O que te deixa frustrada?

Eu lido com várias situações no meu dia a dia do trabalho. Mas nem sempre alguns temas são da minha vivência, e tenho aprendido um monte, trabalhado as ideias e conteúdos para posts e, principalmente, praticado mais a empatia a partir do que as pessoas me contavam, da relação com seus estilos, consumo e autoestima.

black-friday-nova-america

É bem comum nos sentirmos pra baixo com comparações, ausência de referências, olhares julgadores, roupas que não nos servem porque aquela marca não nos quer ali, a cobrança desmedida para atingir um manequim que nem sempre é o ideal para você – pior, por imposição midiática.

Por muitos anos eu fiquei frustrada achando que, por mais que eu comprasse, eu não conseguia achar meu guarda-roupa interessante. Ele era divertido, colorido e irreverente, com muita peça legal, mas não entendia o por quê de não me sentir adequada, como se tivesse sempre faltando algo. Era frustrante 🙁

Eu fui trabalhando esse sentimento e entendendo que as escolhas precisavam ser mais versáteis e que essa construção demanda tempo e autoconhecimento. Hoje eu abro o armário, adoro tudo o que tem ali, e me sinto animada e feliz com a possibilidade de um novo look a partir do que eu já tenho. 🙂

Outra coisa que me frustrava e ainda frustra é a exorbitância dos preços praticados e qualidade que piora a cada dias mais. 🙁 Gosto de algumas coisas, mas desanimo quando experimento e sinto o toque do tecido. Não vale muitas vezes o valor da tag. :/

Como consultora de estilo, fico desmotivada com grade limitada de tamanhos, principalmente os maiores, e a falta de padronização das numerações, com tamanhos G mal vestindo garotas tamanho P. 🙁

Me conta então o que mais te frustra com seu estilo/consumo/moda?

– Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério?

– Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos?

– Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si?

– Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Acredita que só existe qualidade em lojas caras e de marca e isso está longe da sua realidade?

– Preguiça de escolher ou cansada de ver mais do mesmo por aí?

– Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion?

– Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações?

Vamos compartilhar? Desenvolvam as respostas, pode ter textão – eu leio todos! – acompanhado de links, não tem problema. Quero entender onde podemos tirar ideias e alternativas boas para fortalecer esse nosso grupo e deixar todo mundo mais consciente e feliz com suas escolhas <3

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Comentários pelo blog

68 comentários

  1. comentou:

    Bom Dia,

    Seguem as minhas respostas!

    – Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério?

    Invariavelmente sapatos… acho os calçados no Brasil caros e incomodos . Sempre que posso compro calçados fora ( e para a minha surpresa ??? Alguns made in Brasil que não vendem aqui!!!). Modelos mais tradicionais ( não tão modinha ).

    – Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? As vezes me desfaço de algo que não tem mais relação comigo .

    Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos? Tenho o justo e aplico a máxima para cada coisa que entra ( e não está entrando com muita frequencia!) algo tem que sair.

    – Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si? Não gasto muito( mas já gastei!)

    – Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Hoje em dia consigo , mas foi um aprendizado !

    Acredita que só existe qualidade em lojas caras e de marca e isso está longe da sua realidade? Acho realmente qualidade no Brasil cada vez pior ( não tem relação com o preço!!) . Me recuso a pagar uma fortuna por poliester !!! Estas marcas ( tão badaladas!) deveriam ter vergonha de cobrar tão caro , por tanta porcaria !!!

    Não me importo com marca ! Mas o algodão, linho … precisa ser muito bom , a modelagem mais atemporal ( modinha é para desperdiçar ao meu ver!) Adequação ao clima , a idade, ao estilo de vida ,…). Graças ao teu blog ler etiquetas de composição de tecido é sagrado para mim !!!

    – Preguiça de escolher ou cansada de ver mais do mesmo por aí? Não tenho preguiça mas hoje penso muito mais antes de comprar algo .

    – Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion? Uso Tam44 e as vezes até 46 ( modelagem Brasil). Não gosto de roupa justa ( não acho elegante e sou mais gordinha) agora valorizo e muito caimento / tecido . Posso esperar muito e comprar 1 única peça e ser realmente o que eu quero.

    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações? Não , mas com o tempo e referências acho que encontrei o meu estilo e vou redefinindo a medida que o tempo passa . Estou na fase mais gordinha da minha vida adulta e me aceito mais , sou mais segura da minha estética . Não me acho tão bonita mas me sinto mais amada ( por mim e pelo meu marido!).

  2. Vivi Rodrigues comentou:

    O que me tira do sério pela manhã é abrir o armário e ver que as peças que tenho praticamente novas já estão com cara de velhas, a pouca durabilidade das roupas de hoje me incomodam muito. Eu ainda não tenho o closet dos meus sonhos (nem tenho closet rsrsr), principalmente depois que me casei e engordei uns quilinhos, sou alta (1,78), tenho 100cm de busto e visto 44, isso torna uma dificuldade imensa de achar roupas que me sirvam tanto em comprimento quanto em largura. Morro de tédio quando entro em uma loja e me falam: não tenho G esse é tamanho único (e a peça mal cabe um M) ou visto uma calça e o negócio fica lá no meio da canela kkkkk. Pra mim as melhores peças em questão de comprimento são bem mais caras ” de marca” e longe da minha possibilidade financeira mesmo assim muitas marcas não trabalham com minha numeração. Não tenho vergonha do meu corpo, mas as vezes a sociedade joga tanto “P” na minha cara que eu me sinto meio anormal, sei lá, mesmo me achando mais bonita e saudável do que muita magrela que tem por aí kkkkk.

    1. Mari respondeu Vivi Rodrigues

      Nossa! Esse negócio de “tamanho único” é uó!
      Hoje já nem me dou ao trabalho de experimentar tais peças porque sou pequena e elas NUNCA me vestem bem. Sempre ficam enormes em mim.
      Alguém deveria avisar para as confecções que não existe “tamanho único” na vida real! Estabeleçam uma numeração e parem de tentar nos enganar! Rs

      1. Vivi Rodrigues respondeu Mari

        Verdade! Nos comentários pude perceber que o problema não é só os tamanhos maiores como também os menores. Aprendi também que tenho que parar de olhar pro meu próprio umbigo, existem pessoas diferentes de mim com problemas parecidos com os meus.

        1. Ana Carolina respondeu Vivi Rodrigues

          Vivi, muito legal isso de perceber que passamos por muitas questões juntas, né? <3

  3. Ana comentou:

    Minhas duas maiores dificuldades: encontrar roupas pro meu tamanho (1,47m) e condizentes com a minha idade (26 anos, mas não me dão mais de 18). Na parte de cima, visto PP. Por isso, e pelo orçamento limitado, to-das as minhas blusas e camisetas são de fast-fashion. Nas outras lojas elas simplesmente me engolem e parece que roubei a roupa da minha mãe. Tenho a cintura fina, bumbum grande e coxas grossas. Como quase não tenho peito, acho desproporcional (em mim, não me sinto bem) e não abro mão de sutiã push-up (nunca, nem me sinto segura pra sair sem), isso limita ainda mais minhas opões de blusas, porque muitas tem recortes e decotes que ficam grandes e deixam o sutiã a mostra, nem sempre de um jeito legal. Então basicamente só tenho camisetas de meia manga de malha, mangas compridas ficam compridas até demais. Na parte de baixo bainha é lei, além do problema clássico de muitas brasileiras: passou no quadril, sobrou na cintura. Gosto daqueles shorts de comprimento intermediário, nem curtíssimo, nem bermuda. Coisa rara. Difícil alongar a silhueta quando você não gosta de comprimentos micro/mini e não consegue usar salto. Ando de transporte público e tenho a pele muito, muito sensível. Mesmo sandálias rasteiras e sapatilhas me machucam. Sempre uso com 4 daqueles adesivos protetores em cada pé. Ano passado comecei a ouvir que as novas Melissas estavam extremamente confortáveis. Ganhei uma Flox (preta, mais versátil) e desde então só uso ela, e sem adesivo nenhum, um milagre! É um misto de querer fazer valer o preço antes que saia de moda e não querer voltar pros calçados que machucam. Se bem que ultimamente cansei, se me achata, se vai sair de moda, se fica bruta e eu sou tão “delicada e meiga” como dizem… Quero conforto! Por último, o problema mais recente é encontrar uma calça e camisas sociais pra entrevista de emprego, as fast-fashion estão escassas desse tipo de roupa, nas outras lojas tá caro demais e não rola fazer tanto ajuste! Nem sempre fica bom e de novo, tá caro! Vemos algumas marcas incluindo tamanhos maiores (super necessário e ainda muito pouco), mas não tenho muita esperança de ver um movimento como esse focado em nós, mulheres petit, num futuro próximo.

  4. Lídia comentou:

    É fácil responder oq me deixa frustrada!! É o fato de vestir 48 e morar numa cidade(pequena) de 100mil habitantes..ou seja, não tenho muitas opções BOAS realmente! Na vdd, posso dizer que tenho UMA boa opção..isso mesmo!! UMA!! O pior é que cada vez que vou lá, deixo um rim..é a melhor loja plus da cidade..são roupas bonitas, mto boas, mas tem essa questão do preço. Outras lojas tb tem colocado essa grade nas suas araras, mas muita coisa vc vê que parece que foi comprada tipo no quilo sabe. E depois de ler tantos textos seu, estou mais seletiva, mais atenta aos tecidos, acabamento, caimento, etc, o que é ÓTIMO, mas complica ainda mais minha busca, entende?rsrs Ah!!! ainda tem essa questão de que o G não é mais G!! Comprei duas blusinhas de viscose na hering dia desses e tamanho delas é XXG!!! O que é isso minha gente?!! Há um tempo atrás eu era G..e não foi eu q engordei não! Daqui a pouco vou ter que comprar tamanho xhixxljkxxggg???kkkk 🙂

  5. Josy comentou:

    O que me tira do sério é a pouca qualidade das roupas, como trabalho o dia todo não tenho tempo pra lavar tudo que é roupa na mão. Daí depois de 3 lavadas na máquina de lavar a roupa já começa a ficar esquisita. Pra ter uma roupa bem feita com o tecido decente, há que se pagar uma pequena fortuna….como já foi dito uma vez, a banalização dos 100 reais.

  6. Alicita comentou:

    Oi, Ana. Adorei esse espaço pra gente poder chorar nossas pitangas em relação ao closet!
    Tenho tido algumas dificuldades: acho que gasto muito e depois minhas roupas não conversam entre si. Outro dia desses comprei uma calça mais diferentona e percebi que estava faltando umas blusinhas básicas (porém decentes, bom tecido, bom caimento) para fazer par. E é erro meu mesmo, tô comprando algumas coisas erradas. Mas junta-se a isso o fato do meu armário estar cheio de peças, precisando de uma faxina. E a outra coisa é a velha mania de comprar roupa e não usar. Deixar guardada. Achar que é “boa” demais para o meu dia-a-dia/trabalho. Aí o guarda roupa anda mais bem vestido do que eu.
    Outro problema que acho que muita gente nova deve ter é: conciliar roupas de trabalho com roupas de sair. Tenho 23 anos e um emprego formal. Mas saio à noite nos fins de semana para lugares super casuais. Aí invisto em alguns shorts para sair que jamais serão usados no trabalho. E roupa de trabalho não se usa no fim de semana. Acho que erro a mão nessa proporção aí, de onde investir.
    Beijos! E ficarei no aguardo das discussões futuras que sairão desse post desabafo 🙂

  7. Rafaela comentou:

    Ana, eu me sinto como você se sentia há tempos atrás. Tenho muita coisa legal, adoro organizar e fazer “destralhamento” e praticamente só tenho peças que adoro no meu closet… mas tenho repetidas vezes a sensação de que, por mais coisas legais que eu tenha, “falta alguma coisa”, e me sinto insegura sempre. Não acho que seja porque minhas roupas “não conversam”, acho que talvez eu não saiba “conversar com elas”, hehe.
    Da lista de coisas que irritam, duas me pegam pelo cangote:
    1) a baixa qualidade das coisas no Brasil, especialmente das marcas caras pra caramba! É camisa de 300 reais que encolhe mesmo LAVANDO À MÃO, costuras que se desfazem com um único uso, dentre outras.
    2) a pressão da mídia em relação ao tamanho/formato dos nossos corpos. Tenho 1,68 de altura, peso 60kg e uso 38, mas sempre fui bem mais magra que isso (é o peso dos 30 e muitos que trouxe, além de experiência, um pouco mais de “peso” também), mas me pego “me achando gorda” várias vezes!
    Queria te agradecer pelo espaço e pelas discussões LINDAS que propões no teu blog, especialmente sobre repensar qualidade, quantidade, prioridades e sobre como podemos (nos)descobrir e (re)descobrir a moda para que sejamos mais felizes! Um beijo!

  8. Rafaela comentou:

    Ana, eu me sinto como você se sentia há tempos atrás. Tenho muita coisa legal, adoro organizar e fazer “destralhamento” e praticamente só tenho peças que adoro no meu closet… mas tenho repetidas vezes a sensação de que, por mais coisas legais que eu tenha, “falta alguma coisa”, e me sinto insegura sempre. Não acho que seja porque minhas roupas “não conversam”, acho que talvez eu não saiba “conversar com elas”, hehe.
    Da lista de coisas que irritam, duas me pegam pelo cangote:
    1) a baixa qualidade das coisas no Brasil, especialmente das marcas caras pra caramba! É camisa de 300 reais que encolhe mesmo LAVANDO À MÃO, costuras que se desfazem com um único uso, dentre outras.
    2) a pressão da mídia em relação ao tamanho/formato dos nossos corpos. Tenho 1,68 de altura, peso 60kg e uso 38, mas sempre fui bem mais magra que isso (é o peso dos 30 e muitos que trouxe, além de experiência, um pouco mais de “peso” também), mas me pego “me achando gorda” várias vezes!
    Queria te agradecer pelo espaço e pelas discussões LINDAS que propões no teu blog, especialmente sobre repensar qualidade, quantidade, prioridades e sobre como podemos (nos)descobrir e (re)descobrir a moda para sermos mais felizes!

  9. Maristela Lorensi comentou:

    O que me tira do sério é a falta de opções para tamanhos maiores. No meu armário tem roupas do tamanho 48 até 56 e raros são os modelos que realmente tem bom caimento. A falta de opções, a baixa qualidade dos poucos modelos existentes, estampas de gosto bastante duvidoso, modelos que não valorizam nada e os preços absurdos desanimam qualquer uma. Não tenho vergonha do meu corpo, mas gostaria de me vestir com mais elegância e com tecidos nobres, mas o mercado plus size está tomado por malhas e tecidos que depois de algumas lavagens simplesmente se desintegram e pior… temos que comprá-los a preço de ouro.

  10. Bruna comentou:

    Oi Ana! Confesso que os textos aqui do blog me ajudaram muito a repensar meu consumo, meu estilo e, com isso, fico bem pouco frustrada ultimamente (mas olha, foi um longo processo, pq eu cheguei a gastar muito dinheiro com roupa que não me favorecia, que não tinha nada a ver comigo, compra compulsiva mesmo). Eu acho que as peças que eu tenho agora conversam bem entre si, e as que não conversavam já saíram do armário. Ainda tenho uma ou outra peça meio perdidas, e isso me deixa meio tensa porque acho que contribui para um armário cheio de coisas (e eu quero muito deixar de acumular roupa!). O que me deixa muuuito frustrada é a dificuldade em comprar roupas de cima (blusa, camisa). Eu sou magra, pouca barriga, visto 38 na parte de baixo, mas tenho seios grandes e ombros largos, e é super difícil encontrar peças legais de cima. Não gosto de nada apertado, cropped, decotão, tipo super sexy (pq não tem nada a ver comigo e um pouco por vergonha de chamar atenção também). O resultado? Tenho muita calça, short e saia e pouquíssima blusa. Não uso muito estampado porque acho que não combina mais comigo nem com a cidade onde vivo (sou carioca e moro em Buenos Aires), e comprar roupas no Rio que não tenham estampas e tenham alguma bossa é bem difícil. Tb acho tudo muito caro (no Rio e em Buenos Aires ainda mais) e a qualidade péssima, e prefiro ultimamente comprar roupa em brechó ou lojas de autor (acabo sendo fiel a algumas poucas marcas, e aqui em Buenos é quase o mesmo preço que uma peça da Zara, por exemplo, então acho super vantagem). Mas a real mesmo é que nem precisava comprar mais nada porque tenho coisas demais. E, bom, tenho receio de chamar atenção por causa de roupa (na rua, no trabalho) e já deixei de usar roupa por isso. Já me desconstruí muito, amo meu corpo do jeito que é (me levou anos pra chegar até aqui!) mas algumas amarras ainda estão aqui rondado a vida. Eu acredito muito nesse trabalho coletivo de conscientização e de mudanças, que bom vc proporcionar esse espaço de discussão aqui. Beijos

  11. Paula comentou:

    Ana do céu!!! Adorei o espaço e o texto! Muito bom poder compartilhar essas “insatisfações”!! Vamos lá então:

    – Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério?
    Concordo com a Fê que respondeu “sapatos”! Realmente, tenho vários pares, mas acabo usando sempre a mesma sapatilha que praticamente anda sozinha… Rsrsrs…
    Também tenho dificuldade de comprar calças jeans. Como moro no Nordeste, acabo usando muitas saias e vestidos devido ao calor.
    Outra coisa que me irrita também são peças que amassam sozinhas. Tipo eu passo antes de guardar e na hora de vestir parece que precisam ser passadas de novo…

    – Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos?
    Sim, admito que tenho roupas demais. Venho trabalhando isso e já consigo comprar muito menos (normalmente em viagens, por uma necessidade momentânea..). Sei que isso dificulta e venho desapegando aos poucos. Por ser um hábito antigo, tenho me permitido fazer aos poucos, “devagar e sempre”.

    – Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si?
    Já gastei. Há pelo menos um ano e meio praticamente não tenho comprado roupas. 😀

    – Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Acredita que só existe qualidade em lojas caras e de marca e isso está longe da sua realidade?
    Não acredito que existe qualidade em lojas caras. Sei que tudo é bem relativo e acho abusivo o preço cobrado por certas marcas.

    – Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion?
    Visto 38. Normalmente não tenho problemas com a largura das peças, mas às vezes tenho com o comprimento. Não sou alta (1,64 cm), mas já aconteceu de perder vestidos e/ou ter que transformá-los em saias por terem encolhido na lavagem e ficarem curtos (os da Hering por exemplo…).

    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações?
    Já tive bem mais vergonha do meu corpo. Atualmente tento me cobrar menos. É um processo difícil…

    Vamos compartilhar? Desenvolvam as respostas, pode ter textão – eu leio todos! – acompanhado de links, não tem problema. Quero entender onde podemos tirar ideias e alternativas boas para fortalecer esse nosso grupo e deixar todo mundo mais consciente e feliz com suas escolhas <3
    Obrigada pelo espaço e pela paciência!!!
    Adoro o seu blog!
    Parabéns!

  12. Carol comentou:

    Nas lojas o que mais me incomoda é comprar partes de baixo, uso 34 e em algumas como fast-fashion como Riachuelo e Pernambucanas a numeração começa no 36, além disso sempre quando vou comprar tem poucas opções, ou tem opções mas vou experimentar e mesmo assim fica largo, nunca consegui comprar uma saia justa ou vestido colado. Também me sinto muito infantil com a maioria das peças, quase nunca consigo passar uma imagem de adulta, não sei explicar.
    Outra coisa mais recente que vem me incomodando é que o tamanho do 34 diminui muitooo, imagino que isso também seja desgastante pra quem usa tamanho maior, acho que a falta de um tamanho padrão para cada numeração atrapalha bastante.
    SIM, eu tenho noção de quem usa tamanho maiores são ignorados na maioria das lojas, mas está é a minha experiencia.

    Quanto ao meu ármario, tenho poucas peças, quase todas se coordenam entre si, mas sinto falta de peças chaves em boa qualidade e tenho muita dificuldade de combinar as peças de modo diferente, não usar sempre do mesmo jeito.

  13. Pâmela Lenoir comentou:

    O que me deixa frustrada é não ter dinheiro para comprar roupas. Estou em uma fase que preciso colocar os estudos em 1º lugar e dinheiro é algo que não estou ganhando. Por esse motivo, preciso planejar muito bem no que investir e quando investir, e roupa é algo que acabo deixando por último, por mais que eu ame. Não vejo a hora de poder comprar as coisas que realmente quero.

  14. Aline Oliveira comentou:

    O que me frustra bastante são os tamanhos despadronizados! Vc se identifica com a loja mas não consegue comprar por simplismente, no meu caso o G não vestir G! Então vc tem que fazer compensações e seguir linda e bela com o que lhe cabe. Triste é claro!rs

    1. Aline Oliveira respondeu Aline Oliveira

      Lembro de uma situação de entrar na Equatore , me apaixonar por uma calça, ter o dinheiro e não comprara pois numeração deles não passava do 42! Nesse dia eu chorei.

  15. Patricia comentou:

    O que mais me irrita é a falta de tamanhos grandes nas lojas. TODOS os tipos de loja. Das mais baratas até as mais caras. Tenho 1,81 de altura e visto 42 não deveria ser muito difícil, mas é. Calça é sempre um sofrimento. E soutien tamanho 44 bonito? As marcas simplesmente ignoram. Todos com cara de soutien de amamentação. É sofrido. Minha filha calça 40/41 e também é um parto encontrar um tenis para uma menina adolescente nessa numeração. Não me conformo que em 2017 se alguém (menino ou menina) que goste de rosa não encontre nem uma sandália de dedos no número 41. Espero que a moda sem genero cubra essa lacuna.

  16. Carol Magnani comentou:

    Ana, q ideia legal de abrir esse espaço para falarmos. Eu acho que para mim o que mais me frustra é a minha identidade visual mesmo. Não sei se consigo explicar, mas parece que eu tinha um estilo até os 25 anos (me sentia mais menina). Daí passei a trabalhar em lugares mais formais e perdi. Pronto, perdi! Não sei me vestir mais. Não compro roupa mais pq gosto, só pq preciso. Não gosto de quase nada do q coloco. Sem contr q engordei 10 kg nos últimos 10 anos e não consigo vestir bem esse “novo corpo”. O lado bom disso é q não gasto quase nada com roupa. O lado ruim é q nunca to feliz com o q visto. Então, fico só no jeans e camiseta… 🙁

  17. Júlia comentou:

    O que mais me frustra é a dificuldade em achar peças atemporais de qualidade e, além disso, achar básicos bem feitos. A maioria das peças parecem ter uma firula desnecessária, uma renda que não precisava estar ali (vejam as roupas da Hering, gente!!) Li no Oficina de Estilo que às vezes o mais difícil é atingir o simples. Clássico é o que transmite a melhor informação com uma racionalização de recursos, esse é meu estilo, e tenho dificuldades em comprar.

  18. Ana comentou:

    Olá! Ótimo post. Acompanho seu blog e amo a sua iniciativa de que moda e estilo não é comprar o que todo mundo está vestindo. E nem ter que pagar caro para parecer igual todo mundo.
    O que ainda me frustra é a sensação de não poder ser eu mesma. De ter que seguir um padrão. De não poder usar meus tenis e rasteira em paz.
    Mas você me inspira neste sentido.
    Ainda tenho muito a evoluir na hora de comprar. Amo estampas e acaba me faltando peças lisas para compor. Mas um dia a gente chega lá.
    Beijo grande!

  19. Biessa comentou:

    Eu tenho bastante quadril. Uso tamanho 44 e 46 e é muito comum eu nao caber nas roupas nas lojas. Acho que eu me sentiria muito melhor com meu corpo se encontrasse roupas que me vestissem bem.

    As vezes me frustro pq uma peça 44 ou 46 nao me cabem, mas aí eu lembro que isso é só um numero, que nao sou eu que estou maior, se tiver o 48 e couber eu levo. Mas na maioria das vezes nao tem.

  20. Biessa comentou:

    Ah me incomoda tb nao achar calças que nao sejam skinny!

  21. Lenise Marques comentou:

    Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério?
    A falta de espaço que tenho, minhas roupas mal cabem no armário e isso me tira do sério, conclusão: visto quase sempre o que está por cima sem pensar muito.

    – Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos?
    Acho que tenho roupas demais que gosto pouco e tenho medo de me desfazer do que não uso e me arrepender.

    – Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si?
    Não gasto muito, mas as vezes compro sem pensar muito bem e acabo não usando a roupa nova por ela não vestir bem ou não condizer com meu estilo de vida. As vezes compro algo porque vou para a praia e a peça faz sentido lá e quando chega aqui ela n orna com nada.

    – Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Acredita que só existe qualidade em lojas caras e de marca e isso está longe da sua realidade?
    Consigo juntar dinheiro e normalmente invisto em sapatos e bolsas bons, roupas eu nem ligo tanto.

    – Preguiça de escolher ou cansada de ver mais do mesmo por aí?
    Muito cansada de ver mais do mesmo, tudo sempre igual e muito modinha, nada que sempre esteja na moda e tenha qualidade, que dure e tenha preço que valha a pena.

    – Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion?
    Adoro as fast fashion, mas elas quase sempre me deixam frustada por sempre parecerem que se eu vestir alguma coisa de lá vou ter que ir a algum festival de música.

    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações?
    Não tenho vergonha do meu corpo, mas estou numa fase de faculdade e não trabalho, então minhas roupas são bem básicas, dia a dia mesmo.

    Espero ter ajudado Ana! Beijos

  22. Sindy comentou:

    Oi Ana! Mais uma vez, parabéns pelo trabalho! Comento pouco aqui, mas acho que teu blog é um dos que faz a diferença na vida da pessoa!
    O que me tira do sério:
    – estar sempre usando uma roupa com “a mesma cara” apesar do esforço / não conseguir fazer meu armário render tudo que ele pode. Consegui já diminuir bastante meu consumo, mas ainda tenho a sensação de insatisfação com o resultado final
    – medo de escolher uma combinação diferente e acabar parecendo um anúncio de tendências
    – não conseguir me organizar com antecedência pra pensar o look e acabar saindo ” assim mesmo que já ta bom”
    – tecidos fluidos puro poliéster! Afffff
    – a frustração de não encontrar roupas longas ou elas encolherem pq o tecido não foi preparado antes da confecção (tenho 1.85)
    – a inexistência de sapatos bonitos tamanho 40 e sem saltão (tirando a crítica que todo mundo faz achando que tenho vergonha da minha altura…Gente, eu só quero ficar confortável…em festas principalmente!!!)
    Beijos

  23. Thaís comentou:

    O que me irrita é sair pra comprar alguma peça, e ter sempre “mais do mesmo”. Esse dias saí pra comprar um vestido e senti uma imensa dificuldade em achar alguma coisa “diferente”. Fora a chuva de poliéster no calor do RIO.

  24. Andrea comentou:

    Mudei muito meu estilo. Ainda não sei bem o que gosto de vestir, mas me identifico com seu estilo, Ana
    Peças mais retas, conforto. Essa é minha vibe. Só que gosto de coisa cara, boa, que dure. Não curto modinha. Quero me vestir como gosto sem gastar rios de dinheiro, que seria a proposta original do seu blog

  25. Eve comentou:

    você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram… Quase isso. Vou falar de lingeries, de sutiã na verdade. Me sinto frustrada com as confecções no Brasil. Ainda não aprenderam que ter peitos grandes não significa ter costas largas.
    Não entendo qual a dificuldade de fazer sutiã com duas medidas, como nos outros países, e como a marca Liz faz lindamente aqui no Brasil. Só que a Liz tem os preços meio salgadinhos (qualidade ótima) e nem sempre se encontra com facilidade quem mora em cidade interior como eu.
    Esse tema SEMPRE me deixou frustrada, as confecções criam um estereótipo, se você tem peitos grandes é porque é gordinha e tem costas largas, se seus peitos são pequenos você é magra e tem costas estreitas. É muita ignorância…

    1. Paula respondeu Eve

      Bem lembrado, Eve!! O sutiã também é uma coisa difícil de achar sem ter que desembolsar um rim…

      1. Fernanda respondeu Paula

        Perfeito!!! Sutiã bom mesmo custa um rim! O meu problema já é o oposto da colega, tenho pouco seio, taça A. Tenho muita dificuldade de achar um sutiã que não fique “sobrando” na taça. Agora estou amando os sutiãs sem bojo e aro em formato triângulo pois, acho que vestem melhor quem tem poucos seios.

  26. Re comentou:

    Posts colaborativos são um encanto <3 Acho que no fundo todas gostam de ser um pouco autoras também 🙂
    Vamos lá…

    – O que me tira do sério em relação às roupas é quando sinto cheiro de exploração: das consumidoras que pagam por coisas cada vez mais descartáveis e muito mais grave: do trabalho em péssimas condições das pessoas que produzem as peças. Daí procuro contornar isso investindo em marcas responsáveis e principalmente em brechós.

    – Faltam-me algumas peças que eu gostaria, mas gosto da sensação de ir conquistando-as aos pouquinhos.

    – Tá difícil sim juntar dinheiro pra investir em uma peça boa… Mas felizmente os brechós tão aí pra dar uma força.

    – Cansada de ver mais do mesmo por aí: sempre

    – As marcas têm economizado tanto em tecidos que a maioria dos vestidos curtos ficam curtos demais em mim 🙁 Nem adianta me empolgar muito e nem sou alta assim: 1,69

    Também tá faltando muito tecido bom, costura boa, corte bom, enfim, qualidade decente nas roupas (e acessórios).

  27. Luci comentou:

    Ana acompanho sempre seu blog, mas não comentava. Aproveitando que você abriu este espaço, vou dizer: nem quando era magra demais achava roupas que ficassem boas, parece que nunca a indústria da moda entendeu que no Brasil as pessoas tem corpos muito variados, principalmente as mulheres. Somos a mistura de vários povos. Meu corpo por exemplo não se enquadra em nenhum daqueles modelos (ampulheta, triângulo etc). Tenho 1.47 pernas e braços finos mas com um bumbum empinado e grande para trás , barriga saliente só que com cintura afinada nas laterais e nas costas, seios tamanho 44. Sentiu o drama? Então não consigo que as roupas p caibam e nem as maiores, sobra em uns lugares e faltam em outros. Outros pontos são a qualidade e preço. Moro no Distrito Federal, aqui roupa de qualidade tem valor muito elevado e mesmo assim não há garantia de que vai ficar perfeita. O jeito então é esperar liquidação ou torcer para encontrar peças boas e baratas nas lojas de departamento. A última vez que fui no mês passado tentar encontrar uma calça para trabalho fiquei decepcionada, fui em 5 lojas, provei mais de 4 calças e saias em cada uma e nada serviu! As roupas estão cada vez mais estreitas e com comprimentos que só vestem quem é muitoooo alta. Absurdo.

  28. Jeanne Cunha comentou:

    Oi Ana, infelizmente tenho várias frustrações. A pior é a cobrança excessiva que a mídia e as marcas nos fazem pelo corpo perfeito, uma realidade inatingível pras mulheres trabalhadoras normais. Tenho a sensação que praticamente todas as peças das lojas são feitas pra um determinado tipo de corpo, das modelos que vestem como um cabide e das mulheres que colocaram silicone.
    Tenho ombros largos, seios pequenos e é muito difícil achar uma blusa ou vestido que não tenha decote generoso. Nao uso blusas sem sutiã, me sinto mal, me sinto exposta. Mas em determinadas marcas, a maioria das blusas não permite o uso de sutiãs. Como assim?
    No último verão vi várias lojas com vestidos com recortes na barriga. Não acredito que pensaram aquelas coleções pra mulheres de verdade!
    Outra grande dificuldade é achar camisetas básicas, lisas, com malha de qualidade e com preços dentro da realidade.
    Sinto também dificuldade em aproveitar as roupas do trabalho pra passear. Meu trabalho não permite roupas rasgadas, curtas, decotes e sandálias muito abertas. Acabo separando as roupas de passear das de trabalhar e sinto que não exploro todo o potencial delas.
    Um outro problema está numa mania minha de guardar as roupas pra ter sempre alguma peça mais nova no armário pra uma suposta “ocasião especial”. Resultado: deixo de usar bastante a roupa e, quando me dou conta a peça já está liquidando pela metade do preço ou a estação já mudou e a peça vai ficar encalhada!
    Aproveito pra parabeniza-la pela iniciativa. Forte abraço.

  29. carolina comentou:

    vim comentar depois de dar uma boa olhada no meu “closet” (que nada mais é que um armário de 3 portas + uma cômoda de 4 gavetas – o que automaticamente responde à pergunta do closet dos sonhos com um não ;)).

    o que mais me tira do sério é “ter que” gastar tanto para ter um guarda-roupa que me faça feliz. e olha que ele é pequeno! eu tenho pouca roupa hoje em dia, mas já comprei muito. depois dos trinta, fui refazendo meu estilo aos poucos, e me vestindo mais de acordo com minha idade e com meu estilo de vida. estou satisfeita, mas a que custo (literalmente)! ainda gasto bastante, mas acho que o guarda-roupa está mais coerente. como tenho a sorte de poder investir um pouco mais, acabo um pouco menos suscetível aos modismos (sei como as fast-fashions podem ser massacrantes com as tendências, já passei por isso). mas é cansativo sim ver tanto mais do mesmo por aí.
    tenho relativa preguiça em escolher – e sempre, sempre me arrependo quando monto o look no piloto automático, o que expõe o meu calcanhar de aquiles: e muito fácil eu me sentir sem graça, que falta aquele “tchan”, sabe? não tenho problema com tamanho, fora uma leve questão com os peitos (sou miúda e com frequência preciso ajustar regatas, e nem todo vestido me serve bem em cima) e a onipresente relação quadril/cintura (miúda mas com quadril, o que me deixa com dificuldades para comprar calças jeans e mais ajustadas; hoje prefiro as modelagens mais largas, bastante por praticidade, mas também por estilo). mas sei que a indústria é muito cruel, principalmente com tamanhos grandes. e existem sim essas marcas em que o G mal veste um P.
    não tenho medo de “escolhas erradas” propriamente, mas não sei fazer exatamente as certas, haha! me ajuda!
    uma última questão sobre preços absurdos: nunca mais comprei roupa de malha, porque estão caríssimas e não valem a pena! vc já fez esse estudo de caso?
    um beijo!

  30. Gabi comentou:

    Ultimamente tenho achado mais difícil encontrar roupas que eu realmente goste e combine com meu estilo de vida (ando muito de ônibus, não posso usar roupa muito curta, decote e não consigo usar salto alto #dresscode, e parece que agora no verão ficou mais difícil montar o guarda roupa nessas características. Quando se fala de roupa de verão para trabalhar, entro na loja e o que vejo são roupas lindas para usar no findi, na praia e não no dia a dia.

  31. O que mais me deixa frustrada é que as vezes escolho uma roupa e não tenho um sapato legal pra fechar o look, como por exemplo hoje estou usando um vestido estilo cinquetinha, preto com poás bordô, e não tenho nenhum calçado que fica bem com ele (pelo menos não consigo imaginar) tenho uma sandália preta, mas ela é muito robusta não combinaria com a delicadeza do vestido, nem pra quebrar a delicadeza dele não ficaria bom, então escolhi um mocassim preto mas mesmo assim estou meio insegura

    1. Mari respondeu Thais Schmitz

      Eita! Isso acontece comigo!
      Também acho que meus sapatos não ornam com minhas roupas!
      Quando tô assim acabo usando minha sapatilha nude que já tá detonada… aí que não orna mesmo! hahaha

  32. Andréa comentou:

    Bom dia! Que experiência interessante, Ana, participar deste debate. Bem legal 😉
    Vamos lá:
    – Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério? Eu moro em Curitiba. Quando eu penso em vestir uma roupa e não dá certo porque está mais frio do que imaginava, fico passada.

    – Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos? Tenho a quantidade que gostaria e uso tudo que tenho, Tudo!

    – Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si? Não gasto muito, procuro comprar as peças mais caras quando entram em promoção.

    – Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Acredita que só existe qualidade em lojas caras e de marca e isso está longe da sua realidade? Isso não tem nada a ver comigo. Tenho um valor máximo que “ouso” pagar em tudo que compro, não ultrapasso esse teto.

    – Preguiça de escolher ou cansada de ver mais do mesmo por aí? Cansada de ver mais do mesmo por aí.

    – Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion? Se a loja não tem meu tamanho, ela não me quer. Eu não quero quem não me quer.

    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações? Não tenho vergonha de nada.
    Beijo

  33. Kelly Vicente de Freitas comentou:

    Aninhaaaaa, você não está sozinha! Sorryyyyyy! Eu vi seus snaps agora, e, apesar de ter lido o post no dia que entrou no blog, eu ainda não tinha tido tempo pra responder.
    Primeiro: eu amo o blog! Sério, amor do tipo único blog que eu acompanho, sério! Não consigo mais acompanhar as blogayras rycas, acompanho alguns Influencers no snap e insta, mas blog mesmo, este é o único que eu acesso, pelo menos duas vezes na semana.
    Segundo: Obrigada! Você me ensinou a ser mais consciente, e apesar de ainda não conseguir coordenar e aproveitar ao máximo meu guarda roupa, diminui meu consumo consideravelmente, e descobri quanta coisa repetida eu tinha, e ainda tenho, no meu guarda roupa.
    Mas, vamos ao que interessa, as minhas frustrações.
    Roupa de qualidade por um preço acessível. Não sei se é porque moro fora de uma região metropolitana, mas na minha cidade não consigo achar peças com bom caimento e, mesmo assim, ta tudo caro. Outra coisa que me incomoda é que não consigo achar peças atemporais, as lojas estão todas voltadas pra modinhas, eu to procurando uma calça flare jeans mais escura tem um ano (achei uns modelos na Hering, mas ia ter que mandar mexer, então deixei pra lá), jeans é uma coisa que não curto comprar pela internet. É frustrante, porque se está na moda metalizado, até os artigos de cama, mesa e banho tem pegada metalizado, abacaxi, a mesma coisa. Isso cansa. O que era pra ser legal, divertido, passa a te enjoar. Eu tenho um tênis metalizado, que não consigo usar, as vitrines da lojas de sapato da minha cidade só tem metalizado, to esperando a modinha passar pra voltar pro meu tênis mega confortável.
    Padronagem também é bem irritante, deveria ter uma lei obrigando todas as marcas a usarem os mesmos padrões, assim seria muito mais fácil, ajudaria até nas compras online. Ah, nem preciso falar que sou coxas e quadril tam 42 e cintura 40, então tenho duas caixas de cinto, rs!
    Outra coisa ruim em cidade pequena é que todo mundo conhece todo mundo, ou pelo menos já ouviu falar, então quando a gente chega lá loja e tem uma cliente fixa lá, esta é super bem atendida, e pra você é dispensado um meio sorriso com um “pode ficar a vontade”. Como vou ficar a vontade se você ta paparicando a outra moça e não me da espaço pra perguntar se tem minha numeração em um modelo específico. Isso é bem chato, e é meio o que a sua aluna disse, se você não chegar na loja arrumada e balançando a chave do carro, o povo não liga muito.
    Acho que é só isso.
    Obrigada pelo blog, obrigada pelo carinho e pela conscientização.
    Tenha certeza que seu trabalho mudou muito meu olhar sobre moda, roupa, conforto e, principalmente, sobre consumo.
    Muito Obrigada!

    PS: Amo suas sugestões de botecos, só estive no RJ uma vez, e apesar de hospedada na Tijuca, só conheci a Zona Sul :s Que arrependimento. Queria ter te conhecido antes dessa viagem.

    Beijão.

    1. Ana Carolina respondeu Kelly Vicente de Freitas

      Sua lindona! Um beijo enorme, quero te ver na Tijuca na próxima vez!

  34. Carolina comentou:

    Oi, Ana!
    Adorei a possibilidade de interagirmos, rs, vou deixar minhas opiniões:

    – Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério?
    A minha dificuldade é pensar em combinações diferentes com as roupas que tenho. Às vezes tenho a impressão que as peças não conversam muito entre si e acabo sempre montando os mesmos looks.

    – Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos?
    Sei que não tenho muitas roupas, mas são mais do que preciso, visto que toda semana acabo usando sempre as mesmas.

    – Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si?
    Não gasto muito, mas tenho, sim, essa dificuldade de combinar as roupas.

    – Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Acredita que só existe qualidade em lojas caras e de marca e isso está longe da sua realidade?
    Não tenho muito dinheiro para investir em roupas. Tenho muita vontade de comprar em lojas que aparentam ter melhor qualidade (por exemplo, a basico.com), mas acho o valor impraticável. Consigo enxergar qualidade em peças mais acessíveis (algumas da hering, por exemplo), mas aí também esbarro em outras questões: será que a marca usa de trabalho escravo? Será que a marca tem consciência ambiental? E etc.

    – Preguiça de escolher ou cansada de ver mais do mesmo por aí?
    Não tenho preguiça de escolher, mas acho a moda complicada, sempre tem um surto de coisas que todos estão usando e confesso que gostaria de usar, mas ao mesmo tempo não queria ficar igual a todo mundo, rs.

    – Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion?
    Tenho 1,68 cm, peso mais ou menos 60 kg – me considero magra -, mas tenho panturrilhas e coxas grossas, quadril largo e cintura fina, então é muito difícil encontrar calça jeans. Muuuito difícil!

    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações?
    Não tenho vergonha do meu corpo, mas gostaria de ter menos perna e quadril.
    Gosto bastante de moda e tenho me arriscado a montar silhuetas diferentes, usando roupas mais largas (amo e prezo por estar sempre confortável) e peças diferentonas.
    Tenho uma grande preocupação com o fator “chamar atenção”, detesto. Quando digo isso, me refiro a atenção masculina e posturas típicas machistas. Então, dependendo da situação, deixo de sair de vestido, saia, me precavendo da reação que isso pode provocar nas pessoas.
    Sou um pouco insegura e tenho medo de errar combinações, mas me visto em casa no dia anterior e avalio se gostei ou não do look.

    Ansiosa para ler o textão que vai resultar de sua pesquisa, Ana!
    Espero ter colaborado.

    Beijos

  35. Karen comentou:

    Oi, Ana! Adorei o tópico.
    Tenho algumas frustrações no que diz respeito a roupas, mas a maior delas sem dúvida é o fato de que tenho que mandar ajustar uns 80% das roupas que compro. Sou muito pequena, baixinha e bem magrinha. Não tenho peito, perna, coxa, nada mesmo. Então todas as roupas me engolem. Ajustes em roupas, além de consumirem tempo pra mandar fazer, elevam em muito o custo final da peça. Sempre tenho que fazer ajustes laterais, bainhas, redução de alça etc etc. Nos EUA conheço muitas lojas que tem uma seção denominada “petite”, que faz roupas menores e acho isso ótimo. Aqui no Brasil infelizmente não acho isso.

  36. Tati de Porto Alegre comentou:

    Ah, quando nos dá preguiça de moda… hehehe, vamos lá!
    Não gosto de comprar em lojas “de marca” porque as vendedoras sempre me incomodam, gosto de olhar com calma e sozinha – e nenhuma entende isso. Ou pior, ficam de tititi no canto com outras vendedoras ou ainda te olham feio quando não compra nada. Gurias, eu sei que vocês ganham comissão e quando eu não compro, vicés fanham menos, desculpa! Eu só queria me sentir a vontade nas lojas e não consigo! Por isso frequento fast fashion. E dai surgem os problemas…
    – ando muito frustrada com a ditatura: hoje, por exemplo, todas as blusas são cropped. Ou são todas listradas. Ou todas de manga. Exprimenta sentir falta de uma roupa básica? Ou vai encontrar uma modelagem ruim, ou vai ter que investir uma grana e aguentar a cara feita de vendedora porque tu “só” levou uma blusinha! Se é que vai encontrar o que queria na cor e modelo que desejava.
    – ai a pessoa resolve costurar o que não encontra. Pois bem, ou vai procurar um curso de modelagem, de novo, gastar uma grana e um tempão, ou vai morrer atrás de um molde – cresci folheando a Manequim, mas hoje ali só tem malha e tamanhos grandes. Tenta procurar um 38: não tem. É a ditadura de que quem procura molde só usa “plus size”. E se encontrar molde, encontra tecido? Não na minha cidade… Não com a estampa da moda – isso só chega na estação seguinte, atrasada 🙁
    – ai tu acha uma peça linda na fast fashion, no preço que tu pagaria… Mas não tem teu tamanho. Ou a modelagem é gigante, um langanho, solta demais, não faz sentido, e ai tu percebe que o tamanho não tá errado, mas a peça ou foi feita pra quem tem silicone e peitão (e tu não tem) ou foi feita pra quem tem barriguinha ou “bordinha” (e tu não tem). Ai tu quebra a cabeça se vai dar pra ajustar e… Ditadura! A da malha dessa vez. Não tenho máquina de overlock, onde foram parar os tecidos planos???
    – então tu decide voltar pra loja “de marca”, consciente de quanto tempo leva pra costurar algo, modelar, de quanto custa um tecido e ciente pela mídia de que costureiras são exploradas o tempo todo. Mas a peça custa o triplo ou mais do que tu esperava pelo trabalho ou pela qualidade. Nova descoberta: a etiqueta só pode ser o único tecido nobre ali, ou vai ver a tinta impressa nela tem ouro.
    Resumindo, ando comprando muito pouco, meu armário anda virando uma cápsula porque não encontro peças para substituir as anteriores já deterioradas. Peças boas duram muito, verdade, mas eu caio em dois defeitos: ou não uso pra poupar, já que custou muito caro, ou uso tanto que enjoo muito antes da peça estar velha.
    Lendo as meninas que já responderam aqui, vejo que temos os mesmos problemas – e achei mais um que não tinha citado: as firulas! Gente, como colocam mesmo renda e laço e aplicação e escritos onde não tem a menor necessidade! Já comprei pra tirar em casa, mas não é o ideal.
    Por fim, de manhã, o que me tira do sério é usar sempre a mesma coisa, saber o que precisava ter para compor um look legal e não encontrar pra comprar ou encontrar caro demais. A gente aprende aqui mil dicas pra se vestir feliz, mas quando vai aplicar… Cadê estampa bonita pra coordenar com as listras? Cadê sapato confortável? Cadê a peça básica?
    Ana, obrigada por abrir espaço pra gente desabafar!

  37. Suzana comentou:

    Olá pessoas, o que me tira do sério é gostar de uma peça, entrar na loja para provar e descobrir que só tem tamanho único… tudo bem que cada uma de nós é uma pessoa única, mas tem limite, né? Aqui em Duque de Caxias, no Feirão de malhas,por exemplo, local super badalado, isso acontece em quase todas as lojas, e o pior é quando a vendedora ainda fala: ¨ mas este tecido estica, dá em você sim!…¨ , como se eu fosse obrigada a sair por aí embrulhada à vacuo, com o diafragma comprimido, escolhendo entre respirar ou explodir a roupa… Um completo desrespeito à diversidade de corpos… E olha que lá tem roupas de qualidade, com tecidos dignos, é só saber procurar, o problema é caber! A criatura que inventou o tamanho ÚNICO deveria ser deportada pra China ou pro Japão, lá parece que todo mundo é igual mesmo, nos rostinhos e nos corpinhos…

  38. Cássia Lopes comentou:

    Olá Ana! Muito relevante esse assunto. Coisas que me deixam frustradas:
    – roupas extremamente caras. Normalmente espero as promoções pra comprar em marcas que eu gosto. Acho absurdo comprar um vestido por 300 reais. Isso é uma coisa que me deixa completamente sem vontade de comprar.
    – Sempre tive coxas grossas. Agora que estou mais cheinha as coxas estão mais grossas ainda. Isso é um impeditivo para comprar calças. Não fazem calças para pessoas com pernas grossas. E se você comprar um número maior fica folgada na cintura, ou sobrando muito no comprimento. Não existe uma diversidade nos modelos. Isso desanima muito. Quando encontro uma marca que possui calças com modelagem que se adapta ao meu corpo eu tento sempre voltar.

  39. daniela comentou:

    Oi Ana, amei sua proposta … tomara que boas marcas (aquelas atentas à qualidade x preço x necessidade do consumidor) estejam de olho aqui nos comentários rsrs
    O que me frustra no meu armário é não conseguir investir em peças de qualidade, elas sempre custam muito caro e fico boba como é fácil para o meu marido fazer isso .. se eu não fosse tão pequena, compraria muitas coisas na sessão masculina, mas esta é outra frustação…entendo ser difícil para as marcas produzirem “customizado”, vemos que as meninas pequenas reclamam e as grandes também, mas acho que se hoje já existem as modelagens para quem tem curvas e quem é mais retinha, por exemplo, por que não desenvolver para as baixinhas e altinhas?? Eu brinco que devia ter desconto de 50% nas calças, porque corto metade das pernas sempre (rir pra não chorar) :/
    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações?
    Sim, sim, sim e sim. Não encontrei meu estilo, não sei as cores que me favorecem e sempre que tento sair do jeans-camiseta-tênis-vestido-soltinho-tênis, me sinto ridícula .. nada contra o estilo básico (amo!) se não fosse este sentimento de que toda vez que me visto, estou demais ou de menos e nunca na medida sabe?
    Muito obrigada pelo espaço :*

    1. Ana Carolina respondeu daniela

      tomara mesmo! O intuito é contribuir para o mercado tb 🙂

  40. Solange comentou:

    ahhaha devo ser a frustração em pessoa pois existem muitas coisas que me deixam frustradas no quesito “roupa” vamos lá…senta aí….
    1 – morar no RJ num calor infernal, abrir o closet e fecha-lo e pensar…nao quero vestir roupas!
    2 – morar no RJ num calor infernal, e nas lojas só encontrar Poliester vagabundo e caro!
    3 – não encontrar cores que favoreçam seu tom de pele, é sempre a mesma cor nas lojas… para que fazer analise de cores, se vc simplesmente não as encontram!
    4 – não encontrar bons básicos em bom tecido e sem estampa para compor um visual classico
    5 – ter que levar sempre a costureira pois sou pequena e sempre tem barra para fazer…porque nao temos ainda numeracao de tamanho de perna me diz porqueeeeee???
    6 – ter que usar uma “camisete” p embaixo de uma blusa porque quase sempre o poliester é transparente, simplesmente fica ainda mais quente….
    7 – mal acabamento das roupas, falta de forro,tipo a manga não tem acabamento isso me irrita demais, pois detona uma potencial roupa legal, roupas tortas, mal cortadas etc
    8 – o preço, tudo muito caro e sem qualidade
    9 – voce comprar uma roupa arracarem a etiqueta e receber a frase: essa nao tem troca…ah como assim????
    10 – comprar cada vez menos e mesmo assim ter a sensação de que apesar de ter roupas demais não tem o que vestir simplesmente porque o calor te tira o humor e milhares de possbilidade.
    11 – comprar uma roupa barata e chegar na costureira e o ajuste sai mais caro que a roupa…kkk frusta né?

    1. Ana Carolina respondeu Solange

      eu no calor sou igual! Que frustraçãooooooooooooo me vestir essa época!!

  41. Ana, complementando meu comentário no snapchat, esqueci de comentar uma coisa: recentemente saí com vontade de comprar umas roupas novas, dar uma atualizada no guarda-roupas e não consegui gostar de absolutamente nada que vi! Achei todas as coleções parecidas em tudo que é loja, seja fast fashion ou não. Fica aí a pergunta: e se nada do que é ~tendência~ atualmente combina comigo, como faz? =P
    bj
    Ana Letícia

    1. Ana Carolina respondeu Ana Letícia

      Não comprar! 🙂 Sempre achamos que temos que estar por dentro das novidades…e na real, na real, não precisamos de um armário cheio delas! 🙂

      1. Sim sim! E não comprei mesmo! hahahaha 😀 bjs

  42. Adriana comentou:

    Oi, Ana!

    Vamos lá!

    – Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério?
    O bloqueio matinal para pensar em combinações. Por isso, volta e meia, quando tenho tempo, começo a experimentar várias combinações (tipo, num sábado à tarde ou durante a semana, à noite, quando estou com disposição), assim fica mais fácil decidir.

    – Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos?
    Tenho bastante roupa, mas poderia ter menos. Estou trabalhando nisso.

    – Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si?
    Já gastei, mas hoje gasto com o que realmente amo e sempre pensando que aquela peça tem de render pelo menos 3 combinações.

    – Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Acredita que só existe qualidade em lojas caras e de marca e isso está longe da sua realidade?
    Não acredito que SÓ existe qualidade em lojas caras, mas, sim, lojas caras, em geral, costumam ter qualidade melhor. Mas a qualidade caiu muito nos últimos tempos (enquanto o preço sobe cada vez mais), então é uma odisseia achar peça com boa qualidade e com preço justo.

    – Preguiça de escolher ou cansada de ver mais do mesmo por aí?
    Sim, muito mais do mesmo.

    – Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion?
    Já foi bem mais difícil comprar roupa (tenho 1m80), mas atualmente até que melhorou. O problema está na falta de padrão. Visto do P ao GG; do 38 ao 42 (se bobear, 44).

    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações?
    Vergonha do corpo: não. Pouco a pouco, aprendi a disfarçar o que me incomoda.
    Medo de fazer escolhas erradas (aqui entra também o “errar combinações”): quando quero “ousar”, experimento a roupa umas duas vezes antes de usá-la, efetivamente. Quando preciso escolher roupa na pressa, opto pelo básico ou pelo que já usei antes e deu certo. Se quero misturar estampa, por exemplo, não vou tentar fazer uma combinação às 6h30 da manhã, pela primeira vez.
    Chamar atenção: com 1m80, não tem como passar muito despercebida, mas não ligo (mais). Já superei. Hahaha!

    Beijos!

  43. Helena comentou:

    Frustrante é a numeração sem sentido dos sutiãs no Brasil. Quem tem seios grandes e já teve a oportunidade de testar o atendimento de Bra fitting no exterior, sabe do que estou falando, da sensação de conforto que é usar o tamanho de costas ideal e o tamanho de taça perfeito. Embora algumas lojas e marcas brasileiras ofereçam tamanhos diferentes de taça,geralmente aqui elas só vão até a D. Taças maiores, quando existem são em modelos antiquados e feios. Duvido que eu seja a única com esse problema.

  44. Mari comentou:

    Adorei a ideia de poder desabafar, Ana!
    Passo por um monte de situações que as meninas descreveram.
    Grande dificuldade em achar básicos lisos de qualidade e sem frases… Mas por que sempre frases em inglês? Que coisa irritante! Isso também aparece em coisas de decoração. Me parece excludente, sabe? Mas pode ser que eu esteja implicando demais… hahahaha

  45. Natalia comentou:

    A minha maior frustração é a qualidade cada vez mais baixa das roupas e os preços mais altos. Loja que cobra mais de cem reais por peça 100% poliéster. Estabeleci como regra não gastar dinheiro com esse tecido fake de jeito nenhum, só compro algodão e viscose. Acho que preciso conquistar boas peças clássicas e neutras para dar uma sofisticada no meu armário, pois sou uma pessoa colorida e estampada. tenho tentado seguir a regra de ter mais partes de cima que de baixo, mas agora estou sem vestidos e saias bacanas, todas ficaram meio velhas – mas está difícil achar coisas legais com bom preço. tenho que pagar 250 reais numa saia, sério? Acho o fim do mundo a falta de padronização e entrar em lojas que meu número (40) é o G. Também não aguento mais tudo quanto é roupa ter mil decotes profundos, croppeds (grrrrr), super curtos e transparências. gosto de modelagens clássicas ladylikes com estampas, e é muito difícil achar isso sem pagar uma fortuna, como no cantão e na totem, por exemplo, que tento comprar em liquidações (amo as estampas da farm, mas as modelagens estão cada vez mais universitárias, ou eu estou ficando velha, hahaha). fico frustrada de não conseguir achar peças mais interessantes pro armário e não ousar mais de vez em quando, botar um brilho, mostrar mais pele, sei lá. também tenho achado muito difícil comprar bons acessórios que não sejam muito juvenis (tenho 33, não vou aparecer no escritório com colares de três camadas de cristais, pedras e crucifixos).

  46. Rafaella comentou:

    O que mais me deixa frustrada é precisar estar sempre de calça, jaleco e sapato fechado e baixo por causa do trabalho.
    Não posso usar terceiras peças porque moro numa cidade muito quente e não tenho o privilégio de um carro com ar condicionado. Resultado: acabo repetindo as mesmas opções.

  47. Gisleine comentou:

    O que me tira do sério , e ter roupas bacanas e mesmo assim , não saber coordenar. Me desfiz de várias peças , só compro na lista , e mesmo assim , não consigo fechar o look , às vezes penso na roupa e não consigo decidir o sapato ou a bolsa . Sério , tem uma regra por onde começar , o que pra muitas é fácil , pra mim é um tormento . Tenho dificuldade tá de achar roupas básicas e bem cortadas , da parte de cima , saia e calças ok . Mais camisas e blusas interessantes , complicado . 😘Ana

  48. Ana comentou:

    – Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério?
    A minha dificuldade é encontrar peças mais coloridas, com bom acabamento e fresca pra aguentar o calor do Rio de Janeiro.

    – Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos?
    Quando resolvi morar com o meu marido, a dois anos atrás, tive que reduzir a quantidade de roupas que tinha no meu guarda roupa de 6 portas para somente 2 portas, sabe como é, morar em apertamento. Como foi dificil no início do processo de desapego, tive que pensar nas peças, na qualidade, nas combinações que poderia fazer, no estilo de roupas para o trabalho que realizo, atualmente, que ė mais casual. Fui deixando no meu guarda roupa, roupas com cores båsicas que combinam com tudo, como preto, branco, listras e azul, sinto falta das cores.
    – Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si?
    Atualmente, gasto pouco, penso mais nas despesas que preciso honrar. Antes de comprar uma peça, penso demais nas combinações que posso fazer. As vezes, isso me incomoda e me atrapalha, pois volto pra casa frustrada e sem nada.

    – Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Acredita que só tem qualidade marcas caras.
    Não consigo juntar dinheiro, é verdade. Quando vou nas fast fashion, vejo roupas da moda com péssima qualidade e preços absurdos, volto pra casa, pesquiso na Internet e acabo comprando nos sites chineses ou compro em lojas de comércio popular, com precinho amigo e péssima qualidade.

    – Preguiça de escolher ou cansada de ver mais do mesmo por aí?
    Tenho preguiça em provar, pois a modelagem ė feita para o corpo de modelo magra e sem curvas. Como boa brasileira, tenho bunda e cintura fina é dificil encontrar algo que dê certinho.

    – Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion?
    Ė muuuito difícil mesmo!

    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações?
    Não tenho vergonha do meu corpo, mas engordei uns 5 kg de uns tempos pra cá e sinto que as gordurinhas pulam nos lugares indesejados. Gostaria que meu corpo voltasse ao que era antes, mas com o passar da idade fica mais difícil de emagrecer.
    Venho participando dos desafios do look do dia que acontecem nos igs no instagram e isso tem feito que ouse mais nas combinações dos looks e minha auto estima tem melhorado bastante.
    Me preocupo com o fator “chamar atenção”, evito roupa sexy e jovial, hoje com 41 anos quero passar imagem de mulher, mãe, empresaria, que sabe o que quer da vida. Já passei por situações de preconceito, por ter um corpo bonito, ser nova e casada com um homem mais velho. Por incrivel que pareça, essas situações embaraçosas a maioria delas vieram de mulheres com a visāo mais machista, do que muitos homens por aí. Por isso e pela idade tambem, me policio, para evitar constrangimentos desnecessários para mim e para meu marido.

  49. Débora comentou:

    Oi Ana, gosto muito de acompanhar seu blog faz um bom tempo (joga uns anos aí), mas é a primeira vez que faço um comentário.
    Sou bem básica, na escolha das cores (neutras, frias e tons de vermelho no geral), das modelagens, dos tecidos. Estampas simples, listras, padronagens discretas, nada que chame muita atenção. Sei lá, não me sinto bem se pareço estar chamando a atenção.
    Estou numa fase transitória, completei 40 anos e venho mudando aos poucos meu estilo nos últimos dois anos pelo menos. Até tenho introduzido algumas estampas diferentes, mas sinceramente sinto uma inadequação quase constante. As pessoas normalmente pensam que sou mais jovem na aparência, tenho 1,66m, uns 60kg, uso 38/40. Trabalho em um ambiente que tem um certo dresscode, mas gosto muito mais de estar confortável, discreta, simples, do que de usar uma saia lápis com salto. E isso é muito cansativo. Parece que estou sempre no lugar errado com minha calça básica, blusa soltinha e de sapatilha ou mocassim. Também acho que não sei usar os acessórios a meu favor, na verdade não tenho paciência pra trocar brincos, colares, pulseiras, bolsas com frequência, e acabo usando os mesmos por vários dias seguidos.
    Sobre as compras compartilho da opinião de muitas mulheres que comentaram nesse post, cada vez fica mais difícil encontrar peças de qualidade. Mesmo as marcas que exigem mais do nosso bolso estão vendendo produtos de baixa qualidade, que são descartados depois das primeiras lavagens, esses dias tive uma péssima experiência com uma camisa, que na liquidação não estava lá com preço tão bom e ela encolheu na segunda lavagem, é realmente irritante. Quanto ao tamanho das peças variam dependendo da loja, é aquela coisa de ser um número em cada lugar, calças tem que ajustar, ou na barra ou na cintura. Aprendi com você a ler todas as etiquetas antes de efetuar uma compra, não compro mais 100% poliéster e procuro levar pra casa roupas feitas no Brasil.
    Meu guarda roupa é pequeno e dividido com meu marido, posso dizer que tem uma porta e quatro gavetas pequenas pra cada um. Diminuí muito a quantidade de roupas, fiz um inventário, sei tudo o que tenho pra vestir, se uma peça entra outra sai. Ainda assim tenho sentido necessidade de diminuir ainda mais a quantidade de roupas, quero muito um armário compacto, bem coordenado, com peças boas que durem, mas acho que estou engatinhando nesse processo.
    Agradeço pelo espaço dado para colocarmos nossas opiniões, e até pra desabafarmos.
    Obrigada!

  50. Mariana Victal comentou:

    O que mais me frustra ao abrir meu armário é ver que grande parte das roupas não conversam. Ou melhor, parecem não fazer mais meu estilo. Nunca fui muito consumista e sempre cuidei bem das minhas coisas, então tenho peças que estão há anos no meu armário. Podem ser peças que gostei bastante na hora, mas nunca realmente fizeram meu estilo, ou peças que já fizeram sim meu estilo, mas com o passar do tempo eu amadureci (ah, a casa dos 20 e tantos anos) e a peça já não me agrada mais como antes. No último ano amadureci bastante meu estilo e passei a entender o que eu gosto e cai bem em mim – mas essa é outra questão e uma jornada muito mais longa.

    Trabalho de casa, preciso sair para trabalhar fora pouquíssimas vezes, então acho que isso também tem me frustrado no sentido de que parece não haver necessidade de comprar roupas novas e me desfazer das que já estão no armário já que não preciso estar arrumada (corporativamente falando) e posso trabalhar de chinelo o dia inteiro.

    Além disso, me frustro quando vejo os preços das roupas. São bastante altos para itens com pouca qualidade (os de qualidade então, preços mais altos ainda). Uma saída que tenho usado é aproveitar brechós – e aqui, preciso agradecer você, Ana, por ter aberto meus olhos para isso e pelo roteiro de brechós de São Paulo que você fez.

  51. Monique comentou:

    Oi Ana! Adoro seu blog e te acompanho sempre nas redes sociais (sou aquela menina que trabalha na mesma empresa da sua mãe!rs)! Vamos as repostas:

    – Quando você abre o armário e faz suas escolhas pela manhã, o que te tira do sério?
    Dificuldade de combinar as roupas que tenho no armário. Quando gosto muito de uma combinação uso várias vezes até cansar! rs. E como trabalho em um ambiente formal, tenho as roupas para “trabalhar” e as roupas para “sair”, porém tenho tentado melhorar isso.

    – Você acha que tem roupas demais e isso dificulta? Ou acredita que está longe do closet dos sonhos e acha que tem de menos?
    Já tive roupa de menos e comecei a comprar desenfreadamente. Hoje em dia acho que tenho o necessário, não preciso mais do que tenho atualmente. É claro que roupa para trabalhar compro e invisto mais, pra não repetir muito o look e acabar com a roupa logo. As vezes compro uma peça para um ” evento especial” e a uso apenas uma vez, ai acaba que a roupa fica guardada esperando para ser usada e esqueço que até uma ida pode ser um “evento especial”.

    – Gasta muito e mesmo assim nenhuma das suas roupas conversa entre si?
    O meu problema é que acho que durante um tempo compro bastante roupa, e depois fico um longo período sem comprar, ai as roupas ficam velhas juntas (tenho um super cuidado para lavá-las corretamente) e depois tenho um gasto maior quando tenho que comprar tudo novamente (no caso de roupas para trabalho). E sim, tenho dificuldade de combinar as peças entre si.

    – Não consegue juntar dinheiro pra investir em uma peça boa? Acredita que só existe qualidade em lojas caras e de marca e isso está longe da sua realidade?
    Compro em lojas mais carinhas e em lojas mais baratas. Procuro ver o que realmente vale a pena pagar mais caro, como o material da roupa e da roupa ser versátil.

    – Preguiça de escolher ou cansada de ver mais do mesmo por aí?
    Tenho muita preguiça de escolher roupas. Nas fat fashion tudo são iguais e tem que tomar cuidado com a qualidade. Em lojas mais caras tem muita coisa legal, é claro, mas as vezes não dá para gastar tanto e qualidade deixa a desejar também.

    – Ou você veste um tamanho que simplesmente as lojas ignoram e isso arrasa contigo, tanto que nem prefere ir em outra loja que não uma fast fashion?
    Não, consigo encontrar meu tamanho facilmente.

    – Tem vergonha do seu corpo? Medo de fazer escolhas erradas? De chamar atenção? De errar combinações?
    Não tenho vergonha do meu corpo, mas tenho cuidado em usar looks que sejam apropriados para tal ambiente. Também estou tentando descobrir meu estilo, a minha identidade, e o blog me ajuda muito nisso! 🙂

    beijos

  52. Aline comentou:

    O que mais me frustra?!
    Bom, então vamos lá!
    Um das minhas primeiras frustrações: não sei comprar blusa. Pois é. Acontece né?! Eu amo saias, calças e etc, mas quando vou colocar alguma blusa para combinar com aquela saia midi linda, voilà, abro o armário e ele mais parece o guarda-roupa da Mônica, um monte de vestidinhos vermelhos, todos empilhadinhos…rs Tenho muita dificuldade de encontrar um modelo de blusa legal, entro nas lojas e nada me agrada. Acabo sempre no mais do mesmo: aquela blusa basiquinha, que eu sempre tenho uma de cada cor. Isso me frustra muito, pois acabo achando que meu armário não rende tantas combinações.
    Outra: tenho mania de achar que aquela tendência não é para mim. E nesse momento: tênis. Queria muito tentar uma produção legal com tênis, mas quando me olho no espelho me sinto super estranha, “achatada”, vou lá e tiro o tênis e acabo sempre colocando a velha rasteirinha de sempre.
    Complicado também é esse “estigma” de “tem que isso” e “tem que aquilo”. Isso me frustrou durante um bom tempo. É assim: você trabalha em um escritório, é advogada, ahnnn, então não pode usar jeans, tem que andar de scarpin e tem que usar alfaiataria. Bom, e se eu quiser usar uma mochila? Não pode, é feio. Tá, e se eu não quiser usar alfaiataria? Ahn, mas aí você não vai passar uma boa impressão. Pois então, dureza isso né?! Será possível que eu sou obrigada a andar de scarpin e de alfaiataria apenas porquê sei lá quem definiu que esse é o espelho de uma profissional dessa área?!!!! (desculpa o desabafo).
    Acho que bem no geral essas são as principais frustrações!
    Obrigada pelo espaço Aninha linda! 😉

  53. Luthi comentou:

    Ana, este é meu primeiro comentário, embora eu acompanhe o blog ha anos. A-NOS HAHAHA. Enfim, o que me motivou a comentar é pq talvez eu ganhe uma luz. Hoje tudo o que vc comentou me frustra: preço, qualidade do material, tamanhos…

    Mas o que mais sinto falta é do bom gosto e da inovação. Uma vez que algo vira uma tendência, vc encontra em todo lugar, até cansa, mas fora isso, é tudo muito igual. Nao tem inovação estrutural, um recorte no decote ou na barra, no máximo encontro peças com um toque diferente em marcas bem caras e /ou roupas de festa impossíveis.

    Lembro do short origami. Quando ele surgiu, achei genial, mas logo bodeei de tanto ver por aí. Mas pq as marcas nao investiram num outro corte de barra, outros formatos?

    Hoje sinto que a Zara é o lugar que ainda traz um pouco mais de novidade nesse ponto, mas ai entram preço, trabalho escravo etc…

    Fico olhando sites estrangeiros e vejo tanta coisa interessante acessível​ para o pessoal la de fora, mas aqui tudo me parece entediante. Depois da “moda” minimalista, parece que todas as grandes rede só tem cropped cinza. Isso quando a peça nao tem 5 tendências de uma vez: floral metalico bomber jacket com renda etc etc

    Enfim, minha maior frustração é sentir que estou usando o que tem e nao o que quero

    Beijos!

    1. Ana Carolina respondeu Luthi

      Luthi, sinto a mesma coisa que vc. Sinto tanta falta de algo original, bem cortado! Quando viajei, fui na Cos e quase morri. Tudo tão lindo, coisa rara de ver aqui, com bons materiais e caimento…

  54. lizzie comentou:

    Oi Ana, adoro seu blog 😍

    Bem, sinto frustração por vários motivos, guarda-roupa e sapateira lotados, mas uso sempre as mesmas peças e sapatos 😒 Sou a louca das estampas, minhas roupas não conversam muito entre si 😑 Já fui compradora compulsiva, principalmente das collections C&A, mas depois de tanto poliéster e tanta China, desisti! Agora tenho pensado duas vezes antes de comprar uma roupa ou sapato, mas ainda tenho muito a evoluir para ter um guarda-roupa clean 😕

  55. Mônica comentou:

    Na hora de comprar o mais frustrante pra mim é esse mundo cropped em que vivemos, acho que tem um tempo já que tá assim, e pelo jeito não vejo perspectiva de mudança rsrs