Novas vagas e turma Conheça suas Cores Recife

Consegui três vagas extras para cada uma das duas turmas do dia 10/11 de Recife, e ainda abri uma turma extra na sexta de manhã, dia 9, já que irei embora no domingo de madrugada!

Só fazer a inscrição no link abaixo 🙂

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09 DE NOVEMBRO – sexta-feira – RECIFE/PE

Local: Poço da Panela
Horário: 9h às 13h30, com intervalo pro café
Valor: R$550

Inscrições aqui!

 

10 DE NOVEMBRO –sábado – RECIFE/PE

Local: Poço da Panela
TURMA da MANHÃ – das 9h às 13h30, com intervalo pro café
TURMA da TARDE – das 14h30 às 19h, com intervalo pro café
Valor: R$550

TURMA DA MANHÃ Inscrições aqui!

TURMA DA TARDE Inscrições aqui!

Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

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Na tendência da moda Plus Size no Brasil, Ashua abre loja física

A querida Mari Rodrigues, que é colaboradora sobre moda plus size aqui do blog, conta pra gente sobre a abertura das lojas da Ashua e suas impressões sobre o assunto. 🙂

A Ashua – braço de roupas Plus Size da Renner –, que era vendida exclusivamente online, inaugurou na última semana suas duas primeiras lojas físicas, em Porto Alegre, no Shopping Praia de Belas e em São Paulo, no Shopping Anália Franco e, no dia 27, chegará no no Shopping Tucuruvi. Há pouco mais de dois anos no mercado, a marca corrigiu vários pontos inicialmente colocados pelas blogueiras e consumidoras e comemora o sucesso com a abertura das lojas.

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Inicialmente eu acreditava que ter uma loja separada – e não uma seção na Renner, como as outras marcas da varejista – acabaria segregando ainda mais as mulheres gordas. Quando acompanhei a inauguração pelo Instagram, acabei entendendo. A loja é enorme e a oferta de roupas jamais caberia numa simples seção!

Além de ter vários estilos de roupas, a Ashua conta também com funcionárias gordas, e, muito importante: provadores totalmente acessíveis e espaçosos, pra que a gente possa ter mobilidade naquele momento de tirar e colocar roupas. Além disso, todas as unidades têm wifi gratuito e não é necessário ir ao caixa para pagar, é possível finalizar a compra em qualquer ponto da loja. Também é possível comprar pelo site da Ashua e retirar em qualquer loja Renner.

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Na loja é possível compor vários tipos de looks pra quem usa até o tamanho 54. Tem uma variedade enorme de jeans, roupas mais formais pra ambientes de trabalho, apostas para um verão super colorido e fresquinho e muito mais. Ah, chamou a atenção o fato de terem moda praia e lingerie, que há bastante tempo eram pedidos pelas consumidoras.

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A abertura da loja faz parte de uma onda que vem crescendo desde o ano passado. Marcas Plus Size estão se descolando do mercado virtual pra abrirem suas lojas. Experimentar roupas antes de comprar nunca foi tão fácil pra quem tá em SP ou no Rio. Sem o grande investimento, algumas marcas optaram por se juntar e criar espécies de lojas multimarcas destinadas exclusivamente à quem veste acima do 46. Só em São Paulo, além da loja da Clamarroca Plus, é possível também comprar roupas e acessórios voltados ao público gordo na Casa Plus Size, e, nessa sexta-feira, a Madee, marca Plus Size, abrirá as portas de seu espaço colaborativo.

Aqui no Rio a tendência caminha a passos mais lentos, mas vem se desenrolando desde o fim do ano passado. Marcas populares como a NaBeca e a GG.rie recebem parceiras em seus espaços para atraírem ainda mais clientes interessadas na possibilidade de experimentar peças antes de comprá-las.

Infelizmente a Ashua ainda não tem previsão de aterrisar na cidade maravilhosa, mas as gordas cariocas seguem na expectativa da chegada de uma das melhores marcas Plus Size atuais. Será que demora?

mari-rodrigues-hoje-vou-assim-offMariana Rodrigues
Carioca, 30 anos, gorda. Tagarela de carteirinha, fã de chá gelado e viciada em bons debates na internet. Apaixonada por moda e televisão, escreve sobre esses e outros assuntos também em seu blog aquelamari.com
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Novo vício: monocromáticos

Eu achava essa história de look todo da mesma cor de uma caretice sem fim, confesso. Se eu poderia misturar todas as cores, que graça tem ficar tudo de um tom só? Sem contar que eu já fazia as associações: toda de vermelho, capetinha; toda de azul, caneta bic, toda de verde, abacate. Vovó chamava de ton-sur-ton e só de me imaginar nessa coordenação cromática, me sentia 50 anos mais velha.

Com o passar do tempo e essa vontade enorme de me manter fiel ao que eu tenho no armário, fui percebendo que era bobagem ter birra com os visuais monocromáticos. Que, além de elegantes, era possível, sim, ser bem criativa usando a mesma família de cores, só que em tons diferentes! Sem contar que, assim, eu aumentaria ainda mais o número de looks do meu armário, vitória!

E foi assim, experimentando, colocando em prática, usando como mais um exercício criativo com meu armário, que eu aprendi a amar, amar loucamente e de paixão, o ton-sur-ton de vovó <3

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Têm roupas que compramos no impulso. E, na dúvida que geram, ficam ociosas, ocupando espaço no armário, nos deixando incertas do seu desapego.
Foi assim com essa saia, que chegou há alguns anos, vinda de um ato impensado. Na dúvida, a melhor coisa, é: tente de novo. De diferentes maneiras. Observe como você se sente com ela. Busque inspirações, use com o que você tem – peça que rende é aquela que dialoga sem grandes esforços com o que já temos, pra não gerar mais compras.

Não gostava dessa saia até testar algumas combinações com ela. Esse look monocromático, em diferentes tons de verde, foi desses looks que me fizeram feliz por tentar. Por acreditar que experimentação força a nossa criatividade e prova o quanto podemos ser menos dependentes de novidades o tempo todo.

A melhor compra é aquela que não gasta nosso tempo e dinheiro, mas que extrai novas possibilidades em cima do que já temos. Não compraria essa saia de novo, mas já que ela veio comigo, sou responsável. E, assim, em outro momento, a percebi com outros olhos e pensei “por que não?”. E me surpreendi. Nada como esse olhar mais generoso e consciente sobre nossas roupas, sem precisarmos necessariamente nos martirizarmos pelas escolhas passadas.

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Agora, a coordenação que eu mais uso de looks com a mesma cor, sem dúvida, é a de azuis! Além de saber que essa cor me favorece pra caramba, eu, Ana, acho mais fácil um monocromático nessa cor – azul é mais clássico e tem o azul marinho, que eu considero uma cor neutra mais sóbria e podre de chic.

Sendo assim, tenho muito mais peças nessas cores e, por isso, consigo mais looks nesses tons. O roxo da sandália entrou de propósito, já que esses tons frios são vizinhos no círculo cromático e se dão super bem usados juntos. <3

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Uma coisa bem importante: baixinhas se beneficiam super nesse truque colorido! Como não tem quebra de cores, alongam a silhueta e são uma boa saída para quem quer usar algumas peças mais cropped, saias midi e pantacourts, mas não quer necessariamente super no salto. 🙂

E vocês, gostam também? Eu to bem viciadinha por facilitar meus dias e meu cérebro quando estou muito cansada. Tenho achado bem mais fácil na hora da pressa recorrer às mesmas famílias de cores, sem ser apenas toda de preto, por exemplo.

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Renner recebe descarte de roupas, embalagens e frascos

Roupas não devem ser descartadas em lixões – isso é batido na tecla por aqui há tempos, já foi parte da discussão do meu podcast sobre Consumo Consciente, mas sempre é uma dificuldade orientar onde então podemos levar aquelas roupas que não queremos mais, que não servem para doação ou até mesmo quando não sabemos como proceder: se doamos, se aproveitamos de alguma maneira, etc.

Eu contei nesse post sobre o projeto de reciclagem têxtil da C&A, e agora trago a notícia que a Renner também tem o seu serviço de logística reversa que já existe em todas as lojas do país para embalagens e frascos de perfumaria e beleza e em outras 15 para roupas – e não, as roupas e os frascos não precisam necessariamente terem sido comprados na Renner. Agora, essa função está sendo ampliada e clientes de outras 50 lojas no Brasil também poderão aproveitar o serviço de logística reversa de roupas – texto que retirei do site.

Ainda de acordo com essa aba sobre a logística, no site também explica como funciona, o que eles fazem com as peças. Na parte da triagem eu fiquei bolada com a parte que eles levam para aterros – mandei mensagem pra eles sobre o assunto e, se eu for respondida, atualizo o post.

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Como funciona:
Algumas lojas possuem coletores EcoEstilo. Levando suas peças sem utilidade até eles, a Renner se encarrega de enviá-las para reciclagem ou reutilização, a fim de que tenham sua vida útil prolongada. O conteúdo deixado na loja é coletado e encaminhado para o nosso parceiro que faz uma triagem inicial, separando as peças que serão enviadas para reciclagem daquelas que irão para reutilização.

O projeto prevê o recebimento de roupas em desuso, compradas na Renner ou não, que podem ter três destinos de acordo com a condição da peça: • NOVO USO: roupas que serão doadas a organizações sociais. Para cada peça entregue, a Renner doa outra em contrapartida. • NOVO PRODUTO: roupas que serão transformadas em novas peças ou produtos, no conceito de upcycling, por grupos compostos de mulheres capacitadas com o apoio do Instituto Lojas Renner. • NOVA UTILIDADE: roupas que serão transformadas em fios (desfibração) para serem utilizadas novamente na produção de novos tecidos. Upcycling é o processo de transformar resíduos ou produtos fora de uso e descartados em novos materiais ou produtos de maior valor, uso ou qualidade.

Triagem

A triagem acontece por etapas e separa as roupas em diferentes categorias :
1. Roupas contaminadas, que não poderão participar do processo de logística reversa e serão destinada a aterros;
2. Tipo de material, que determina se a peça vai para upcycling/doação ou reciclagem;
3. Peças para reciclagem, onde os aviamentos são retirados e as peças são organizadas por cor, para voltarem a ser novos fios.

Reciclagem

Na reciclagem, as peças são desfibradas e essas fibras podem virar um novo fio. Dependendo da tecnologia utilizada na fiação, o fio poderá ser usado na confecção de tecidos para novas roupas ou ser utilizado para artesanato, como crochê e tricô. Além disso, essas fibras também podem ser usadas para diversas utilidades: enchimento de almofadas ou de bonecos, fazer cobertores e até como preenchimento de forro de carros na indústria automotiva, beneficiando vários setores da economia.

Reutilização

Na reutilização, as roupas podem ser encaminhadas para upcycling e transformadas em novos produtos, sem precisar passar pelo processo de reciclagem. Ou então podem ser doadas para organizações sociais.

Aqui tem a lista das lojas que contam com esse serviço.

E, para minha alegria, a COMAS, marca de upcycling que eu já falei aqui sobre, e da qual eu sou fã, participou de um desses projetos de reuso e transformação das roupas doadas pelo Instituo Renner. Essa turma fez parte do Projeto Empreendedoras da Moda de Florianópolis, onde Augustina Comas explicou sobre o processo de recuperar essas roupas, criado com o objetivo de gerar conhecimento e desenvolvimento desse grupo. 🙂

A realização foi do Instituto Lojas Renner, com método da COMAS são paulo e Aliança Empreendedora e apoio da GIOS/ Trama Ética

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Galera em Floripa botando a mão na massa
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Augustina explicando sobre o método de upcycling
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