Longe de ser certinha

Não conseguia evitar olhar quando encontrava alguma outra pessoa (vale pra homem, mulher) e ela estava impecável ou toda certinha. Cabelos bem escovados, sorriso colgate, roupa alinhada, ao levantar os braços o sovaco não está suado, as unhas sem um lascado mínimo.

Eu trabalho com imagem, mas ó, que difícil me manter assim, certinha. Ou o rímel está borrado na pálpebra mesmo eu tendo checado antes de sair (isso quando ele não para na bochecha), ou derramei uma gota de café na blusa, ou sentei numa cadeira que minha gata branca estava e saí com a bunda cheia de pelo, ou o sapato descola a sola na hora daquela reunião importante…

Ok, não sou assim todas as vezes, mas rola uma molecagem forte aqui, hehe!

Outro dia, minutos antes de sair, já em em cima do laço pra encontrar a cliente, passo o batom e, voilá, ele escorrega da minha mão e voa sem dó pra manchar minha blusa clarinha. Passei um paninho úmido pra evitar trocá-la (eu ODEIO vestir outra coisa que não programei) e quando bate o sol na rua, percebo que a mancha da água com sabão de coco ficou. Leio a etiqueta e vejo que a blusa não poderia ter sido molhada. E eu a caminho. Ó céus.

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Não contem pra ninguém, mas…essa blusa, que eu amo, tem um furão na frente que eu disfarço usando com cintura alta, rs

Em outra ocasião, corria para um evento e reparo que a blusa tinha perdido dois (!!!!) botões. Desesperada, entro numa lavanderia e pergunto se pelo amor de Deus não tinha alguém ali com uma agulha e linha. Um botão tinha caído na minha mão, o outro eu perdi…e assim a pessoa costurou a casinha do botão sem botão. E o cara estava tão tenso que começou a suar, com medo de me furar. E se furou. E ficou mais nervoso ainda de não manchar de sangue a minha blusa. Mas no final a gambiarra deu certo, rs.

Tem vezes que eu cogito mandar fazer um babador bem descolado e carregá-lo na bolsa para almoços. Ou botar um alarme para me lembrar de andar com um rolo adesivo para remover os pelos.

Não é por falta de manutenção das peças, nem de me checar no espelho. Antigamente eu tinha a sensação de estar sempre em desalinho, suada no calorão, cabelo grudado na testa. Reparava todos em um evento se equilibrando em seus saltos, com o esfumado perfeito, o batom bem passado e eu ficava encafifada com meu despojamento – afinal, não existia um código de vestir rígido para aquela ocasião – e bem ou mal quem dita o nosso código de bem estar? De sofrer num salto se uma sandália baixa num casamento pode ser super bem vinda, como disse minha amiga num neologismo que cabe aqui, numa interessância autêntica?

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“Não acredito que deixei cair pasta de dente nessa blusa!”

Ou a gente não se borra num verão de 60 graus? Quem não tem mil afazeres que dispensam o tempo de fazer um contorno de boca? Que alegoria fantasiosa deve ser essa que malandramente nos encaixaram para uma impecabilidade inatingível? Desastradas de plantão, uni-vos!

Antes eu me achava muito ET, pensava o que eu tinha de errado em não conseguir sair sem reparar em alguma manchinha nova. Aí, hoje, uma amiga confidenciou: Ana, você está sempre impecável.

– Eu?

– Sim, você.

Não tinha essa imagem de mim. A gente, que é bocuda e fala rindo, que gesticula pra caramba ou que anda a passos mais largos, normalmente pensa que tá tudo fora do lugar. Ai, quanta bobagem. Quanta cobrança desnecessária.

Aí outra amiga desabafou no whatsapp que suou horrores e o colar soltou tinta, manchando o seu colete novinho. Outra revelou que já tropeçou na saia longa e vaporosa que amava, provocando um rasgo que ela consertou na emergência…grampeando uma bainha improvisada.

E comecei a reparar menos nos impecáveis e mais nos elegantemente desalinhados, em quem tem a confiança de ser como é pro mundo. A moça que foi palestrar de tênis e sem maquiagem. A baixinha que foi de tênis e saia midi. A que prendeu a franja deixando o grisalho aparecer, bem feliz, bem desencanada. Aquela outra que percebeu que não precisava de mil estampas e cores pra ter algum estilo ou se destacar na multidão, que era feliz e mais ela sendo básica.

Há uns bons anos eu passei a me divertir com os meus pequenos desastres. Enquanto há quem evite bebericar muito champagne para não borrar o batom, eu dou goladas e mais goladas entre risadas e brincadeiras. Não que eu seja a favor de uma esculhambação geral, de liberar pra usar calça rasgada na bunda, haha, mas pensa se a gente aqui não tem muuuuuito mais causos engraçados para contar? <3

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Comentários pelo blog

36 comentários

  1. Cris comentou:

    Ai Ana… Como adoro seus posts… Ontem, saí de casa (sou daí e moro aqui (SP) com o céu com cara triste. Uma quadra à frente, Saint Peter desabou o balde lá em cima. Estava a caminho da casa de uma amiga pra gravarmos um vídeo (ela carinhosamente fez um risoto de camarão pro meu canal). Macacão jeans lindo, cabelo arrumadinho, make ok… Gata, a chuva era tanta, mas tanta que entrava água em mim pelos buracos da costura do GUARDA-CHUVA. Até ousei andar duas quadras mas tive que me enfiar, primeiro, na porta de uma loja e, depois, na banca de jornal que já estava a alguns cm de ficar alagada. Fui rindo o caminho todo (eu tenho mania de andar a pé, não dirijo)e quando cheguei lá, o que tinha tudo para arruinar o humor de qualquer santo, foi transformado em piada por nós. A vida é assim, a graça é a gente lembrar que nem sempre o ‘plastificado’ ou o ‘montado’ é o mais bacana e que são momentos como o meu e esses seus que contaremos com boa risada e leveza quando encontrarmos os amigos. Viva a gente e todo mundo que ri de si!
    Beijao

    1. Ana Carolina respondeu Cris

      hahahahaha imagino que alegria depois <3

  2. paula comentou:

    Ana, tenho certeza que vc está mesmo sempre impecável, como sua amiga falou, mas sem estar montada, sabe? Antigamente eu andava mais “arrumada” (conforme o parâmetro do salto e vestidinho de bandagem), mas hoje me sinto bem melhor usando coisas do meu estilo, tipo tênis.

    Uma coisa que eu acho que ajuda demais é seu cabelo curto estilosinho. Ele levanta qualquer look (não que seus looks precisem). O meu também está mais curto. E quanto mais curto e moderninho, mais eu me sinto arrumada, mesmo que com um short e uma blusinha branca.

  3. Bel comentou:

    Aninha …

    Eu me encaixei tanto nesta caixinha dos estabanados. Das estabanadas que fazem mil coisas ao mesmo tempo e que correm por fora porque correm ainda mais por dentro. Já me senti assim. Ainda sinto mas aprendi a rir de tudo isso. Aprendi a improvisar … a rir alto dos meus desalinhos. Adorei te ler e me refazer!
    Beijo, querida …
    Bel

  4. Paula comentou:

    Acho que você me descreveu! kkkk
    Eu apronto cada uma que você não tem ideia..e a maior parte das pessoas tbm tem essa impressão de mim..se estar sempre alinhada! kkk
    Fui atender minha cliente de consultoria, a primeira sem ser a modelo do curso. Fiquei diva, usei no meu look tudo que ela queria aprender!
    Me maquiei toda, coloquei mil acessórios e fiquei mara!! Só no ar condicionado para não destruir tudo e chegar bonitona =)
    Ana, fui descer do carro e meu circulo cromático caiu no bueiro, bateu um desespero (foi difícil conseguir esse círculo aqui no interior!!!).
    Eu diva, de pantalona e toda maquiada…de quatro na rua com o braço enfiado no bueiro!
    kkkkkkkk

    Somos desastradas né? kkk
    Beijos

  5. Gabi comentou:

    Olha Ana, não sei se são desastres…acho q isso é a VIDA, é viver o mundo real, né? Sem essa de “bater perna em Ny com scarpin e maquiagem impecável”….. Já pensou q chatice todo mundo certinho, engomadinho, sem história de sutiã estourando no meio da aula na frente de todos alunos (eu!), sem sair do banheiro com a saia presa na calcinha e bumbum de fora (eu 2!) e ser alertada pelo bedel sobre o “incoveniente”….huahau!

    A gente tem q se preocupar em ser feliz, alegre, ter amigos, dar risada, em respeitar os demais….E seu sorriso nas fotos, a leveza dos seus textos, isso é vida, alegra a gente que nem um abraço! Ah, passar batom faz parte da alegria tb, claro! rs!

  6. Fernanda M.S.Rocha comentou:

    OLÁ Ana!Amei o post de hoje,até parece que você estava falando comigo,todas as vezes que uso uma roupa branca,sempre derrubo alguma coisa incrível e geralmente estou longe de casa e tenho que tentar disfarçar de alguma maneira ,outro dia dei um nó na blusa as vezes nem eu sei como essas coisas acontecem comigo,e essa a impressão de que há pessoas que estão sempre impecáveis.Mas outro dia encontrei uma amiga que eu não via há um tempo e ela foi logo dizendo, nossa!você continua arrumada como sempre,então dei risada pois não me vejo assim,sempre acho que meu cabelo está com frizz, na maioria das vezes estou sem maquiagem ,mais as pessoas muitas vezes nos veem de outra maneira .

  7. Lu comentou:

    Ana, raramente eu comento seus posts por causa da correria da vida, mas, tenho que dizer: #meidentifiquei e #tamojunto!
    Vc conhece o clima mirabolante de JF-MG: as quatro estações em um dia! Eu transpiro hor-ro-res no inverno, quando o sol resolve aparecer, e nem digo o que acontece no verão. Com seu blog fui aprendendo a substituir as práticas blusas de poliéster pelas de materiais naturais pra ajudar a minimizar as “pizzas” debaixo do braço. Mas já passei por situações em que saí do trabalho pra almoçar, num dia de inverno que abriu sol, e minha camisa de poliéster ficou absolutamente toda manchada de suor. Me senti toda desalinhada!
    E o que dizer da pele oleosa? Já experimentei vários produtos, mas desconfio que estou inconscientemente fritando pastel a cada uma ou duas horas. O brilho é notável até nas pálpebras! E quando sujei uma blusa branca com parte do “reboco” que tinha colocado no rosto?
    Pasta de dente que cai de última hora na blusa? Várias vezes!
    Ah, a última foi um vestido que usei num casamento (comprado na véspera!) e deixava rastro de glitter por onde eu passava e em quem abraçava… Gafe!
    Enfim, não dá pra contar tudo aqui. Faço o que posso pra estar arrumada, mas, decidi desencanar. Não dá pra ser certinha 100% do tempo. Isso é vida real!
    Parabéns pelo blog!

  8. Marcela comentou:

    Ai, isso me lembra do meu aniversário de 19 anos! Eu ia pra uma balada e o menino que eu super paquerava tinha topado o meu convite pra ir também. Minha mãe fofa resolveu que ia me dar um dia de princesa (hahahah) e compramos uma roupa nova, bem linda! Depois fomos no salão e fiz pé, mão e escova no cabelo. Chegando em casa ainda ganhei um perfume e ela me ajudou a fazer uma make linda. Juro, poucos dias na vida eu me senti tão bonita quanto aquele dia… tava tudo do jeitinho que eu queria! Cheguei na porta da balada com algumas amigas e ele já estava na fila me esperando… mal deu tempo de conversar um pouco e desabou o mundo!!!!! Chuva de verão, daquelas! E como tinha que ser, a fila da balada não tinha cobertura nenhuma e nenhum lugar pra onde correr! Então ficamos todos lá, ensopando até a fila andar e a gente conseguir entrar. Pelo menos o carinha me viu linda – por alguns minutos – e ficamos no fim da noite! Depois virou namorado e tudo.. hahahah

  9. Natasha comentou:

    Eu sou assim tb, Ana. Saio de casa toda certinha (ou acho que) e quando chego na rua reparo a blusa manchada de desodorante e a pele brilhando. rs

    Super me identifiquei com o texto. Adorei mesmo.

    Um beijo

  10. Juliana, RS comentou:

    Aninha, queri!! Quem nunca, não? Morri rindo com o teu post, e o que mais me saltou aos olhos foi, de novo, aquilo que me faz voltar todos os dias pra cá pra te acompanhar: tu és mesmo de carne e osso como nós!!! Não muda nunca, tá? Beijos meus!!

  11. Engraçado que mesmo quando a gente tenta ser mais “descolada e desapegada” desses valores que são impostos, somos julgados ou nos julgamos sem dó, né? Outro dia vesti uma blusa que amo muuuuuito, listrada com um caimento lindo! Só que quando cheguei no trabalho percebi que o caimento dela não “combinava” com o sutiã que eu estava usando, daqueles com costas no estilo nadador e, pior, na cor telha, enquanto a blusa era listrada branca com azul: nada a ver! kkkk O quanto me senti mal com isso não foi brincadeira! o tempo todo me julgando, deixando o cabelo solto pra esconder e fazendo um calor desgraçado. Ai depois de muito me julgar, chutei o balde e apertei o “foda-se”, prendi o cabelo, deixei que fosse visto e fim… Estava com tanto sono e apressada que não reparei nisso em casa, mas quem não deixa passar alguma coisa nunca?

  12. Manuela Melo comentou:

    Texto MARAVILHOSOOOOOOOOOO…. igual a tu, xuxuzinho delícia!!!

  13. Roberta comentou:

    Ana, você é demais! É incrível como mesmo por trás dessas tendências mais despojadas e naturebas – sobrancelhão, cabelo ondulado, mix de estampas, look básico – existe uma imposição velada de uma perfeição que é simplesmente intangível para a maioria de nós: pode ter sobrancelhão, mas não pode ter um pelinho rebelde, que insiste em nascer fora do desenho, pode ter ondas no cabelo, mas não pode ter frizz, pode misturar estampas, desde que elas combinem, e pode ser básica, desde que tudo tenha um caimento digno de alta costura e esteja milimetricamente limpo e desamassado. É óbvio que na correria das nossas vidas reais, a gente não dá conta de se encaixar nesses moldes e acaba se frustrando, porque nas fotos das referências que a gente coleciona (dos tutoriais do pinterest, de street style, do instagram daquela atriz) parece tudo muito mais fácil do que realmente é. E é por isso que pessoas como você prestam um grande serviço à sociedade – em tempos de perfeição naturalmente forjada, se assumir verdadeiramente imperfeita é um grito de liberdade! Obrigada, mesmo, por ser quem você é ♡

  14. Letícia Garcia comentou:

    Ana,

    Fui pra um casamento dia desses aqui no Recife e as duas sandálias descolaram. Sabe quando a gente fica um tempo sem usar? Pois é! Não entendo porque todas as sandálias e sapatos já não podem vir costurados (levei pro sapateiro e ele costurou e está novinha). Enfim, pensa que eu me abalei? O brinde para as mulheres que compareciam ao casamento era uma sandália rasteira dourada linda. Fui lá e pedi a minha ainda durante a festa (geralmente só entregam na saída) e aproveite!

    1. Letícia Garcia respondeu Letícia Garcia

      * e aproveitei!

    2. Ana Carolina respondeu Letícia Garcia

      Nesse último que fui, as de três mulheres descolaram! Não dá pra guardar sapato esperando ocasião :/

      1. Letícia Garcia respondeu Ana Carolina

        É que salto alto assim, só em casamento e formatura. Não uso no dia a dia. Dá nisso. Agora, vou mandar costurar sempre que comprar.

  15. Marcella comentou:

    Minha calça de couro rasgou na bunda no meio do metroooooo – hahahahah, tb ja me falaram que to sempre arrumada e eu nao me acho….eh mto engraçada a visão que temos de nos mesmas e a que os outros tem, ne?

  16. Adriana Alves comentou:

    Querida Ana,

    apesar de nunca ter comentado, eu acompanho sempre o seu blog e a-do-ro o seu jeito real de ser.
    Tem gente mais despreocupada que já nao está mais ligando pra passar roupas, no máximo as sociais que amarrotam mais.
    Na verdade, lá em casa já estamos desse jeito: toalhas, roupa de cama e de ficar em casa dobro bem, deixo um dia no monte pra alisar naturalmente e pronto, todo mundo vestido e de bem com a vida.

    E por falar no nada-impecável que faz parte da vida, estou com uma calca preta agora que descosturou o bolso do bumbum, a sorte que preto no preto nao dá pra ver… rs
    E eu estou nem um pouco preocupada com isso…. rs C’est la vie

    Ah! Amei o seu post de ontem daquele calcado, porque eu sempre fiz cara feia pro modelo, é mole?
    Achei a sua -finada- dourada e na próxima vez que encontrar vou experimentar na certa.
    No momento estou usando muito sapatilha, estou com um problema no joelho e preciso ter muito cuidado com os saltos.

    Sabe um post que seria legal? É falando de como a gente poe a criatividade pra funcionar quando a gente está com a grana curta, já viu?
    Isso tem acontecido comigo. Eu tenho dado cada jeito genial, que certamente eu nao faria se a grana estivesse disponível, até por preguica de encontrar uma solucao.
    No meu guarda-roupa mesmo: emagreci muito e nada mais me serve, vou selecionar e vender pra um brechó aqui da cidade. Com a grana compro novas, e por aí vai.

    Bjs,

    Adriana

  17. Cristal comentou:

    Certa feita eu me arrumei toda pra uma entrevista de emprego mas acabei passando no shopping pra almoçar primeiro. Resultado? Derrubei um suco de laranja em mim. Sujei metade da blusa e corri pra comprar outra. Não daria tempo de chegar em casa. Comprei e corri pra entrevista. Deu tudo certo, fui contratada!

    Três meses depois pedi demissão do PIOR emprego da minha vida. Diga se eu não deveria ter ouvido o suco de laranja?

  18. Wal comentou:

    Ana, que texto delícia!

    A gente se cobra demais, demais! Lembro que na época da faculdade (cursei direito) eu morava longe, estagiava do outro lado da cidade, trabalhava e ia para a aula à noite, sempre usando transporte público. Via as meninas chegando super arrumadas, maquiadas e eu me sentindo um lixo depois de horas suando de um lado pra outro. Até que um dia, conversando com um amigo (phyno de tudo) ele me disse que ficava impressionado com o quão impecável eu sempre estava. Quase chorei. E parei de me preocupar tanto. Hahaha

    Beijos!

  19. Josy comentou:

    Demais esse texto…me identifiquei.

  20. Mariana comentou:

    Ana, adorei o texto, ri demais!!! A vida é desse jeito mesmo, só rindo!!! Tb acho vc impecável sempre 🙂

  21. Claudia Sophia comentou:

    Ana, vc é muito divertida!! Já conhece os lencinhos removedores de mancha, inclusive de maquiagem da That Girl….não experimentei ainda, mas se funcionarem são a salvação para esses momentos!! Bjss 😉

    1. Ana Carolina respondeu Claudia Sophia

      Vou comprar pra testar! Beijos, querida!

  22. Di comentou:

    Ana adoro sua espontaneidade! Ótimo post! Também penso que nós não devemos estar sempre im-pe-cá-veis, o mais importante é estar-mos bem e confortáveis. E vou te contar uma coisa,também já fiz bainha com grampeador e ajustei mangas compridas para 3/4 usando elástico de dinheiro. Engordei um pouquinho e algumas calças apesar de fecharem, apertam e fico desconfortável e… dá-lhe elástico de dinheiro, amarrado ao botão da calça deixando-a confortável para vestir outra vez. Mas claro, não deixo esse elástico a mostra 😀

    BJS!

    1. Ana Carolina respondeu Di

      Hahahaha elástico de dinheiro, uso direto e ainda ensino as clientes 🙂

  23. Adriana Pereira comentou:

    Aninha,
    Vc faz eu me sentir tão bem!!
    Adoro seus posts e adoro vc!

    Beijos mil.

  24. Ariana Melo comentou:

    Ai meu Deus, amei demais esse texto!! Eu sempre procuro ser certinha, gosto de unhas impecáveis, maquiagem alinhada, cabelo escovado etc etc. Diria que sou vaidosa. Masss… o desastre fala alto!! Sempre tem um respingo de pasta de dente na blusa (e sempre respinga em roupa escura, repara só!), ou pelos dos meus bichos pela roupa (isso eu nem ligo, sinal de felicidade <3), ou alguma comida que deixei cair… Nem comento da vez que deixei açaí cair na calça, naquele lugarzinho estratégico que parece que vazou outra coisa… Aiai, tem jeito não…

  25. Grazi comentou:

    Gente, percebi que meu caso é ainda mais grave! Além de passar por 100% das situações descritas acima, sempre me deparo com mais um desalinho (abrandando a situação…), bem recorrente comigo! Sou dona de casa-advogada-professora universitária por 7 dias na semana. Nos momentos de descanso ou de intimidade fico é com o marido ou com o cachorro, nunca comigo mesma, assim, pertinho no espelho… Resultado? Bigode! Como diriam meus amiguinhos de escola: mulher de bigode nem o Diabo pode! Vou levando o dia a dia e quando me dou conta a macaca cabeluda está lá, igual bruxa velha de filme! Com aqueles pelos duros e enormes, e só me dou conta da situação quando começo a me espetar! Já fiz laser e não resolveu. Acho que vou ter que botar na agenda, despertador-lembrete pra depilação… Ninguém se surpreendeu bigoduda em sociedade, sem nenhuma pinça de emergência por perto? Puxa, me senti sozinha nessa…

    1. Ana Carolina respondeu Grazi

      eu já! sempreeee! morrroooo de preguiça de fazer depilação, hahaha

  26. Pamella Oliveira comentou:

    Oi, Ana. Que post lindo!! Há tempos venho querendo seguir um modelo mais minimalista, “só precisar do que eu tiver”, mas acho tão difícil. Sinto que ainda não encontrei meu estilo, não sei direito do que eu gosto, etc. Sou desastrada, alta (1,76m) e desengonçada, falo alto e tenho a boca enorme (hahaha), uó. Aí quando leio o que você escreve, parece fácil. Por que não me lembrar que eu tenho sorte de ser alta? Taí. Já disse que te amo? Muito obrigada por dividir essas coisas de “gente como a gente” <3.

    1. Ana Carolina respondeu Pamella Oliveira

      Amo vcs, Pamella <3

  27. Luciana Pires comentou:

    Nossa, tão eu! rsrs …também aposto que vc está sempre linda, mas sem parecer artificial ou montada, sabe?! Esse texto foi muito inspirador..