montar sua boa base de roupas a partir das suas experiências pessoais e dos seus gostos, sem tanta interferência externa, para perceber o que realmente tem a ver com ela e com a mensagem de estilo que desejar passar em frente ao espelho. E isso não tem a ver com listas de compras, mas com autoconhecimento.

Bom, por isso parei de reverberar sobre “clássicos” como o vestido preto básico. É curinga? É. Mas tem quem se limite apenas a ele como única possibilidade no guarda-roupa – na verdade ninguém precisa ter uma coleção de vestidos pretos, nem de camisas brancas, nem de blazers de uma única cor. Apostar somente nisso acaba limitando o armário em coordenações e aumenta a necessidade de comprar mais roupa.

Dissertei sobre o assunto depois de ler que a C&A vai lançar em parceria com a revista Elle, uma coleção de vestidos pretos que homenageia as últimas sete décadas da moda. Confesso, fiquei sem entender nada dessa parceria, justificada depois pela editora Suzana Barbosa, “A ideia dos vestidos surgiu para comemorar os 70 anos da revista no mundo. É o nosso primeiro licenciamento no Brasil e estamos super felizes de estar junto com a C&A nessa nova experiência”.

Ao invés de um estilista assinando, a chancela de uma revista de moda, como numa curadoria para uma exposição. Só que cada vestido vai custar 200 reais e tal investimento vai exigir mais do caimento, tecido e modelagem para valer a aquisição.

modelito anos 40:

ELLE-e-C&A-40

Do release: “Dos ombros arredondados, com cintura moldada dos anos 40, ao “new look” dos anos 50, até chegar ao tubinho da década seguinte, passando pela silhueta boho da era hippie e a febre zíper que lacrou a moda feminina nos anos 80”.

modelito anos 50 (que parece ser o mais lindo):

ELLE-e-C&A-50

modelito anos 60, um tubinho:

ELLE-e-C&A-60

modelito releitura do boho dos anos 70:

ELLE-e-C&A-70

modelito anos 80 (e o que eu não estou levando fé com esses zíperes):

ELLE-e-C&A-80

“O minimalismo da década de 90 também está representado com um tomara que caia na fenda lateral, assim como o midi, que definiu o comprimento e o comportamento dos dias de hoje”.

modelito anos 90:

ELLE-e-C&A-90

modelito anos 2000 (pra mim, o mais interessante e versátil):

ELLE-e-C&A-00

Além dos sete vestidos, a coleção também terá calça social, 3 t-shirts e uma camisa em branco e cinza mescla. A coleção chega às lojas selecionadas do Brasil no dia 23 de Agosto e e na loja virtual cea.com.br no dia 18, com preços que vão de R$39,99 até R$199,99.

Acho uma artimanha trazer para as fast fashions o conceito dos clássicos atemporais, fora das tendências, que se tem falado tanto ao abordarmos lowsumerismo e slow fashion, ainda mais com a curadoria de editoras de moda. Mas simbora ficarmos de olho para entendermos o que vale a pena entrar de verdade no nosso armário e o que pode ser mais uma estratégia para comprarmos o que já temos em excesso 😉

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