Entendendo mais sobre tecidos

Eu prometi, muita gente perguntou, mas fato é que não tinha conseguido ainda sentar para escrever o post sobre tecidos. Já teve até gente me perguntando qual tipo de tecido seria melhor pra fazer um vestido assim e assado e WOW, galera, aqui me coloco também numa posição de ignorante do assunto, rs! Certamente uma costureira vai poder orientá-las mais sobre tecidos especificamente para cada caso, pois são muitos tipos.

Definitivamente uma das coisas que quero fazer na sequência é estudar mais sobre esse tema. Pesquisar tipos de tecidos, entender mais sobre fibras, processos, qual o melhor para cada estilo de vida, essas coisas. Mas posso dizer que já aprendi muito, já consigo diferenciar tramas sintéticas das naturais, sabem? Sei que muitas devem achar isso uma bobeira, como assim eu não sabia algo tão elementar? Mas quando a gente é alheia a algo, infelizmente não percebe mesmo. Eu chegava na loja, a vendedora falava que era seda e eu acreditava. Agora eu já percebo claramente a diferença no toque; seda é uma coisa de Deus, bem suave, poliéster tem variações na sua trama que o caracterizam mais grosseiramente no toque ou mais sutil.

O que caracteriza essa textura é a diferença entre as fibras: a seda é um tecido feito de fibras naturais enquanto o poliéster é um tecido de fibras sintéticas, ou seja, artificiais.

As fibras naturais são o algodão, o linho, a lã e a seda, todos de origem animal ou vegetal. Eles duram mais e são mais confortáveis. Além disso, não dão cheiro ruim, sabem? O corpo “respira” melhor quando usamos roupas feitas desses tecidos, por eles justamente não esquentarem tanto. A parte ruim é que amassam demais…bom, eu amo linho amassado, acho super chique, mas quem se incomoda com roupa amassada deve odiá-lo, rs.

As fibras artificiais, como viscose, nylon, poliéster, acetato e acrílico secam rápido e não amassam tanto, mas infelizmente não deixam o corpo transpirar direito e por isso dão mais cheiro. Ah! E eu tenho medo de passá-los a ferro, prefiro usar o steamer, assim corro menos risco de perder a roupa. Outro ponto negativo é que dão as famosas “bolinhas” na roupa, deformam mais na costura e desgastam mais rápido, ainda mais nas lavagens.

Para vocês tentarem visualizar as diferenças, algumas fotos do meu vestido de seda Leeloo:

E agora um vestido 100% poliéster, da Andrea Marques para C&A:

Viram? O de seda parece (e é!) mais levinho e o de poliéster, mais rígido.

Por isso ando que nem doida olhando as etiquetas das roupas, aquelas que ficam na parte de dentro, trazendo vários símbolos sobre a forma de lavar e manter a roupa, mas principalmente a composição dela. Se é 100% tecido natural ou sintético ou se tem mistura dos dois. Normalmente, quando vemos alguma peça similar a linho em uma loja de departamento, certamente será uma percentagem como 38% linho, 60% viscose e 2% elastano. Essa mistura que caracteriza quanto vale cada peça – logicamente uma roupa 100% linho deveria custar mais caro, pois a qualidade é bem superior. Já o misturado ter uma textura parecida, alguma flexibilidade (pois tem elastano na composição), mas o toque vai ser menos suave.

Eu não resisti, amei essa, rs:

Assim como as camisas 100% poliéster: não que seja ruim você ter uma, mas não deveriam nunca custar o preço de uma camisa de seda! A qualidade não vai ser a mesma e você não vai certamente conseguir usá-la no calor. A não ser que você queira cozinhar dentro da roupa, rs! Se você mora numa cidade quente o ano todo, é muito melhor investir em camisas de algodão, linho ou até viscose, que não esquentam tanto.

Por isso que quem quiser passar uma imagem mais elegante, como em eventos, festas ou no trabalho, deve investir mais um pouquinho em peças com qualidade, principalmente no tecido. Eles vão garantir uma sofisticação maior! Então pro dia a dia é legal economizar e apostar em roupas de tecidos sintéticos ou mesclados (já que não somos ricas, rs) e quando tiver alguma reunião ou evento mais importante, ter aquelas camisas mais bacanudas, que super dá pra mesclar com calças também de tecido natural ou até sintético (o conceito do hi lo também é essa mistura de peças mais nobres com outras menos!).

E para quem pensa que precisa torrar uma grana com isso, eu digo pra olhar primeiro as pontas de estoque e bazares! Esse vestido 100% seda da Leeloo eu comprei na loja OFF da marca e custou 130,00 – mais barato que muito vestido de poliéster que eu vi por aí!

Agora, quem é mãe e precisa toda hora abaixar e pegar os filhotes, ou vive na correria de trabalho ou viagem e não quer sair amarrotada dos voos, pode e deve ter suas peças sintéticas no armário! O coitado do tecido não é vilão, rs, pelo contrário! Ele pode ser nosso aliado em muitas situações, principalmente no inverno! Peças sintéticas esquentam bem mais, lembram? Podem ser uma boa opção para cidades mais frias ou em viagens no inverno.

O bacana é prestar atenção apenas na adequação da roupa com seu guarda-roupa e suas necessidades! Assim a gente aprende mais uma coisa pra nos ajudar a investir melhor nosso dinheirinho. 🙂

Ah! E aqui uma tabelinha bacana que achei no G1, com o significado dos símbolos das etiquetas!

Para escrever esse post, consultei e aprendi com o post-mãe das gurus da Oficina de Estilo. Lá no blog delas tem tudo explicadinho, por isso transcrevo também essa parte que achei interessante, sobre tecidos planos e malha:

“tudo que tem stretch/elastano tem fio sintético na composição; tecido plano (que não estica) pode ser feito de tecido natural ou de tecido sintético; malha (tecido que estiiiiiica, tipo viscolycra, jérsei, suplex, etc etc etc) pode ter porcentagem de tecido natural, mas é quase sempre muito sintético – aqui tem toda diferença entre tecido plano e malha bem explicadinha!

E pra quem não sabe, periodicamente escrevo, juntamente com um senhor time de blogueiras, para a fanpage da Moderm, marca super descolada de dermocosméticos! E já teve post meu sobre o assunto por lá. Aproveita para ler os outros posts com dicas da galera! 😀

Alguém quer dar mais alguma dica ou compartilhar suas dúvidas? 

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Comentários pelo blog

86 comentários

  1. Marina Conti comentou:

    Oi Ana! Gostei muito desse post. Eu também tenho olhado mais atentamente para as etiquetas das minhas roupas, mas confesso que sou péssima pra nome de tecido… sempre tento aprender, e qdo vejo, já esqueci!!

    Tenho uma dica pra compartilhar com vc e com as leitoras, ainda mais que agora essas camisas de tecido fininho (quase sempre poliéster) estão na moda! Como eu moro em uma cidade quente pra caramba, quando quero usar uma das minhas camisas, sempre coloco uma regatinha de malhinha por baixo, assim não fico transpirando tanto e o suor não escorre pelo corpo (o que é horrível, né?). Pode parecer um tiro no pé, afinal, são 2 peças em vez de uma, mas vai por mim, ajuda mto!!

    1. Carol respondeu Marina Conti

      Oi Marina, a regatinha a que vc se refere são aquelas tipo da Scala/Trifil?

      1. Marina Conti respondeu Carol

        Eu tenho dessas tbm, mas elas servem quando não está tããão calor! Gosto mais daquelas de malha, que são mais fresquinhas, sabe essas malhas de vestido?

    2. suellen bastos respondeu Marina Conti

      por incrivel que pareça moro numa regi]ao superquente e o que mais tem é tecido em poliester arrf

  2. Oi Ana,

    Ia te escrever hj pra te pedir pra escrever esse post. Hj fiquei muito espantada ao ver uma multidão frenética pela coleção de uma marca carioca. A tal marca carioca realmente tem umas peças fofas, que ficam lindas nas fotos, mas quando fui na dita loja semana passada fiquei espantada com o mar de poliester. Nada contra o tecido, sim, ele te vários prós., principalmente quando é poliester bom. No caso dessa loja não era. É um tecido grosseiro q chega a arranhar a pele.

    Então tenho uma sugestão: além de pensarmos nas roupas q já temos, no preço x utilidade da roupa e nos acabamentos vamos tb começar a prestar atenção nos tecidos ? Acho q vale a pena.

    Bjs

    1. luciana respondeu Ana Rodrigues

      O nome da tal marca carioca começa com F, né?
      Vendem chita a preço de seda…

      1. Siiiiiiiiiimmmmmmmmmm !!!!! E fiquei chocada com o movimento sobre a nova coleção ! E tem fãs ardentes que brigam quando vc fala algo contra.

        Vou te ser sincera, tenho várias peçaas da dita marca no armário, realmente curto as estampas de lá. Só que de um tempo pra cá a qualidade caiu horrores. Enfim… uma pena.

    2. Leiloka respondeu Ana Rodrigues

      ah gentem… tem que compartilhar com azamiga… 🙂

  3. Gente, adorei esse post, muitas dicas eu ja sabia, mas confesso que a tabela pra entender a etiqueta facilitou a minha vida!
    Eu sempre leio as etiquetas pra olhar o material das roupas – SEMPRE mesmo! Mania total, e medo de perde-las em uma lavagem leiga…

    A maioria das minhas roupas sao de poliester, e, jesus, como esquentam! rs.
    Mesmo assim, agradeço a facilidade de, muitas vezes, não precisar passar!
    Adorei o post Ana, ótimo conteúdo!
    Beijos.

  4. Eu já cortei o poliéster do meu guarda-roupa, ele fede mesmo! kkkkk

    Já ensinei a todas as minhas amigas a esfregar o tecido da blusa, quanto mais barulho de arranhado fizer, pior é qualidade. Eu já vi muita blusa da Zara sendo vendida por R$200,00 sendo 100% poliéster, e acho isso o fim!

    Uma vez fui numa loja bem rica aqui de Recife e toquei numa blusa que custava R$1.000,00, foi nesse exato momento que eu entendi o porquê do valor. Nunca toquei em algo tão macio na minha vida, ela era de pura seda.

    Como não tenho condições de comprar uma blusa nesse valor, agora opto por COTTON, LYONCEL e VISCOSE. Sempre de olho na etiqueta.

    Beijão!!

    Dani
    @eunaosoumodelo

    1. Paula respondeu Dani Oliveira

      Muito boa essa dica de arranhar o tecido! Mas é arranhar como, com a mão, com a unha, com um pano, com o próprio tecido?

  5. Paula comentou:

    Tbm sempre olho pra composição das roupas, não que eu nunca compre nada de poliéster (quem é que pode fazer isso? Só milionário), mas aprendo a saber se a roupa vale o preço ou se eles querem que vc pague pela marca. Tem muita marca metida a besta aí com roupas 100% poliéster com preço de roupa de linho, de seda… besta é quem compra.

    1. Paula respondeu Paula

      Xará, estava lendo o seu post e me perguntei se eu mesma tinha escrito esse comentário…hahaha. Assino em baixo! Passei a olhar a composição do tecido tem pouco tempo pois nunca comprei levando isso em conta, mas sim se eu havia gostado da roupa. Hj prezo pelo conforto e também gosto de verificar o custoxbenefício da peça.

      Ana, obrigada pelo post, eu fui uma das que pedi e achei até que vc tinha esquecido por conta do problema da coluna. De qq forma não ia te perturbar com isso novamente, afinal leitora dando pitaco na pauta deve ser um saco…rs

      Bjs!

  6. Oi, Ana! Também achei o post super válido, acho que a gente está aprendendo mais sobre o assunto por causa desta facilidade em compartilhar as informações que a internet proporciona.

    Agora, eu preciso confessar que corro das roupas que amarrotam com facilidade. Pode ser seda ou linho, tecido chique, fino… estou fora! A verdade é que eu não sei passar roupa e também não sou uma pessoa contida, sou expansiva mesmo. Este tipo de roupa amarrota em dois segundos comigo kkkkkkk então, eu acho que estou sendo salva pela tecnologia! A única roupa que eu me vejo caprichando ao passar é a farda do maridão, isto porque não tenho opção kkkkkkkkkk

    bjsssss

  7. Flavia Mello comentou:

    Oi Ana,
    E as roupas da Farm, então? Um monte de coisas de poliéster que custam o olho da cara!!!! As estampas são lindas, mas convenhamos que é um assalto….

    Já que você tocou no assunto, tava mesmo pra te perguntar qual steamer você tem. Comprei um portátil na Bed, Bath & Beyond, tava super feliz, mas ele já estragou!!!

    Preciso de um na minha vida, tenho algumas roupas que também não me atrevo a passar a ferro.

    beijos
    Flavia

    1. Paula respondeu Flavia Mello

      E ainda é do poliéster chinfrim, diga-se de passagem.

    2. Ana Carolina respondeu Flavia Mello

      Oi Flavia! O meu é Steamfast, daqueles grandões mesmo! Beijos!

      1. Flavia Mello respondeu Ana Carolina

        Obrigada, Ana! Mas vou tentar um pequeno mesmo….
        Beijos!

    3. Leiloka respondeu Flavia Mello

      eu tenho da Suggar, pequenino, e presta, pode comprar.

      1. Flavia Mello respondeu Leiloka

        Obrigada pela dica! quero um pequeno, nem tenho lugar pra guardar um grandão. Bjs

  8. Gabriela de Curitiba comentou:

    Ana,

    adorei o post e confesso que tenho ficado atenta às composições das roupitchas há algum tempo, principalmente qdo o valor da peça é de 3 dígitos.
    Vi uma tabelinha dessas que vc colocou aí na Tok & Stok em formato de folder. Fica a dica pra que quiser ter uma!
    Bjos

  9. Lilian comentou:

    Na verdade a fibra de viscose é artificial, as demais são fibra sintéticas (“plástico”) como a poliamida e o poliester. A fibra de Viscose é artificial pq é de celulose modificada, é de “casca de madeira” por isso tem viscose de bambu e por isso que ela é macia e se parece mais com algodão do que as fibras sintéticas…..

    1. Ana Carolina respondeu Lilian

      Isso! Viscose é uma celulose modificada, amassa horrores tb, rs!

      1. Juliana respondeu Ana Carolina

        Recentemente, fui apresentada ao modal. Já usou, Ana? Fui procurar saber depois de ver na etiqueta de uma blusa, e descobri que é uma viscose mais tecnológica (pelo que entendi). Diz que guarda a cor vibrante por mais tempo e se danifica bem menos na máquina de lavar do que a viscose convencional, além de facilitar a “respiração” do corpo.

        Eu só liguei pro modal mesmo quando tirei a blusa de dentro do armário, dei uma sacodida e ela mal precisava passar (só a manga, que estava meio “troncha”). Achei uma delícia!

        Já falei dos poliésters num outro post seu, né? Enfim, olho na etiqueta de preço também!

        Sobre a dica da Tatiana, aqui embaixo, faço sempre com as camisetas (minhas e do namorado). O problema foi que tive que comprar cabide infantil, porque o cabide adulto estava deformando meus ombros (sou quase menos do que mignon hahaha). Sempre dou uma sacudida com vontade nas roupas antes de colocá-las para secar, ajuda bastante a não ficar com vincos mais fortes…

        Ah! E ótimo post, Ana! Adoro como você é honesta: dizer que não compra poliéster em hipótese alguma não tá com nada =D

        1. Paula respondeu Juliana

          Tenho um vestido de modal comprando na Renner, é uma maravilha, não amassa nem a pau.

      2. Leiloka respondeu Ana Carolina

        aaai isso que dói na viscose né??? é um tecido tão gostoso, mas amassa tanto…

  10. tatiana gonzalez comentou:

    Não serve pra roupa em loja, mas se você duvidar (em casa!) da etiqueta da roupa e tiver como puxar um fio do tecido, pode testar com uma vela ou fósforo: se o fio queimar e apagar em seguida, sem se esgotar, é fibra natural. Se o fio levantar chama, se retorcer, virar bolinha pegajosa, bom… Então é plástico (e nesse mundo tudo tem petróleo, credo).

    A dica de esfregar o tecido da Dani é bem boa! Com o tempo, a gente acostuma a segurar o tecido e sentir se ele é quente ou frio, minha mãe é craque e sempre acerta, me espanta até. Se for frio, é natural, se esquentar na mão, não é.

    Ah, e pra não sofrer com o ferro nos tecidos naturais, sequem as blusas em cabides. O peso da roupa molhada costuma deixar mais retinha e menos marcada na hora de passar. (Eu não sei quando foi a última vez que passei uma camiseta do namorido!)

    1. Ana Carolina respondeu tatiana gonzalez

      Tatiana, AMEI todas as suas dicas!

    2. Paula respondeu tatiana gonzalez

      Ainda tem essa gente, tem roupa com etiqueta “100% seda” mais dura que roupa de poliéster!! Absurdo!!

  11. Rose Antunes comentou:

    Amei!

  12. Ana comentou:

    E quando a etiqueta diz não lave, faz o quê?! Tenho uma calça que usei pra caramba logo que comprei e na hora de lavar, me deparo com essa etiqueta… Terei que levar para a lavanderia sempre? Alguma dica?! 😉

    1. Ana Carolina respondeu Ana

      acho que sim, Ana! Já dizem que roupa não se deve lavar tanto, né…to evitando, lavar toda hora as minhas peças mais delicadas!

      1. Paula respondeu Ana Carolina

        O problema é quando se mora em um lugar quente e fica com a mesma roupa o dia inteiro, chegando em casa suada. Como não lavar?

    2. Paula respondeu Ana

      Também estou querendo saber o que fazer com a minha calça preta encerada. Parece que depois de lavada a cera diminui e o look “couro” também. Já li sobre uma cera em barra p passar na calça. Não acho que seja a solução ideal (nem sei onde achar isso!), entretanto talvez seja a única saída.

  13. Carol comentou:

    Adorei o post!

    Depois que comecei a ler seu blog passei a ficar psico com as etiquetinhas internas, olho todas agora e tenho evitado o poliéster por causa do calor daqui de Salvador!!

    Beijos!!

  14. Carol comentou:

    Ana, uma coisa que fiquei em dúvida…qdo vc fala que prefere não usar o ferro pra passar o poliéster, é porque é o ferro que estraga mais o tecido?

    1. Ana Carolina respondeu Carol

      isso! ele queima mais fácil com o ferro. Aí eu passo com steamer!

  15. Oi, Ana. Curti o post, bem legal.

    Queria dizer que é possível passar o poliéster a ferro sem problemas, desde que seja do avesso e, de preferência, usando algum produto tipo “passe bem” ou espirrando água mesmo. É melhor do que cem por cento a seco. E é claro que o ferro não deve estar muito quente. Alguns ferros de passar têm até a indicação “poliéster”, mas caso seja por número, use no 1 ou no 2. Comece por um pedacinho mais escondido e veja o efeito, o mais provável é não dar problema nenhum.

    Aliás, digo que prefiro sempre as camisas com algodão e alguma porcentagem de poliéster, são dez mil vezes mais fáceis de passar e desamarrotar do que as 100% algodão, sem a característica de ficarem tão quentes ou fedorentinhas como as que são apenas de poliéster.

    Quanto à viscose, alguém aqui em cima já explicou mais ou menos o que eu ia dizer, que existem sintéticos feitos com fibras naturais de modo artificial, e sintéticos feitos de fibras artificiais. Assim, a viscose está no meio do caminho e é uma boa opção, mas mesmo nesse caso é necessário muito cuidado, pois existem tecidos grosseiros por aí sendo chamados de viscose (leia-se Mixed para CeA) que não passam de chita barata…

    Enfim, o post serve para ficarmos alertas para o valor que pagamos pelas roupas e informadas sobre a durabilidade e características dos tecidos. (Tenho um vestido da Folic em seda pura que custou os olhos da cara, mas que toque é aquele no corpo, gente? Tudo! haha)

    Adorei. Beijocas! 😉

    1. Leiloka respondeu Simone Tressi

      a viscose da mixed para C&A amassa muito! eu tinha comprado um vestido longo e troquei por outra coisa, porque não tinha condição de usar.

  16. Nossa, acabaram com a Farm, rsrs, depois vou espiar a composicao das peças!! Confesso q olho, mas q dessa marca nunca me atentei!!
    Enfim, amei o post!! Bem interessante. Eu trabalho usando jaleco, e uso microfibra, como no consultório o ar gela, nao sinto frio e estou sempre sticadinha!
    Nada é 100% bom ou ruim!
    É lógico q uma roupa de seda, só pelo nome já nos encanta!
    Tem tecidos q só de olhar vc percebe q é um tecido bom, cara d coisa fina!
    Pelo caimento, se for estampada, pelo tingimento da peça…transparência q a peça dá!!

    Gostei das dicas das meninas, tb! É sempre bom aprender algo mais!!
    bj, Ana

    1. Isa Fontes respondeu Silvinha.ba

      Silvinha,

      “As microfibras são fibras finas de tecido. A medida de sua espessura é conhecida como um “Dernier”. Quanto mais alto o dernier, mais grossa a fibra é considerada. Para ser considerada como microfibra, o material deve ter menos de um dernier de diâmetro. Para comparação — uma fibra de seda fina mede 1,25 dernier. Algumas microfibras têm apenas meio dernier. Por serem tão finas, elas podem ser embaladas prensadas em um pequeno espaço. Para conseguir atingir esse tamanho pequeno de fibra, elas são produzidas em laboratório e não na natureza. A base para a fibra pode ser feita pelo homem ou orgânica.” Em suma, o termo microfibra não define o tecido, pois ele pode ser sintético, artificial ou natural e sim a espessura do fio.

  17. Priscila de Curitiba comentou:

    Oi Ana, obrigada pelo post!!!! Achei as dicas super uteis, vou continuar olhando as etiquetas, pois acho que esse detalhes ajudam a realizarmos comprar conscientes, pois sabemos exatamente o que estamos levando para morar com a gente!!!!!rsrsrrs

    Já imprime a tabela dos simbolos das etiquetas e vou começar a lavar minhas roupas com mais consciência tbm!!!!! Bjos

  18. Viviane Moreira comentou:

    Que post bacana! É pra ler sempre e essa tabela é show! Agora todo mundo de olho no tecido e etiqueta das roupas é como ir ao mercado e ficar de olho nos rótulos dos produtos! 😀
    Obrigada querida!
    Bjss
    Vi

  19. Paula comentou:

    Nossa, eu discordo totalmente dos comentários da Farm!

    Eles usam poliéster sim (às vezes tem seda também), mas é tudo de boa qualidade! Sou cliente há muito tempo, e nos últimos anos eles melhoraram a qualidade e minhas peças duram demais! Aumentaram o preço também, mas continuo achando o custo benefício ótimo! E olha que sou bem exigente!

    Na verdade, acho que as peças de lá valem muito mais a pena do que essas coleções especiais das lojas de departamento…

    E quem é bem ligada em moda sabe que a Farm traz as tendências da Europa antes de todas as outras lojas…

    Beijosss

    1. Oi Paula, morrei na Europa um tempo e por isso peguei o hábito de checar os blogs de lá, além de continuar fazendo compras por lá (que é beeeeemmmm mais barato do q aqui). Sou cliente da Farm desde a feira Hype e devo te falar q essa última coleção tá dose de engolir. Tecido vagabundo, poliéster de décima, do tipo q arranha a pele. AMO as estampas de lá e vários modelos. Não tenho nada contra poliéster, na verdade tenho várias peças no meu armário desse tecido, Inclusíve da Farm, mas quando até a vendedora te diz q o tecido tá vagabundo mesmo acho q tá na hora de começar a rever conceitos né ? A marca tem tudo pra continuar lá em cima, é só uma questão de não crescer o olho. Vc não acha ?

      1. Paula respondeu Ana Rodrigues

        Pra que eles vão mudar se mesmo vendendo poliéster de quinta a preço de roupa de qualidade as tontas vão lá e pagam, tudo por conta do auê em torno da marca? Eles querem mais é lucrar, e não estão errados, besta é quem compra.

        1. nossa, nao concordo de “ser besta quem compra”! qdo vc vai a uma loja q pegou fama no mercado, presume-se q os produtos sao de quailidade! eu tb tenho muitas peças farm e até hoje elas tao do mesmo jeito q vieram da loja! bem acabadas, sem desfiar, sem problemas na costura e ja passaram por diversas lavagens…talvez eu “pule” as peças de qualidade automaticamente…

      2. Paula respondeu Ana Rodrigues

        Eu não vi nada dessa coleção ainda, mas vou ficar atenta mesmo se não deu uma caída! A única reclamação que tenho é que antes eu gostava mais das estampas, até uns dois anos atrás… Agora elas estão bonitinhas, mas nada de demais… Tb já fiquei um tempinho na Europa e dá dó demais comprar roupa aqui por causa dos preços!!!

        1. Eu infelizmente continuo curtindo as estampas. As de borboletas estão lindas. Quanto a ter problemas com as roupas tb nunca tive. Mas conto nos dedos de 1 mão problemas q tive com roupas (sem q a culpa não fosse inteiramente minha).
          Pra mim a Farm sempre teve uma característica q me atraiu muito: o jeito inteiramente carioca. Assim como a Totem e suas estampas incríveis. Comprei na Farm e continuo comprando, mas acho bem bacana a marca escutar reclamações. Pq só ficar escutando elogio não é produtivo. Não levanto bandeiras contra nenhum tipo de tecido, só acho q tecido tem q ser bom. Na verdade talvez a minha reclamação seja mais por conta dos preços. Acredito q uma coisa tenha q vir junto com a outra. Quanto maior a qualidade do tecido maior o preço. Justo não ?
          Acho a Farm legal em várias coisas: as lojas são super gracinhas, eles realmente desenvolvem coleções enormes e com poucas peças (ou seja: vc não encontra 1/2 mundo com a mesma roupa q vc). Eles desenvolvem tendencias cariocas (não acho q a marca importe tendencias da Europa, e sim, acredito q eles são criadores de tendencia). Mas continuo falando q nessa coleção eles abusaram do poliester e jogaram os precos lá em cima.

          ps: ter esse espaço aqui pra trocar tudo isso é uma delícia. Obrigada Ana

  20. Mariana comentou:

    Muito bom o post! Parabéns, Ana!

    Só tenho uma observaçãozinha a fazer, sobre o trecho abaixo:

    “tudo que tem stretch/elastano tem fio sintético na composição; tecido plano (que não estica) pode ser feito de tecido natural ou de tecido sintético; malha (tecido que estiiiiiica, tipo viscolycra, jérsei, suplex, etc etc etc) pode ter porcentagem de tecido natural, mas é quase sempre muito sintético – aqui tem toda diferença entre tecido plano e malha bem explicadinha!“

    Na verdade, o fato de esticar, ou não, não tem muito a ver com o fato de ser tecido plano ou malha, mas de ter uma fibra elástica ou não na composição, como o elastano. Ou seja, pode-se ter tecido plano que estica, como o cetim com elastano, e malha que não estica, como o piquet, por exemplo. A diferença da malha pra o tecido plano está na estrutura da tecelagem: a malha possui as fibras em somente um sentido, enquanto o tecido plano possui fibras em sentidos perpendiculares entre si. Fiz um post sobre isso, veja o que acha: http://marisantablog.wordpress.com/2012/09/20/100-200-1-000-fios-o-que-significa-isto/

    Sobre os comentários da Farm, devo dizer que me assusto cada vez que vou àquela loja, não só pelas fibras artificiais, como pela modelagem estranhíssima e o péssimo atendimento (trazer peças P pra uma pessoa G provar é terrível). As estampas são lindas, é verdade, mas a qualidade dos tecidos, acabamentos e modelagem é MUITO duvidosa…

    Beijão!!

    1. li seu post, mari!! adorei!! vc é de salvador, ne?

      1. Mariana respondeu Silvinha.ba

        Sou sim, Silvinha! Que bom que gostou do post, viu que tá rolando sorteio lá no blog?
        Beijão!

  21. Mah comentou:

    Para as meninas que têm medo de passar poliéster, dica simples: NÃO PASSEM!

    Eu lavo as roupas e penduro no varal direto no cabide. (as peças que são de cabide né?! hehe)

    Outra dica: para quem costuma centrifugar as lavagens (meu caso – moro em apartamento e o varal fica dentro da lavanderia ): centrifuguem por pouco tempo ou em velocidade mais baixa, caso dê para escolher.
    Pois a peça amassada que perde muita água não pesa na hora de secar, e seca amassada.
    O ideal é pendurar bem úmida, quase molhada mesmo.

    As minhas camisas de poliéster eu só lavo a mão. Até porque não dá trabalho mesmo, e sou ciente da durabilidade e qualidade do material…
    Passo no amaciante, dou uma torcidinha suave, pego pelos ombos, dou duas batidas no ar e penduro no cabide.
    (quase um ritual, haha)

    ***

    AMEI a dica do tecido MODAL da colega ali em cima!
    Vou dar uma procurada nas lojas e ver se fica bom para fazer camisas.

    Já faz tempo que eu não compro camisas nas Renners da vida. Acho um abuso sem fim cobrar 90 reais numa camisa de poliéster.
    Fico com as do ebay que custam 25 reais….
    E conforme minha vida financeira permitir, passo a investir em tecidos mais nobres 🙂 – e frescos, porque eu sou a personificação da palava CALOR.

    Amei o post Ana.
    Muito esclarecedor!
    (estou lendo o oficina de estilo também! obrigada pela dica)

    Beijos!

  22. Um tecido que me deixa confusa é o tal do poliéster. Eu tenho várias camisetas que dizem ser desse tecido na etiqueta, mas cada uma é totalmente diferente da outra. Uma blusa é mais transparente, outra menos. Uma é fresquinha, outra muito abafada. Uma é mais rígida, outra mais flúida e uma terceira é molinha como tecido de babydoll. Eu fico me perguntando se o poliéster é assim tão “diversificado” ou se eu estou sendo enganada pelas etiquetas. A segunda opção é muito provável, pq eu tenho uma camisa de tecido artificial que tem na etiqueta “mulberry silk”, que seria uma seda nobre. Quando eu li, só consegui rir. hahaha

  23. Adorei o post,Ana! Sabe que eu tenho um blazer da Zara que nenhuma lavanderia aceita lavar? Já rodei o Rio de Janeiro todo e nada, dizem que não pode nem a seco senão vai manchar(ele é branco com lapela preta).
    Sabe de alguma dica além de “se revolta e joga no lixo?”

  24. Luiz Alberto comentou:

    Ana, gostei das informações que li aqui. Eu e minha esposa sempre compramos roupas que são mais fácil de passar e acabamos comprando com mais poliéster e realmente são roupas que esquentam mesmo, ainda mais o local onde moramos Salvador/Ba, aqui o calor é forte mesmo.
    Aprendi bastante aqui e agora sei avaliar melhor os tecidos.
    Valeu Ana forte abraço pra vc

  25. Lara comentou:

    Olá, trabalho com confecção de roupas infantis em tricô, com o fio cótton; a composição do cótton é 50% acrílico e 50% algodão. Por isso, colocamos na etiqueta interna a composição “50% acrílico e 50% algodão”. Porém, cada vez mais, vemos produtos que vêm do exterior com a etiqueta interna 100% cótton, e vi que você postou uma foto com etiqueta 100% cótton. Você sabe me dizer se é possível utilizar essa descrição para produtos produzidos aqui também? Isso é correto no Brasil, com a nossa legislação? Ou então, você teria uma referência ou site em que eu possa pesquisar essa possibilidade? Já tentei na ABNT, mas encontrei a resposta.

    Desde já agradeço

    1. Isa Fontes respondeu Lara

      Lara,

      Cotton em inglês refere-se a algodão, fio, fibra ou tecido do mesmo. Então, se a etiqueta for de um produto importado, significa que o produto é feito somente de algodão (a linha para unir as partes da peça às vezes é de poliéster).

      Já faz alguns anos que resolveram, aqui no Brasil, chamar de “cotton” tecido tramado com fios de algodão e elastano – antigamente a composição era: 92% de algodão e 8% de elastano. Pela minha experiência profissional (na área têxtil e jurídica) sugiro que você mantenha na etiqueta a composição “50% acrílico e 50% algodão”.

  26. Diana comentou:

    Oi Ana,
    Comecei a acompanhar seu blog há pouco tempo e estou adorando! E, do pouco que já li, percebi que sou completamente ignorante em relação ao consumo. Tenho olhado as etiquetas das minhas roupas e vi que algumas vezes paguei fortunas por peças 100% poliéster 🙁 #indignada.
    Obrigada pelos ótimos textos!
    Bjs

  27. Tati comentou:

    Só uma correção. Sintético não é o mesmo que artificial. Artificial é o tecido NÃO natural. E sintético é o material feito a partir da síntese de várias outras misturas. Um não é sinônimo do outro.

  28. danny comentou:

    Oi, Ana poderia me informar se roupas com tecidos de poliéster são quentes ?
    Obrigada.

    1. Ana Carolina respondeu danny

      São sim, Danny! É sintético!

  29. Larissa comentou:

    Ola Ana! Precisava de uma ajudinha… O hospital no qual trabalho, só fornece um jaleco personalizado por colaborador. Mas, esses dias, a menina que passa minha roupa, sem querer “queimou”, ou melhor, o ferro de passar so deu uma pegada, onde o tecido fica enrugadinho e duro. Ah, e nao ficou com aquela cor amarelada da queimadura nao, sabe?! Rs Sabe como faco para recuperar ou minimizar o problema?! Obrigadaaaaaa! Beijoooo 🙂

  30. Ilana comentou:

    Ana, vc tem alguma dica para usar vestido de seda e não amassar tanto?! Sempre que uso vestido de seda fica tão amarrotado no caminho casa-festa, que estou até desistindo de usar! Thanks por compartilhar tantas dicas legais! Bj!

  31. ANDRE comentou:

    ADOREI!!!!!! TODAS AS MINHAS DUVIDAS PARA PESQUISA POLIESTER QUERIA SABER SER NA COMPOSIÇAO ESTIVER 50%POLIESTER 50% VISCOSE MELHORA O TECIDO OU FICA A MESMA COISA

  32. ANDRE comentou:

    ADOREI!!!!!! TODAS AS MINHAS DUVIDAS PARA PESQUISA POLIESTER QUERIA SABER SER NA COMPOSIÇAO ESTIVER 50%POLIESTER 50% VISCOSE MELHORA O TECIDO OU FICA A MESMA COISA .

  33. Diego Henrique comentou:

    Tenho várias camisetas pretas de rock como é o ideal para lavá-las?

  34. Priscilla comentou:

    Ótimo post! Amo seu trabalho! Um dos melhores blogs de moda sem sombra de dúvidas!

  35. Emmanuela comentou:

    Olá, Ana!

    Adorei o artigo!
    Você poderia me indicar um tecido bom para jaleco? Que tenha uma excelente qualidade? Porque vejo muito jaleco horrível por aí, mas não sei identificar os tecidos para comprar para fazer o meu…

    Agradeço desde já!

  36. Agatha Coelho comentou:

    Oá Ana, entrei no seu blog agora e achei o máximo…Eu queria saber qual o melhor tecido pra um conjunto de saia e blazer que não seja ão quente e tão frio mas que dê pra colocar um forro de algodão gostoso. um tecido com aspecto não muito brilhoso, tava pensando numa lã, ou gabardina, sei lá…me ajuda !

  37. Renan Pisi comentou:

    Olá, Ana! Acompanho seu blog há um tempo e adoro. Achei este post super interessante e gostaria de saber se pode me ajudar: existe alguma forma de ‘lacear’ uma jaqueta 100% poliéster? Possuo uma que ficou curta na manga e gostaria de dobrá-la até os cotovelos, afim de minimizar a aparência de roupa apertada, mas o tecido não tem elasticidade nenhuma! Desde já agradeço. Abraços!

  38. renato gomes semedo comentou:

    Gostei de ler os comentários foi um aprender muita coisaa que não sabia.
    vou passar a interessar-me pelo assunto.e Gostei até breve Renato

  39. Josiane comentou:

    Os tecidos de fibras naturais não duram mais, pelo contrário os sintéticos sim são feitos do polímero, um derivado do petróleo e demoram mais de 100 anos pra se decompor

  40. July comentou:

    Oi o tecido suede tem elastano ou não pois quero comprar um vestido pela internet e só tem o m meu busto é 100 e o vestido tem 96cm será que serve ele estica um pouco

  41. Ana comentou:

    Ótimo para saber o destino do nosso dinheiro, para nos atentarmos nas lojas de marca que vendem produtos sintéticos por 4 o 5 vezes o preço do departamento com roupas de qualidade semelhante. Já vi loja de marca vender casaco de poliéster por 1000 reais, sendo que tem jaqueta desse tecido na Riachuelo por 150. – status + qualidade.

  42. Carla comentou:

    Ola
    Comprei um vestido pra usar no 26 de julho em casamento e por se uma estação de frio,onde a cerimonia vai ser no sítio. Então comprei um vestido pelo saite e não vi qualidade do material. Agora após o pagamento fui verificar a qualidade o saite me diz que ele é 92% polister e 8% elastano.
    Sera q esse tecido é muito colado no corpo.
    Att

  43. Neuza Alves S. Silva comentou:

    Minhas blusas de viscose com elastano costuma furar facilmente na primeira lavada mesmo dentro do saco para protege-Lo. Lavo na máquina com outras roupas.

  44. Nantia Micheli Teodoro Gontijo comentou:

    Ana Parabéns, como é gostoso ler esse texto, leve, interessante e nenhum pouco cansativo.
    Estava procurando sobre tecidos e me deparo com um texto simples e objetivo.
    Continue assim.

  45. Bruno comentou:

    Bom dia. Uma jaqueta, dessas que imita couro, cuja composição é 100% viscose também descasca com o tempo igual essas de poliuretano?

    1. Paula Zanini respondeu Bruno

      Boa pergunta, Bruno! Também vim aqui atras dessa resposta. Frustrante comprar “couro ecológico” que de ecológico não tem nada porque não dura

  46. Raisa comentou:

    Um Cardigã de composição 50% acrílico e 50% viscose é macio?

  47. Maria Luiza Da Silva Santoro comentou:

    Ana bom dia,
    Quero comprar uma blusa. Linda da Renner,mais estou meio indecisa por conta do tecido. É em Jersey com poliuretano. Gostaria de saber esse tecido transpira,porque já vi gente usando Jersey e fica com muito suor impregnado no tecido. E queria saber se o tecido não é brega,se estica muito? Se puder me esclarecer a dúvida agradeço.
    Maria Luiza.