A inadequada da estação

Todo verão é a mesmíssima coisa: eu finjo que tá tudo bem, mas na verdade eu me coço de vontade de atualizar o armário, até mais do que as outras estações. Acho que, na real, eu me sinto muito deslocada: gosto de camadas, texturas, estruturas e terceiras pecas, mas o calor bizarro é uma prova de fogo constante e irritante. Não consigo me sentir alinhada e, muitas vezes, nem bonita 🙁

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Alguns dos poucos looks de verão que eu gosto

Num primeiro momento, vejo aquela galera toda good vibes nas fotos com mil penduricalhos (como conseguem usar tanto colar suando?), mil maiôs (ou body?) que já são a novidade da temporada, um novo-velho modelito de chinelo que eu usava aos 17 anos, quando era nadadora (hahaha e eu gosto, já quero de novo), batas esvoaçantes, chapelão e eu acho super legal, mas não consigo me imaginar com na-da daquilo. Não curto batas, achei que arrasasse de chapéu, mas descobri que fico é esquisita (HAHAHA) e, por mais que eu sinta uma vontade louca de comprar todos os maiôs e biquinis que eu vejo, não tenho coragem de pagar mais de 300 contos numa parada que vou usar uma vez por ano (sim, porque essa é a frequência com que vou à praia aqui no Rio, hahahaha).

Minha alegria sempre foi comprar biquini a 14 reais na Saara; infelizmente não tenho feito mais esse garimpo, mas certamente ainda não desconstruí algumas coisas a ponto de achar tranquilo gastar tanto em roupa de banho. Sem querer desmerecer, mas não é um bom custo x benefício pra mim.

Mas ainda assim, mesmo com esse pensamento consolidado, mesmo fingindo não estar muito interessada, confesso: sinto um certo recalque do desfile de lindas peças de moda praia que vejo por aí, sigo as marcas que as meninas linkam, namoro todas, brinco de encher e esvaziar o carrinho…até que encontrei duas marcas que tinham itens legais, estampa e cores bonitas e preço mais lindo ainda – um maiô prateado custou 69 reais na liqui – e arrematei! Estou só esperando ele chegar para montar um post de ideias com looks assim e aí conversamos mais sobre o assunto. 🙂

A real é que acho realmente tudo lindo, mas não consigo acompanhar todas as novidades e me sentir eu mesma. E, se eu tento acompanhar, demoro tanto pra decidir comprar, que, quando eu vejo, já passou a estação, hahaha #piscianismos! Acho o máximo o enfeite, o colorido, o despojado – esse sim eu me identifico, até pela minha carioquice – mas tô tentando não entrar nessa onda boho tropicalista que todo verão eu fico tentada a mergulhar. Dá-lhe influência das redes, né não?

As estampas são outro desafio: até gosto de novidades, mas desenho que não diz nada pra mim, não dá. Uns coqueiros aleatórios, um monte de abacaxi tudo igual…não tenho identificação com nada disso, faço um super esforço pra conseguir olhar com outros olhos as cores e estampas desse período do ano. Maravilhosa foi minha cliente dessa foto, que fazia pesquisas em seu trabalho sobre febre aftosa, e descobriu, numa marca que indiquei, uma estampa que tinha significado pra ela: de vacas!

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A minha cliente querida em look que montei, super feliz com suas vaquinhas 🙂

É isso. Tem que bater identificação, tem que ter a ver com o estilo, senão não rola trazer pra casa e abandonar no armário. Na real, na real, também não me sinto arrumada só de short jeans e havaianas e eu tento, a cada ano, brincar mais com o que tenho, do que comprar o que eu nem gostei tanto assim.

Eu acho que este é um dos posts mais nada a ver desse blog, rs, mas precisava desabafar e buscar coro em vocês: mesmo que eu me vista inteirinha de todas as tendências calorentas do momento, dificilmente me reconhecerei. Não digo isso em tom desanimado – quer dizer, só o calor que desanima mesmo –, mas eu estou bem, assim, como sou!

Gosto de novidades, mas gosto mais de não gastar meu dinheiro tentando me encaixar. Que dá pra simplesmente admirar quem brilha em meio a tanta luz do verão e se reconhece nele. Que tá lindo também fazer a gótica suave com 40 graus, porque não é toda moradora de cidade praiana que quer usar bolsa de palha com pompom.

O dedinho coça caçando alguns achados, porque ninguém é de ferro, continuo desejando a canga que vira um lindo pareô, mas também celebro os dias nublados que virão para poder dar um pulinho ali na Saara e caçar um monte de equivalente pra gente brincar de tendências do momento. Aguardem, que teremos bolsa, brinco e até maiôs vindos da nossa amada rua de comércio popular, sim. <3

E vocês, também se sentem fora do contexto nessa época? Quais são as formas de se sentir mais interessantes nas altas temperaturas: mistura de cores, estampas, detalhes? Ou quem tem alguma dica de loja de moda praia com preços bons, manda ver aí nos comentários para um segundo post dos sem canga e sem documento do verão 🙂

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Menos é mais e o minimalismo que abraça

Um breve hiato desde a última postagem e estou de volta! Não gosto de deixar o blog parado mesmo que por pouco tempo, mas enquanto não fotografo novas pautas (vamos começar nessa quarta!), aproveitei para terminar aquele livro que comentei, o Menos é mais, da blogueira precursora do minimalismo, Francine Jay, iniciar um coach de organização (que eu vou contar mais pra frente, mas que já adianto que só no primeiro encontro, foi impactante!) e receber a Rafa para a revisão da organização do meu guarda-roupa, que vai render posts cheios de dicas!

Acho que caiu a ficha que é difícil avançar quando estamos soterrados de pendências e de hábitos que não são bons pra nossa vida e produtividade, e eu passei boa parte da vida com ansiedade como consequência de não conseguir administrar bem meu tempo nem meus compromissos e objetivos. A ideia é entender melhor sobre os métodos e ferramentas para ter mais tranquilidade para tocar minhas ideias, orientar melhor quem atendo e ter paz pra ser criativa, hahaha.

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O livro da Francine foi mais impactante pra mim do que o da Marie Kondo, que eu nem terminei de ler, btw, achei que era muito radical pro meu gosto, hehe. A autora conduz todos os processos de uma forma mais fundamentada nos limites do outro, observando mais nossa relação com o consumismo e como podemos nos desatar de esterótipos que nos fazem acreditar que existem padrões até para quem quer ter uma vida mais leve.

Um dos capítulos fundamentais diz que devemos aproveitar mais sem possuir. Somos impelidos a acreditar que precisamos ter tudo que gostamos e queremos, mas na prática isso é ruim a longo prazo: ou a casa ficará abarrotada de objetos, com armários sem espaço, ou teremos mil preocupações com a manutenção de cada item, lavar, passar, dobrar, guardar, cuidar da bainha que desmanchou, o botão que soltou, a mancha que ficou.

Eu tinha muito dessa ideia que precisava ter as coisas de estilistas que admirava e, por isso, comprava sem critério; ou quando me identificava com alguma tendência e comprava vários itens para garantir que teria a maior variedade possível; ou ainda, já cheguei a comprar ao menos uma peça de cada coleção especial de C&A que surgisse para dizer que estive ali, como uma pedra fundamental colecionável.

Muitos desses hábitos eu já me livrei desde que comecei a atender, mas esse capítulo foi bacana para sacramentar o que eu já havia percebido. E isso nem se aplicou só nas roupas, mas já coloquei em prática na minha viagem a Praga, onde eu me bastava por admirar tanta boniteza, deixando lá na terra da Bohemia muitos bibelôs, tricôs e lembrancinhas que eu cruzei. Eu gosto de lembranças, mas elas podem permanecer mais intensas na minha vivência. 🙂

Roupas também são adquiridas como se fossem troféus do nosso êxito, da nossa necessidade de pertencimento, de acompanhar a espetacularização até do que deveria ser orgânico, como a moda de rua. Tenho feito esse exercício há mais de um ano, de mergulhar menos nas poses compartilhadas à exaustão, e observar o que de fato é usado em movimento, no calor do dia, entre um ônibus e um metrô. Olha aí os guarda-roupas compartilhados caindo no gosto de quem curte ter variedade no armário sem precisar necessariamente comprar e ter aquela roupa.

Outro capítulo que me pegou pelo cangote foi o que ela escancara que tudo que consumimos tem um impacto ecológico e social, e que nem sempre temos controle das origens e suas informações, por isso a melhor maneira para minimizar isso é cuidar de comprar em pequenos produtores, além de privilegiar itens de segunda mão. Isso eu já aplicava e limei não só o hábito consumo de roupas que eu não gostava tanto assim, como tento pensar mais nas ações dos meus atos pro mundo. Eu falho algumas vezes, mas é um exercício diário e me aflige pensar que muita gente não consegue enxergar isso.

O número de peças ideal varia pra cada pessoa

Fran (a essa altura eu já to muito íntima dessa gringa! hahaha) também coloca que o conceito de suficiente e necessário podem ser bem diferentes e que não existe uma quantidade padronizada, já que cada um tem seu estilo de vida e as suas necessidades. Esse parágrafo me fez dar gritinhos de êxtase, hahahaha! Na época do meu armário cápsula colorido e estampado, eu cheguei a ouvir (ler!) que 46 roupas era um número ainda alto para a proposta.

Ora, esse julgamento é inevitável, mas juro que não entendo quem cerceia a alegria alheia. Ter muita roupa pode ser relativo, se pensarmos que uma saia de paetês é dispensável para quem não é festivo, mas pode significar felicidade para alguém que adora ver um brilho e sonhar antes de encarar busão lotado e um trabalho chato (mas, vá lá: ter mais de 15 só para encher o armário já me quebra hahahha).

Sem falar que eu moro no Hell de Janeiro, que eu suo que nem uma louca, que preciso ter muito mais partes de cima para compor esse armário senão a coisa fica tensa pro meu lado, senão teria que lavar e passar mais as minhas blusas, desgastando mais as fibras e diminuindo a sua vida útil. Portanto, se 46 parecia um número absurdo para quem não vive numa cidade tão quente e úmida, pra uma carioca ou uma piauiense a conta pode fechar redondinha, ou ainda para quem usa o seu armário como acervo lúdico para produções sonhadoras (oi!).

Essa última parte tirou um peso das minhas costas! Longe de mim justificar armário abarrotado (até porque eu batalho para deixar os das minhas clientes bem funcionais), mas penso que devemos compreender que minimalismo serve e muito pra falarmos bem além de números, como, por ex., a origem e cadeia de produção do que consumimos. Serve para estarmos o tempo nos indagando do que possuímos, repensarmos a nossa relação com o consumo e como isso afeta nossas vidas, e com as mídias que nos bombardeiam de publicidade e padrões, se o que temos só funciona para dizer que temos ou se cabe e funciona na vida que levamos.

Do que você gosta realmente? O que te faz feliz? Precisamos tanto de aparências e do novo?

O principal mérito e desafio desse processo, pra mim, é o de arrebentarmos, aos poucos, o entendimento que só cabe ao universo feminino o que é fútil ou em excesso. Serve, inclusive, para repensarmos o contexto em que que o mundo nos coloca, de padrões de beleza normativos e exagerados para alimentarmos toda uma indústria que sobrevive de nos depreciar.

Coincidentemente, a Thais escreveu hoje um post muito bom sobre termos coisas.

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Voltando: liquidações, livros e cozinha!

2017 começou aqui com trabalho e, como todo mundo, eu também estou aproveitando esse iniciozinho para colocar muita coisa em ordem – 2016 passou como trator sobre mim!

Tenho aproveitado esse período um pouco mais tranquilo, meio ressaquento, para colocar as ideias no lugar, descansar bastante e começar um planejamento decente do ano. Em breve vocês vão conhecer também a galera que está me ajudando nesse processo!  🙂

O post de hoje é mais para tirar a teia de aranha, meio na preguiça ainda, então puxa a cadeira que eu só quero comentar e dividir umas coisinhas mesmo, nada demais, já que depois falarei melhor de algumas:

  1. Leitura em dia!

E, repara, nem são livros de moda, eu to focada mesmo é na organização! Tô terminando o livro do meio e, em breve, falarei sobre o assunto minimalismo X ter muitas coisas X necessidade de cada pessoa. Na fila, estão os livros da querida Thais Godinho, o Casa Organizada, e o segundo da fenômeno Marie Kondo (detalhe, nem terminei o primeiro dela, deu preguissss, hahaha)

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2. pesquisa em liquidações

O calor tem impedido de deixar o blog mais criativo (já estamos improvisando aqui, pensando em fotos dentro de casa mesmo), então ir nas lojas não tem sido também uma programação da semana, mas com a chegada das liquidações, eu quero vasculhar algumas para trazer opções boas dentro de um mar de tendências que nem sempre são a nossa cara.

Ontem eu até comentei no stories do instagram que a C&A está liquidando também algumas coleções especiais, como a Dress to e a Iódice.  Muitas leitoras falaram bem dessa da Dress, então acho que pode ser uma boa vasculhar também o site da rede, que tem ainda vários itens dela, como a saia e short da estampa de coqueiros (dá uma olhada lá que tem outras peças com numerações maiores na grade ainda).

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Eu já comprei pelo site deles e foi bem tranquilo. Não tenho mais o mesmo amor pelas coleções (nem vejo mais graça, aliás), mas vai que tem alguém de olho numa saia pro verão ou uma calça pra trabalhar e encontra aí uma opção boa?

3. Ter mais hobbies

Eu cheguei ao cúmulo de parar pra pensar nos meus hobbies ano passado e não veio NADA em mente! Nada, nem ver séries eu tô vendo, não sei quais bandas vieram pra cá, li poucos livros (medo!) e isso me assustou. A casa astrológica em capricórnio gritou e eu fui só a moça trabalhadeira, não pode ser só uma coisa, né?

Então já comecei o ano com a mão literalmente na massa: lembram que eu comentei que adoro cozinhar? Tô empenhada nesse passatempo, tanto que na ceia do dia 31, eu me ofereci para cozinhar para os amigos. O menu foi algo bem simples, penne com pesto de manjericão e frango desfiado, hahahaa, mas eu nunca tinha cozinhado pra tanta gente (oito pessoas!) e no final deu tudo certo! Acho que gostaram. 🙂

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Flagrante do marido: cozinhando, conversando e bebendo uma cervejinha, hahaha

Agora minha próxima missão é comprar panelas boas, bonitas e não tão caras, alguém quer aproveitar para indicar alguma? 🙂

Me aguardem então que eu volto com post de achados, até!

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Visita ao Outlet Premium Rio – um ano depois

Há pouco mais de um eu fui conhecer o recém inaugurado Outlet Premium do Rio de Janeiro, ainda com várias lojas fechadas e compartilhei a experiência. Bom, o Outlet me convidou para uma nova visita, que eu fiz ainda em dezembro, para que eu pudesse comparar o que mudou de lá pra cá e, claro, conferir se está valendo a pena.

Antes de qualquer coisa, acho que “valer a pena” é um conceito muito relativo. Já fui em bazares que a galera passou o rodo e eu não curti nada, por exemplo; nesse outlet mesmo eu comprei por uma pechincha, a minha mala de mão que uso com muito amor em todas as viagens (na Roncato, super leve e linda), então tudo é uma convergência do que você precisa + prioridades + preços realmente outlet – e é nessa questão que eu vou me ater.

Os preços são mais baratos que os das lojas da marcas? São. Mas parece que pechincha mesmo só em bazar de fábrica, então digamos que temos um percentual mais em conta que nas lojas, algumas com peças realmente baratas e outras não. Lembrando que o Outlet fica na saída do RJ, é uma distância boa se você sair da Tijuca, por exemplo, então não é o lugar que você vai toda hora pra dar um confere, a não ser que more perto ou esteja sempre de passagem.

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O Outlet tem estacionamento beeeeeem barato, mas não é um shopping de passeio: não tem cinema nem uma super praça de alimentação, o propósito dele são as compras. Gostei de ter visto alguns quiosques de sorvete e comidinhas no meio do caminho, mas é um espaço aberto, portanto, no calor a sofrência é maior fora das lojas.

Estão atualmente operando com mais de 70 lojas abertas, e achei bacana que, de cara, encontrei uma que não sabia da existência no RJ, a da New Balance (depois soube que tem na Barra, mas essa daqui é a outlet). Com vários e vários modelitos, de corrida a dia a dia, masculino, feminino e infantil, os preços variavam entre R$129 a R$380. Os preços são mais em conta se considerarmos que alguns modelos custam mais de R$600 (!!!!!) na loja virtual, com tênis pela metade do preço do site – que também tem as suas promoções, vê lá.

Gostei de um e levei pra malhar, já que o único tênis que comprei para tal atividade já estava furado, hehe.

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Os modelos sensação do street style das gringas

Na Corpo&Alma – loja que eu curto por ter tamanhos reais, que cabem nas mulheres – as araras estavam setorizadas por tipo de peças, com calças jeans a R$88 e blusas de malha entre R$48 e 68. Os preços estavam legais, bem abaixo das etiquetas das lojas da marca.

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Na Levi’s eu esperava umas calças mais baratas ainda, confesso. Ok, o valor de uma do modelo 501 pode chegar até os R$400, mas os preços que eu vi foram quase os mesmos das lojas na liquidação – mas com muito mais opções, sejamos justas. Um balcão com jeans femininos a R$119 (pra levi’s é bom!), o restante com plaquinhas “a partir de”.

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A BrandsHouse (grupo Ellus, Richards, Salinas, VRoom, Herchcovitch) continua com seu lojão de corredores infinitos de roupas, com araras separadas por tipos de peças, entre masculino e feminino, quase no mesmo esquema da minha primeira visita (ela era uma das poucas lojas abertas na época).

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Vamos falar sobre a Aquamar? Vamos. O que foi essa profusão de roupas brancas pela loja?! Tudo bem que estávamos próximos das datas festivas, mas peraí. Muita coisa repetida, sem graça, pouquíssimas estampas e cores. Os preços eram beeem baixos, com peças a R$29, R$39 até R$59, botas por pouco menos de R$50, mas puxa, tudo igual, como se estivessem ali só para fazer volume 🙁

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Todo o estoque de botas do mundo na Aquamar

A Kippling foi uma marca que me perguntaram na época se tinha inaugurado no Outlet, na verdade ela abriu pouco tempo depois da minha primeira visita. Todas as lojas desse Shopping são muito espaçosas e essa realmente tem uma boa variedade. Não conheço bem os preços cheios dos seus produtos, mas no geral achei um pouco caro, com poucas ofertas-ofertonas.

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Bolsas a R$249

A mala de viagem tinha um preço bem salgado, R$999 – na etiqueta anunciava um valor 300 reais mais barato que o original. As bolsas menores e lancheiras custavam entre R$149 e R$169. São bolsas pequenas, por isso o preço pode não parecer tão absurdo, eu acho.

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Uma outra boa surpresa foi saber que tem loja da Vans! A loja apresenta uma boa variedade, com opções dos modelos clássicos até os estampados modernosos, com preços de R$119 a 200 e poucos. Mais uma vez, são valores que até vemos na liquidação em sites, mas a variedade compensa.

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Fechemos o post com meu confere na Hering de um ano depois. Em relação à primeira visita, achei os preços melhores, apesar de ainda esperar uma baixa maior – regatas R$60 não são assim super ofertas.

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No mais, o Espaço KG se mantém firme e forte, dessa vez com muito mais opções em relação à minha primeira visita. Não tive tempo de provar, mas lembro que o kg das roupas continuava como a melhor opção da loja, vale a pena vasculhar essa parte!

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Além dessas lojas ainda tinha Tommy Hilfiger, L’occitane, Coach, Puma, Nike, My Place, Sunglass Hut e muitas outras oferecendo descontos bons e outros nem tão bons assim. Como eu disse, depende muito da época, do que você realmente procura, e de estar ali próximo. Mas ainda espero sempre preços arrasadores de locais assim.

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