Hoje fui assistir a essa palestra que comentei aqui na Universidade Veiga de Almeida. E gostei muito! Foram três palestrantes contar suas experiências como designers de acessórios.
A primeira foi a Alessandra, designer de Zóias. Interessante demais o conceito “zóia” dos seus produtos. E todos lindos!
A segunda palestrante foi a Brígida. Ela é formada em direito, mas sempre quis trabalhar com moda. Se formou em estilismo e começou como artesã e trabalhou para marcas como Cantão e Alessa. Sentindo necessidade de dar acabamento industrial às suas criações de croché, ela conheceu pelo SEBRAE o Seu José, um senhor muito arretado com mais de 30 anos de experiência na área industrial de calçados e assim começaram a marca Brigida.
O Seu José, do alto da sua experiência adquirida somente na vida, me deixou emocionada em seu discurso. Sabiamente, falou: “Estão falando em crise, mas para a moda não existe crise. Existe renovar e ensinar”. Bravo, Seu José!
Quando fui falar com eles para minha alegria a Brigida conhecia meu blog e ficou super feliz com minha presença na palestra. Me presenteou com uma carteira lindaaaaaaaaa e uma foto ao lado deles! Aí, mais uma vez o Seu José, emplogadíssimo com esse encontro, falou: “Que bonita essa mistura da gente, de quem produz e de quem usa! A moda é isso, a moda é uma coisa linda!!”. Lindo é também encontrar gente bacana assim, seu José.

Seu José, Marcia, Brigida e eu! Reparem no bolero lindo que a Brigida usa….
A última palestrante foi a Angelsea Camargo, uma paraense (Lilian, lembrei de ti!) que desde criança trabalha com coleta, produção e criação das chamadas biojóias. Se vocês ouvissem a história da vida dela e da sua família, iam ficar encantados. Uma senhora aula, aprendi demais.
Ela coleta 500kg de materiais naturais no Pará a cada dois anos e trabalha com uma diversidade impressionante de sementes e cascas. Vocês sabiam que 90% dos materiais que ela usa, todos naturais e oriundos do Brasil, são patenteados por países como os EUA? Ou seja, nossos produtos vindos da terra, nossas cascas, palmeiras e sementes não podem ser exportados sem que consultem esses países? Que são exportados de forma que beneficiem seus “donos”?
Triste demais isso.
Vou aqui posar pra vocês, já volto!
Beijocas!






















































