Manifesto: a culpa não é da roupa

A maioria esmagadora da minha audiência é composta por mulheres. Então, quando eu digo que muitas e muitas vezes eu sinto medo de andar na rua, eu sei que vocês vão entender exatamente o que eu sinto: não faz diferença se eu saio com um short curto ou coberta com calça e manga comprida, o assédio existe e ele é real.

Eu temo por mim, eu temo por outras manas que não conseguem ter o mínimo de paz no caminho pra casa ou pro trabalho. Uma pesquisa apontou um triste número: 90% das brasileiras já trocaram de roupa por medo de serem assediadas. Todo dia eu falo no blog sobre sermos mais felizes com o que vestimos, mas infelizmente muitas mulheres não se sentem tão livres assim e nem tão seguras ao fazerem suas escolhas. 🙁

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Cada vez mais blogs, sites e perfis de mulheres maravilhosas estão ganhando espaço e voz para denunciarmos que estamos FARTAS. Fartas de nos cobrirmos, de acharmos que a culpa é nossa na hora de termos escolhido aquela roupa, que não deveríamos ter usado aquela saia, que quem mandou sermos provocativas com aquele decote, quem mandou sentir calor e sair de short curto, quem mandou não se dar o respeito e passar batom vermelho…

CHEGA.

Vamos conversar com mais mulheres, parar de apontar o dedo, de culpabilizar a vítima, vamos juntas ajudarmos umas às outras. Vamos envolver nossos amigos, namorados e maridos nessa nossa triste realidade.

Você não tem culpa. Você veste a roupa que você quiser.

Eu e um time de blogueiras nos unimos a muitas outras mulheres incríveis e estamos participando desta causa da ActionAid, um movimento global de pessoas que trabalham juntas para promover os direitos humanos e superar a pobreza, em parceria com o enjoei, para ajudarmos de alguma forma mulheres em situação de vulnerabilidade a superarem seus medos e suas violências diárias.

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Cada uma de nós doamos algumas peças de roupas nossas para ajudar na campanha, e todas elas vem acompanhadas de alguma história de assédio que sofremos na vida.

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Visite a lojinha da ActionAid no enjoei, escolha alguma peça incrível que te faça sentir poderosa e você estará contribuindo com a campanha.

O valor arrecadado com a venda desta doação será revertido para o trabalho da ActionAid em prol das mulheres. Participe desta causa #aculpanãoédaroupa

Estamos enjoadas.

Enjoadas de assédio.

De discriminação.

De falta de respeito.

Enjoadas de ouvir gracinha por causa da nossa roupa.

A gente tem o direito de usar o que a gente quiser.

Toda mulher tem o direito de usar o que ela quiser.

Sem ouvir fiu-fiu.

Sem ser chamada disso ou daquilo.

Sem ter que ouvir que a culpa é da nossa roupa.

Não. A culpa não é da roupa.

#aCulpaNãoéDaRoupa

* Campanha sem fins lucrativos apoiada pelo blog.
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Links para se organizar e ser mais criativo

Aeeee, chegou o maior feriadão do ano! Minha carne não é carnaval, sou mais da turma da sombra e da água fresca, a criatividade que eu tento ter o ano todo com meu guarda roupa se esvai quando o quesito são as fantasias, hehe!

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Eu vou passar uma parte do tempo na piscina, outra nos bares e uma outra lendo, concluindo alguns projetos e terminando de organizar o que falta pra casa. Como trabalho home office, essa questão é crucial para eu conseguir tocar o restante do ano com tudo no lugar, sem me estressar tentando encontrar lugar pra guardar alguma roupa ou algum livro.

Vou aproveitar também para terminar as fotos de várias ideias de conteúdo pro blog, então aguardem que, na volta, teremos MUITO conteúdo fresquinho por aqui!

E enquanto eu aproveito esse tempinho para organizar tudo, que tal rever alguns posts e entrar na onda de deixar o guarda-roupa tinindo de organizado e proporcional pra ter dias mais leves e criativos o ano todo?

Reuni alguns posts mais antigos do blog que podem te ajudar a deixar o guarda-roupa mais a sua cara, sem bagunça e ainda propostas para testar ideias de combinações!

Qual é o número ideal de roupas que a gente precisa?

O que você faria com o valor de uma peça de roupa?

Dicas para dobrar e guardar suas roupas

Organizaram meu guarda-roupa!

Entendendo mais sobre tecidos

Um short rende quatro looks bem coloridos

Ideias para descobrir nosso estilo pessoal

Bom descanso, bom carnaval, quarta-feira de cinzas estaremos de volta! 🙂

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Muito sapato, pouco espaço

Quando mostrei a organização do meu guarda-roupa, nos comentários me pediram para mostrar o canto onde guardo meus sapatos. Essa pessoa certamente calculou que pegaria no meu calcanhar de Aquiles – sim, o meu ponto fraco, onde ainda falta arrumar. Perguntinha capciosa, viu.

Mas então, vamos lá: quem aí também não está sofrendo com a quantidade de sapatos espalhados pelo chão e sem saber onde enfiá-los? Me deem as mãossssss, que saga!

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Tênis Isolda para Converse que está na sapateira, comprei na promo e só usei uma vez 🙁

Quem acompanha o blog há mais tempo (e bota mais tempo nisso) já me viu com sapato em forma de fusca, sapato de peixe, bota de moscas, saltos altos, tênis de tudo quanto é jeito. Se fosse inusitado e ainda estivesse na promoção, sem sombra de dúvida eu levaria.

Até que uma amiga me perguntou, anos atrás, quantos pares de sapatos eu tinha. Respondi bem matreira “Acho que uns 60” e ela rebateu “Ok, e quantos ali você efetivamente usa?”. Isso deu um clique na minha mente: pra que manter tantos pares acumulando poeira, se na real eu usava apenas um ou outro?

De lá pra cá eu tirei MUITA coisa e só compro se for pra substituir outro, como a sandália bege da Vicenza que entrou no lugar de duas curingonas de verão que se desfizeram de tanto uso. Mas olha a mule ali mostrando que fraquejei, olha mais um tênis colorido que ganhei, eita lelê.

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Uma pequena amostragem dos sapatos que ainda estão desorganizados e me deixando louca

Então a real é que eles ficaram por último, mas ao mesmo tempo essa desordem me tira o sono. Detesto ver sapato espalhado, e para resolver logo esse canto eu dependo de alguns fatores, como tirar mais pares para deixar apenas o suficiente. Esses na foto são uma parte ainda, por isso estou sendo muito mais fria e calculista na hora do desapego.

Diferentemente de roupas, eu nunca liguei de pagar mais caro um pouco por sapatos – eles são os grandes responsáveis pelo tom que queremos dar às produções, e um pisante mal acabado ou detonado derruba um look inteiro. Mas comecei a acumular tantos que eu passei a enfrentar alguns problemas:

Um: onde guardar TANTO sapato. Vocês já viram o preço de uma sapateira? Papo de mais de mil reais, sem chance, por isso ainda estão desabrigados, eu não posso gastar essa grana.

Dois: manutenção. Deixá-los livres de poeira, consertar saltos ou fivelas, limpá-los, tudo isso começou a demandar mais tempo do que eu gostaria.

Três: como eram muitos, vários ficaram intactos por muitos anos porque eram pouco usados. E, nessa, começaram a se desfazer de tanto tempo guardados. Ou apareceram manchados. Reparei também que os que duraram pra valer e quase sem danos eram justamente os que eu usava com maior frequência.

Vou orçar quanto custa mandar fazer uma sapateira porque prefiro todos bem armazenados, longe de gatos e poeiras e prefiro não visualizá-los – espero que saia mais em conta do que uma pronta na loja.

A minha sorte é que, de tanto trabalhar reduzindo guarda-roupas, já estou farta de ver coisas atravancando o caminho! Estou a poucos passos (piadinha, hein, hãn), de finalmente resolver o meu cantinho zoneado dos sapatos, uhuu! Não quero mais espalhar coisas e muito menos ter algo em excesso. É um processo, mas eu estou resolvendo graças a alguns hábitos de consumo que fui incorporando à minha vida ao longo dos anos:

  1. Parei de comprar por comprar

Sabe aquela praga chamada compre três pares e ganhei mais três? Na verdade eu nunca embarquei nessa porque tentava manter mais a consciência, mas conheço várias pessoas que já se sentiram encantadas com a possibilidade de dobrar o número de sapatos e levar vários pisantes novos pra casa. É tentador, comprar vicia mesmo, mas não adianta entulhar a casa com dezenas de pares que serão usados uma única vez ou amontoá-los em outros lugares já que você não tem espaço.

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Meu scarpin de peixe da Neon para Mr Cat: das minhas doideiras e usei bem pouco hahah

E sapato ocupa MUITO espaço. Eu tinha uns 5 pares de botas que eu ganhei e simplesmente não usava, porque né, Rio de Janeiro, calor o ano todo e tals. Reduzi para duas e mesmo assim estou questionando a presença da de cano alto. Acho que ano passado só a usei apenas uma vez e nem na minha viagem eu senti vontade de levá-la, por isso me irrita olhar para o canto do quarto e vê-la ocupando um espaço.

2. Não compro mais nada que não calce bem na hora

Sabe aquele papo de “pode comprar, quando você usar ele laceia”? Não caiam nessa, o sapato não vai lacear e provavelmente ficará parado, te provocando e mandando um “lero-lero” toda vez que você tirá-lo da caixa. Já caí na besteira também de comprar um número maior que o meu, naquele desespero de ter que ter determinado modelito, comprar palmilha de ajuste pra tentar sanar o maledito saindo toda vez do pé, e o resultado foi dar adeus pra ele, meses depois, no enjoei.

Eu tento andar muuuito com o sapato pela loja e, se eu tiver qualquer dúvida no caminhar, se não achar macio e nem confortável o suficiente, não levo.

Normalmente eu levo uma meia hora provando aquele sapato, me imaginando nas situações, pensando que na loja tem ar condicionado e ele se comportará de outra forma no meu pé inchado e suado de calor. Se eu compro online, testo em casa com muito cuidado e avalio também os materiais: evito com todas as forças sandálias de tiras com materiais que arranham, como glitter ou que sejam notoriamente duros, como verniz.

3. De quantos tênis uma pessoa precisa?

Eu AMO tênis. Amo amo amo. Mas não precisava ter comprado tantos, rs. Contabilizei 8 pares, sendo que uso pra valer apenas três. Sim, eu substituí salto alto e sapatilhas pelo conforto e despojamento, mas não precisava de uma coleção deles. Comprei alguns por puro modismo e por estarem em uma super promoção, confesso, e me arrependi. Paguei barato, mas ficam parados, então de que adianta?

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Esse tênis virou moda, mas uso MUITO o meu e mais nenhum

Sempre que rola aquela vontade de descontrole, hehe, penso na quantidade de vezes que vou usar aquela peça e com quais roupas. Ler o Menos é mais está me ajudando  muito: não adianta achar lindo ter um par de cada cor se, efetivamente, na hora da correria, vamos no mais fácil de coordenar, no mais macio, naquele que resolve a sua vida numa viagem. Acho uma graça tênis vermelho, mas só usei o meu uma vez, então vou me ater a admirá-lo nos outros. Não precisamos ter todos os modelos do mundo! 😉

4. Estou tentando evitar modismos e convenções

Usar o que se tem é a melhor maneira de fazer valer seu tempo e dinheiro. Não cair em ladainha de tendências e o que está na moda mesmo que não tenha nada a ver com seu estilo, entender que tem toda uma indústria trabalhando para enfiar nas nossas mentes que somos centopeias ou qualquer outro estereótipo que jogam pra cima da gente pra justificar qualquer consumo desenfreado.

Pesquise mais as marcas, conheça o processo de produção, o que essa marca faz de bacana pro mundo, busque por mais materiais de qualidade, perceba o que você realmente gosta de usar. Vale pagar mais caro pra ter menos e com mais qualidade, vale esperar liquidação pra investir, vale eventos de trocas, pegar emprestado da amiga ou família se você tem um evento e sabe que não vai usar esse sapato nunca mais.

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Por exemplo, se você não sente à vontade de salto alto, para que usá-lo num evento, só porque virou convenção? Essa rasteira da foto eu usei para ir a um casamento (tem foto do look aqui!), me senti bem elegante e ela ainda rendeu em várias produções do meu dia a dia. 🙂

Claro que continuarei amando com força meus sapatos mais exóticos e gostando de uns mais diferentões – a ideia aqui não é mudar o que se gosta e forçar uma monotonia –, mas tenho pensado mais e avaliado bem antes de sair passando o cartão pra todos. 🙂

Agora eu lanço pra vocês a pergunta: vocês conseguiram organizar seus sapatos? Usaram sapateiras de madeira, metal ou estantes? Ou vocês ainda estão sofrendo com tudo espalhado?

Espero resolver essa saga em pouco tempo. Cruzem os dedos!

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Papo bom: novidades, leitura e novos hábitos!

Segundona pré-aniversário (simmmmm, é amanhã, dia 21, amo!) e tem tanta coisa legal acontecendo que eu quis escrever um post leve, desses de amigos que botam o papo em dia, para dividir com vocês algumas coisas boas que são também reflexo da participação de vocês na minha vida. Pega o cafezinho, comadre, me conta de você também <3

Garimpo Fashion na TV

Semana passada foi ao ar um quadro novo do Video Show, o Garimpo Fashion, que eu gravei com a Lia Camargo e foi tão legal! É sempre uma alegria rever a Lia, uma blogueira que é tão querida e generosa, conversamos pra caramba, foi bem legal passar esse dia com ela. E a repercussão foi bacana, amigos meus me viram na hora dos seus almoços, hahaha, achei a edição fofa…fiquei feliz com esse espaço!

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Quem não viu no dia pode conferir como foi aqui nesse link!

Vagas esgotadas

O primeiro workshop do ano com um novo tema, mais de prestação de serviço, teve as vagas esgotadas em menos de 24h. Eu quase não acreditei no sucesso desse tema, que coisa boa saber que vocês curtiram tanto assim essa proposta!

Dependendo da repercussão eu posso estudar novas datas (vocês querem?) e uma dinâmica para outras cidades, mas esse é um pouco mais complicado porque preciso de uma assistente comigo para as análises cromáticas, então tenho que ver direitinho como seria. 🙂

Também estou finalizando um treinamento do Senac, começo 2017 efetivada como professora da instituição! Eu dava aula como autônoma, aí passei pela seleção para contratação de professor na área de consultoria de estilo e estou nos trâmites finais! Nem lembro a última vez na vida que tive carteira assinada, kkkkkk!

O legal é que agora vou poder dar aula de outras matérias em mais cursos, como história da arte, história da moda, identidade visual e etc. Tô bem feliz com esse novo leque na minha carreira!

Pra quem quiser fazer o de formação em consultoria de imagem, já temos inscrições abertas para o dia 16/03, na unidade Senac da Marechal Floriano! E quem falar que veio indicada por mim, vai ganhar 20% de desconto. 🙂

Lendo

Ainda estamos em fevereiro e eu já fiz tanta coisa, já adquiri tantos novos hábitos e estou finalmente cuidando de mim! Para me ajudar nesse processo eu comecei a ler O poder do Hábito e em breve farei resenha do livro pra vocês. Simbora provocar mudanças de dentro pra fora!

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Quem aí já leu esse livro? Gostaram?

Decoração home office

Estou há quase 1 ano na casa nova e só agora que estou conseguindo finalizar alguns ambientes que foram projetados pela Carol Dias, designer de interiores e leitora do blog que assumiu essa missão com muito carinho. 🙂

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Ainda vou fazer um post só sobre o meu novo home office contando todos os detalhes da decoração, mas eu já estou tão feliz de estar trabalhando num ambiente renovado! No sábado a Carol veio aqui para colocarmos algumas ideias em prática, mexer nos móveis, instalarmos “prateleiras”…tá faltando bem pouquinho para finalizarmos tudo, estou esperando os hangers chegarem, tenho que comprar algumas plantas e pronto! 🙂 Tô mega ansiosa hahaha!

Cuidando de mim

A última (e única!) vez que eu fiz limpeza de pele foi há 3 anos. Nunca tinha feito drenagem linfática e todo mundo me falava que massagem modeladora doía pra caramba e que a gente ficava toda roxa. A verdade é que eu nunca entendi porque tudo que tem estética no meio é sinônimo de dor e sofrimento, então eu simplesmente desencanava e achava que essas coisas não eram pra mim.

A Rosi Vilella é esteticista e me procurou em 2016 para fazermos uma parceria. Eu estava justamente num momento péssimo, emocionalmente e fisicamente esgotada, sem ânimo, cansada e com uma aparência abatida. Passei o ano todinho sem cuidar de mim, sem sequer ter tempo para me olhar no espelho e isso foi bem ruim. Não estava malhando direito, nem me alimentando bem, só trabalhando pra caramba e eu sabia que precisava mudar essa rotina.

Conversamos e ela me mostrou que não tem nada disso de sentir dor. Que dava pra fazer tudo de uma forma bem suave, respeitando meu corpo e fazendo um trabalho para me deixar mais relaxada e auxiliando meu organismo a ter mais sensações de bem estar do que simplesmente um corpinho torneado. E não é que era verdade? Eu to AMANDO meus momentos de drenagem e massagem modeladora, me sinto menos inchada e, aliadas ao pilates e alimentação, tô vendo os resultados.

Estou sumida daqui, mas também estou num momento tão bom de encontro comigo mesma! 🤗 2016 foi o ano em que eu não parei nem um instante pra cuidar de mim e isso mexeu pra caramba com meu corpo e mente. Achava que era bobagem perder tempo com isso e fiquei muito mal de saúde. Voltei a malhar, a me alimentar bem, mas nunca tinha dado bola pra clinica estética (tinha até medo). Hoje, deitada na maca da @rosianevilela, eu percebo como a aparência da minha pele já melhorou em tão pouco tempo, como desinchei (aliada às idas a nutricionista!) e estou mais relaxada. 😍 Nas consultas, ela desconstruiu vários mitos que eu tinha sobre estética, como que massagem modeladora dói e deixa tudo roxo: odeio sentir dor, e a massagem foi só amor, saí flutuando! 🙂 Tem sido tão bom separar esse tempo pra mim, puxa! Quais são os outros rituais de relaxamento e cuidados que vocês curtem e querem indicar? 🙂

Uma publicação compartilhada por Hoje vou assim OFF Ana Soares (@hojevouassimoff) em

Semana passada fiz a limpeza de pele e tô me achando tão linda! A pele deu uma iluminada, parece que renovei e me livrei daqueles pontos pretos que ficavam ali e eu nem notava. Essa máscara de ouro ajudou a complementar os cuidados e fiquei feliz de ver que estou bem para os meus quase 38 anos, dá um gás pra gente perceber que NUNCA JAMAIS devemos abrir mão dos cuidados com esse templo que é nosso corpo <3

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eu amo de verdade esses momentos. Me sinto feliz!

Estou bem animada para continuar na missão de cuidar de mim, e os próximos passos são mais pro campo do zen. Em breve conto mais. 🙂

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