Minhas impressões da coleção Andrea Marques/C&A

Opção com legging e com casaquinho para quando o tempo virasse:

Ana veste:

Vestido Andrea Marques para C&A – 79,90
Cinto O Artífice – 15,00
Colar ManifestA – 38,00
Bolsa Asos – 100,00
Legging Espaço Fashion que ganhei da marca
Cardigan Maria Filó para C&A – 69,90

fotos: Eduardo Rocha 

Eu estava cogitando não me prolongar sobre esse assunto, mas algumas leitoras pediram tanto e perguntaram o que eu comprei! Aliás, achei uma fofura vocês comentarem no post do preview as suas impressões e relatarem o que compraram! 🙂

Vamos lá: na loja em que fui teve reposição no meio da manhã e as araras ficaram cheias para quem chegou mais tarde. Soube depois que nas outras lojas não foi assim.

Consegui as camisas com estampas de caveirinhas, a rosê e a preta. Tinham as estilo bata, mas preferi as camisas mesmo. Contudo, ainda vou pensar se fico com as duas…meio exagero duas blusas com a mesma estampa! Todo mundo também comentou por serem de viscose e amassarem com facilidade, mas a Dani observou bem: para cidades quentes, mil vezes melhor ter camisa de viscose que de poliéster!

Comprei também a camisa branca (sempre é bom ter uma de reserva!), dois vestidos: o rosa de flores e alcinha, que me deixou magra, haha, e o preto com flores brancas, verdes e azuis (o de hoje!). Além disso arrematei o cinto dourado de fivela de encaixe e a camisa tipo bata laranja.

Achei a numeração maior que o habitual, exceto as calças. Os paletós/blazers achei enooormes! Preferia um estilo mais sequinho, mais acinturado, eles praticamente me engoliram. Mas pode ser também porque eu já tenho blazer preto e branco no armário, seria exagero levar mais.

Gostei do caimento das peças, tirando uma ou outra que não vestiu bem em mim. Eu queria a bermuda branca, mas a achei transparente demais.

Esse vestido de hoje eu acho lindo, mas senti falta de um forro! Não gostei dos vestidos de coqueiro em mim, mas isso varia de gosto – e de corpo!

No geral fiquei bem satisfeita com a coleção. As camisas valiam muito a pena, assim como algumas peças mais básicas, como as calças. Não morri de amores pelas bolsas. Achei o caimento das peças bem bom, apesar de um ou outro detalhe que descrevi acima.

De qualquer maneira, sempre teremos observações a fazer. Eu fui em três lojas e em todas algum item da coleção acabou não indo. Não vi nem sombra dos cardigans, e não é porque acabaram não, simplesmente não foram para as araras. Em algumas cidades, como Curitiba, faltou também os vestidos, exceto os de coqueiros (como bem relatou a leitora Vivi). Parece que em cada loja faltou alguma parte da coleção. Levei os cabides, mas comprei em 2 lojas diferentes e não me deram as sacolas especiais da coleção. Os cintos prata e dourado vendidos juntos? Lenda.

Os preços estavam ótimos, preço de C&A mesmo. Coisa que eu só vi anteriormente na coleção da Maria Filó. E justamente nessa coleção eu reparei a origem das peças nas etiquetas: made in China. A mesma coisa para essa coleção. A Claudia Cruz, leitora do blog, chamou também a atenção para essa nova logística.

Pois é, gente, a maior parte do que consumimos vem de lá. Se nos acostumamos com o “indústria nacional” impresso nas etiquetas, ao mesmo tempo não conseguimos mais acompanhar o aumento da inflação, taxas e impostos que sobrecaem sobre as indústrias. Nosso bolso não aguenta mais tanto aumento. E como as empresas continuarão a manter os preços mais acessíveis?

Bingo: China. E para as que estão acostumadas com a Zara, também tem Vietnã, Marrocos, e até bolivianos em nosso próprio país. Mas claro que existem grandes empresas querem só manter a margem de lucro e, como disse a Marisa nos comentários, aumentam os preços, exploram e importam produtos chineses, colocando preços altos nos produtos finais apenas para ganhar mais em cima disso….não sei se meu pensamento está correto, comentários sobre o assunto de alguém que entenda mais dessa parte serão muito bem-vindos. Adoro debates e adoro aprender.

Na sexta fui a um ciclo de talkshows sobre moda sustentável do Instituto Rio Moda e um dos participantes foi o estilista Ronaldo Fraga. Dentre tantas pautas debatidas, ele ressaltou que não existe criação em moda sem estímulo a pesquisa, e isso é urgente por uma questão econômica. Temos um potencial em cultura e material e parece que estamos sendo engolidos pela produção oriental em massa. E os a indústria chinesa cada vez mais se especializa em design: estão aprendendo a criar, após tantos anos copiando. E querem ser os melhores! Como faremos frente a isso? Valorizando nossos produtos, nossos designers. Infelizmente uma gestão que deveria ter incentivo fiscal, apoio governamental e intervenção para que essa indústria volta a produzir e a criar suas próprias ideias, ainda é inexistente. Bom, palavras que repliquei do Ronaldo, mas o que vocês pensam disso?

É uma questão que deveríamos pensar e nos questionarmos até quando consumir moda será apenas o ato de comprar por comprar.

Bom, deixem aqui suas impressões sobre o assunto! 🙂 Quem comprou o que, o que acharam, principalmente quem está na cidade que não recebeu a coleção: reclame!

Update: Para quem, assim como eu, quer saber mais sobre o assunto de China e incentivo fiscal, tá rolando um debate muito bom nos comentários. Quem tiver mais matérias/textos sobre o assunto, agradeço demais se puderem compartilhar.

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Comentários pelo blog

139 comentários

  1. Eduarda comentou:

    Oi, Ana.

    Achei os cardigans hoje na C&A do shopping Tijuca, haviam vários e acho que todas as cores estavam lá! Concordo com você que a numeração estava mair, eu sou 44 e comprei 42. Trouxe pra casa duas peças, a camisa de caveirinha preta e a coral, me arrependi de não comprar a rose e a branca… Fica pra uma próxima.

    O vestido ficou lindo em você!

    Beijos

    1. Ana Carolina respondeu Eduarda

      ahhh, não tive tempo de ir na do Shopping! Beleza!

  2. aline comentou:

    Querida, a coleção C&A Andrea Marques está maravilhosa, pena que como já foi relatado nem tudo foi exposto nas lojas, acabei comprando algumas peças como o Bleaser branco e amei, o vestidinho estampado q vc comprou tbm, e uma camisa laranja ( amor a primeira vista) e verde com a mesma estampa do vestido com laço preto na gola e sem manga. Comprei 4 peças porém só me deram 2 cabides e a bolsa nem ouvi falar hehheh.
    Bjs Linda!

  3. Bia Maia comentou:

    Com a coleção da Maria Filó aqui em São Carlos aconteceu uma coisa bizarra, só vieram peças bem depois do lançamento, e as mais difíceis de usar, que provavelmente venderam menos.
    Sobre o mercado chinês, concordo em partes, Ana. A gente sabe que a carga tributária aqui é pesada, mas ao mesmo tempo, nos últimos anos a gente tem visto um salário mínimo mais alto, e fiscalização mais ativa nas condições de trabalho. Isso também encarece as peças. Mas não adianta muita coisa valorizar o nosso trabalhador e consumir desenfreadamente produtos com mão de obra mil vezes mais explorada. Não sei se o incentivo fiscal é a saída, tendo a achar que não, não sei se isso teria um impacto real na economia do país. Diminuir a margem de lucro nenhuma rede grande de lojas quer, né? Essa discussão é feita o tempo todo, o mercado chinês tá quebrando quem tem confecções pequenas e médias. Talvez pra essas valeria a pena repensar a tributação.
    Nossa, fala de política eu super empolgo! hehehe
    Beijos!

    1. Ana Carolina respondeu Bia Maia

      Bia, seja muito bem-vinda a debater sobre esse assunto. Quero realmente saber a opinião de vocês sobre isso – e aprender mais. É uma questão séria, na minha opinião. Beijos!

  4. Bruna Valério comentou:

    Também fui no shopping Nova América, no dia da estréia, e como sempre eles haviam já colocado as peças no dia antes, mas o shopping é vazio então não foi como na Maria Filó no norte shopping que a tarde já havia se esgotado tudo. Todas as peças estão lá em todas as numerações, menos a camisa preta de caveiras, uma das peças que queria, mas no fim das contas, achei a rosê mais bonita e fiquei com esta – de fato, tamanho 36 ficou grande em mim, mas com ótimo caimento.

    Dei falta dos macacões e dos cardigãs. Não sei se os macacões estiveram presentes na coleção mas acabou rápido – o que acho díficil, C&A do Nova América não é badalada assim- e os cardigãs pelo visto ão foram mesmo, não tinha nem vestígio.

    Da coleção, gostei mesmo das camisas. Os blazers eram grandes e estampam de estrela tiram um pouco da elegância do mesmo, também não curti o vestido e saia de coqueiros.

    Enfim, trouxe comigo apenas o que já tinha batido o olho antes de chegar as lojas: a camisa de caveira.

    1. Ana Carolina respondeu Bruna Valério

      Bruna, tb fui lá. Os cardigans e os macacões não foram! Eu vi os macacões na da Tijuca. Bjs

  5. Karina Andrade comentou:

    Fui atrás da camisa preta de caveirinhas mas cadê q eu achei?! “/
    Não tem problema não… vou atrás de outra C&A! o/

  6. Oi Ana, aqui em Porto Alegre a coleção veio somente para a C&A do Iguatemi e lá eu não vi nenhum cardigã.

    Eu comprei as camisas laranja e verde sem bolsos, o short preto, o body laranja, o vestido verde de florzinhas e aquele estampado miúdo com cinto. Acabei levando também o cinto de coração dourado, mas era o último e tive que pedir para tirarem do manequim.

    Eu gostei da coleção e da qualidade das peças de alfaiataria, concordo que os blazers eram bem grandes, eu também não fiquei bem com eles.

    Eu gostei também da saia com bolsos que tinha nas cores preta e branca, ela tinha até forro, mas o tamanho 36 sumiu no primeiro dia.

    Quanto aos chineses, eu também percebi que as peças vieram de lá, é lamentável que a nossa indústria não tenha condições de concorrer com eles. Acho que a diminuição da carga tributária é uma solução sim, principalmente dos encargos trabalhistas que tanto oneram as empresas.
    ´
    Já estreei o meu vestido no blog e foi aquele sucesso. Beijos da Beta
    http://www.blogandocombeta.blogspot.com.br

  7. Carol comentou:

    Ana, fui hj cedo na C&A do Recreio Shopping e achei a blusa de caveirinha rose, mas tinham poucas e so numeracao pequena! Tinha pouquissima coisa la! Fui na de Copa tb e tinha bastante coisa, mas so numeracao pequena e nao tinha a de caveirinha! Ganhei a bolsinha em Copa, mas os cabides nao deixaram eu levar!

    1. Bruna Valério respondeu Carol

      Lá no Nova América as meninas estavam guardando os cabides, no entanto, os da Maria Filó me deram, e então perguntei se dessa vez não estavam dando, e aí a menina disse que podia levar sim, então levei. Eles são bonzinhos!

  8. Bruna Valério comentou:

    Ana, como você comprou esse slipper da Zara? Pelo Ebay? Na loja da Zara aqui no Rio não tem, né?

    1. Ana Carolina respondeu Bruna Valério

      comprei em Roma, Bruna! Beijos

      1. Bruna Valério respondeu Ana Carolina

        Ahhh =( Gostei dele! Ia substituí-lo por aquele mocassim dourado da Sonho dos Pés que comprei na mesma época que você, lembra qual é? Acredita que ele rasgou bem na frente? =/ Gostava tanto dele, combinava com tudo.

        1. Ana Carolina respondeu Bruna Valério

          Dá uma olhada nessa coleção de agora, de repente tem um substituto! Eu vi um slipper igual ao meu, mais bonito até, na coleção da Carmen Steffens. Beijos

        2. Bruna Valério respondeu Bruna Valério

          Ana, olha o que achei:
          http://www.olook.com.br/produto/5795

          Claro, não é tão lindo quanto o seu e nem deve ter a mesma qualidade, mas é um mimo e o preço também!

          1. Ana Carolina respondeu Bruna Valério

            Que beleza, Bruna!! Tu é porreta!

        3. Bruna Valério respondeu Bruna Valério

          Tem sempre que fuçar na internet, caso contrário, não tem graça, né? =) Beijos, Ana. Se eu comprar, mando as fotos para você colocar no blog.

        4. Marina respondeu Bruna Valério

          Sem querer me meter na conversa, mas comprei um mocassim prata na sonho dos Pés há um tempo (quando tb tinha o dourado e outros coloridos no mesmo modelo) que TAMBÉM RASGOU NA FRENTE.

          Nossa, eu precisava compartilhar isso, pq estava achando que a culpa era do meu pé e que só havia acontecido comigo!

    2. Georgia respondeu Bruna Valério

      Oi Bruna!! Eu comprei um slipper igual esse da Ana em Portugal, chegou pra mim ontem, mas ficou pequeno!!! 🙁
      Se quiser olhar e ver se cabe em você, coloquei ele à venda no meu blog
      http://hopebhz.blogspot.com
      bjaoo
      Georgia

  9. Carla comentou:

    O vestido ficou ótimo em vc. Porém, já enjoei das estampas de tanto que vi pelos blogs da vida. Pode ser Maria filó, pode ser Andrea Marques, mas particularmente não poderia usar, porque parece até que já usei mil vezes. São coleções marcantes, não é como uma camiseta branca e calça jeans.

    1. Ana Carolina respondeu Carla

      Carla, deve enjoar mesmo. Eu não deixo de usar nada pq vi muito na internet, sabe? No meu dia a dia as pessoas não ousam tanto, acho que esse mundo ficou restrito à internet! Minha paixão por estampas é bem maior. Beijos

  10. Elizangela comentou:

    Oi Ana,
    fui no dia do lançamento e na abertura do Plaza Shopping Niterói, foi um fuá a mulherada tava atacando mesmo. Comprei bastante(rsrsrs), a camisa de caveirinha voou, ainda bem que garanti as minhas. Me arrependi de não ter comprado a camisa branca… 🙁 Qt aos cardigãs senti muita falta no dia e somente hoje colocaram nas araras comprei o meu branco. No geral a coleção me agradou bastante. Essas parcerias C&A com estilistas/marcas famosas tem dado muito certo. Fica a curiosidade em saber qual será a próxima parceria.
    Bjks!!!

  11. Crislaine Campana comentou:

    Que lindo ficou esse vestido em você. Ele tava na minha Wish List, mas quem disse que veio pra Curitiba? Assim como o vestido laranja e o verde, com estampas lindas. Acabei optando pelo básico (pela primeira vez na vida! heheh) e acabei comprando o blazer preto, a calça preta, o shorts preto, e duas camisas (uma laranja, igual a sua e uma verde)!
    Achei a maioria das peças da coleção linda e tive que me segurar pra não comprar mais! Bjos!

  12. Cássia comentou:

    Oi Ana!

    Eu dei uma passada bem rápida na C&A pra ver a coleção, mas infelizmente acabei nao comprando nada, pq o bolso não deixou 🙁 mas, a peça que eu mais curti foi sem dúvida esse vestido! Amei ele de todo o meu coração…agora só falta experimentar e não ficar bom…aí eu choro! Rsrsrsrsrs mas ficou lindão em você! Adorei as complementações com legging e cardigã 😉 Arrasoooooooooou como sempre!

    Beijão xuxu 😀

  13. Lica comentou:

    Em Goiânia nem cheiro de cardigan.
    Muitas não vieram.
    Eu queria saber se alguém experimentou e o que achou do macacão Preto liso.
    Alguém pode matar minha curiosidade??

    Ana, sobre sustentabilidade recomendo palestra do André Trigueiro, jornalista fera da Globo, que esteve no Jornal das 10 da Globo News por 16 anos.
    (exceção?). O conheci este ano aqui. Pessoa e profissional formidável.
    Pelo celular não consigo postar o link mas basta digitar no You Tube o nome dele+palestra sustentabilidade.
    Penso mil vezes sobre tudo que ele fala!
    As desculpas que criamos para consumir sem raciocinar nas consequências para o Planeta.
    Lembrei do título: ” Cuide bem do Planeta. Você renascerá nele. ”
    Na verdade a questão é muito mais séria e profunda do que imaginamos.
    Vai bem além das dificuldades internas do nosso Brasil que já foram bem comentadas.
    Vale muito a pena.

      1. Ana Carolina respondeu Lica

        Obrigada, Lica! Vou ver e te falo. Um beijo!

    1. Pat respondeu Lica

      Eu comprei o macacāo preto. Adorei! Quanto aos cardigans estava lotado na loja em que fui, provavelmente so colocaram hoje. Quanto ao vestido de coqueiros eu gostei muito, mas foi a minha grande duvida, achei que ia encontrar varias outras usando a mesma estampa por isso nao trouxe!

  14. carina leite comentou:

    Eu nem vi sombra da blusa de caveiras em Niterói, mas acho que acabou rápido mesmo. O blazer realmente estava com a modelagem giga…fui seca para comprar o preto e o de estrelas e me decepcionei com o tamanho; mesmo assim consegui arrematar 2 pecinhas.

  15. Cris comentou:

    Oi, Ana! Moro em Natal e só tive tempo de ir a C&A no domingo. Comprei duas peças (blazer e vestido de estampa coqueiro). Não me deram nem a sacola, nem tão pouco cabides. Estava louca pelas camisas, mas não consegui. Aqui sobraram muitas peças laranja, e também os vestidos em malha. Em relação a produção fora do Brasil, me preocupa bastante, pois muitas vezes as condições dos trabalhadores que produzem as peças não são dignas, a remuneração é muito baixa. Espero que haja alguma preocupação por parte das empresas que adquirem estes produtos fora do Brasil. Entretanto, concordo que a carga tributária em nosso país é muito elevada, mas não sou especialista em tributos.
    Gosto muito do seu blog, abraços.

  16. Roberta comentou:

    Oi Ana,

    fui na sexta a noite no centro do Rio e não tinha nada, aí no sabado estava de bobeira no via parque e ela tinha muita coisa, menos a blusa de caveira preta ( – Como eu queria a 38!!!).
    Comprei 2 camisas de estrelinhas e 1 vestido de coqueiro sem mnga, mas sinceramente achei o acabamento muito inferior ao da Maria Filó.
    Os vestidos ficavam apertados quase sempre no meu braço ou nos meus seios e ai o numero maior parecia um pijama.
    Pensei em levar a camisa florida verde, mas confesso que achei muito colorida para o dia dia, acho que ficaria muito restrita.
    Se estivesse com grana sobrando tinha trago mais camisas das lisas com bolsos na frente.
    Mas pode ser impressão minha, mas acho que essa coleçao vai encalhar e logo logo o preço cai.
    Bjs

  17. Larissa comentou:

    Fui na C&A da Rua do Ouvidor bem na hora do almoço, estava um caos, o povo estava fazendo a feira. Eu estava atrás do mocassim metalizado, mas quando cheguei lá só tinha o amarelo e o vermelho, acabei levando o amarelo por falta de opção.
    A noite dei uma passada no Nova América e achei o ultimo par restante do metalizado e que por muita sorte era do meu tamanho. Acabei trocando o mocassim amarelo pelo metalizado.
    Fui dar uma olhada nas camisas, achei elas muito grandes. Quando fui nas lojas não tinha mais nenhuma tamanho 36 e as 38 ficaram imensas em mim.

  18. oi ana! fui no salvador shopping e achei muitas peças, dessas vez nao tava apaixonada por nada, fui a tarde, mta coisa tinha acabado, as coisas bascias sem estampa, nao se via por la!

    td vestiu muito bem em mim! na louca compraria td q levei pro provar: body laranja com coracao, camisa de caveira rosa, macacao verde neon, camisa de flores rosa, camisa de flores verde, o vestido de coqueiro ficou perfeito.

    Mas o eco da voz de minha mae: todo mundo vai ter as mesmas roupas…ecoava na minha mente, rsrs…fora q estou saindo tao pouco pq ando em casa estudando pra concurso…minhas roupas estao novas e com pouco uso.

    acabei trazendo a camisa branca com estrelas, acho q vai ser bem aproveitada, tem combinacoes infinitas.

    bj

    1. Ana Carolina respondeu silvinha.ba

      Silvia, essa consciência na hora das compras é essencial! Muito bem! Beijos

  19. Beli comentou:

    Oi Ana!! Sou de Recife, e senti falta dos cardigãs, o cinto prata e da blusa de manga comprida com estampa de coqueiros (Não tinha nem sombra dessas peças aqui). levei 11 camisas, 2 calças, 1 conjunto de cintos, 1 blazer e a bolsa grande. Amei as camisas, vestiram muito bem!!!

    1. Gabriela de Curitiba respondeu Beli

      UAU!!! Vc é muuuuuito do meu time!!! Tb surtei!!!

  20. Bruna comentou:

    Ana, só hoje pude finalmente ir à C&A do Midway Mall (Natal), e senti falta de algumas peças, como os cardigans e camisas. Não achei nenhuma camisa, foi uma decepção pq ia certa de arrematar uma branca e outra laranja. Em compensação, tinha muitos vestidos e outras blusinhas, tipo body, que achei lindas. Não sabia que podia trazer cabides, acabei não pedindo. É uma pena, pq estou mesmo precisando de cabides..rsrs…
    Não resisti e acabei comprando até mais do que queria: o vestido com estampa de coqueiro sem manga (o tam. 36 ficou perfeito em mim, fiquei magérrima..rsrs..), blusa laranja com corações tipo body, blusa sem manga rosa seco tipo body, casaqueto rosa seco e um vestido de alcinha igual ao seu só que sem estampas, num tom de coral quase vermelho, que realmente veste muito bem (eu até preferi o verde limão, mas achei um pouco transparente). Bem, se pudesse, até teria trazido mais coisas. Só achei uma pena pq não tinha mais blazer preto do meu tamanho, nem blusa preta de estrelinhas, mas foi até bom pq já gastei demais…
    Ana, muito obrigada por nos deixar sempre informadas sobre tudo. Se não fosse pelo blog, eu nem saberia dessa coleção, pq não foi anunciada na mídia, nas propagandas da loja.
    Bjos.

    1. Ana Carolina respondeu Bruna

      Que bom, Bruna! Fico feliz que tenha feito boas comprinhas. 🙂 Beijão!

  21. Marisa comentou:

    Ana, sobre a questão do preço das roupas e do mercado chinês, a coisa não é bem assim. Isso de que a nossa tributação é alta e lenda, basta comparar com países desenvonvidos que buscam um modelo de bem-estar social como o brasil – com escola pública e saúde pública universal, universidades públicas de qualidade, luta contra a pobreza pelas mais diversas frontes, e por aí vai. Tributação foi o que fez o país crescer, e é o que vai fazer o país continuar crescendo.
    O problema é que inúmeras marcas se preocupam apenas em manter uma margem de lucro absurda. Todo mundo que conhece o mínimo sobre o universo das facções texteis, aqui no Brasil mesmo, sabe que mesmo com todos os direitos trabalhistas garantidos e o encarecimento da mão de obra (e vamos levantar as mãos pro alto por isso, significa que o povo tem mais qualidade de vida!!) o valor de venda da peça é irrisório. Simplesmente pq a indústria têxtil é barata. O problema é a ganância das grandes marcas – que além do custo do processo de idealização, de produção e do transporte, coloca uma margem de lucro absurso, só porque podem. Se abandonam as facções texteis brasileiras em detrimento das chinesas, não é por necessidade, mas sim por pura conveniência, por mais lucro ainda. Simplesmene porque podem.
    Se realmente queremos proteger nossa indústria têxtil nacional (meu sogro tem uma facção e já está pensando em um plano B, já tá sentindo o mercado chinês dominando o mercado todo), das duas uma: incentivo fiscal para marcas que comprem de facções nacionais (e me embrulha o estômago a idéia de dar isenção fiscal pra marca gananciosa quando tem tanta gente precisando desse dinheiro BEM investido, em saúde, educação), ou protecionismo – mas aí os preços iam inevitavelmente aumentar, pq bobas essas empresas não são, e um monte de gente ia chiar, e colocar a culpa no governo, e não na empresa que se agarra à margem de lucro astronomica que construiu depois de tanto branding.
    Mas defender incentivo fiscal pra fazer amadurecer a indústria da moda brasileira, eu acredito ser incompatível com a realidade. Enquanto ainda tem tanto brasileiro igual em direitos que não tem o que comer.

    1. Ana Carolina respondeu Marisa

      Marisa, obrigada. Gostei muito do seu comentário e vou replica-lo! Mas to aqui ainda matutando sobre esa questão da tributação. Acho alta pro que se propoe: hospitais largados, meio de transporte mal aproveitado, universidades que vivem capengas…a indústria nacional merece sim atenção, ainda mais nesse campo têxtil. Não sei, mas penso assim. Agora, concordo sobre a parte das grandes marcas – vc tem razão! As pessoas viram o caso Zara e continuam comprando lá. Se aqui fosse organizado, esse incentivo fiscal iria para os produtores, para quem comprova ter um trabalho de excelência e honesto. Mas infelizmente aqui não funciona assim…e, de qualquer maneira, enquanto tem brasileiro precisando ter o que comer, uma boa solução seria o desenvolvimento industrial nas regiões produtoras. Empregando e qualificando mais mão-de-obra.

      1. Marisa respondeu Ana Carolina

        Olá, Ana. Obrigada pela atenção. Então, essa reclamação sobre tributação alta e serviços públicos muitas vezes ruins não é só sua, mesmo. Mas qual é o padrão de comparação de quem faz essa reclamação? Nós somos um dos únicos países em desenvolvimento que segue um modelo de bem-estar social, a grossa maioria é de países de nível escandinavo. Aí reclamam: se lá a tributação é X%, e aqui é quase isso, pq lá o serviço público é lendário e aqui é tão capenga?, e esquecem de converter isso pra valores brutos – esquecem que a renda de um escandinavo é incomparável com a renda de um brasileiro, e que ainda que tenhamos uma tributação percetualmente alta, o valor bruto a ser investido não o é. Considerando que a distribuição desse dinheiro em um país desse tamanho é mais um fator dificultante, somos um caso único no mundo. Somos grandes administradores sim, e deveríamos nos ogulhar disso.
        E sou completamente a favor do desenvolvimento indutrial, foi um dos fatores que empurrou o país pra frente nos últimos anos. Mas no caso particular da indústria têxtil, dar incentivos pra que a produção seja vendida a preços chineses para sustentar a ganância de grandes empresas do ramo da moda… Não sei, realmente me vira o estômago. Eu prefiro o protecionismo.

        1. Ana Carolina respondeu Marisa

          Concordo. O protecionismo nesse caso é melhor mesmo. Não digo que devamos ter produção vendida a preços chineses, mas vejo muitas marcas irem pelo mesmo caminho para poderem se manter, não só por ganância mas por necessidade, será q o governo não poderia intervir de alguma forma nesses casos? Bom, vou reler mais tarde seu comentário para repensar. Beijos

        2. Bia Maia respondeu Marisa

          Concordo com a Marisa. A gente vive no meio de uma enxurrada de críticas aos impostos abusivos, máquina inchada, e coisas do tipo. Queremos o que, um sistema de saúde que nem o dos EUA? Ou melhorar a qualidade do nosso, que tem um modelo super elogiado? A briga tem que ser pra esse dinheiro ser bem aplicado, pra não ser desviado, pra que a população possa junta debater qual a melhor forma de usá-lo. Diminuir imposto não diminui desvio nem aplicação mal feita. O incentivo fiscal só faz sentido se representar melhora na qualidade de vida da população e impulsionar a economia, injetando mais dinheiro através do aumento no consumo.
          E aí é que pega, e aí que eu fico maluca quando vejo blogueira inflamada metendo a boca nas taxas de importação pra comprar maquiagem de luxo. Nós podemos considerar maquiagem e roupa bacana qualidade de vida, é um carinho com nós mesmas, um prazer. Mas é diferente de geladeira, material de construção…
          Adorei que vc propôs a discussão, Ana, e você não ter uma opinião super formada e estar disposta a aprender lendo os outros enriqueceu isso daqui 🙂

          1. Ana Carolina respondeu Bia Maia

            Bia, acho que aprender sobre algo não é vergonha, eu não tenho conhecimento suficiente sobre essa causa para ficar engessada. Achei importante o posicionamento de cada uma. Claro que a questão que eu levanto aqui é sobre moda, pois trato do tema na blog – em nenhuma hipótese considero excludentes a parte da saúde, habitação ou transporte, etc, até pq sou classe média (baixa, hehe), sofri um dobro do aumento do meu aluguel por conta da especulação imobiliária, sofro com a violência, falta de transporte público que me atenda, me viro pra pagar mil taxas (pois tb sou pessoa jurídica). Logicamente eu preferiria ver o dinheiro melhor empregado nesses setores, mas quero trabalhar com moda, por isso o interesse também nele.
            A moda e a indústria têxtil fazem a economia do país girar e as atenções estão sobre elas. Tem cidades inteiras q vivem disso, como produtores, isso garante que as famílias tenham dinheiro pra se manter. A Santaconstancia, como citei acima, a maior fornecedora têxtil da américa latina, tem uma preocupação ambiental exemplar. Se eu puder, priorizo só marca que usa tecido dessa fornecedora. A questão aqui é a atitude, em todas as áreas.
            E realmente, diminuir imposto não vai garantir que o dinheiro não seja desviado. Não tinha pensado dessa forma.

            Obrigada a todas que se propuseram a discutir sobre o tema, está sendo enriquecedor! Beijos

    2. Amanda respondeu Marisa

      Oi, Marisa! Queria dar minha opinião sobre isso. No meio do valor entre quando a peça sai de uma fábrica para o valor dela para o consumidor final não é o lucro líquido tirado por uma empresa. Quando compramos alguma roupa, por exemplo, nesse valor não está apenas embutido o valor da peça, mas também vários valores para a empresa funcionar, ou seja, tributos, aluguéis, marketing, salários (que não são apenas de vendedores, existem muitos outros profissionais de vários setores fazendo uma loja funcionar), manutenção e decoração da loja etc. São inúmeros os gastos que uma empresa tem para ela funcionar, estar bonitinha, promover eventos etc. Quando existem todos esses eventos, por exemplo, tudo aquilo lá foi feito por profissionais pagos, todos os aparatos, comidinhas e bebidas também saem do valor da peça que o consumidor final paga. Nada é de graça, tudo tem um valor, mesmo que não seja você pagando diretamente por ele. A questão não é tão simples assim. O preço de custo de uma peça é apenas 1 dos elementos para se definir o preço final. Imagina uma pessoa que trabalha direta ou indiretamente com moda? Eu acredito que nenhuma delas acha que o salário está completamente justo, sempre vão achar que merecem ganhar um salário melhor, seja pelo fato de aluguel, comida etc. terem aumentado, seja pelo fato de se valorizar como profissional. Quem paga por tudo isso? Os consumidores que entram em tais lojas para comprar, elas não bancam apenas donos de empresas, mas diversos outros profissionais. É claro que existe, no fim, um bom lucro para os donos dessas empresas grandes, mas não acho que seja algo tão absurdo ou injusto. Fazer uma marca chegar até lá e se manter não é um trabalho para qualquer pessoa.

      1. Andrea respondeu Amanda

        Um bom livro para se entender o impacto social e ambiental da moda barata made in China é o livro “Overdressed: the Shocklingly High Cost of Cheap Fashion”, da jornalista americana Elizabeth Cline. Ela investigou a fundo a questão de como as grandes varejistas dos EUA conseguem vender peças a preços cada vez mais módicos – e, claro, a resposta para isso é China e outros países em que a mão de obra é barata. Ela mostra que a indústria têxtil americana também está sofrendo horrores com a invasão asiática, milhares de indústrias fecharam nos últimos anos.
        Ela também fala dos impactos ambientais do consumismo de moda, o quanto os rios chineses estão poluídos com pigmentos e outros produtos químicos.
        Infelizmente, o livro ainda não tem tradução no Brasil, mas quem lê em inglês pode comprar pela Amazon:

        http://www.amazon.com/Overdressed-Shockingly-High-Cheap-Fashion/dp/1591844614

        O site oficial do livro: http://overdressedthebook.com/about.html

        Enfim, é um livro interessante para quem quiser se aprofundar na questão, já que o Brasil está seguindo os mesmos passos das fast fashion internacionais… para o bem e para o mal.

        beijos

        1. Ana Carolina respondeu Andrea

          Andrea, que máximo! Vou comprar esse livro. Muito obrigada pela indicação! bjs

      2. DaniC respondeu Amanda

        Posso dar um pitaco?
        Eu trabalhei num depósito da C&A há mais ou menos sete anos. Sabe por quanto eles compravam uma calça jeans nessa época? Entre R$2,50 e R$5,00. As mesmas que chegavam nas araras por cinquenta, sessenta reais. Acho que o problema é bem maior que os custos de transporte e comercialização.

      3. Marisa respondeu Amanda

        Olá, Amanda. Não trabalho com moda e não sei dar pitaco sobre os custos de idealização, produção, marketing, transporte e etc, mas podemos observar outras marcas nacionais, que compram de confecções brasileiras (e portanto o custo da peça é maior do que para essas grandes lojas que vendem China), que tem toooodo esse processo de marketing, idealização, branding, etc, e conseguem praticar preços muito mais reduzidos. A Renner é um exemplo. E ainda é um negócio muito lucrativo, ainda tem uma margem de lucro absurda. Será que os custos a mais de luxos que só essas marcas maiores tem (designers melhores, eventinhos de lançamento e melhor estrutura da loja) justificam a quintuplicação do preço? Cobrar mais de 300 em uma saia cujo custo de produção, por melhor que sejam material e acabamento, é inferior a 10? Isso não é má administração, é margem de lucro alta demais.

  22. Simone Tressi comentou:

    No NorteShopping tinha todos os vestidos, blazers, calças, camisas. Numeração que pouca. Embora tenham comentado aqui que a modelagem estava maior, e eu até concordo pois entrei em um short 44 – sendo que visto 46, senti falta de numeração; alguns modelos, segundo me informou a loja, foram fabricados somente até 42 e pasmem, tinha uma blusa que só foi feita até o 40! Ditadura da magreza é pouco.
    No Shopping Tijuca tinha todas as – lindas – cores dos cardigans, laranja, verde, preto, off white, rosé… Lindos. Várias outras peças tbm, mas quase nada dos vestidos.
    Particularmente, achei os preços bons, mas a qualidade da alfaiataria deixou a desejar um pouco. As peças de malha estavam ok, os vestidos tbm. Infelizmente não caíram bem – precisariam de ajustes, e aí já não compensariam muito.
    Amei a sandália plataforma, mas 109 crucrus numa peça com estampa colada na sola foi demais para mim.
    Resumo: uma blusinha laranja de corações, e ponto.
    Mas pra quem tá com o corpitcho mais em dia que o meu, acho que dava pra fazer uma boa farra.

  23. Simone Tressi comentou:

    PS: Ana, vc arrasou neste vestido!!! 😉

  24. Bia Brito comentou:

    Oi Ana, fui a c&a do Conjunto Nacional (Brasília) hoje porque nao tive tempo de ir semana passada! E aconteceu exatamente o que eu esperava, numerações grandes e estava atrás da blusa de caveirinha mas não tinha nem cheiro dela…Gostei do caimento do blazer, levei o preto e ainda vou atrás do branco! As funcionárias nem sabiam que haviam cardigãs nesta coleção, uma pena! ninguém me falou dos cabides ou da sacola! Em relação as roupas “made in china” e afins me preocupa porque muitos desses trabalhadores são tratados de forma praticamente escrava, o que me faz pensar bem na necessidade de ter a roupa antes de comprá-la!!!

    1. Gabriela de Curitiba respondeu Bia Brito

      Bia,
      minha mãe foi nesta mesma loja na sexta e levou os cabides e a sacola personalizada.

      1. Ana Carolina respondeu Gabriela de Curitiba

        Gabriela, hoje voltei na loja q comprei e estavam dando as sacolas. Parece que chegaram depois do lançamento…

  25. Oi Ana, fui hoje em uma C&A aqui de Salvador conhecer a coleção. Achei bem bonita, mas acabei não levando nada. A camisa de caveirinha não tinha 🙁 .

    Quanto ao “made in china” li os comentários a respeito aqui no post e gostaria de acrescentar que além de todo esse lado da proteção da indústria nacional e da exploração da mão de obra é preciso sempre lembrar e avaliar a questão ambiental envolvida. Qual o tamanho do impacto de se trazer mercadoria da CHINA para cá? Quanta matéria-prima e energia (de todos os tipos imagináveis) estão sendo gastos para trazer esses produtos até aqui, o outro lado do mundo?

    É muito difícil consumir só o que é produzido nas proximidades de onde moramos, muitas vezes é mais fácil e barato comprar um objeto pela internet que vem de avião até aqui do que comprar o que já está aqui na cidade.

    Enfim, eu não sou santa e compro coisas made in china e pela net como todo mundo, mas tenho tentado refletir mais sobre isso antes de cada compra.

    Bjocas

    1. Ana Carolina respondeu Carol Amaro

      Carol, excelente observação! É verdade…tem essa questão do impacto ambiental que ainda esquecemos de observar. Boa reflexão.

    2. debora respondeu Carol Amaro

      Carol, eu evito ao máximo comprar produtos importados, e com relação à China, não compro mesmo.

      1. debora respondeu debora

        outra coisa, estamos muito estimulados a consumir, independente do produto, tanta campanha a respeito do impacto da produção junto ao meio ambiente, mas ninguem está preocupado com isso.

      2. Ana Carolina respondeu debora

        Debora, vc tá certíssima. To revendo meus anseios, sabe? Meu pai tem a mesma postura. Será q a minha “vontade” de comprar tem que superar a minha postura em relação a isso? Tenho que repensar urgente.

        1. Lica respondeu Ana Carolina

          Coragem sua levantar isso aqui Ana.
          Eu decidi agora, por coincidência, essa semana e falei para minha filha que se for preciso fico anos sem comprar, mas vou querer produtos nacionais e de melhor qualidade ( falando de tecidos de fribras naturais porque ninguém merece ficar cozinhando em plástico — essas foram as últimas peças que comprei de sintéticos ).

          1. Ana Carolina respondeu Lica

            Ah, Lica, não consigo pensar que moda seja apenas comprar e estar alinhada às tendências, sabe? Tem toda a questão industrial, de produtores, de designers de moda que não conseguem criar pq só mandam que copiem o que vem lá de fora…acho que o pensamento tem que ser macro e devemos, efetivamente, mudar a forma das pessoas pensarem quando consomem. Esse precisaria ser o diferencial de quem realmente gosta de moda. Beijos!

      3. Pois é Débora, é essa postura que estou me esforçando para adotar. Tudo é uma questão de adaptação e eu espero poder ser cada vez menos dependente de produtos chineses (que hoje em dia são quase tudo!!!).

  26. comentou:

    No dia do lançamento estava na Tijuca e dei um pulo na loja da praça… saí de la correndo… a mulherada estava atacada… resultado saí da loja sem nem olhar…. fico aflita com lugares assim =/
    Como estava com tempo resolvi dar um pulo na c&a do NorteShopping estava uma tranquiladade assustadora… haviam quase todas as peças… exceto os cardigans (pena), mas arreamatei quase tudo que tinha em mente… e hoje dei uma passada na loja do c&a do norte shopping e ainda tem muitas peças (meninas lá ainda moram camisas de caveirinha rosé)…
    ps: blazer ENORME =(
    A coleção da Maria Filó estava praticamente zerada de peças no mesmo dia…

  27. flora comentou:

    Oi, Ana!
    Aqui no Recife fui ao shopping Plaza, no dia do lançamento, e a muito custo consegui meu blazer branco. Às 11 da manhã não tinha mais nenhum mocassim!
    À tarde fui ao shopping Tacaruna e lá tinha ainda muita coisa: comprei então o mocassim douradinho e a bermudinha que faz par com o blazer, ai que felicidade!
    Os cintos 2×1 também aqui foram lenda. Senti falta dos macacões, dos cardigãs, da espadrilha estampada e da calça caramelo (queria pra ficar igual a sua, kkk).
    O vestido com saia estruturada me deixou um botijão vestido de tomate (sei lá que vermelho era aquele), e a estampa de coqueiros simplesmente não me agradou. Muito verde!
    Foi a p rimeira vez que comprei peças de coleção na C&A, nem sabia que isso existia! Foi um achado! vou ficar de olho sempre, agora. As roupas vestiram perfeitamente, um encaixe maravilhoso, e olha que achar roupa 44 na C&A era antes impossível para mim.
    Amoo seu blog, virou um vício diário. Você se veste do jeitinho que eu gosto, é linda, e já fiz prints de todos os seus looks, ajuda muito! Me sinto mais feminina e aprendi a reciclar meu guarda roupa. Só falta agora sorrir assim pra vida!
    Um grande beijo!

    1. Ana Carolina respondeu flora

      Então sorria, Flora! Vc merece! 🙂 Beijão!

  28. Thais comentou:

    Achei os vestidos e blazers todos grandes….
    Levei as camisas de caveirinha preta, a de estrelinha branca e a blusa de coracoes laranja no shop Tijuca…. todas do menor tamanho e sobrou… e sou 38!
    Na da ouvidor achei a saia lapis preta 36 com caimento mais que perfeito!!!
    O cinto dourado de coracao ficou na vontade so sobrou tamanho grande….
    Nao curti nada os tons de verde…. lisos e estampados… me senti com hepatite!!! rsss

    O vestido ficou fofo em vc!

  29. Andresa Poliana comentou:

    Bom eu fui no dia 23no Barra shopping e no via Parque!nas duas lojas tem bastante peças da Andrea Marques,mas também fui no Barra shopping no sabado e vi que tinha chegando os cardigans verde,amarelo e laranja e fui hoje também adivinham o que eu encontrei no meio das peças os cardigans branco e preto.Acho que preto tinha 3 e branco 6!Bom eu comprei bastante peças da coleção,mas confesso que não gostei de tudo.

  30. Eliza comentou:

    Oi!! Ana,

    Aqui em Curitiba ( Shopping Muller) não teve nem sinal dos macacões e nem da maioria dos vestidos.
    Eu fiquei namorando este vestido que você está usando nos sites e blogs e era o que eu mais queria,fui ao shopping no dia do lançamento e fiquei triste por não achá-lo.
    Aqui em Curitiba priorizaram as camisas,acredito que eles imaginaram que as Curitibanas não iriam comprar os vestidos,uma pena.
    Ah!! E quanto aos cardigans,por uma questão de estratégia,eles colocaram nas araras somente no dia seguinte. Estranho,né?!!rsss
    E os cabides e sacolas (que por sinal são bem bonitas),foram entregues nas minhas compras.

    E você ficou linda,linda,linda com este vestido.

    Bjos,

    Eliza

  31. Michelle comentou:

    Fui ao Plaza de Niterói na tarde do lançamento da coleção e embora tenha havido todo esse bafafá, um dos comentários acima dizendo que um mafuá e tendo ouvido o mesmo comentário de uma segurança da loja, tinha muita coisa lá ainda. Tudo bem que mt bagunçado, alguns com poucos tamanhos, mas a maior parte da coleção. Senti falta dos cardigãs que não vi. Comprei a camisa estilo bata de caveirinha rosê, a “camiseta” preta de estrelinhas, a camisa branca de estrelinhas e um cinto tressê preto, marfim e caramelo.

    Sobre o que achei da coleção. O que estava valendo mesmo à pena eram as camisas. Os vestidos não me atraíram tando por serem mt estampados e coloridos e como não canso de repetir, não sou chegada em chamar atenção. kkk Fico sempre com os neutros. Experimentei só um vestido, o tomara que caia da estampa do seu, mas ele não ficou bom. Linda saia, perfeito na cintura, mas ao mesmo tempo que achatou o busto na frente ficou largo na borda do busto (deu pra entender?). Pode ser do meu corpo, mas achei bem esquisito isso. O macacão de fundo escuro estampada de alcinha de lacinho não deu direito em mim. Esse sim por causa da altura (quase 1m80). O gavião ficou curto, aí ele meio que me partia. rs Não me ofereceram o cabide, mas tb não pedi. Esqueci! rs

    Um coisa que sempre fico chateada é que as coleções nunca vão para a loja do São Gonçalo Shopping. Classe C tb gosta de moda e principalmente se for à preço acessível. Acho puro preconceito.

  32. Oi Ana, comprei algumas peças da coleção, o vestido de coqueiros e a calça camelo. Achei a modelagem melhor do que as que a cea tem em geral, mas nada de mais pois muitas peças tinham diferenças exageradas entre as numerações e tb no caimento. Fora que os tecidos não eram nada de excepcional tb…

    Realmente tb me intriga ver as etiquetas “made in china” ou “made in india” em muitas peças. Pesquisando um pouco o assunto em conversas com amigos (com aquela dor de consciência de que de certo modo a gente pode estar patrocinando a exploração de trabalhadores a custos irrisórios), o que pude concluir até agora é há sim exploração de trabalhadores nesses casos (que chegam a ganhar menos de um dolar por mais de oito hs de trabalho, por isso a vantagem de se produzir lá). Outra questão importante em termos de sustentabilidade é que o traslado dessa produção é feito com alto gasto de combustiveis poluentes (navios, caminhões…) e essa produção externa aumenta ainda mais a emissão destes poluentes pra que os produtos cheguem até nós…

    O que tenho feito é privilegiar produtos nacionais, pois ao menos assim acredito que, no mínimo, estamos fomentando a economia interna e ajudando tb a diminuir a emissão excessiva de poluentes.

    Bom, aproveito pra te parabenizar por levantar e dar espaço pra esse debate aqui!

    Bjs,
    Dani

    1. Ana Carolina respondeu Daniela Mattos

      Oi Dani, penso como vc. Se minha postura não anda covarde demais para me render às coisas que estamos carecas de ver por aí como erradas. Claro que a produção chinesa é uma unanimidade global e – mea culpa – compro no Ebay, né? Mas nunca é tarde para fomentarmos a discussão e repensarmos nossas ideias sobre isso. Ao mesmo tempo, a empresa q nadar contra essa maré corre o risco de falir e ser engolida por esse mercado injusto. Na verdade sinto vergonha de tapar o sol com a peneira. Se eu sinto isso, é pq eu sei que deveria realmente tomar alguma atitude, pelo menos pra mim. Beijos

      1. Lica respondeu Ana Carolina

        “Na verdade sinto vergonha de tapar o sol com a peneira”…
        Eu também sinto porque sei que uma mudança no Planeta vai acontecer assim: de um em um!!
        Cada um de nós fazendo a sua parte e nada está mais na moda que ser responsável, né Ana?
        Não da pra ficar sem comer, mesmo que tenha mão escrava no processo, mas da para ficar sem peles ( só uso couro de vaca porque da carne ainda precisamos ) e afins…entende o que quero dizer?
        Chega de me enganar!!!
        É o que tenho pensado. Por isso recomendei o vídeo que postei lá em cima.
        Beijos.
        Você é realmente muito querida.

  33. debora comentou:

    Olha Ana eu procuro comprar produtos nacionais, valorizar a nossa industria, mesmo sendo mais caro por conta de tantos impostos, a primeira coisa que olho nas etiqueta é a composição (não compro roupa de poliéster por mínimo que seja) e não compro roupa da China, vi algumas peças na C&A do Shopping Mooca qdo. vi a etiqueta deixei lá. Brasileiro luta tanto pelos seus direitos trabalhistas não pensam duas vezes antes de colocar um ex-patrão na justiça e no entanto se deleita com os produtos da China que explora a mão-de-obra, por isso não compro produtos chineses. Esse é o meu pensamento.

    1. debora respondeu debora

      Alias, procuro não comprar produto importado em geral não somente da China.

    2. debora respondeu debora

      Etiquetas

  34. DaniC comentou:

    Ah, outro pitaco: não compro essas coleções de estilistas da C&A por uma simples razão: elas não chegam às lojas de onde moro (Duque de Caxias/RJ). Por mais que eu trabalhe no Centro do Rio e passe por lojas onde elas são vendidas, acho um absurdo não chegar aqui na minha terra. Ainda mais quando são coleções com preços normais, de C&A mesmo, que o povo compraria sim.

    Quer dizer que a Classe C não pode usar Andrea Marques nem Maria Filó? É assim que C&A pensa? Pois se é assim eles não ganham meu dinheiro nessas coleções.

    1. Ana Carolina respondeu DaniC

      É uma lástima isso, Dani! 🙁 A Riachuelo parece q coloca as coleções assinadas em todas as lojas, não é? Poderiam fazer o mesmo…não sei se é pq a Riachuelo tem menos lojas que a C&A. Mas de qq maneira pensar nessa dinâmica seria bacana.

      1. DaniC respondeu Ana Carolina

        Ana, gata, relendo meu comentário acho que soei um tanto quanto revolts rsrs.
        Mas é isso mesmo que você falou: lembro que na época Riachuelo Fashion Five, as peças voaram da loja de Caxias. Público tem, sim senhor!

        Só pra ressaltar: não tenho nada contra quem compra, mesmo quem, como eu, mora em locais onde as coleções não chegam. Apenas não compro, só isso.

        Beijos!

  35. odyle comentou:

    como sempre adorei o post…
    Tenho adorado essa onda das lojas de departamento em parceria com estilistas, assim dá aquele empurrãozinho a comprarmos roupas bacanas a um preço bacana. Um dos únicos pontos que me deixa bem triste é o fato de que as peças não vão para todas as regiões ou lojas. No caso da C&A mesmo, a coleção da Preta Gil não chegou a Brasília em nenhuma das lojas. Ainda não fui a nenhuma loja conferir essa nova coleção, mas já sei que passado o primeiro dia não encontrarei mais nenhuma peça nas lojas. A reposição quase não acontece! E o pior: os próprios funcionários não sabem informar se haverá reposição, se a coleção vem (onde trabalham, quem eles são…. )
    Espero que com o tempo as lojas comecem a dar mais atenção e coloquem de fato as roupas na loja e não apenas nos comerciais da TV!

  36. Georgia comentou:

    Nossa, não gostei de nada da coleção da Andrea Marques. A camisa rosa com estampa de caveirinhas, em mim, ficou sem vida. O vestido com estampa de coqueiro também não gostei. e as peças de alfaiataria, já vi com melhor qualidade até mesmo na Zara… A C&A já teve parcerias melhores…

    1. vi duas estampas de flor e não gostei de nenhuma, inclusive, uma delas, era essa que a Ana postou. hehehe.. Como é gosto, né?

  37. Na C&A da Praça Saens Peña não achei as blusas de caveira, só vi UMA rosé. Me decepcionei um pouco, esperava mais da coleção. Achei as estampas bonitas, mas como sou bem chatinha, não ameeei de paixão não. Os tecidos, sim! Esses estavam maravilhosos, principalmente nesse tempo maluco que tem feito. Mas ainda tô aqui sem entender, por que tanta roupa não deu nem as caras nas lojas aqui da tijuca.

  38. ps. acho que a C&A podia fazer um repeteco com a Espaço Fashion e com a Maria Filó (unanimidade, acho.) pra se redimir dessa coleção duvidosa aí.

  39. Isabel Cristina comentou:

    Olá Ana

    Nunca comento mas acompanho seu trabalho a alguns anos. Moro em Curitiba e no dia do lançamento fui a C&A do Shopping Mueller. Realmente faltaram peças anunciadas, o vestido que voce postou hoje não tinha, e foi um dos que mais gostei, (conforto sem tanta pele aparecendo), os vestidos de coqueiro: experimentei apenas um modelo, sem mangas, 38 apertado e 40 grande, o forro não era bom e o tecido muito transparente. Comprei a camisa de caveiras preta (a rosê não favoreceu), a camisa de estrelinhas branca e uma calça preta que vestiu bem e com acabamento ligeiramente superior ao da loja como um todo. E o mocassim dourado. A camisa usei no sábado e já lavei, passou bem pelo teste, é um tecido molinho, com toque gostoso e não desbotou. Os blazers são enormes mesmo, levei os cabides e a sacola. Minha filha foi ao Barigui e lá também não tinhas as peças anunciadas. Ah! Em tempo, o tecido amassa com facilidade, contudo, as peças são muito fáceis de passar. O caimento interessante, mas o acabamento nem tanto… mas valeu, a exposição na loja foi bem feita, agradável aos olhos e toda a coleção juntinha o que facilitou muito. Obrigada por sempre nos manter informadas. Abraços

    1. Ana Carolina respondeu Isabel Cristina

      E eu adorei sua análise, Isabel! Tb achei o mesmo das camisas: fáceis de lavar e passar, gostosas demais de usar (haha, tudo rimou, rs). Beijos

      1. Isabel Cristina respondeu Ana Carolina

        Obrigada. Tenho apenas uma pergunta: Semanas atras, sem querer, passei pelo canal Bem Simples e voce estava lá! Existe uma frequencia? Gostaria de mostrar à minha filha.

  40. Amanda comentou:

    Aqui em Aracaju / SE só uma loja recebeu a coleção. Fugi do trabalho mais cedo e fui garantir minha saia de coqueiros. Cheguei por volta das 15:30h e só tinha uma nº 36 na arara, me agarrei nela e fui ao provador. Tinha muitas peças deixadas por lá, talvez isso tenha prejudicado quem não conseguiu encontrar sua numeração exposta pela loja.
    A bendita vestiu bem, apesar de eu geralmente vestir 38, e eu arrematei. Como eu só tinha essa peça em mente (estou escolhendo melhor e comprando menos roupas), não vi muita dificuldade em garimpar o que eu queria. Mas vi a mulherada louca com vários cabides de diversos modelos e estampas diferentes. Preciso salientar que tem muita gente acompanhando os previews das coleções nos blogs (eu surtei pela saia por causa do seu post, haha), pois dava pra notar quais eram as peças escolhidas e até disputadas (tinha gente no provador ligando pra amiga que estava do lado de fora pra saber qual a numeração ela tinha conseguido, hahaha).
    Dos cardigans eu nem vi a cor, imagine os sapatos ou cintos. Sério que os atendentes oferecem o cabide? Nunca soube, mas a sacolinha da coleção eu recebi.
    =*

  41. Lucy in the Sky comentou:

    ameeeei este vestido!!!!

  42. Mariana comentou:

    Adorei a discussão! Muito válido pensar sobre tudo isso e ser mais consciente com o mercado, além das modas e tendencias.
    E vários comentários bacanas aí pra cima..
    Concordo que é difícil dar muito palpite pois é uma questão que envolve muito conhecimento específico da cadeia de produção desse pessoal , tributações mil, e se ainda coloca os chineses no meio.. heheh
    Creio eu inclusive, especialmente para fast fashions e grandes lojas, a roupa em si é um dos menores custos na composição do preço.
    Mas acho q um dos principais fatores pra preços no Brasil serem como são é que o preço de uma mercadoria, principalmente coisas ‘supérfluas’ e que dão status pra pessoa, não tem muito a ver com custo. Tem a ver com demanda.
    Se eu (a empresa) sei que o mercado paga 100,00 numa calça, porque cobraria os 60,00 que sustentariam meu negócio?? E ainda.. se posso pagar 10,00 numa calça feita no Vietnã e entregue pra mim no meu depósito, porque pagaria 20,00 na mesma mercadoria feita no Brasil??
    E mudar isso é bem difícil… Pois depende da demanda, nós, mudarmos de comportamento. E mudar comportamento de milhões de pessoas é algo bastante difícil.. Ainda mais se envolve gastar mais pelo mesmo.

    1. Ana Carolina respondeu Mariana

      Pois é, Mari…levantar essa discussão não é tão simples. O mundo compra na China há anos, e em todos os casos é a mesma situação: é de lá que vem a produção mais em conta. Não dá pra ficar dando murro em ponta de faca, capitalismo e consumo funcionam assim, bem como a lei da oferta e da procura. Queria ter mais entendimento no assunto e escrever melhor para poder dissertar bem sobre isso. De qualquer maneira, acho também importante pensarmos mais ao consumirmos. Beijos

  43. Viviane Moreira comentou:

    Olha eu fiquei triste com essa coleção pelo simples fato que eu ia comprar todos os vestidos e não vieram pra Curitiba…. ainda triste.
    E os cardigãs, sabe que depois eles apareceram???? Sim! Acho que apareceram no segundo dia, eu corri pra ver se os vestidos apareceriam como mágica… rsrsrs… mas nada!
    Eu levei o vestido de coqueiros sem manga ( e olha q eu implico com meus braços), o blazer preto (gostei do branco com estrelas, mas não levei), um cinto dourado e um trançado grosso. E a bata preta de caveira. Só!!!!
    Não levei tudo q queria, mas acho agora que minha conta agradece.
    As calças eu não curti.
    Curioso essa história da China, vou ficar de olho!
    Bjsss
    Vi

    1. Gabriela de Curitiba respondeu Viviane Moreira

      Vc viu meu outro post???
      Se não, vai o e-mail de novo
      [email protected]
      Bjinhos
      Gabi ( a SURTADA)

  44. Jamile comentou:

    Ana, eu trabalho no centro/RJ e por aqui as 2 lojas da C&A receberam a coleção. Logo pela manhã estive na loja da Quitanda onde pude, com certa calma (as mulherada estava comprando sem correria) escolher 2 peças chaves: O blaser branco e camisa sem bolso. Mas nem sombra dos cardigãs, macacões, etc…

    No final do dia fui até a loja da Rua do ouvidor, sem muitas esperanças…mas me surpreendi ! A loja estava vazia, e tinha todas as peças com todas numerações. Lá arrematei os 2 macacões (preto liso de alfaiataria com cinto e o de sedinha com estampa de estrelas), e um vestido de estampa oncinha.

    Os macacões são inacreditáveis !!! Além de lindos, caimento perfeito, e preços muito honestos (R$99,90 e R$119,90).

    No geral não gostei muito das cartela de cores das estampas, mas achei as peças bem acabadas e com caimento muito bonito. Preços dignos também. Foi a coleção em parceria com estilista que adquiri mais peças.

    O vestido ficou lindo em vc ! Ótima aquisição Ana !!!
    Bjs

  45. Bruna comentou:

    Fui na loja do Shopping Méier do Rio de Janeiro. Achei boa parte das coisas que queria, como o blazer e a bermudinha de estrelinhas hehehe, mas vi só um modelo de cardigã e nem sinal dos macacões. A loja tava suuuuper vazia e eu tive a sensação de que a maior parte das pessoas que estava ali estava olhando as peças super acidentalmente, só eu tinha ido lá com o objetivo específico de comprar as peças hahaha Por isso foi uma tranqüilidade só.

    Levei foi coisa, levei o blazer e a bermuda de estrelinhas (sim, grandes, comprei tamanho 40 mas até o 38 entrou sendo que eu visto 42!), a camisa preta de estrelinhas também e uma outra camiseta cor-de-rosa com bolinhas pretas, além da sandália salmão com spikes.

    Será que ainda acho alguma coisa na semana que vem, quando recebo salário? Pirei numa bolsa mas achei que já tinha levado coisa demais. hahahaha

  46. Ana Carolina comentou:

    Enquanto isso tá rolando aqui no Rio uma palestra da Santaconstancia (uma das nossas maiores fornecedoras texteis) sobre “Macro Tendências: conforto e sustentabilidade” da Santaconstancia em parceria com a LENZING.
    O tema é SUSTENTABILIDADE ou GREEN, um dos mais comentados do momento. A ideia é unir forças e mostrar que a cadeia têxtil brasileira está preparada e está à frente em relação aos outros países que invadem o mercado têxtil pelo “fast fashion” sem pudor ao meio ambiente.

    Lenzing é fabricante de Tencel, Modal e Micro Modal, extremamente macia a agradavel ao contato com a pele.

    Uma pena eu só ter visto isso agora, mas veio bem a calhar sobre esse tema de hoje!

    http://www.santaconstancia.com.br/moda/pilulas/sustentabilidade-de-pouquinho-em-pouquinho-faz-uma-grande-diferenca

  47. Déia comentou:

    Ana, a coleção realmente está com um caimento ótimo.
    Porém… mesmo indo na quinta pela manhã não achei minha numeração aqui em Brasília (P, 36).
    SEMPRE tenho esse problema nas lojas de departamentos aqui de BSB.
    Uma pena. Quando morei no Rio e em Salvador, sempre encontrava minha numeração.
    Em tempo: o vestido ficou lindíssimo em vc!

  48. Gabriela de Curitiba comentou:

    Lindo vestido!!
    Queria muito um desses, mas aqui pra Curitiba só vieram os vestidos de coqueiro (aliás, o sem mangas tem caimento perfeito!) e os tomara que caia (que nem experimentei).
    Estive na loja no Mueller na quinta e voltei hj (segunda) na hora do almoço e, supreendentemente, tinha bastante coisa ainda (vestidos de coqueiro, saias preta e de coqueiros, cardigans, blazer de estrelas, calça preta e camelo, todos os modelos de shorts e algumas camisas e camisetas) e com numerações variadas (36, 38,40,42) e (pasmem!) ainda tinha mocassin dourado!!!
    Troquei meu cinto dourado de fivela por um de coração. Não Achei bonito depois que cheguei em casa e preferi trocar.
    No mais, adorei o caimento das roupas!
    Quanto a numeração, achei bem parecida com as que eu usualmente uso (40 em cima e 38 embaixo).

    Cada dia mais fico sua fã, pq vc é normal.
    Ou seja, compra roupas em locais acessíveis à maioria e não fica desfilando por aí ( ao contrário de muita blogueira badalada) com marcas gringas o tempo todo, como se isso fosse a coisa mais natural (e acessível) do mundo!
    Há tempos não reparava na C&A (sempre preferi a Renner entre as lojas de departamento), mas confesso que depois do seu blog comecei a dar umas voltinhas por lá!

    1. Ana Carolina respondeu Gabriela de Curitiba

      Obrigada pelos elogios, Gabi! Um beijão!

  49. Janaína comentou:

    Falando em sustentabilidade, e não tocando no assunto pelo lado dos impostos e a péssima aplicação dos mesmos em benefício da população- reiterando que não me importo de pagar impostos mas me importo e muito que nós não tenhamos segurança, saúde e educação de qualidade- há tempos vi em um artigo, não lembro qual, sobre o uso consciente das roupas. Até porque a fabricação de roupas gasta toneladas de água, e a ganância parece não ter fim…mas como podemos fazer? Bem, tem roupas no seu armário que não servem mais? Doe. Não usas a roupa há mais de 6 meses? Doe. Não compre por impulso. Pense, dê uma volta, tome um café. Invista em peças curinga e atemporais, mas se não resistir não invista rios de dinheiro em algo que irá sair de moda, vá de Marisa ou afins. E o mais importante, que repito, tento seguir, não sou santa, nem dona da verdade, pense sempre: vou usar isso mesmo?
    Quanto a questão seríssima do trabalho escravo e do sub-remunerado é outra questão cada vez mais difícil e para pensar mais profundamente: me dá uma angústia quando olho as etiquetas, de Zara a C&A, passando pela lojinha de bairro aqui da esquina: “made in china”. Trata-se de uma questão que deveria ser debatida por toda a sociedade, pois deixar de comprar não basta. A sociedade como um todo precisa acordar para o problema, para a questão do outro, cada dia mais difícil em um tempo como o nosso em que “ter” ficou mais importante do que “ser”. Não foi a toa que o mundo foi a bancarrota em 1873, 1929 e agora novamente enfrenta uma grave crise mundial, o capitalismo desenfreado e a especulação sem limites tem seu preço.
    Mas voltando ao tópico: por enquanto resisto bravamente a essa nova coleção, ainda não fui à C&A. Viva eu! 🙂 Mas cá pra nós: esse vestido tá uma graça!!!
    Beijos e parabéns novamente pela pertinência do post!
    Jana

    1. debora respondeu Janaína

      concordo plenamente, e como eu disse acima estamos muito estimuladas ao consumo desenfreado, eu mesma não invisto mais rios de dinheiro em uma peça como fazia antigamente e também não estou mais comprando desenfreadamente, entro no blog da Ana pq ela é divertida agradável, alegre, é gente como a gente não blogueira celebridade e às vezes calha de alguma combinação dela parecer com alguma peça que eu tenha no guarda roupa, mas que eu estou me policiando para não comprar, ou comprar menos, estou. Outra coisa, se eu não uso a roupa por 2 anos aí eu dôo, 6 meses é muito pouco às vezes a gente muda de idéia. Em tempo, não gostei de nenhuma dessas coleções que a C&A vem apresentando (ainda bem).

      1. Mariana respondeu debora

        É isso aí!! Em se tratando de sustentabilidade, consumo consciente e tal.. é muito mais importante comprar apenas o necessário (ou o não tão descartável, pq ninguém é de ferro) do que economizar, ou comprar em loja x ou y. A quantidade de recursos gastas pra produzir e comercializar algo vai ser dispendida, independente das suas finanças pessoais!!
        E só pra falar uma coisa.. Acho q todo mundo tá falando nesse sentido mesmo, mas só pra garantir.. A gente fala China, China, China, mas é só um representante da situação. Atualmente até a China já está mudando sua economia e encarecendo.. A China está virando a Índia, que vira o Vietnã, que vira Malásia, que vai começar a virar países africanos, etc etc.. A economia funciona assim. Não é tão simples quanto: Não comprar nd com China na etiqueta. 🙂

        1. juliana respondeu Mariana

          o problema não são apenas os impostos altos daqui, mas o fato de que a mão de obra nesses países é extremamente mais barata – especialmente na china – o que reduz muito o preço de produção das peças. quase todas as grandes empresas terceirizam sua produção nesses países pra diminuir custos (e claro, aumentar lucros). o problema é que pra conseguir baratear a mão de obra dessa forma radical as fábricas obrigam os empregados a trabalhar em péssimas condições e em jornadas enormes, além de serem sobrecarregados e mal pagos. as empresas sabem disso, mas fazem vista grossa (inclusive a Apple, que fabrica na china seus produtos, e a todo momento aparecem denúncias sobre as péssimas condições nas fábricas de lá). já vimos essa novela com as denúncias de trabalho escravo na Zara e cia, enfim… assunto complicado, tem muito pano sobrando pra pouca manga.

  50. preciso dizer que a camisa de caveira como fundo preto ficou linda em ti, mas a rosé em mim, morreu..

    1. Georgia respondeu Victória Tavares

      em mim tb! ficou horrível 🙁

  51. Lucilia Almeida comentou:

    Oi Ana Gatona tdo bem?!

    Gostei muito da coleção principalmente porque gosto muito de estampas.Aqui em Brasilia fui ao Shopping Conjunto Nacional e de todas as peças da coleção as unicas que não estavam disponiveis eram os cardigas e o cintinho dourado. A loja estava bem organizada e foi fácil encontar numeração.Comprei 03 camisas uma branca, uma de estrelinha e a de caverinha rose, o blazer preto e uma rasteinha com spikes que adorei.Sou bem básica gostei muito do vestido de coqueiros mas acho que não ficou legal no meu corpo.
    A proposito o vestido ficou otimo em vc!!
    Bjs!!

    O impostometro instalado em São Paulo é a resposta para nossas indagações se importamos pagamos caro e se consumimos o que é made in Brazil e mais caro ainda qual seria a saida? Realmente não tenho resposta mas vale reflexão sobre consumo/compra/lucro.

    1. debora respondeu Lucilia Almeida

      Oi Lucilia, pra mim atualmente a resposta é não comprar, independente do caro ou do barato do imposto alto ou do imposto mais alto eu estou pensando no impacto ambiental, tudo isso vai ter um reflexo um dia.

  52. Claudia Cruz comentou:

    Ana, esqueci de falar sou contadora e adoro debates sobre carga tributária e impostos! Vou pesquisar algo para colocar aqui. Pelo que notei dos depoimentos, as lojas mais badaladas da C&A são as piores para comprar essas coleções 🙁 Mas gostei das minhas aquisições já relatadas no post anterior… Beijão a todas! Apesar, dos meses em greve, estou cheia de trabalho!

    1. Ana Carolina respondeu Claudia Cruz

      Pesquisa, Claudia? Até pq foi vc quem levantou a bola, kkkkk!

  53. Claudia Cruz comentou:

    E ainda: Na loja C&A da Voluntários na Pátria – Botafogo, nada de levar cabides, nem sacolas da coleção… E nem o mocassim dourado 🙁

  54. Erica comentou:

    Concordo com vc, Michele:puro preconceito essas coleções não chegarem em São Gonçalo. Apesar de eu morar em Niterói, trabalho em SG perto do Boulevard, logo faço minhas compras em SG mesmo. A Riachuelo coloca em todas as lojas as coleções especiais. Ah, me lembro de uma coleção que foi pra SG, a da Cristina Aguilera, cheio de peças meio piriguetes…

  55. Flavia G. comentou:

    No Shopping Dom Pedro em Campinas tb não tinha as sacolas especiais da coleção. Cheguei tarde (17:30), mas consegui a camisa de caveira preta (meu objetivo) e o vestido igual ao seu. Achei excelente a numeração e o corte das roupas, até minha mãe conseguiu um vestido G com caimento ótimo nela, e nem precisou do GG…
    No sábado passei no Iguatemi e todas as caveiras já tinham sumido, mas ainda tinha bastante coisa.
    No geral gostei bastante da coleção, mas como sempre falo nada supera a da Stella McCartney que foi top!

  56. Isabela comentou:

    Eu fui a primeira a entrar na C&A do shopping Barra aqui em Salvador, voei para a parte das camisas e blusas de caveirinha, comprei e escolhi com calma tudo que queria. Não tinha cardigã, macacão nem o cintinho de fivela coral e o dourado que vi no lookbook, e olha que revirei todas as araras!

    Gostei mais ou menos da coleção. Amei as peças que escolhi, mas ao mesmo tempo o restante não me chamou a atenção, não. Já vi melhores…

  57. juliana comentou:

    Ana só pra constar, não é só aqui que a indústria vem perdendo espaço pros estrangeiros – em lojas de departamento americanas essa profusão de chineses, bolivianos, peruanos, russos, vietnamitas e etc já tomaram conta das confecções há tempos. já ganhei muita roupa de lá de uma conhecida e de todas acho que só UMA era produzida nos Estados Unidos. parece que terceirizar a produção está virando regra…

    1. juliana respondeu juliana

      *tomou conta

  58. Lala Rio comentou:

    Oi Ana,
    Muito motivada pelo trabalho já reconhecido da Andrea Marques e por ter gostado de algumas peças da Maria Filó, acreditei que a C&A fosse caprichar na coleção, cheguei cedo ao Barra Shopping, consegui provar várias peças, no entanto o tamanho das peças era maior que o padrão, a impressão das estampas em algumas peças estava ruim, havia um modelo de vestido estampado muito fofo, mas a modelagem estava errada, os braços estavam apertados (no provador o comentário era geral), costuras tortas nas camisas… decepcionante. Estava de olho nos macacões e apesar de provar todos os modelos de várias numerações não consegui levar, para mim que sou alta ficaram curtos e deselegantes (entendo que a proposta era que fossem mais curtos mesmo, mas ficaram muito curtos!) infelizmente achei a coleção quase ruim, salvo por algumas peças de alfaiataria, levei a saia lápis preta (pq como disse o branco era transparente, tanto da saia qnt shorts), levei também uma batinha animal print e só! 🙁
    Quando cheguei em casa e fui reparar direitinho a etiqueta e vi “Made in China” a decepção triplicou, acredita que me senti enganada? Ingênua eu… Já deixei de comprar várias peças na Zara por conta disso e fui pega pela C&A, que boba… Não acompanho a indústria da moda, apenas gosto e tento ficar atenta e aprender, mas sei que isso de atribuir a culpa à tributação brasileira pra justificar a produção às custas de mão-de-obra escrava em outros países é uma grande falácia, é preciso ajustar as coisas.
    CONSUMO CONSCIENTE é a saída, estava entusiasmada com a coleção, havia muita coisa bonita, mas hoje priorizo a qualidade e a minha verdadeira necessidade. Fast fashion democratiza a moda, mas o tipo de consumidores que queremos ser é uma escolha só nossa, a indústria apela, ilude, mas não nos força a nada, temos de saber consumir apesar de tanta oferta com precinhos (in)decentes.
    Bjs

    1. Ana Carolina respondeu Lala Rio

      Lala, amei seu comentário. Amei, amei.

    2. Mônica respondeu Lala Rio

      Concordo totalmente com você Lala!

  59. Cris Ramos comentou:

    Oi Ana,

    Estou atrasadíssima, mas queria muito comentar nesse post. Primeiro pra dizer que vc tá “muito linda de bonita” nesse vestido, e que amo seu cabelo curtinho.
    Quanto a coleção, eu nem tava me ligando, como a C&A da Voluntários é no meu caminho, dei uma olhada, nada me chamou atenção, gostei da modelagem do chemisier de coqueiro, esse seu eu não vi, mas como já tenho alguns vestidos nessa modelagem, tô preferindo comprar um tecido de uma estampa que realmente me agrade e levar pra costureira. Estou no meio de uma reforma geral no meu armário, e no meu estilo de vida, então agora só compro o que preciso e não tinha, ou pra repor algo que usei muito.
    Quanto aos produtos chineses, antes de tudo, quero te parabenizar por ser uma das poucas blogueiras que pensa “fora da caixa”, acho que esse é o primeiro passo para o nosso consumo ficar mais consciente. Já faz tempo que informações sobre a China caem no meu colo por acaso, e de tanto isso acontecer, resolvi pesquisar mais sobre o país e a cultura. Por acaso tb, diria mais por infelicidade, trabalhei numa empresa chinesa, e o que posso te dizer é que lá a barra é pesadíssima, Mao Tse Tung ao assumir e começar a levar a China para o caminho da grande potência que é hj, pegou bem pesado, não só na violência com quem era minimamente contra o regime, como tb numa lavagem cerebral em várias gerações, para que não fosse dado valor ao passado histórico rico. Na China a filosofia é todos por um objetivo, no caso o crescimento, e não importa se tiverem que sofre, matar, morrer, o que importa é que todos funcionem juntos como parte de um organismo vivo, e quem ousa questionar isso, some sem deixar vestígios, alguns casos aconteceram antes e durante as olimpíadas, mas o resto do mundo faz e fez vista grossa pra isso, pq todo mundo compra da China, inclusive nós. Sim, tenho tentado comprar menos, consumir menos e conscientemente de uma forma geral, mas não dá pra negar que o mundo está dominado por eles, e sinceramente não sei onde isso vai parar. Minha experiência trabalhando numa empresa chinesa foi péssima, a filosofia é do push, push, push and then push more, lucro e produtividade máxima não importando de quem o de que tenha que se passar por cima. Imagino que lá, que eles estão em casa, a coisa deva ser exponencialmente pior. E não deixo de compreender, sem concordar obviamente com a posição deles. Num país onde vc tem que lutar por um lugar ao sol desde que nasce, não há espaço se vc não for o melhor. Me desculpe pelo comentário gigante. Recomendo fortemente que vc leia “Economia Bandida” de Loretta Napoleone, que fala muito sobre a China dentre outros assuntos, é assustadoramente revelador.

    Bjs!!!

    1. Ana Carolina respondeu Cris Ramos

      Cris, depois de ler seu comentário fiquei até meio engasgada. Caramba, viu. Vi o caso da saltadora chinesa que foi tirada criança da sua família pra virar uma máquina olímpica. Isso é assustador.
      livro anotado, vou procurar para comprar. Obrigada pelo seu depoimento.

      Beijos!

  60. Marinely Luchini Franco comentou:

    Oi Ana! acompanho seu blog há bastante tempo, mas só agora resolvi comentar.
    primeiramente, parabéns pela iniciativa de desmitificar que para acompanhar a moda vc precisa ter muito dinheiro e andar grifada sempre. Vc tem uma consciencia do seu corpo e usa muito bem isso para criar seus looks.
    Quanto a coleção tive sorte. Sou de SP e trabalho perto do Shop. ibirapuera, que recebeu a coleção inteirinha e com reposição. Fui sexta, 24/08 e ontem, 28/08.
    Comprei 4 peças no total. E concordo com vc em todos os aspectos: algumas peças não cairam bem, a numeração é bem diferente (pra mim foi ótimo!) e preço justo. Tem seus problemas de fast fashion, mas eu ainda prefiro aqui do que lá fora.
    Quanto a questão dos produtos chineses: infelizmente isso é um problema mundial. H&M, Zara, C &A etc utilizam dessa mão de obra pra aumentar sua margem de lucro.
    Minhas roupas compradas em Paris, são da China… Assim como todos os souveniers… É o capitalismo selvagem e o mundo globalizado! Hahahahah.
    parabéns mais uma vez pelo blog. Continue testando, nos ensinando e principalmente, ajudando as mulheres a entender que moda são para todas.

    1. Ana Carolina respondeu Marinely Luchini Franco

      Vc disse tudo, Mari: capitalismo selvagem. Obrigada pelos elogios! Beijocas!

  61. Camila comentou:

    Oi Ana fui em um shopping de SP não muito badalado (west plaza) e encontrei quase tudo, não estava lotado por mulheres desesperadas porque esse tipo de coleção não faz muito sucesso por lá! O cardigã nem vi o cheiro rs. Fui atrás de duas peças: a camisa de caveiras e o blazer preto, acabei não levando a camisa por medo de encontrar muitas pessoas com ela, mas me arrependi 🙁
    E sobre o blazer, achei muito bom pelo preço, precisava de um nesse estilo porém nas Zaras da vida sempre achei muito caro.. Minha conclusão é que a coleção foi boa para ter aquelas peças básicas e clássicas que todas as mulheres devem ter (como vc mesma já nos disse e concordo!!) com uma pitada de estampas diferenciadas. Eu gostei! Mas foi uma pena que não foi para todos os lugares, não entendi o porquê e achei injusto!

    beijo, adoro seu blog!

    1. Ana Carolina respondeu Camila

      🙂 Beijocas, Camila!

  62. Ana Paula Alves comentou:

    Olá Ana,
    Acompanho o seu blog sinceramente a pouco tempo e estou amando…adoro suas dicas e looks !
    Quanto aos cardigans da coleção Andrea Marques / C&A, fui hoje de manhã na loja da Pça S Pena e tinha em todas as cores e tamanhos, alem dos cabides e das sacolas especias, aproveite !

    Bjs,
    Ana Paula

    Ps. Acredito que somos tijucanas e vizinhas…reconheci nas fotos dos looks a Rua Visconde de Cabo Frio…eu moro na Clovis Bevilaqua e minha irmã na Andrade Neves ! ;O)

    1. Ana Carolina respondeu Ana Paula Alves

      Oba! Chegou só agora…que loucura!! Somos vizinhas sim, hehe! 😀

  63. Larry comentou:

    Nossa, adorei a agitação aqui nesse post!! 😛

    Sobre a coleção, nossa, eu confesso que tive que me controlar, pq fui querendo “só” o blazer branco e o mocassim dourado e saí da loja do centro com 4 peças, todas top! Depois passei na loja do Plaza, e pasmem, tinha tudo e mais um pouco. Fiquei até tonta, quis provar os macacões, os cardigans , os vestidos e outros modelos liiindos de camisas sem mangas! Respirei e me controlei ( com muito custo) e trouxe só o mocassim e um cardigam. Mas depois de ter visto ainda ontem muuuuita peça na loja de niterói, cheguei a conclusão que essa coleção vai ter muita coisa com preço remarcado, pq tem muita peça que não veste bem… Quem aposta que vai ter remarcação?? Se rolar, talvez de um chance aos macacões ( tinha todos na loja do plaza, glupt)…

  64. Larry comentou:

    ( cont.)
    E sobre o ” made in china”, confesso que desde um tempinho atrás comecei a observar isso. Sou mestra em provar, gostar e na fila do caixa olhar a origem na etiqueta e desistir da peça. Só levo se tiver amado muito a peça, pq acredito que temos que fazer a nossa parte. Só reclamar não adianta. Temos que sair da nossa ” zona de conforto” e fazer pequenos sacrifícios em prol da valorização dos nossos produtos, e dos nossos trabalhadores. Acho realmente q já era hora das fastfashion pararem com essa importação sem limite, e estimular a produção nacional.

    Levanto sim a bandeira do consumo consciente, e valorização local, mas tb sou humana, e tb escorrego no ebay e na cea, principalmente nessas coleções. Mas sigo tentanto!

    Deixo aqui uma dica de video no you tube, pra quem assim como eu tenta resistir a loucura da moda e do consumismo desfreado. O video se chama A ORIGEM DAS COISAS http://www.youtube.com/watch?v=ttGxb4-RVJ4

    Depois de assistir, sua forma de ver a moda vai mudar, radicalmente…

    bjs!!

    1. Ana Carolina respondeu Larry

      Vou ver, Larry! Muito obrigada por dividir isso conosco! beijos

  65. Mônica comentou:

    Nossa, super bacana o debate hein, gostaria de poder ler todas as considerações feitas, mas estou fazendo uns exercícios para evitar o estrabismo e como hoje foi mais puxadinho tô sentindo uma dorzinha, por isso não deu pra ler tudo mas adoro esses debates, discutindo idéias e opiniões a gente aprende né. Assim que a dor passar vou voltar pra ler as opiniões.. rs.. fofoqueeeira!

    Também queria dar a minha opinião sobre a coleção da Andréa Marques para C&A, mas infelizmente a única coisa que tenho a dizer sobre isso é que a coleção não veio para nenhuma das três lojas do meu bairro (Campo Grande – RJ), não sei pq a C&A mantém TRÊS lojas aqui no bairro e não achou que nenhuma delas fosse digna de receber a coleção, achei até que foi preconceituoso, como se as pessoas aqui do subúrbio não fossem dignas de receber a coleção. Por isso nem fui às lojas que receberam procurar nada no dia do lançamento da coleção.

  66. Paula Borba comentou:

    Oi Ana,

    Acho seu blog ótimo! Levo tão a sério as suas considerações que comprei as peças que gostei da coleção Andrea Marques, mas estava louca pra saber a sua opinião e das leitoras rs. Eu fui na do Centro (Rio) na segunda e comprei um vestido. Na da Pça Saens Pena eu comprei o cardigã que chegou ontem na loja e camisa. E hoje na do Shopping Tijuca tinha camiseta de seda que eu não tinha visto em nenhuma outra C&A. Ah, também tive a impressão que a coleção vai ser remarcada, pois tem muita coisa nas araras ainda. Mas, conversei com uma supervisora da loja e ela disse que essa coleção teve o investimento beeeem maior que a da Maria Filó e por isso tem muito mais peças disponíveis.

    Beijos pra todas 😉

    1. Ana Carolina respondeu Paula Borba

      É verdade, Paulinha! Teve reposição, veja você. Bom, mas vamos torcer pra ter remarcação, rs! Beijos!

  67. Cintia comentou:

    Meninas,
    Passei hj na C&A do Shopping Iguatemi de Salvador e as araras dessa coleção estavam lotadas, diferentemente da coleção da Mari Filó, que acabou em poucas horas.

    Acho que as baianas não simpatizaram com essa coleção não…

    Bjos,

  68. Mariana comentou:

    Olá meninas!

    Alguém saberia me dizer se tem o macacão preto na loja do Shopping Tijuca? Em Botafogo, onde moro, não tem praticamente nenhuma peça!

    Bjs!

  69. Mônica comentou:

    Fui na loja do Barra shopping ontem e as araras estavam cheinhas de peças da coleção. Acho que não rolou…

  70. Adriana comentou:

    Ana, foi o maior prazer em conhecer o seu blog! Já faz um tempo em que eu procurava um blog com o seu, ou seja, mais acessível e com ótimo bom gosto! Eu havia adquirido o vestido de fundo preto da coleção da Andrea Marques para a C&A, no dia adorei, depois fiquei com o vestido “encalhado” no guarda-roupas, sem saber como usá-lo. Hoje, por acaso, fui visitar a sua fan page e me deparei com o vestido! E voltei às suas postagens anteriores , pois tenho acompanhado somente a partir de janeiro deste ano. Fiquei encantada com as possibilidades de uso que você deu ao vestido!!! Que bom que não ficará mais em uso, pois eu já estava até meio tristinha com esse vestido, sem saber o que fazer com ele. Amei as produções que você fez! Você está de parabéns!!! Não largo esse blog nunca mais!!! rs Beijos!!!!