Limpeza nas ideias, no armário e no estilo de vida

Primeiro, perdoem o sumiço. Eu fiquei bem doentinha mesmo e estou me recuperando para os workshops desse final de semana (ainda tem poucas vagas, aproveitem!). Mas tem um assunto que está na minha manga desde antes da minha viagem de mini-férias e que ele só cresceu em quantidade de links desde então: repararam como várias blogueiras estão falando ultimamente sobre minimalismo no armário, aperfeiçoar o estilo, enjoar do que tem, reduzir o tamanho do guarda-roupa e por aí vai?

Não acredito que tenha sido apenas coincidência ou influência astral: eu mesma não aguento mais abrir blogs que só mostram dicas para acompanhar as tendências ou mostram as mil comprinhas da semana, a coleção de cinquenta blushs, as dicas de achados em lojas que não vão acrescentar em nada no estilo da pessoa. Saturei. Eu e mais meio mundo estamos com outro pensamento (olha que maravilha!), eu estou cada vez mais inquieta sobre o assunto e com uma vontade louca de frear tudo e resetar as ideias. Para ajudar a organizar os pensamentos e a inspirar, eu fiz uma linkagem especial sobre o tema, vamos lá!

Repensando a forma que consumimos moda

Abro este assunto com este ótimo post da Thereza analisando que a forma de consumirmos moda está mudando. Um dos exemplos que ela cita no post é das redes sociais – pensa só, blogs eram hits em 2013 e a audiência agora se concentra mais em youtube e instagram.

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(amo essas fotos de closet enxuto com uma sacolinha básica da Chanel hahaha)

O consumidor está mais atento, tem mais acesso a informação em diversos meios, não só revistas, e pode comparar, escolher o menor preço, perceber mais o custo X benefício. Pode comprar sem sair de casa, escolher o que veste melhor e devolver em até 7 dias, cobra mais a origem do que consome e mais de olho com o trabalho escravo (vou escrever um post sobre isso em breve), se paga mais caro também quer mais qualidade e não vê mais tanta vantagem assim em consumir na velocidade das fast fashions pois percebeu que é mais esperto esperar os momentos certos para comprar melhor em outras marcas.

E a gente vê que isso tudo faz sentido e estamos mesmo caminhando para novas formas de pensar e consumir moda quando todo mundo está escrevendo e sentindo a mesma coisa. Há muito tempo, desde que comecei a trabalhar de casa, eu tenho sentido metade do meu armário inútil. Comprei um armário relativamente grande há 2 anos, trabalhava fora, tinha mais eventos de trabalho e blog e há alguns anos (desde 2011) eu estou trabalhando no meu estilo, que foi amadurecendo, que eu percebi melhor o que funcionava pra mim e o que era necessário entrar para fazer o meu armário mais coerente e não comprar apenas porque era um item incrível, de desfile, escalafobético – tenho mania de roupas e sapatos meio exóticos.

Quando parei de sair diariamente para trabalhar, aquela quantidade de roupa passou a não fazer mais tanto sentido. Eu não uso mais camisas diariamente, posso ficar muito bem com minhas regatinhas em casa e a frequência com que saio a trabalho me fez repensar diariamente o que tenho. Não sou a pessoa com a vida social mais movimentada e meus amigos adoram um boteco. Não sou chamada para super eventos por causa do blog, então também não faz sentido. E cada vez que abro o armário é um martírio pensar em mil possibilidades, quando minha criatividade poderia se virar muito bem com metade daquilo.

Armário-cápsula, minimalismo e limpeza do guarda-roupa

Uma que contou bem sobre o processo de revitalização do armário – que é o nome que damos em consultoria para destralhar o guarda-roupa e encontrar novos sentidos no que já temos, sem ser só tirar coisas fora – foi a Consuelo, que deu um passo-a-passo bem simples e eficaz para tirar o que não usamos mais mas temos dúvida se voltaremos a usar ou se doamos, e mostrou na prática vários looks com peças esquecidas que foram redescobertas com a revitalização.

Um link que estourou há algumas semanas foi o dessa moça que criou um blog sobre ter um armário-cápsula com 37 peças. “A Caroline vive com um guarda-roupa que possui 37 (ou menos) peças no total, contando com partes de cima, partes de baixo, vestidos, casacos e sapatos. Ela vai trocando algumas das peças a cada 3 meses, conforme as estações do ano forem mudando. Então, apesar de viver com um armário de 37 peças, a Caroline ainda possui mais itens guardados em duas caixas debaixo da cama, que são mais adequados para outras estações do ano.”

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Retirei esse trecho acima do blog da Gabi, que foi uma das que difundiram a ideia do armário-cápsula e está colocando em prática em vários posts (aqui e aqui), com fotos e como ela está sentindo a experiência. Tem sido muito legal acompanhar as reflexões dela, o que tem facilitado e até dificultado (inspirando mais a usar a criatividade com as limitações!) na hora dela montar os looks.

Mais uma que disseminou a ideia do armário-cápsula é a Thais, minha companheira de workshop (aliás, 15 de agosto estaremos aí, SP!) sobre organização de guarda-roupa. Ela também criou sua própria coleção de 40 peças para usar nesta estação – o armário cápsula é sazonal, montado de acordo com cada estação, ou seja, sofre mudanças e avaliações a cada três meses – e está relatando como foi separar cada uma delas.

A Bárbara é outra blogger que também está com essa mesma questão de ter ampliado o guarda-roupa com os anos de blog e agora percebeu que não tem tanta demanda para ele – e que isso só aumenta sua ansiedade e gera frustração. Ela está enxugando o armário e colocando em prática técnicas de organização. A Carol também está nessa fase e ela fez um post muito bacana sobre isso, os 5 passos para mudar seu estilo e como está sendo o seu processo de perceber o que realmente gosta, o que entra e o que sai.

O legal é que a internet pode e deve ser uma rede colaborativa, em que boas ideias vão dando margem a outras boas propostas. Até eu fiquei curiosa sobre como me adaptaria a um armário-cápsula na minha versão, com mais cores e estampas, já que não sou exatamente uma pessoa básica. Será que tento?

Sem gerar lixo

Outra que tem mudado demais minha visão sobre consumo consciente é a Cristal, dona do um ano sem lixo. Transformador, mesmo. Ela está no extremo de mostrar como é produzir o mínimo de lixo no planeta, descartando até saquinho do pão (ela leva o dela, de tecido), talheres, canudos, papéis de caixas registradoras, sacolas, giletes, tudo, tudo. Estou a psycho do lixo também e me policiando para, na hora das compras, não aceitar sacolas nem embalagens das lojas. Eu chego em casa e a maioria esmagadora vai pra lixeira mesmo, então qual é o propósito? Aliás, todo presskit que recebo eu deixo as embalagens num canto para levar pro centro de reciclagem.

Novos rumos

Muitos links, muitas ideias, tudo isso pra dizer que eu mesma estou repensando TUDO. Repensando o blog, planejando mais ideias práticas sobre termos menos e sermos mais felizes assim, sobre meu próprio vestir mais uma vez.

Cada vez mais estou mirando em peças com design mas que sejam mais limpas, ou que funcionem como transformadoras de produções sem que eu precise necessariamente ser tão over. Continuo gostando de cores e estampas, de querer ser criativa, mas cada vez mais tenho trocado a sapatilha “que uso só duas vezes porque apesar de linda, machuca o pé” pelo tênis “que é estiloso, vai com tudo e é uma delícia de tão confortável”. Mais praticidade mas sem perder o espírito experimentador de ideias, de arriscar e ousar – só estou simplificando meu caminho e garantindo menos gastos desnecessários.

Vou pensando aqui como aproveitar tantas boas ideias das minhas colegas de internet para colocarmos juntas algumas novas propostas aqui pro blog em prática. Alguém tem alguma sugestão de link, livro ou ideias de posts? =)

Update necessário: respondendo os comentários, não sou a favor de extremos. Como admiradora das práticas budistas, acredito no caminho do meio. Mas acho muitas propostas extremistas interessantes para quem as segue por ser o caminho da pessoa, mesmo que ela encontre flores no final dele após ter pisado o percurso inteiro em espinhos. São experiências que nos fazem pensar, que sacodem nossas estruturas, nos tiram da zona de conforto e plantam uma semente da mudança. Cada um tem a sua experiência, a sua adequação e as suas necessidades e é essencialmente importante respeitar isso. <3

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Comentários pelo blog

52 comentários

  1. Bruna comentou:

    Ana, que delicia essa reflexão! Desde 2013 que tenho mergulhado no minimalismo, numa vida mais simples, com menos. Acompanho alguns dos blogs que você citou (e agradeço pela colaboração em partilhar tanta coisa legal). Já comentei algumas vezes que o seu blog e o da Carol (SFD) são um dos unicos de moda que eu continuo acompanhando justamente porque tem uma proposta totalmente diferente, uma forma de consumir com consciente.

    La no Uma vida mais simples falo sobre a simplicidade de uma forma ampla, na vida, nas relações, nas posses. Que bom que estamos tomando consciencia de que é preciso refrear o consumo, de que o nosso planeta não dá conta de suprir tanta coisa que em tão pouco tempo é descartada. A ideia é cuidar pra preservar.

    Beijo!

    1. Ana Carolina respondeu Bruna

      Bruna, obrigada! Vou mergulhar no seu blog 🙂 Beijos!

  2. Rita comentou:

    Sabe Aninha, antes eu acompanhava diariamente vários e vários e vários blogs… queria ficar por dentro de tudo, mas já faz meses que selecionei alguns blogs mais cabeça, como o seu, e deixei alguns outros que não me inspiravam tanto (me inspiravam a comprar comprar comprar) de fora. Hj procuro usar tanto os gastos quanto o guarda-roupa de forma mais inteligente. Passei a olhar tudo o que eu tinha com outros olhos e ver que não precisava sair por aí feito louca querendo comprar tudo. A coisa ficou mais tranquila e estou gostando disso…

    Amei a sugestão do armário-capsula…

    Esses dias li o livro da Marie Kondo, A mágica da arrumação. Claro que serve pra casa toda, mas uma das coisas que mais me chamou a atenção é só ter em casa e no guarda-roupas coisas que nos fazem felizes… A gente abrir o guarda roupas ou chegar em casa e só encontrar coisas que amamos muda a nossa energia… Achei bem bacana… 😀

    Super bjokonas, vá em frente…
    Rita

  3. Bia comentou:

    Ana, que lindeza de post! acompanho vc faz tempo, e adoro esses textos que fazem a gente pensar!!!

    Vou visitar os links sugeridos!

    abraços

    1. Ana Carolina respondeu Camila Vaz

      Vou ler sim, Camila! 😀

  4. Marcia Lo Fiego comentou:

    Oi Ana,
    Acho legal essa tomada de consciência, mas sem radicalismos. Sinto que depois da ditadura dos blogs do “tem que ter” e das tendências, agora tem um exagero do contrário, do excesso de consciência na hora de comprar, eu acho que é preciso ter equilíbrio, cada um deve saber o que é melhor para si….sem ditaduras! Bjs

  5. Gabi comentou:

    Acho tão, mas tão complicado isso…Porque né, adoro um look básico, mas adoro uma cor, estampa, brilho. E aqui em São Paulo as estações não mudam em questão de meses, mudam em horas. Sou muito a favor de reduzir o consumo, só não vejo a necessidade de ser tão drástica(se bem que parando pra pensar um pouco, muita gente acaba usando sempre as mesmas peças, o que na verdade acaba sendo a tal da coleção cápsula).

    Quanto a mim, eu dificilmente conseguiria me manter com poucas peças sem um motivo mais concreto. Eu estou sempre costurando alguma coisa, engordando ou emagrecendo (efeito sanfona? sim), mudando de ideia sobre o que quero dizer com as roupas. Conclusão: faz um tempo que tento restringir a quantidade de roupas que ficam no uso, mas no final a missão acaba falhando.

    Ana, adoro ler seu blog mesmo meu estilo sendo um pouco diferente do seu, acredito que principalmente por isso. Acho que o que mais me atrai aqui é o fato de você ser uma pessoa real, que sabe o quanto custa o dinheiro e não sai apenas repetindo as tendências vistas em desfiles ou fotografadas no Instagram por aí. Parabéns pelo seu trabalho!

    1. Ana Carolina respondeu Gabi

      Oi gabi! Não é complicado, não! Mais complicado é se desprender dos desejos…mas fora isso ninguém precisa ser extremista e ter só 40 peças no armário. Mas dá, por exemplo, pra fazer esse exercício quando viajamos: ficamos um mês se virando com as roupas daquela mala e parece que nossa criatividade é colocada à prova. É disso que o post está falando. Que ninguém precisa comprar mais pra ser criativo, que podemos dentro do que temos criar mil possibilidades. 😉 Beijos!

  6. Paula comentou:

    Ana amei seu post, e é por isso que seu blog é o que eu mais amo na categoria moda!
    è muito fácil fazer look do dia com peças e mais peças novas toda semana né? Duro é criatividade para usar tudo o que tem no armário sem comprar nada…
    Cada dia mais penso no tema, e em muitas coisas eu estou diminuindo o consumo ou tentando consumir de forma mais consciente.
    Já acompanho vários blogs que você mencionou e acredito que sejam ótimos para quem quer fazer algumas mudanças!
    Posso pedir mais posts assim? kk

    Beijos

  7. Juliana, RS comentou:

    Aninha, queri! Ando pensando tanto nisso, sabe? No tanto de coisas que tenho e no quanto já não estou mais precisando delas todas… Estou em fase de reprogramação de ideias e logo, logo vou começar a arrumação e uma nova visão, obrigada pelas dicas preciosas de sempre! Beijos meus!

  8. Paula comentou:

    Ana, obrigada por indicar tantos blogs legais que tratam dessa questão do minimalismo. Estou muito longe de usar 40 peças em 3 meses, mas de um ano para cá diminuí muito a quantidade de coisas que tenho, e comprei apenas peças que realmente acrescentaram. Isso que você falou da sapatilha e do tênis se encaixa demais para mim!

    Tem uma moça no youtube que é a mais minimalista de todas. Vou colocar o link aqui. Pra quem entende inglês vale a pena ver o que é minimalismo de verdade (em todos os aspectos da vida). É bem chocante.

    https://www.youtube.com/channel/UCp12IFoANz_tEY6YgZFqohA

  9. Fernanda Lara comentou:

    Oi, Ana! Obrigada por mais uma boa reflexão!
    No blog fernandaorganiza.blogspot.com deixo minhas impressões sobre temas, como acúmulo de coisas, desapego e descarte, conciliando-os à psicologia, minha formação. Escrevo para tentar compreender a relação das pessoas (eu, inclusive) com suas coisas, MUITAS coisas. Você tem me ajudado nessa compreensão!
    Beijos

    1. Ana Carolina respondeu Fernanda Lara

      Que legal, Fernanda! Vou entrar agora no seu blog! Beijocas!

  10. Mel Lopes comentou:

    Ana, a Mônica Morás​, que está viajando meses pela Ásia só com uma mochila me fez repensar muita coisa graças aos textos no blog eduardo-monica.com. Ela me indicou o livro incrível “Madame Charme”, que relata a experiência de uma jovem americana que vai morar com uma família parisiense tradicional e repensa todos os seus hábitos, incluindo os de consumo. Outro livro genial para quem quer fazer aquela limpa e desapegar é o “A mágica da arrumação”, que ensina o passo a passo para fazer uma transformação na casa e, principalmente, no armário, tirando tudo que não te faz feliz. Esse tema está realmente em voga e inspira cada vez mais pessoas. Seu texto ficou ótimo e completo! Obrigada pela inspiração de sempre

  11. manoela comentou:

    Adorei esse post! Super me identifiquei! Eu acho horrível aquele tipo de closet entupido de roupas! Meu armário é super enxuto e sou super a favor da gente investir em peças-chave, clássicas e de qualidade do que um monte de tendências que vão embora em uma semana praticamente! Fico chocada com bloggers que estão cada dia com uma roupa diferente e têm milhões de bolsas caríssimas, fico pensando que será que é necessário toda essa “informação” de moda? Gostei muito de tudo o que você disse parabéns!

  12. Cinthya comentou:

    Amei o post, Ana. Só tinha lido as reflexões da Carol e da Thereza. Vou ler as outras que já estão abertas nas outras abas do meu browser aqui já já, mas precisava vir aqui comentar o quanto essa reflexão do “preciso mesmo disso?”, “isso que estou comprando vai combinar com o que já está no meu armário”, “vale a pena investir num mega vestido lindo e maravilhoso que vou usar 1 vez ao ano?”. Tô tentando seguir essas regras, sabe!? Nem sempre consigo, nem sempre é fácil. Mas graças a você e ao seu blog, hoje eu olho mais as etiquetas e costuras das roupas, vejo se não estou levando gato por lebre. Tô ainda muito longe de ter o guarda-roupa dos sonhos e minimalista, mas tenho feito compras muito mais conscientes desde que li seus posts. Nosso estilo não é nem de perto parecido, mas sempre que vejo seus looks me questiono “por que não?”.
    Beijocas e pode repensar o blog SIM, só não pode acabar com ele, hein!? Rsrs!!!

  13. Natália comentou:

    estou muito nessa vibe, preciso transformar o meu armário em algo mais funcional, que me deixe bem-vestida para todas as ocasiões; mais roupas formais que possam ser “casualizadas” para meu tempo livre, já que a maior parte do meu tempo eu passo no trabalho. já identifiquei que preciso muito de blusas e sapatos, e tentando não me levar pela minha paixão na hora das compras, que são os vestidos. ando com tanto nervoso que uma vez por semana tenho separado peças que não adianta guardar só por serem bonitas e, mesmo novas, estou desapegando mesmo. ou dando para quem precisa, ou então vendendo no enjoei. temos que ser críticos mesmo na hora de comprar – outra meta é baixar a fatura astronômica do cartão: quero roupa nova ou viagem nas férias? acredito muito na frase da oficina de estilo: quando compramos algo por impulso que não vamos usar, estamos roubando de nós mesmas. mas é difícil quebrar esse ciclo, viu?

  14. Gisele Moura comentou:

    Ana,
    Eu moro em casa alugada portanto o armário embutido que já estava na casa não permite arrumar as coisas da forma que quero e isso estava me gerando uma grande angústia. Cheguei ao blog das 37 peças e resolvi testar aproveitando que o inverno havia chegado de fato em São Paulo. Separei todas as roupas e sapatos que eram ou podiam ser de inverno e arrumei de uma forma que fosse fácil acessar e coloquei o resto das roupas do outro lado do armário, ao invés de em caixas, e acredite não foi radical como se acha, foi mais que o suficiente e não uso nem metade das peças, além de que me arrumo muito mais rápido. Isso me fez ver que o que realmente é mais útil e o que é desnecessário e o que falta.
    Observações/ressalvas a fazer: Eu também estou trabalhando de casa, pode ser que se tivesse que sair todos os dias a experiência fosse diferente; o tempo mudou completamente essa semana e tive que recorrer a outra metade do armário, ou seja, deve funcionar melhor em lugares com estacoes mais delimitadas.

    1. Ana Carolina respondeu Gisele Moura

      Boas observações, Gi! A Thais e a Gabi também trabalham de casa – se fosse no verão de 50 graus do Rio esse armário de 40 peças iria embora em um dia hahahah! Mas aí aumentaria o número de peças pra ele se sustentar no verão, quando troco de roupa duas vezes por dia.

    2. Débora respondeu Gisele Moura

      Gisele, estou passando por uma situação bem parecida com a sua. Depois que casei meu espaço no guarda roupa caiu para menos da metade do que eu tinha antes. Acabei aderindo de forma forçada ao minimalismo, rsrsrs. Aí vi na internet essa idéia de armário de 37 peças e aderi (na verdade tenho 40 peças). Moro em Salvador e adoro usar roupa com estampa. No caso, não tenho muita variação entre as estações porque aqui é quase sempre calor. Tenho usado as mesmas peças em diferentes looks e não me sinto nem um pouco entediada com a repetição das peças. Mesmo trabalhando fora todos os dias. Com essa experiência percebi o quanto do meu guarda roupa antigo era desnecessário e que dá perfeitamente para viver com bem menos. Faço algumas compras a cada nova estação para atualizar os looks e pronto. Bem melhor dessa forma.

      1. Gisele Moura respondeu Débora

        Então o que é legal é redescobrir as próprias roupas antigas aquilo que estava literalmente no fundo do armário e que você não vai atrás porque vai para as mais fáceis e óbvias, usando todo o potencial e combinando entre si. Eu parti do principio de não comprar nada, só quando essa estação se repetir ajustando a partir desta experiência.

  15. Lili comentou:

    Ana, depois que passei a trabalhar em casa 80% do meu armário ficou ocioso (fato corroborado pelo fato de eu morar longe da minha família e da maior parte dos meus amigos – ou seja: realmente não saio tanto pra nada). Já fiz algumas doações de coisas que não via no meu futuro, mas ainda tem bastante coisa que tá ali guardada. Só tenho segurado a onda de doar tudo pq vou mudar em breve e acredito que posso precisar de um pouco mais de roupas do que no momento. Tb tou numa fase beeeeem mais minimalista do q anos atrás que eu era mais fashionista e estampada. Tb ando mais preocupada com consumir com mais consciência e não só pq ‘tá barato’ ou ‘é estiloso’.

    1. Ana Carolina respondeu Lili

      trabalhar de casa e vida social quase nula, me identifico! hahaha! Pois é, pra que 300 peças de paetês? eu amo, mas não preciso de tanto…

  16. Rebeca comentou:

    Eu até me demoraria nos comentários (já que agora eu comento kkkkkk) mas poxa, que coisa mais linda de ver todo mundo partindo para esta reflexão sobre nós mesmos e como influenciamos o nosso entorno, e que as vezes este entorno é muito além do que os nossos olhos podem ver.

    Fugindo um pouco do assunto, partilho do mesmo problema da Lili no comentário anterior, trabalhar em casa é muito bom pela praticidade e conforto no vestir (ahh, pijaminhas, pés descalços e roupinhas que não apertam), mas fico com aquela sensação de que quando vou sair que quero/preciso me montar. Por exemplo, eu nem usava maquiagem para sair (só para ir em festas) e agora nas minhas poucas saídas (Médico, falar com o Orientador, ver amigos e o Namorado) me monto de tal forma que apesar de prazeroso de olhar no espelho, não me reconheço muitas vezes. rs Em contrapartida com relação às roupas tenho uma tendência fortíssima a me habituar com uniformes (uso as peças que gosto repetidas vezes até se estragarem ou enjoar), acho que me adaptaria a um armário mínimo com facilidade, vou pensar nisto quando chegar a hora de organizar meu guarda roupa.

    Bjos procês!

  17. Solange comentou:

    gente sério…eu acho que todo mundo precisa consumir, vestir moda de maneira consciente, e com certeza compramos muito mal (no sentido, geral, compramos muito, compramos errado, compramos por impulso enfim).
    mas já pensou que esse negócio de armário capsula e meio assunto de modinha…todo lugar que vc vai, o assunto é esse, já tá meio chato…todo mundo de repente virou amigo da natureza, parou para pensar no estilo de vida, todo mundo resolveu de repente simplificar tudo…fala sério…faço capsula há muito anos e nem sabia q tinha esse nome, sempre guardei as roupas por estações, porque imagina morar no RJ calor danado vc abri o armário cheio de casaco vc sai correndo…ainda bem que a Ana no final do texto pediu equilibrio! Porque do jeito que a gente vê as pessoas se “inspirando” pela internet daqui a pouco as pessoas vão se desapegar de tudo e ficar andando com mesma roupa… sem sentir aquela alegria de uma auto estima por ter adquirido ou feito um look diferente…sou a favor do desapego, procuro faze-lo a gente muda é verdade, mas muita sensatez não vá mudar porque agora a moda é ir na contra mão da moda…

    1. Ana Carolina respondeu Solange

      Concordo com vc, Solange!

  18. Elisa comentou:

    Só tenho a dizer que desde que começamos a trabalhar juntas no personal stylist olho meu armário com outros olhos e sinto vontade de reduzir ainda mais o que tenho.
    Vejo tantas variações de roupas com algumas poucas peças e me dou conta do quanto fui levada a consumir sem critério. Me sinto bem mais feliz agora…
    Obrigada pelo texto e pelas lições nos nossos encontros

  19. Tati de Porto Alegre comentou:

    Nossa, li quase todas as referências externas, que coisa mais interessante, Ana!

    Acho inviável separar o armário por estações (semana passada tivemos 26 graus aqui em Porto Alegre, hoje temos 13 e, no final de semana próximo devemos ir a 26 de novo), então não poderia passar apenas com 40 peças, mas confesso que pretendo contar quantas peças realmente estou usando do guarda roupa… Aprendi nas tuas entrelinhas que a melhor comprar é aquela que amamos muito (também por nos vestir bem) e que fecha direitinho com as necessidades que estamos sentindo, fazendo a gente amar ainda mais as outras peças que já estão com a gente. Hoje só compro se me apaixono, se o preço é bom e se estou precisando. Sou chata a ponto de saber de cor o armário das amigas (já li por ai que a memória é uma velha louca que guarda trapos coloridos e joga comida fora), mas tenho repensado como o “medo de repetir roupa” é bobo e descabido.

    E não é lindo quando alguém está vestindo algo que gosta e que só a deixa mais bonita? Então que se use muito e de todas as formas!

  20. Kátia comentou:

    Oi Ana! Amei a reflexão! Fiquei feliz em saber que não sou a única que cansou do consumo desenfreado e estimulado por muitos blogs (deixei de acompanhar vários por causa disso). Vou ler as dicas dos links e continuarei na saga da organização do guarda roupa…rs bjos! <3

  21. Renilda comentou:

    Olá Ana,

    Adorei o post! A maioria dos blogs que vc mencionou durante o post já havia lido e estou cada dia mais decidida a diminuir o meu consumismo; que não era algo exagerado mais que me deixava triste comprar algo e não usar, sendo de qualquer valor. Acredito que daqui pra frente, com vários blogs abordando esse tema as pessoas passem a consumir de forma mais consciente.
    Hoje na maioria das inscrições que tenho no youtube são de blogueiras de moda e beleza, e de um tempo pra cá passei a me incomodar como era o grau de consumismo delas e que aquilo estava me influenciando de alguma forma, com videos de comprinhas semanais e wishlists intermináveis.

    E pra terminar, sendo bem sincera, estava ansiosa esperando este post da sua parte. Admiro o seu blog e suas posições com relação a moda e gosto bastante. E voltando… esperava a sua opinião por que sempre achei que você usa a moda de verdade e de uma forma leve e repetindo roupas e tudo mais.

    Por fim é isso.

    Parabéns pelo trabalho!

  22. Adorei a matéria e os comentários das leitoras. Ainda não li os posts dos outros blogs, mas fiquei pensando em uma espécie de inconsciente coletivo agindo (?).
    Também me pego pensando em como diminuir o tamanho do armário. Tenho dois trabalhos distintos, totalmente diferentes, sendo que em um deles trabalho em casa bastante tempo. Pelo outro, ando mais arrumada e viajo com certa frequência.
    Mas quem realmente precisa de 5 camisas brancas, e 3 vestidos pretos-básicos-praticamente-iguais? A saída que estou encontrando é reduzir o número de peças, focar em coisas “que vão com tudo” e abusar dos acessórios. Como desenho, crio e confecciono acessórios, fica fácil coordenar um colar mais chamativo que quebre a seriedade da camisa básica, brincões que levantem uma produção muito certinha, ou jogar com lenços coloridos. São peças mais baratas, ocupam menos espaço, e dão um ar mais lúdico para quebrar uma possível monotonia.
    Mas sinto que ainda estou no começo do caminho, agora vou ler também os outros blogs. Super obrigada !
    Bjks da Sinhazinha

  23. Geisa Alves comentou:

    Ana,
    adorei o post, de verdade.
    Eu estava mesmo precisando dessa desintoxicação de informações.
    De uns 10 meses pra cá, parece que baixou o bichinho das compras em mim.
    Ando muito triste e decepcionada comigo, pois sempre tive fama de ser a menina consciente da família, a que sempre poupava, a que sempre pensava muito antes de gastar. Chegava a ter fama de pão dura, rs. Até que esses dias, minha mãe me disse: — filha o que está acontecendo com vc? toda vez que eu te encontro vc está com uma roupa nova ou está dizendo que fez um super achado e comprou alguma coisa nova que vc precisava muito muito. Não sei porque, mas esse puxão de orelha da mamãe doeu pra caramba.
    Preciso de algumas coisas em casa, tipo uma cabeceira pra minha cama, uma mesa pra sala de jantar e mais um armário na cozinha, e não consegui adquirir essas coisas por causa das faturas astronômicas do meu cartão de crédito. Nem guardar dinheiro pra viajar. nem fazer a minha tão sonhada consultoria com vc.
    É claro que melhorei muito nas escolhas do que comprar, vendo custo benefício e etc, mas isso não fez com que eu comprasse menos, pelo contrário.
    Eu estou me conscientizando, e de duas semanas pra cá, já abdiquei de 3 coisas que eu fiquei louca pra ter e que eu pensei sinceramente que eu precisava muito muito rs,.
    Uma bolsa azul marinho e uma Espadrille vermelha na soulier e um tênis lindo e confortável da Adidas, adivinha, branco rs, que estava por R$160 na paquetá. Saí ilesa!
    O caminho pra minha “reconscientização” vai ser longo, eu sei. mas eu vou chegar lá, pois o primeiro passo eu já dei. Assumi que estou virando uma compradora compulsiva e que preciso mudar.

    Beijo, Ana, e desculpa pelo desabafo gigante rs.

    1. Ana Carolina respondeu Geisa Alves

      Geisa, querida, que bom que está consciente! Tudo vai se acertar…

  24. Oi, Ana!

    Seu post conseguiu resumir exatamente o que estou buscando atualmente: menos coisa, menos bagunça, menos lixo, menos.

    Percebi que o caos na minha vida (o eterno “não tenho tempo/dinheiro/espaço/etc) estava diretamente ligado à cultura do excesso, que acho que é um problema de quase todo mundo. A gente vai comprando, acumulando, guardando e, quando percebe, está vivendo em função das coisas e não da gente mesmo.

    Obrigada pelo post! Acho ainda mais importante quando vocês, que se dedicam a falar de moda, conseguem mostrar que é possível ter uma relação om as roupas maravilhosa sem necessariamente priorizar o consumo e/ou o desperdício.

    Beijos

  25. ligia comentou:

    Total, Ana! Sabe que eu estou muito nessa onda também. Rever tudo pra ter um armário mais eficaz e ser mais feliz. Tenho feito muitos exercícios práticos na vida e postado no blog pras leitoras desenvolverem e pensarem sobre seus estilos junto comigo! Mega vou linkar esse teu texto no próximo post! <3 Beijao

    Aqui ó http://lavestuarista.com.br/tag/desenvolvendo-estilo/ depois me diz o que achou!

    1. Ana Carolina respondeu ligia

      Legal, Ligia! Vou ler seu post. 🙂 Obrigada e beijinhos!

  26. Taís comentou:

    Oi Ana!
    Acho bem legal a ideia dos armários cápsulas, mas sinto mta falta de peças coloridas e estampadas nos exemplos que já vi!
    Se vc fizesse algo nesse sentido seria bem legal! Não necessariamente montar um armário com X peças para tantos meses, mas mostrar que a versatilidade não se encontra apenas em peças lisas e sóbrias!
    Beijinhos!

    1. Ana Carolina respondeu Taís

      Tais, esse é justamente o próximo tema! Não acho também que só se resume a poucas cores e estampas, podemos ter menos e respeitar nosso estilo 🙂

      1. Taís respondeu Ana Carolina

        Eba!
        Q notícia boa!

  27. Aline comentou:

    Oi Ana! Eu adoro esses novos conceitos (pelo menos para mim são novos) que estão sendo difundidos sobre construção de estilo e do guarda-roupa e ser vestido, eu também faço parte do time que tem um guarda roupas socado de roupas e nunca sei o que vestir. Na dúvida, compro novas e gero mais acúmulo num guarda roupas onde não cabe mais nada.. aff.
    Mas sinceramente, não gosto dessa menina do unfancy. Acho ela MUITO sem graça! As roupas dela parecem todas iguais, falta originilidade, na minha opinião. Um blog que eu realmente gosto sobre minimalismo no guarda-roupas é o http://into-mind.com/ . Beijos!!

    1. Ana Carolina respondeu Aline

      Também acho ela sem graça mas foi justamente o blog dela o mais disseminado, por isso a usei como exemplo 🙂 E aguarde meu próximo post em que vou mostrar que armário cápsula pode ser mais animado 🙂

  28. Michelle comentou:

    Há 1 mês destralhei bastante meu guardarroupa, mas sem me ater a um número fixo de peças. Já tinha lido alguns dos textos do post e mais outros blogs de minimalismo/vida mais simples (como o da Bruna que comentou lá em cima :)) e aprendi a ficar só com o que amo, que está adequado ao meu peso e estilo de vida atual. Fui contar as peças agora por curiosidade e vi que estou com 50 peças de roupa e 6 sapatos. Essa coisa de número certo (cabalístico?) a gente não precisa levar a risca… o importante é estar adaptado ao nosso estilo de vida. Também sou coloridíssima… tenho pouquíssimas peças azul marinho/cinza, e não tenho nada preto nem branco (em mim o marfim cai melhor que branco). Minha tonalidade de pele é outonal então tem muitos tons terrosos e verdes bonitos na minha arara, com pontos de vermelho, pêssego, turquesa e bordô. Dá pra fazer um guardarroupa enxuto e com muitas cores sim. 🙂 (Ana, como disseram acima, seria legal mesmo ver um modelo de armário minimalista dentro do seu estilo colorido-estampadão!)

  29. Rose Cristine comentou:

    Olá Ana,

    Ótima reflexão. Por isso que fiz questão de falar com você lá em Gaíbu/PE( restaurante), porque tens CONTEÚDO de verdade.
    Sucesso sempre.

    1. Ana Carolina respondeu Rose Cristine

      Ahhhhh e adorei nossa fotinha! :))

  30. Ana E comentou:

    Oi! Venho percebendo essa onda de minimalismo se instalando no ar e estou achando muito legal, pois sinto o mesmo que vc e outras blogueiras, parece que temos tanta coisa que nos perdemos no nosso próprio armário. Também adoro estampas, porém venho percebendo uma mudança discreta no visual, ultimamente mais enxuto e mais clássico nas cores. Parece que fiquei mais leve até kkkkk. Ainda mantenho meus vestidos coloridos, afinal o verão daqui a pouco está aí e adoro roupas mais alegres nessa estação. Então, acho tbm que tem a ver com a estação do ano e o momento da nossa vida. Busco informações sobre minimalismo, mas sem exageros, pois já pratico algumas ideias, porém sem ficar engessada, pois isso me frustraria. O que ganhei com isso foi mais dinheiro para experiências (viagens, livros, cinema) e uma relação mais profunda com roupas e sapatos que já tenho. Digo profunda pq nos obriga a pensar, refletir formas diferentes de uso, perceber como nos sentimos com aquela roupa, é muito bom. Beijão, adoro seu blog, acompanho sempre, comento pouco, mas qdo comento kkkkkkk esse textão.

  31. Isadora comentou:

    cara, eu tenho um rascunho no wordpress que chama “minha mudança de estilo” desde o final de 2014. desde então, eu fiquei juntando os links de tudo o que encontrava por aí sobre essa readequação de estilo/imagem, essa troca das “tendências” por “estilo pessoal”, essa nova consciência de consumo de moda e… eu nunca conseguir escrever. principalmente porque nunca consegui colocar em prática nenhuma dessas coisas. hahaha! o rascunho fica lá, e eu vou adicionando links – quando a Gabi começou a falar bastante do assunto e criou o grupo no FB, pensei ‘caramba, não pode ser coincidência que esse tema esteja tão falado!’, e dai chega o seu post, resumindo tudo. ai, menina. o que eu posso dizer dessa experiência até agora é: como é bom se reconhecer no espelho. para além das tendências, dos “must have”, dos padrões de beleza surreais… seu blog sempre me ajudou muito, sua autenticidade sempre me motivou a procurar o MEU estilo (com pitadas do que tava rolando de mais fashion! rs!) e, agora, nessa nova fase, só posso ficar ainda mais feliz de estar acompanhando tudo e, efetivamente, mudando junto. assim que eu terminar a mudança de casa – a “mudança” aqui é maior, bem, bem, beeem mais ampla 😉 – o armário vai passar por uma reforma, pra refletir a reforma que veio de dentro! e vai ser lindo, como a sua tá sendo! 🙂

  32. Cristal comentou:

    Ana, obrigada pela menção ao Um Ano Sem Lixo 🙂 Muito feliz de estar inspirando pessoas e fazendo elas, mesmo que aos poucos, repensarem seus hábitos!

    1. Ana Carolina respondeu Cristal

      Imagina, Cristal! Eu que agradeço por ser tão inspiradora! 🙂 Beijos!

  33. Rosário comentou:

    Gostaria de receber orientaçoes a este respeito. Preciso me organizar, Gasto muito e quando procuro uma roupa não encontro uma adequada. Obrigada!

  34. bruna gomes comentou:

    Amei o post e as indicações, Ana! Me ajudaram muito.
    Também estou numa fase em que ver uma gaveta transbordando e cabideiro abarrotado é motivo de desespero, e não de orgulho (‘quanta roupa eu tenho! uhuuu’). Quanta coisa está inútil no meu armário, e podia ser útil pra outras pessoas?
    Botei o armário abaixo, tirei muita coisa, mas sobrou coisa. E mais coisas sairão, com certeza. kkk
    Estou chegando a conclusão que sei lá, quero menos e melhor. “Menos é mais”.
    bjuu #partiudesapego